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De acordo com a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações (regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais) será concedido horário especial ao servidor estudante, quando comprovada a incompatibilidade entre o horário escolar e o da repartição, sem prejuízo do exercício do cargo. Para efeito desse dispositivo,
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O regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais (Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações) estabelece que, independentemente de solicitação, será pago ao servidor, por ocasião das férias, um adicional correspondente a
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Determina a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, que, além do vencimento básico, poderão ser pagas ao servidor algumas vantagens, dentre elas, adicionais, tais como:
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Prescreve a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, os requisitos básicos para investidura em cargo público, dentre eles a nacionalidade brasileira e o gozo dos direitos políticos. Os demais requisitos básicos são
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Estabelece a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, que o vencimento é a retribuição pecuniária pelo exercício de cargo público, com valor fixado em lei e a remuneração é o vencimento do cargo efetivo, acrescido das vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei. O vencimento do cargo efetivo, acrescido das vantagens de caráter permanente, é
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Ela
1 Se você não tem problemas com a sua, levante as mãos para o céu e pare agora mesmo de
2 reclamar da vida. O que são algumas dívidas para pagar, um celular sempre sem bateria, um final de
3 semana chuvoso? Chatices, mas dá-se um jeito. Nela não. Nela não dá-se um jeito. Para eliminá-la,
4 prometemos cortar bebidas alcoólicas, prometemos fazer mil abdominais por dia, mas ela não acusa o
5 golpe, segue com sua saliência irritante. A gente caminha, corre, sobe escada, desce escada, vibra quando
6 nosso intestino está bem regulado, cumprindo suas funções à perfeição, mas ela não se faz de rogada,
7 mantém-se firme onde está. “Mantém-se firme” é força de expressão. Ela é tudo, menos firme. Você sabe
8 de quem estou falando.
9 Ela é uma praga masculina e feminina. Os homens também sofrem, mas aprendem a conviver com
10 ela: entregam os pontos e vão em frente, encarando a situação como uma contingência do destino. As
11 mulheres, não. Mulheres são guerreiras, lutam com todas as armas que têm. Algumas ficam sem respirar
12 para encolhê-la, chegam a ficar azuis. Outras vão para a mesa de cirurgia e ordenam que o médico sugue
13 a desgraçada com umbigo e tudo. Mas passa-se um tempo e ela volta, a desaforada sempre volta.
14 Quem não tem a sua? Eu conto quem: umas poucas sortudas com menos de 15 anos. Umas
15 poucas malucas que acordam, almoçam e jantam na academia. Algumas mais malucas ainda que não
16 almoçam nem jantam. As que nasceram com crédito pré-aprovado com Deus. E aquelas que nunca
17 engravidaram, lógico.
18 As que ignoram totalmente sobre o que estou falando são poucas, não lotariam uma sala de
19 cinema. Já as que sabem muito bem quem é a protagonista desta crônica (pois alojam a infeliz no próprio
20 corpo) povoam o resto da cidade, estão por toda parte. Batas disfarçam, vestidinhos disfarçam, biquínis
21 colocam tudo a perder.
22 Nem todas a possuem enorme. Cruzes, não. s vezes é apenas uma protuberância, uma coisinha
23 de nada, na horizontal nem se repara. Aliás, mulheres acordam mais bem-humoradas do que os homens
24 porque de manhã cedo somos todas magras. Todas tábuas. Todas retas. Passam-se as primeiras horas,
25 no entanto, e a lei da gravidade surge para dar bom dia. Lá vai nosso humor.
26 Falam muito de celulite. Falam de seios, de traseiros, de rugas, de pés grandes, de falta de cintura,
27 de caspa, de tornozelos grossos, de orelhas de abano, de narizes desproporcionais, de ombros caídos, de
28 muita coisa caída. Temos uma possibilidade infinita de defeitos. Mas ela é que nos tira do prumo. Ela é que
29 compromete nossa silhueta. Ela é que arrasa com a nossa elegância. Ela. Nem ouso pronunciar seu nome.
