Foram encontradas 40 questões.
O texto a seguir é referência para a questão.
O Brasil recentemente assinou um acordo de cooperação espacial com Portugal – país cuja agência espacial estatal faz parte da
ESA, a notória Agência Espacial Europeia. O Memorando de Cooperação de Uso Pacífico do Espaço, Ciências Espaciais,
Tecnologias e Aplicações indica uma série de colaborações entre os dois países lusófonos. O anúncio do Governo da República
Portuguesa destaca que a colaboração preve práticas como "iniciativas conjuntas para a instalação de capacidades terrestres para
recepção de dados de satélites", "intercâmbio de informações sobre novas tecnologias relacionadas a foguetes, voos suborbitais e
sistemas de lançamentos", "troca de dados sobre meteorologia espacial" e "desenvolvimento de ações ligadas à formação
acadêmica e técnica de profissionais, estudantes e investigadores de ambos os países".
Fonte: portal Terra. Adaptado.
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O texto a seguir é referência para a questão.
O Brasil recentemente assinou um acordo de cooperação espacial com Portugal – país cuja agência espacial estatal faz parte da
ESA, a notória Agência Espacial Europeia. O Memorando de Cooperação de Uso Pacífico do Espaço, Ciências Espaciais,
Tecnologias e Aplicações indica uma série de colaborações entre os dois países lusófonos. O anúncio do Governo da República
Portuguesa destaca que a colaboração preve práticas como "iniciativas conjuntas para a instalação de capacidades terrestres para
recepção de dados de satélites", "intercâmbio de informações sobre novas tecnologias relacionadas a foguetes, voos suborbitais e
sistemas de lançamentos", "troca de dados sobre meteorologia espacial" e "desenvolvimento de ações ligadas à formação
acadêmica e técnica de profissionais, estudantes e investigadores de ambos os países".
Fonte: portal Terra. Adaptado.
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Considere o seguinte excerto:
O animal ficou extinto naquele território por 70 anos, graças ganância por sua majestosa pele e o medo dos ataques criações de gado da região. Mas em 2022 voltaram nascer filhotes no Parque Nacional de Iberá.
Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/reportagens-especiais/causadores-biologa-argentina-sofia-heinonen/#page1.
Assinale a alternativa cujos termos preenchem correta e respectivamente as lacunas do texto.
O animal ficou extinto naquele território por 70 anos, graças ganância por sua majestosa pele e o medo dos ataques criações de gado da região. Mas em 2022 voltaram nascer filhotes no Parque Nacional de Iberá.
Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/reportagens-especiais/causadores-biologa-argentina-sofia-heinonen/#page1.
Assinale a alternativa cujos termos preenchem correta e respectivamente as lacunas do texto.
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A notícia a seguir é referência para a questão.
Estátua de Buda é descoberta no Egito
Medindo 71 centímetros, o artefato feito em mármore foi localizado em Berenike, cidade
que
foi muito importante para a rota
comercial entre o país africano e a Índia durante o Império Romano.
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueologia/noticia/2023/05/
estatua-de-buda-do-seculo-2-e-descoberta-em-antiga-cidade-do-egito.ghtml. Adaptado.
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A notícia a seguir é referência para a questão.
Estátua de Buda é descoberta no Egito
Medindo 71 centímetros, o artefato feito em mármore foi localizado em Berenike, cidade
que
foi muito importante para a rota
comercial entre o país africano e a Índia durante o Império Romano.
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueologia/noticia/2023/05/
estatua-de-buda-do-seculo-2-e-descoberta-em-antiga-cidade-do-egito.ghtml. Adaptado.
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O texto a seguir é referência para a questão.
Portugueses e brasileiros
Sírio Possenti
Estamos acostumados a pensar que as diferenças entre o português do Brasil (PB) e o de Portugal (o europeu, PE) são lexicais e
relativas ao gerúndio. Onde dizemos “fila” eles dizem “bicha”, onde dizemos “camiseta” eles dizem “camisola” (Cristiano Ronaldo
joga com a 7) e muitos outros casos.
O dicionário contrastivo Luso-Brasileiro de Mauro Villar que dorme na minha biblioteca tem 320 páginas. É verdade, no entanto, que
às vezes falta-lhe critério, como vejo abrindo-o ao acaso e encontrando “ginecómano”, significando “ginecômano” – ou seja, trata-se
apenas de uma diferença de pronúncia. O volume poderia ser menor, provavelmente.
Aprendemos também que, onde empregamos gerúndios, eles empregam infinitivos (“jogando” x “a jogar”). E veio daí também uma
ojeriza
total aos gerúndios todos, em época recente,
pensaram alguns que, se os portugueses não os empregam, devemos
fazer o mesmo – e com todos!
