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Nas incidências oblíquas anteroposteriores das articulações sacroilíacas, é correto afirmar que
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Marque a alternativa correta sobre radiobiologia.
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Um aparelho de tomografia computadorizada que possui seus detectores sobre um anel fixo é considerado de
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Considerando um exame de tomografia computadorizada, assinale a alternativa que apresenta a largura do pixel para um FOV (FIELD OF VIEW) de 40 cm e uma matriz de 400 x 400.
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Quando 2012 for apenas uma página metaforicamente amarelada na Wikipédia, dois eventos globais serão associados ao ano que está terminando: o sucesso do clipe da música Gangnam Style e a suposição de que o mundo poderia acabar no dia 21 de dezembro. Excluindo-se a compreensível percepção de que ouvir Gangnam Style sem parar durante boa parte do ano já foi a própria antessala do apocalipse, é possível identificar pelo menos dois elementos em comum entre a dancinha do cantor coreano Psy e a suposta profecia maia.
Para começar, ambos fizeram rir. Um artista que contasse apenas com o próprio talento musical talvez tivesse um pouco mais de dificuldade para alcançar, em apenas cinco meses, a estratosférica cifra de 1 bilhão de visualizações no YouTube. Mas Psy conquistou a atenção do mundo não porque é o novo Michael Jackson, mas porque milhões de internautas de todas as idades acharam engraçado compartilhar o vídeo em que um sujeito gordinho monta um cavalo imaginário enquanto canta em um idioma incompreensível. Também do fim do mundo versão 2012 pode-se dizer, com alguma tranquilidade, que, ao contrário de anúncios anteriores do apocalipse iminente, este ninguém levou a sério. Nenhuma seita perdida nos confins do Planalto Central, nenhuma tribo obscura nos recônditos do México, nem mesmo aqueles malucos urbanos sempre tão dispostos a adotar a última crença pret-à-porter disponível no mercado: ninguém apareceu para reivindicar contrição e abrigos antimeteoros. (O máximo que os descendentes da civilização maia requereram foi o direito de promover o turismo usando como chamariz uma interpretação estapafúrdia de um calendário, o que parece ter sido suficiente para levar milhões de turistas do apocalipse para a região do sudeste mexicano.) O fim do mundo como o conhecemos em 2012 foi, acima de tudo, uma inesgotável fonte de piadas – muito mais do que de metáforas.
O segundo elemento em comum entre os coreanos e os maias é ainda mais decisivo para entendermos a época em que vivemos: trata-se do visível descompasso entre o tamanho original desses dois assuntos e a dimensão que acabaram tomando. Como se o vídeo do seu cachorro correndo atrás do rabo ou o do seu gato se espreguiçando no sofá fosse parar não apenas no Jornal Nacional, mas no cinema, no rádio e nos computadores pessoais de milhões de pessoas ao redor do planeta. Se o número de fãs que genuinamente curte Gangnam Style é muito menor do que aquela cifra de 1 bilhão de visualizações no YouTube sugere, boa parte deste fenômeno é baseada numa multidão que não existe no mundo real – como aqueles investimentos sem lastro que causaram a crise de 2008. Da mesma forma que a possibilidade do fim do mundo, onipresente na mídia nos últimos dias, nunca realmente existiu, a não ser como blague coletiva explorada até a última gota de nada na nadésima potência.
As melhores e as piores ideias já produzidas pelo homem contemplavam a utopia de uma humanidade guiada em bloco por um mesmo ideal coletivo. Religião, ideologia ou mesmo o medo de que o planeta se transforme em um pastel flutuante no espaço ainda não chegaram perto de produzir qualquer tipo de unanimidade global. Mas a internet pode estar mudando isso. O que temos aprendido nestes primeiros anos de rede mundial é que quanto menos se pretende dizer, maior é a chance de que o mundo inteiro esteja disposto a parar para ouvir.
Adaptado de: LAITANO, C. Gangnam style e o apocalipse.
Zero Hora, Porto Alegre, 22 dez 2012.
Assinale a alternativa com uma proposta de substituição de expressão do texto que, considerando o contexto, preserva o sentido da expressão original.
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Considere as seguintes afirmações sobre a utilização de filmes nas radiografias.
I - A utilização apenas do filme radiográfico para detecção de imagem radiográfica é ineficiente. Na verdade, menos de 1% dos raios X que incidem no filme radiográfico contribuem para a formação de imagem.