30 Você sabe bem quem. Se não sabe, sorte sua: é porque não tem.
(MEDEIROS, Martha. Doidas e santas. São Paulo: Arqueiro, 2015)
No trecho “...mas ela não se faz de rogada,...” (linha 6), aparece a expressão idiomática fazer-se de rogado, cujo significado é
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Ela
1 Se você não tem problemas com a sua, levante as mãos para o céu e pare agora mesmo de
2 reclamar da vida. O que são algumas dívidas para pagar, um celular sempre sem bateria, um final de
3 semana chuvoso? Chatices, mas dá-se um jeito. Nela não. Nela não dá-se um jeito. Para eliminá-la,
4 prometemos cortar bebidas alcoólicas, prometemos fazer mil abdominais por dia, mas ela não acusa o
5 golpe, segue com sua saliência irritante. A gente caminha, corre, sobe escada, desce escada, vibra quando
6 nosso intestino está bem regulado, cumprindo suas funções à perfeição, mas ela não se faz de rogada,
7 mantém-se firme onde está. “Mantém-se firme” é força de expressão. Ela é tudo, menos firme. Você sabe
8 de quem estou falando.
9 Ela é uma praga masculina e feminina. Os homens também sofrem, mas aprendem a conviver com
10 ela: entregam os pontos e vão em frente, encarando a situação como uma contingência do destino. As
11 mulheres, não. Mulheres são guerreiras, lutam com todas as armas que têm. Algumas ficam sem respirar
12 para encolhê-la, chegam a ficar azuis. Outras vão para a mesa de cirurgia e ordenam que o médico sugue
13 a desgraçada com umbigo e tudo. Mas passa-se um tempo e ela volta, a desaforada sempre volta.
14 Quem não tem a sua? Eu conto quem: umas poucas sortudas com menos de 15 anos. Umas
15 poucas malucas que acordam, almoçam e jantam na academia. Algumas mais malucas ainda que não
16 almoçam nem jantam. As que nasceram com crédito pré-aprovado com Deus. E aquelas que nunca
17 engravidaram, lógico.
18 As que ignoram totalmente sobre o que estou falando são poucas, não lotariam uma sala de
19 cinema. Já as que sabem muito bem quem é a protagonista desta crônica (pois alojam a infeliz no próprio
20 corpo) povoam o resto da cidade, estão por toda parte. Batas disfarçam, vestidinhos disfarçam, biquínis
21 colocam tudo a perder.
22 Nem todas a possuem enorme. Cruzes, não. s vezes é apenas uma protuberância, uma coisinha
23 de nada, na horizontal nem se repara. Aliás, mulheres acordam mais bem-humoradas do que os homens
24 porque de manhã cedo somos todas magras. Todas tábuas. Todas retas. Passam-se as primeiras horas,
25 no entanto, e a lei da gravidade surge para dar bom dia. Lá vai nosso humor.
26 Falam muito de celulite. Falam de seios, de traseiros, de rugas, de pés grandes, de falta de cintura,
27 de caspa, de tornozelos grossos, de orelhas de abano, de narizes desproporcionais, de ombros caídos, de
28 muita coisa caída. Temos uma possibilidade infinita de defeitos. Mas ela é que nos tira do prumo. Ela é que
29 compromete nossa silhueta. Ela é que arrasa com a nossa elegância. Ela. Nem ouso pronunciar seu nome.
30 Você sabe bem quem. Se não sabe, sorte sua: é porque não tem.
(MEDEIROS, Martha. Doidas e santas. São Paulo: Arqueiro, 2015)
A expressão bem-humoradas (linha 23) encontra-se no plural porque concorda com
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Ela
1 Se você não tem problemas com a sua, levante as mãos para o céu e pare agora mesmo de
2 reclamar da vida. O que são algumas dívidas para pagar, um celular sempre sem bateria, um final de
3 semana chuvoso? Chatices, mas dá-se um jeito. Nela não. Nela não dá-se um jeito. Para eliminá-la,
4 prometemos cortar bebidas alcoólicas, prometemos fazer mil abdominais por dia, mas ela não acusa o
5 golpe, segue com sua saliência irritante. A gente caminha, corre, sobe escada, desce escada, vibra quando
6 nosso intestino está bem regulado, cumprindo suas funções à perfeição, mas ela não se faz de rogada,
7 mantém-se firme onde está. “Mantém-se firme” é força de expressão. Ela é tudo, menos firme. Você sabe
8 de quem estou falando.
9 Ela é uma praga masculina e feminina. Os homens também sofrem, mas aprendem a conviver com
10 ela: entregam os pontos e vão em frente, encarando a situação como uma contingência do destino. As
11 mulheres, não. Mulheres são guerreiras, lutam com todas as armas que têm. Algumas ficam sem respirar
12 para encolhê-la, chegam a ficar azuis. Outras vão para a mesa de cirurgia e ordenam que o médico sugue
13 a desgraçada com umbigo e tudo. Mas passa-se um tempo e ela volta, a desaforada sempre volta.
