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Considere o seguinte trecho de uma notícia publicada na Revista Super Abril :
Já parou para pensar no motivo que nos leva a desconfiar de certas pessoas e instantaneamente confiar em outras - mesmo que não nenhuma delas?
Um estudo feito nos Estados Unidos investigou isso e concluiu que é tudo uma questão de como funciona o sistema de aprendizado do nosso cérebro.
É que, de acordo com os autores, nossa percepção sobre a reputação de um estranho, mesmo sem ter qualquer informação direta sobre ele, tem como base a sua semelhança física com pessoas que . Em outras palavras, a desconfiar daqueles que se parecem com conhecidos que consideremos desonestos ou imorais - e costumamos confiar mais nos estranhos que se parecem com pessoas em quem .
(Disponível em: <https://super.abril.com.br/blog/como-
pessoas-funcionam/por-que-alguns-desconhecidos-parecem-mais-confiaveis-que-outros/>)
Assinale a alternativa com as formas verbais que preenchem corretamente as lacunas acima.
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Assinale a alternativa que segue as normas do português padrão.
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O texto a seguir é referência para a questão.
A pergunta pairava em uma legenda na tela da TV durante o programa apresentado por Leilane Neubarth no canal Globo News: “Policiais de folga devem reagir assaltos?”. O motivo do questionamento era a notícia sobre a atitude da policial militar Kátia da Silva Sastre, que disparou três tiros e matou um assaltante em frente escola em que a filha dela estuda, em Suzano (SP), quando iria participar de uma festa do Dia das Mães. No dia seguinte ocorrência, a cabo da PM, que está na corporação 20 anos, foi homenageada pelo governador paulista, Márcio França. Recebeu flores e elogios. “Ela é um exemplo do que um policial deve fazer. Por ela, pela sociedade, pela própria filha”, disse França. O secretário da Segurança Pública do Estado, Mágino Alves, reforçou as palavras do governador ao afirmar que a policial agiu corretamente, seguindo o protocolo da PM. O secretário aproveitou para lembrar que a população em geral não deve reagir tentativas de assalto.
Dentro dessa premissa, parece perfeitamente legítimo que um telejornal questione se um policial de folga deve seguir a recomendação que vale para a população em geral ou reagir. A reação de muitos dos telespectadores não foi responder à pergunta, e sim criticá-la com veemência, como se o assunto não pudesse ser nem sequer debatido. Entre os internautas que aproveitaram a oportunidade para manifestar sua visão maniqueísta está a âncora do “SBT Brasil”, Rachel Sheherazade, para quem a pergunta é “estúpida”. Pelo Twitter, Leilane respondeu às provocações de forma igualmente visceral: “As pessoas não querem ler, assistir nem entender nada. Querem apenas odiar. Extravasar seu ódio, sua própria violência interna contra tudo que vem acontecendo nesse país”. O tom da resposta, talvez pelo calor do momento, pode ser exagerado, mas o que ela diz resume a cultura de ódio que divide a sociedade brasileira justamente nas questões que exigem um debate equilibrado. A pergunta exibida no noticiário nem mesmo tocava no ponto crucial da ação da policial: se ela deveria ter atirado com a intenção de matar, como fez, ou tentado desarmar o assaltante que, segundo ela, já havia efetuado dois disparos. Também não se indagou se cabe ao governador do Estado homenagear a policial pela bravura, mesmo fora de serviço. A questão era simples, sem viés ideológico, sem qualquer apologia a fazer justiça com as próprias mãos ou condenação ao uso de letalidade policial. Por isso mesmo merece ser formulada. Perguntar não ofende.
(Disponível em: <https://istoe.com.br/tiros-flores-e-intolerancia/>)
Na sentença “Entre os internautas que aproveitaram a oportunidade para manifestar sua visão maniqueísta está a âncora do “SBT Brasil”, Rachel Sheherazade, para quem a pergunta é ‘estúpida’”, o termo sublinhado pode ser substituído, sem alterar o sentido, por:
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O texto a seguir é referência para a questão.
A pergunta pairava em uma legenda na tela da TV durante o programa apresentado por Leilane Neubarth no canal Globo News: “Policiais de folga devem reagir assaltos?”. O motivo do questionamento era a notícia sobre a atitude da policial militar Kátia da Silva Sastre, que disparou três tiros e matou um assaltante em frente escola em que a filha dela estuda, em Suzano (SP), quando iria participar de uma festa do Dia das Mães. No dia seguinte ocorrência, a cabo da PM, que está na corporação 20 anos, foi homenageada pelo governador paulista, Márcio França. Recebeu flores e elogios. “Ela é um exemplo do que um policial deve fazer. Por ela, pela sociedade, pela própria filha”, disse França. O secretário da Segurança Pública do Estado, Mágino Alves, reforçou as palavras do governador ao afirmar que a policial agiu corretamente, seguindo o protocolo da PM. O secretário aproveitou para lembrar que a população em geral não deve reagir tentativas de assalto.
