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Foram encontradas 56 questões.

1402448 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Um motor de indução trifásico de potência P, em HP, alimentado com tensão de linha VL , em V, apresenta um fator de potência de FP com teor indutivo e um rendimento percentual !$ \eta !$.
A corrente de linha aproximada, IL , em A, desse motor pode ser determinada por
 

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1400792 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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A chave compensadora utilizada na partida de motores de indução trifásicos
 

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1398581 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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O circuito RLC série, na frequência de ressonância, apresenta
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Quando 2012 for apenas uma página metaforicamente amarelada na Wikipédia, dois eventos globais serão associados ao ano que está terminando: o sucesso do clipe da música Gangnam Style e a suposição de que o mundo poderia acabar no dia 21 de dezembro. Excluindo-se a compreensível percepção de que ouvir Gangnam Style sem parar durante boa parte do ano já foi a própria antessala do apocalipse, é possível identificar pelo menos dois elementos em comum entre a dancinha do cantor coreano Psy e a suposta profecia maia.
Para começar, ambos fizeram rir. Um artista que contasse apenas com o próprio talento musical talvez tivesse um pouco mais de dificuldade para alcançar, em apenas cinco meses, a estratosférica cifra de 1 bilhão de visualizações no YouTube. Mas Psy conquistou a atenção do mundo não porque é o novo Michael Jackson, mas porque milhões de internautas de todas as idades acharam engraçado compartilhar o vídeo em que um sujeito gordinho monta um cavalo imaginário enquanto canta em um idioma incompreensível. Também do fim do mundo versão 2012 pode-se dizer, com alguma tranquilidade, que, ao contrário de anúncios anteriores do apocalipse iminente, este ninguém levou a sério. Nenhuma seita perdida nos confins do Planalto Central, nenhuma tribo obscura nos recônditos do México, nem mesmo aqueles malucos urbanos sempre tão dispostos a adotar a última crença pret-à-porter disponível no mercado: ninguém apareceu para reivindicar contrição e abrigos antimeteoros. (O máximo que os descendentes da civilização maia requereram foi o direito de promover o turismo usando como chamariz uma interpretação estapafúrdia de um calendário, o que parece ter sido suficiente para levar milhões de turistas do apocalipse para a região do sudeste mexicano.) O fim do mundo como o conhecemos em 2012 foi, acima de tudo, uma inesgotável fonte de piadas – muito mais do que de metáforas.
O segundo elemento em comum entre os coreanos e os maias é ainda mais decisivo para entendermos a época em que vivemos: trata-se do visível descompasso entre o tamanho original desses dois assuntos e a dimensão que acabaram tomando. Como se o vídeo do seu cachorro correndo atrás do rabo ou o do seu gato se espreguiçando no sofá fosse parar não apenas no Jornal Nacional, mas no cinema, no rádio e nos computadores pessoais de milhões de pessoas ao redor do planeta. Se o número de fãs que genuinamente curte Gangnam Style é muito menor do que aquela cifra de 1 bilhão de visualizações no YouTube sugere, boa parte deste fenômeno é baseada numa multidão que não existe no mundo real – como aqueles investimentos sem lastro que causaram a crise de 2008. Da mesma forma que a possibilidade do fim do mundo, onipresente na mídia nos últimos dias, nunca realmente existiu, a não ser como blague coletiva explorada até a última gota de nada na nadésima potência.
As melhores e as piores ideias já produzidas pelo homem contemplavam a utopia de uma humanidade guiada em bloco por um mesmo ideal coletivo. Religião, ideologia ou mesmo o medo de que o planeta se transforme em um pastel flutuante no espaço ainda não chegaram perto de produzir qualquer tipo de unanimidade global. Mas a internet pode estar mudando isso. O que temos aprendido nestes primeiros anos de rede mundial é que quanto menos se pretende dizer, maior é a chance de que o mundo inteiro esteja disposto a parar para ouvir.
Adaptado de: LAITANO, C. Gangnam style e o apocalipse.
Zero Hora, Porto Alegre, 22 dez 2012.
Considere as propostas a seguir de alteração de frases do texto.
I - A retirada da vírgula depois de apocalipse.
II - A inserção de uma vírgula depois de mundo.
III - A substituição de que por uma vírgula, com os devidos ajustes de espaçamento.
Em quais delas, a substituição resulta em uma sentença gramaticalmente correta e com sentido que pode ser considerado equivalente ao original?
 

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1395207 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Para dimensionamento de sistemas de proteção contra descargas atmosféricas, considere as afirmações abaixo.
I - É utilizado o ângulo de proteção (método Franklin).
II - É utilizada a esfera rolante ou fictícia (modelo eletrogeométrico).
III - São utilizados condutores em malha ou gaiola (método Faraday).
Quais estão corretas?
 