14 Quem não tem a sua? Eu conto quem: umas poucas sortudas com menos de 15 anos. Umas
15 poucas malucas que acordam, almoçam e jantam na academia. Algumas mais malucas ainda que não
16 almoçam nem jantam. As que nasceram com crédito pré-aprovado com Deus. E aquelas que nunca
17 engravidaram, lógico.
18 As que ignoram totalmente sobre o que estou falando são poucas, não lotariam uma sala de
19 cinema. Já as que sabem muito bem quem é a protagonista desta crônica (pois alojam a infeliz no próprio
20 corpo) povoam o resto da cidade, estão por toda parte. Batas disfarçam, vestidinhos disfarçam, biquínis
21 colocam tudo a perder.
22 Nem todas a possuem enorme. Cruzes, não. s vezes é apenas uma protuberância, uma coisinha
23 de nada, na horizontal nem se repara. Aliás, mulheres acordam mais bem-humoradas do que os homens
24 porque de manhã cedo somos todas magras. Todas tábuas. Todas retas. Passam-se as primeiras horas,
25 no entanto, e a lei da gravidade surge para dar bom dia. Lá vai nosso humor.
26 Falam muito de celulite. Falam de seios, de traseiros, de rugas, de pés grandes, de falta de cintura,
27 de caspa, de tornozelos grossos, de orelhas de abano, de narizes desproporcionais, de ombros caídos, de
28 muita coisa caída. Temos uma possibilidade infinita de defeitos. Mas ela é que nos tira do prumo. Ela é que
29 compromete nossa silhueta. Ela é que arrasa com a nossa elegância. Ela. Nem ouso pronunciar seu nome.
30 Você sabe bem quem. Se não sabe, sorte sua: é porque não tem.
(MEDEIROS, Martha. Doidas e santas. São Paulo: Arqueiro, 2015)
A palavra contingência no trecho “...encarando a situação como uma contingência do destino...” (linha 10) tem o sentido de
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Ela
1 Se você não tem problemas com a sua, levante as mãos para o céu e pare agora mesmo de
2 reclamar da vida. O que são algumas dívidas para pagar, um celular sempre sem bateria, um final de
3 semana chuvoso? Chatices, mas dá-se um jeito. Nela não. Nela não dá-se um jeito. Para eliminá-la,
4 prometemos cortar bebidas alcoólicas, prometemos fazer mil abdominais por dia, mas ela não acusa o
5 golpe, segue com sua saliência irritante. A gente caminha, corre, sobe escada, desce escada, vibra quando
6 nosso intestino está bem regulado, cumprindo suas funções à perfeição, mas ela não se faz de rogada,
7 mantém-se firme onde está. “Mantém-se firme” é força de expressão. Ela é tudo, menos firme. Você sabe
8 de quem estou falando.
9 Ela é uma praga masculina e feminina. Os homens também sofrem, mas aprendem a conviver com
10 ela: entregam os pontos e vão em frente, encarando a situação como uma contingência do destino. As
11 mulheres, não. Mulheres são guerreiras, lutam com todas as armas que têm. Algumas ficam sem respirar
12 para encolhê-la, chegam a ficar azuis. Outras vão para a mesa de cirurgia e ordenam que o médico sugue
13 a desgraçada com umbigo e tudo. Mas passa-se um tempo e ela volta, a desaforada sempre volta.
14 Quem não tem a sua? Eu conto quem: umas poucas sortudas com menos de 15 anos. Umas
15 poucas malucas que acordam, almoçam e jantam na academia. Algumas mais malucas ainda que não
16 almoçam nem jantam. As que nasceram com crédito pré-aprovado com Deus. E aquelas que nunca
17 engravidaram, lógico.
18 As que ignoram totalmente sobre o que estou falando são poucas, não lotariam uma sala de
19 cinema. Já as que sabem muito bem quem é a protagonista desta crônica (pois alojam a infeliz no próprio
20 corpo) povoam o resto da cidade, estão por toda parte. Batas disfarçam, vestidinhos disfarçam, biquínis
21 colocam tudo a perder.