Mas isso é quase folclore. Estudos mais sofisticados de história e da variação nas duas ‘variedades’ de português mostram que os
fenômenos não são tão simples. Há quem defenda que o PB é uma continuação do PE, já que todas as variantes que se encontram
aqui se encontram também lá. Mas nem todos pensam assim, e
postulam
que há uma
ruptura
entre as duas variedades (línguas?),
decorrente do contato aqui havido com línguas africanas. Tudo depende um pouco dos dados postos em relevo.
Quem anda uns dias pela terrinha sabe que há muitas diferenças de pronúncia pouco tematizadas (
os lugares comuns se repetem),
algumas das quais não serviriam como fundamento para quem desejasse que o português de Portugal fosse nosso modelo (...).
Disponível em: https://cienciahoje.org.br/coluna/portugueses-e-brasileiros/. Adaptado.
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O texto a seguir é referência para a questão.
Portugueses e brasileiros
Sírio Possenti
Estamos acostumados a pensar que as diferenças entre o português do Brasil (PB) e o de Portugal (o europeu, PE) são lexicais e
relativas ao gerúndio. Onde dizemos “fila” eles dizem “bicha”, onde dizemos “camiseta” eles dizem “camisola” (Cristiano Ronaldo
joga com a 7) e muitos outros casos.
O dicionário contrastivo Luso-Brasileiro de Mauro Villar que dorme na minha biblioteca tem 320 páginas. É verdade, no entanto, que
às vezes falta-lhe critério, como vejo abrindo-o ao acaso e encontrando “ginecómano”, significando “ginecômano” – ou seja, trata-se
apenas de uma diferença de pronúncia. O volume poderia ser menor, provavelmente.
Aprendemos também que, onde empregamos gerúndios, eles empregam infinitivos (“jogando” x “a jogar”). E veio daí também uma
ojeriza
total aos gerúndios todos, em época recente,
pensaram alguns que, se os portugueses não os empregam, devemos
fazer o mesmo – e com todos!
Mas isso é quase folclore. Estudos mais sofisticados de história e da variação nas duas ‘variedades’ de português mostram que os
fenômenos não são tão simples. Há quem defenda que o PB é uma continuação do PE, já que todas as variantes que se encontram
aqui se encontram também lá. Mas nem todos pensam assim, e
postulam
que há uma
ruptura
entre as duas variedades (línguas?),
decorrente do contato aqui havido com línguas africanas. Tudo depende um pouco dos dados postos em relevo.
Quem anda uns dias pela terrinha sabe que há muitas diferenças de pronúncia pouco tematizadas (
os lugares comuns se repetem),
algumas das quais não serviriam como fundamento para quem desejasse que o português de Portugal fosse nosso modelo (...).
Disponível em: https://cienciahoje.org.br/coluna/portugueses-e-brasileiros/. Adaptado.
1. Se os portugueses não empregam o gerúndio, os brasileiros também não devem empregá-lo. 2. O português do Brasil é uma extensão do português Europeu. 3. O contato com línguas africanas influenciou o português do Brasil.
São posicionamentos presentes no texto:
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O texto a seguir é referência para a questão.
Portugueses e brasileiros
Sírio Possenti
Estamos acostumados a pensar que as diferenças entre o português do Brasil (PB) e o de Portugal (o europeu, PE) são lexicais e
relativas ao gerúndio. Onde dizemos “fila” eles dizem “bicha”, onde dizemos “camiseta” eles dizem “camisola” (Cristiano Ronaldo
joga com a 7) e muitos outros casos.
O dicionário contrastivo Luso-Brasileiro de Mauro Villar que dorme na minha biblioteca tem 320 páginas. É verdade, no entanto, que
às vezes falta-lhe critério, como vejo abrindo-o ao acaso e encontrando “ginecómano”, significando “ginecômano” – ou seja, trata-se
apenas de uma diferença de pronúncia. O volume poderia ser menor, provavelmente.
Aprendemos também que, onde empregamos gerúndios, eles empregam infinitivos (“jogando” x “a jogar”). E veio daí também uma
ojeriza
total aos gerúndios todos, em época recente,
pensaram alguns que, se os portugueses não os empregam, devemos
fazer o mesmo – e com todos!