Dentro dessa premissa, parece perfeitamente legítimo que um telejornal questione se um policial de folga deve seguir a recomendação que vale para a população em geral ou reagir. A reação de muitos dos telespectadores não foi responder à pergunta, e sim criticá-la com veemência, como se o assunto não pudesse ser nem sequer debatido. Entre os internautas que aproveitaram a oportunidade para manifestar sua visão maniqueísta está a âncora do “SBT Brasil”, Rachel Sheherazade, para quem a pergunta é “estúpida”. Pelo Twitter, Leilane respondeu às provocações de forma igualmente visceral: “As pessoas não querem ler, assistir nem entender nada. Querem apenas odiar. Extravasar seu ódio, sua própria violência interna contra tudo que vem acontecendo nesse país”. O tom da resposta, talvez pelo calor do momento, pode ser exagerado, mas o que ela diz resume a cultura de ódio que divide a sociedade brasileira justamente nas questões que exigem um debate equilibrado. A pergunta exibida no noticiário nem mesmo tocava no ponto crucial da ação da policial: se ela deveria ter atirado com a intenção de matar, como fez, ou tentado desarmar o assaltante que, segundo ela, já havia efetuado dois disparos. Também não se indagou se cabe ao governador do Estado homenagear a policial pela bravura, mesmo fora de serviço. A questão era simples, sem viés ideológico, sem qualquer apologia a fazer justiça com as próprias mãos ou condenação ao uso de letalidade policial. Por isso mesmo merece ser formulada. Perguntar não ofende.
(Disponível em: <https://istoe.com.br/tiros-flores-e-intolerancia/>)
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas:
1. O texto tematiza a intolerância, expressa através de manifestações exacerbadas sobre questões simples, que culminam no radicalismo dos confrontos ideológicos.
2. As críticas ferozes à pergunta feita pelo telejornal distorceram o foco da notícia: a intenção de matar presente na atitude da policial.
3 . A intenção do texto é demonstrar o quanto a incompreensão impede o avanço de debates sobre questões que deveriam ser discutidas com civilidade, tais como o uso da letalidade policial.
4. O autor critica a atitude do governador do Estado em elogiar a policial, uma vez que essa atitude incentiva a população em geral a fazer justiça com as próprias mãos.
Assinale a alternativa correta.
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O texto a seguir é referência para a questão.
A pergunta pairava em uma legenda na tela da TV durante o programa apresentado por Leilane Neubarth no canal Globo News: “Policiais de folga devem reagir assaltos?”. O motivo do questionamento era a notícia sobre a atitude da policial militar Kátia da Silva Sastre, que disparou três tiros e matou um assaltante em frente escola em que a filha dela estuda, em Suzano (SP), quando iria participar de uma festa do Dia das Mães. No dia seguinte ocorrência, a cabo da PM, que está na corporação 20 anos, foi homenageada pelo governador paulista, Márcio França. Recebeu flores e elogios. “Ela é um exemplo do que um policial deve fazer. Por ela, pela sociedade, pela própria filha”, disse França. O secretário da Segurança Pública do Estado, Mágino Alves, reforçou as palavras do governador ao afirmar que a policial agiu corretamente, seguindo o protocolo da PM. O secretário aproveitou para lembrar que a população em geral não deve reagir tentativas de assalto.
Dentro dessa premissa, parece perfeitamente legítimo que um telejornal questione se um policial de folga deve seguir a recomendação que vale para a população em geral ou reagir. A reação de muitos dos telespectadores não foi responder à pergunta, e sim criticá-la com veemência, como se o assunto não pudesse ser nem sequer debatido. Entre os internautas que aproveitaram a oportunidade para manifestar sua visão maniqueísta está a âncora do “SBT Brasil”, Rachel Sheherazade, para quem a pergunta é “estúpida”. Pelo Twitter, Leilane respondeu às provocações de forma igualmente visceral: “As pessoas não querem ler, assistir nem entender nada. Querem apenas odiar. Extravasar seu ódio, sua própria violência interna contra tudo que vem acontecendo nesse país”. O tom da resposta, talvez pelo calor do momento, pode ser exagerado, mas o que ela diz resume a cultura de ódio que divide a sociedade brasileira justamente nas questões que exigem um debate equilibrado. A pergunta exibida no noticiário nem mesmo tocava no ponto crucial da ação da policial: se ela deveria ter atirado com a intenção de matar, como fez, ou tentado desarmar o assaltante que, segundo ela, já havia efetuado dois disparos. Também não se indagou se cabe ao governador do Estado homenagear a policial pela bravura, mesmo fora de serviço. A questão era simples, sem viés ideológico, sem qualquer apologia a fazer justiça com as próprias mãos ou condenação ao uso de letalidade policial. Por isso mesmo merece ser formulada. Perguntar não ofende.
(Disponível em: <https://istoe.com.br/tiros-flores-e-intolerancia/>)
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima.
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Em microscopia eletrônica de varredura, toda a amostra que não for condutível deve ser recoberta por uma superfície condutora para aterrar os elétrons que a atingem. Esse processo também melhora o nível de emissão de elétrons. O nome dado a esse processo é:
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Em microscopia de luz de campo claro, qual das seguintes estruturas NÃO pode ser observada, mesmo quando utilizadas lentes de imersão?
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Durante a microtomia (corte de material em micrótomo), vários problemas podem ocorrer. Numere as prováveis causas na coluna da direita de acordo com os problemas apresentados na coluna da esquerda.
1
. Fitas de cortes curvas.
2
. Cortes comprimidos ou pregueados.
3
. Cortes fragmentados.
4.
Arranhaduras nos cortes.
5.
Cortes aderem no bloco ao subir o braço do micrótomo.
( ) Parafina quente demais durante infiltração ou inclusão.
( ) Sujeira no bloco de parafina ou na navalha.
( ) Ângulo da faca grande demais.
( ) Faca mal afiada.
( ) A navalha e o bloco não estão paralelos.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
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Os procedimentos de imunocitoquímica em microscopia eletrônica de transmissão são geralmente realizados à temperatura de 4 ºC, especialmente quando a marcação é feita previamente à inclusão do material. A manutenção dessa temperatura é necessária porque:
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O processamento de amostras para cortes histológicos, após inclusão em parafina, envolve, inicialmente, a desidratação, geralmente feita em série crescente de concentração de etanol. Essa desidratação é necessária porque:
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