22 Nem todas a possuem enorme. Cruzes, não. s vezes é apenas uma protuberância, uma coisinha
23 de nada, na horizontal nem se repara. Aliás, mulheres acordam mais bem-humoradas do que os homens
24 porque de manhã cedo somos todas magras. Todas tábuas. Todas retas. Passam-se as primeiras horas,
25 no entanto, e a lei da gravidade surge para dar bom dia. Lá vai nosso humor.
26 Falam muito de celulite. Falam de seios, de traseiros, de rugas, de pés grandes, de falta de cintura,
27 de caspa, de tornozelos grossos, de orelhas de abano, de narizes desproporcionais, de ombros caídos, de
28 muita coisa caída. Temos uma possibilidade infinita de defeitos. Mas ela é que nos tira do prumo. Ela é que
29 compromete nossa silhueta. Ela é que arrasa com a nossa elegância. Ela. Nem ouso pronunciar seu nome.
30 Você sabe bem quem. Se não sabe, sorte sua: é porque não tem.
(MEDEIROS, Martha. Doidas e santas. São Paulo: Arqueiro, 2015)
O enunciado “Ela é uma praga masculina e feminina.” (linha 9) poderia ser substituído por
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Ela
1 Se você não tem problemas com a sua, levante as mãos para o céu e pare agora mesmo de
2 reclamar da vida. O que são algumas dívidas para pagar, um celular sempre sem bateria, um final de
3 semana chuvoso? Chatices, mas dá-se um jeito. Nela não. Nela não dá-se um jeito. Para eliminá-la,
4 prometemos cortar bebidas alcoólicas, prometemos fazer mil abdominais por dia, mas ela não acusa o
5 golpe, segue com sua saliência irritante. A gente caminha, corre, sobe escada, desce escada, vibra quando
6 nosso intestino está bem regulado, cumprindo suas funções à perfeição, mas ela não se faz de rogada,
7 mantém-se firme onde está. “Mantém-se firme” é força de expressão. Ela é tudo, menos firme. Você sabe
8 de quem estou falando.
9 Ela é uma praga masculina e feminina. Os homens também sofrem, mas aprendem a conviver com
10 ela: entregam os pontos e vão em frente, encarando a situação como uma contingência do destino. As
11 mulheres, não. Mulheres são guerreiras, lutam com todas as armas que têm. Algumas ficam sem respirar
12 para encolhê-la, chegam a ficar azuis. Outras vão para a mesa de cirurgia e ordenam que o médico sugue
13 a desgraçada com umbigo e tudo. Mas passa-se um tempo e ela volta, a desaforada sempre volta.
14 Quem não tem a sua? Eu conto quem: umas poucas sortudas com menos de 15 anos. Umas
15 poucas malucas que acordam, almoçam e jantam na academia. Algumas mais malucas ainda que não
16 almoçam nem jantam. As que nasceram com crédito pré-aprovado com Deus. E aquelas que nunca
17 engravidaram, lógico.
18 As que ignoram totalmente sobre o que estou falando são poucas, não lotariam uma sala de
19 cinema. Já as que sabem muito bem quem é a protagonista desta crônica (pois alojam a infeliz no próprio
20 corpo) povoam o resto da cidade, estão por toda parte. Batas disfarçam, vestidinhos disfarçam, biquínis
21 colocam tudo a perder.
22 Nem todas a possuem enorme. Cruzes, não. s vezes é apenas uma protuberância, uma coisinha
23 de nada, na horizontal nem se repara. Aliás, mulheres acordam mais bem-humoradas do que os homens
24 porque de manhã cedo somos todas magras. Todas tábuas. Todas retas. Passam-se as primeiras horas,
25 no entanto, e a lei da gravidade surge para dar bom dia. Lá vai nosso humor.
26 Falam muito de celulite. Falam de seios, de traseiros, de rugas, de pés grandes, de falta de cintura,
27 de caspa, de tornozelos grossos, de orelhas de abano, de narizes desproporcionais, de ombros caídos, de
28 muita coisa caída. Temos uma possibilidade infinita de defeitos. Mas ela é que nos tira do prumo. Ela é que
29 compromete nossa silhueta. Ela é que arrasa com a nossa elegância. Ela. Nem ouso pronunciar seu nome.
30 Você sabe bem quem. Se não sabe, sorte sua: é porque não tem.
(MEDEIROS, Martha. Doidas e santas. São Paulo: Arqueiro, 2015)
No trecho “As mulheres, não.” (linhas 10 e 11), o advérbio não nega a afirmação
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