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1395147 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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A norma Instalações Elétricas de Baixa Tensão NBR 5410 é aplicável
I - a instalações elétricas de edificações, qualquer que seja seu uso, incluindo as pré-fabricadas.
II - em áreas descobertas das propriedades externas às edificações.
III - a instalações elétricas de canteiros de obra, feiras, exposições e outras instalações temporárias.
Quais estão corretas?
 

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1394612 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Um condutor com comprimento de 1 m apresenta a área de sua seção transversal igual a 1 mm². A resistividade do material que forma o condutor é 0,001 Ωm. O valor da resistência do condutor é igual a
 

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1394143 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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O fator que NÃO é utilizado na determinação do risco de exposição a descargas atmosféricas de uma estrutura, de acordo com a norma Proteção de Estruturas contra Descargas Atmosféricas NBR 5419, é
 

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1393414 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Uma carga monofásica linear apresenta o triângulo de potências exposto na figura abaixo, onde P, Q e S são as potências ativa, reativa e aparente, respectivamente.
Enunciado 1393414-1
Na ocorrência de um acréscimo na potência ativa dessa carga, observa-se
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Quando 2012 for apenas uma página metaforicamente amarelada na Wikipédia, dois eventos globais serão associados ao ano que está terminando: o sucesso do clipe da música Gangnam Style e a suposição de que o mundo poderia acabar no dia 21 de dezembro. Excluindo-se a compreensível percepção de que ouvir Gangnam Style sem parar durante boa parte do ano já foi a própria antessala do apocalipse, é possível identificar pelo menos dois elementos em comum entre a dancinha do cantor coreano Psy e a suposta profecia maia.
Para começar, ambos fizeram rir. Um artista que contasse apenas com o próprio talento musical talvez tivesse um pouco mais de dificuldade para alcançar, em apenas cinco meses, a estratosférica cifra de 1 bilhão de visualizações no YouTube. Mas Psy conquistou a atenção do mundo não porque é o novo Michael Jackson, mas porque milhões de internautas de todas as idades acharam engraçado compartilhar o vídeo em que um sujeito gordinho monta um cavalo imaginário enquanto canta em um idioma incompreensível. Também do fim do mundo versão 2012 pode-se dizer, com alguma tranquilidade, que, ao contrário de anúncios anteriores do apocalipse iminente, este ninguém levou a sério. Nenhuma seita perdida nos confins do Planalto Central, nenhuma tribo obscura nos recônditos do México, nem mesmo aqueles malucos urbanos sempre tão dispostos a adotar a última crença pret-à-porter disponível no mercado: ninguém apareceu para reivindicar contrição e abrigos antimeteoros. (O máximo que os descendentes da civilização maia requereram foi o direito de promover o turismo usando como chamariz uma interpretação estapafúrdia de um calendário, o que parece ter sido suficiente para levar milhões de turistas do apocalipse para a região do sudeste mexicano.) O fim do mundo como o conhecemos em 2012 foi, acima de tudo, uma inesgotável fonte de piadas – muito mais do que de metáforas.
O segundo elemento em comum entre os coreanos e os maias é ainda mais decisivo para entendermos a época em que vivemos: trata-se do visível descompasso entre o tamanho original desses dois assuntos e a dimensão que acabaram tomando. Como se o vídeo do seu cachorro correndo atrás do rabo ou o do seu gato se espreguiçando no sofá fosse parar não apenas no Jornal Nacional, mas no cinema, no rádio e nos computadores pessoais de milhões de pessoas ao redor do planeta. Se o número de fãs que genuinamente curte Gangnam Style é muito menor do que aquela cifra de 1 bilhão de visualizações no YouTube sugere, boa parte deste fenômeno é baseada numa multidão que não existe no mundo real – como aqueles investimentos sem lastro que causaram a crise de 2008. Da mesma forma que a possibilidade do fim do mundo, onipresente na mídia nos últimos dias, nunca realmente existiu, a não ser como blague coletiva explorada até a última gota de nada na nadésima potência.
As melhores e as piores ideias já produzidas pelo homem contemplavam a utopia de uma humanidade guiada em bloco por um mesmo ideal coletivo. Religião, ideologia ou mesmo o medo de que o planeta se transforme em um pastel flutuante no espaço ainda não chegaram perto de produzir qualquer tipo de unanimidade global. Mas a internet pode estar mudando isso. O que temos aprendido nestes primeiros anos de rede mundial é que quanto menos se pretende dizer, maior é a chance de que o mundo inteiro esteja disposto a parar para ouvir.
Adaptado de: LAITANO, C. Gangnam style e o apocalipse.
Zero Hora, Porto Alegre, 22 dez 2012.
Considere as afirmações a seguir sobre o sentido de expressões no texto.
I - A utilização da expressão suposta indica a possibilidade de não haver uma profecia maia prevendo o fim do mundo em 2012.
II - O substantivo contrição faz referência a uma revolta contra os desígnios divinos.
III - A expressão turistas do apocalipse faz referência a turistas que viajaram para divulgar a proximidade do fim do mundo.
Quais estão corretas?
 

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