II - A maioria das radiografias são realizadas com o filme em contato com tela intensificadora.
III - O uso do filme radiográfico sem tela intensificadora resulta em uma menor dose de radiação no paciente.
Quais estão corretas?
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Qual equipamento tem molibdênio em seu alvo?
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De acordo com a Portaria n.º 453 do Ministério da Saúde, qual é a dose limite no cristalino para indivíduos ocupacionalmente expostos?
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Quais são os três fatores que contribuem para aumentar a radiação espalhada no exame radiográfico?
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Quando 2012 for apenas uma página metaforicamente amarelada na Wikipédia, dois eventos globais serão associados ao ano que está terminando: o sucesso do clipe da música Gangnam Style e a suposição de que o mundo poderia acabar no dia 21 de dezembro. Excluindo-se a compreensível percepção de que ouvir Gangnam Style sem parar durante boa parte do ano já foi a própria antessala do apocalipse, é possível identificar pelo menos dois elementos em comum entre a dancinha do cantor coreano Psy e a suposta profecia maia.
Para começar, ambos fizeram rir. Um artista que contasse apenas com o próprio talento musical talvez tivesse um pouco mais de dificuldade para alcançar, em apenas cinco meses, a estratosférica cifra de 1 bilhão de visualizações no YouTube. Mas Psy conquistou a atenção do mundo não porque é o novo Michael Jackson, mas porque milhões de internautas de todas as idades acharam engraçado compartilhar o vídeo em que um sujeito gordinho monta um cavalo imaginário enquanto canta em um idioma incompreensível. Também do fim do mundo versão 2012 pode-se dizer, com alguma tranquilidade, que, ao contrário de anúncios anteriores do apocalipse iminente, este ninguém levou a sério. Nenhuma seita perdida nos confins do Planalto Central, nenhuma tribo obscura nos recônditos do México, nem mesmo aqueles malucos urbanos sempre tão dispostos a adotar a última crença pret-à-porter disponível no mercado: ninguém apareceu para reivindicar contrição e abrigos antimeteoros. (O máximo que os descendentes da civilização maia requereram foi o direito de promover o turismo usando como chamariz uma interpretação estapafúrdia de um calendário, o que parece ter sido suficiente para levar milhões de turistas do apocalipse para a região do sudeste mexicano.) O fim do mundo como o conhecemos em 2012 foi, acima de tudo, uma inesgotável fonte de piadas – muito mais do que de metáforas.
O segundo elemento em comum entre os coreanos e os maias é ainda mais decisivo para entendermos a época em que vivemos: trata-se do visível descompasso entre o tamanho original desses dois assuntos e a dimensão que acabaram tomando. Como se o vídeo do seu cachorro correndo atrás do rabo ou o do seu gato se espreguiçando no sofá fosse parar não apenas no Jornal Nacional, mas no cinema, no rádio e nos computadores pessoais de milhões de pessoas ao redor do planeta. Se o número de fãs que genuinamente curte Gangnam Style é muito menor do que aquela cifra de 1 bilhão de visualizações no YouTube sugere, boa parte deste fenômeno é baseada numa multidão que não existe no mundo real – como aqueles investimentos sem lastro que causaram a crise de 2008. Da mesma forma que a possibilidade do fim do mundo, onipresente na mídia nos últimos dias, nunca realmente existiu, a não ser como blague coletiva explorada até a última gota de nada na nadésima potência.
As melhores e as piores ideias já produzidas pelo homem contemplavam a utopia de uma humanidade guiada em bloco por um mesmo ideal coletivo. Religião, ideologia ou mesmo o medo de que o planeta se transforme em um pastel flutuante no espaço ainda não chegaram perto de produzir qualquer tipo de unanimidade global. Mas a internet pode estar mudando isso. O que temos aprendido nestes primeiros anos de rede mundial é que quanto menos se pretende dizer, maior é a chance de que o mundo inteiro esteja disposto a parar para ouvir.
Adaptado de: LAITANO, C. Gangnam style e o apocalipse.
Zero Hora, Porto Alegre, 22 dez 2012.
Considere as propostas a seguir de alteração de frases do texto.
I - A retirada da vírgula depois de apocalipse.
II - A inserção de uma vírgula depois de mundo.
III - A substituição de que por uma vírgula, com os devidos ajustes de espaçamento.
Em quais delas, a substituição resulta em uma sentença gramaticalmente correta e com sentido que pode ser considerado equivalente ao original?
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