Mas isso é quase folclore. Estudos mais sofisticados de história e da variação nas duas ‘variedades’ de português mostram que os
fenômenos não são tão simples. Há quem defenda que o PB é uma continuação do PE, já que todas as variantes que se encontram
aqui se encontram também lá. Mas nem todos pensam assim, e
postulam
que há uma
ruptura
entre as duas variedades (línguas?),
decorrente do contato aqui havido com línguas africanas. Tudo depende um pouco dos dados postos em relevo.
Quem anda uns dias pela terrinha sabe que há muitas diferenças de pronúncia pouco tematizadas (
os lugares comuns se repetem),
algumas das quais não serviriam como fundamento para quem desejasse que o português de Portugal fosse nosso modelo (...).
Disponível em: https://cienciahoje.org.br/coluna/portugueses-e-brasileiros/. Adaptado.
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Portugueses e brasileiros
Sírio Possenti
Estamos acostumados a pensar que as diferenças entre o português do Brasil (PB) e o de Portugal (o europeu, PE) são lexicais e
relativas ao gerúndio. Onde dizemos “fila” eles dizem “bicha”, onde dizemos “camiseta” eles dizem “camisola” (Cristiano Ronaldo
joga com a 7) e muitos outros casos.
O dicionário contrastivo Luso-Brasileiro de Mauro Villar que dorme na minha biblioteca tem 320 páginas. É verdade, no entanto, que
às vezes falta-lhe critério, como vejo abrindo-o ao acaso e encontrando “ginecómano”, significando “ginecômano” – ou seja, trata-se
apenas de uma diferença de pronúncia. O volume poderia ser menor, provavelmente.
Aprendemos também que, onde empregamos gerúndios, eles empregam infinitivos (“jogando” x “a jogar”). E veio daí também uma
ojeriza
total aos gerúndios todos, em época recente,
pensaram alguns que, se os portugueses não os empregam, devemos
fazer o mesmo – e com todos!
Mas isso é quase folclore. Estudos mais sofisticados de história e da variação nas duas ‘variedades’ de português mostram que os
fenômenos não são tão simples. Há quem defenda que o PB é uma continuação do PE, já que todas as variantes que se encontram
aqui se encontram também lá. Mas nem todos pensam assim, e
postulam
que há uma
ruptura
entre as duas variedades (línguas?),
decorrente do contato aqui havido com línguas africanas. Tudo depende um pouco dos dados postos em relevo.
Quem anda uns dias pela terrinha sabe que há muitas diferenças de pronúncia pouco tematizadas (
os lugares comuns se repetem),
algumas das quais não serviriam como fundamento para quem desejasse que o português de Portugal fosse nosso modelo (...).
Disponível em: https://cienciahoje.org.br/coluna/portugueses-e-brasileiros/. Adaptado.
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Questão presente nas seguintes provas
O texto a seguir é referência para a questão.
Portugueses e brasileiros
Sírio Possenti
Estamos acostumados a pensar que as diferenças entre o português do Brasil (PB) e o de Portugal (o europeu, PE) são lexicais e
relativas ao gerúndio. Onde dizemos “fila” eles dizem “bicha”, onde dizemos “camiseta” eles dizem “camisola” (Cristiano Ronaldo
joga com a 7) e muitos outros casos.
O dicionário contrastivo Luso-Brasileiro de Mauro Villar que dorme na minha biblioteca tem 320 páginas. É verdade, no entanto, que
às vezes falta-lhe critério, como vejo abrindo-o ao acaso e encontrando “ginecómano”, significando “ginecômano” – ou seja, trata-se
apenas de uma diferença de pronúncia. O volume poderia ser menor, provavelmente.
Aprendemos também que, onde empregamos gerúndios, eles empregam infinitivos (“jogando” x “a jogar”). E veio daí também uma
ojeriza
total aos gerúndios todos, em época recente,
pensaram alguns que, se os portugueses não os empregam, devemos
fazer o mesmo – e com todos!
Mas isso é quase folclore. Estudos mais sofisticados de história e da variação nas duas ‘variedades’ de português mostram que os
fenômenos não são tão simples. Há quem defenda que o PB é uma continuação do PE, já que todas as variantes que se encontram
aqui se encontram também lá. Mas nem todos pensam assim, e
postulam
que há uma
ruptura
entre as duas variedades (línguas?),
decorrente do contato aqui havido com línguas africanas. Tudo depende um pouco dos dados postos em relevo.
Quem anda uns dias pela terrinha sabe que há muitas diferenças de pronúncia pouco tematizadas (
os lugares comuns se repetem),
algumas das quais não serviriam como fundamento para quem desejasse que o português de Portugal fosse nosso modelo (...).
Disponível em: https://cienciahoje.org.br/coluna/portugueses-e-brasileiros/. Adaptado.
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