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Texto 1 - CULTURA DA VIOLÊNCIA
Sob o conceito de “cultura da violência”, alguns
cientistas procuram demonstrar que a violência é uma
coisa normal em nosso país. Para Ciro Marcondes Filho,
pesquisador da USP, nossa violência fundadora seria
caracterizada por traços particulares relativos às
seguintes variáveis da violência do novo século:
Um agir indiferente: por acreditarem que não haverá
punição, indivíduos agem despreocupadamente na
direção de seus interesses, à revelia das normas e
direitos constituídos. A lei é apenas uma figura abstrata
e só tem validade como recurso de autodefesa e
perseguição dos inimigos.
Um agir vândalo: decorrência, em parte, do primeiro
item, o agir vândalo consiste na destruição insensível e
inconseqüente do bem público, dos símbolos de
cidadania, de urbanidade, indo até as formas mais
elementares de interação social.
Um agir cínico: junto com a indiferença, o cinismo é
a marca do fim de século, em que as lutas sociais
perderam a força. O agir inescrupuloso, oportunista, que
ignora e é arrogante diante das responsabilidades,
encontra, no Brasil, um território extenso de
desenvolvimento, particularmente na política, na atitude
das empresas e nas formas de imoralidade
administrativa sistematicamente denunciadas no País.
Em todos os casos, existe consciência de que a
cultura é tolerante diante dos excessos, os arbítrios se
protegem mutuamente, os agentes buscam lucrar com os
desvios e os que não fazem o jogo são perseguidos,
isolados ou punidos.
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Texto 1 - CULTURA DA VIOLÊNCIA
Sob o conceito de “cultura da violência”, alguns
cientistas procuram demonstrar que a violência é uma
coisa normal em nosso país. Para Ciro Marcondes Filho,
pesquisador da USP, nossa violência fundadora seria
caracterizada por traços particulares relativos às
seguintes variáveis da violência do novo século:
Um agir indiferente: por acreditarem que não haverá
punição, indivíduos agem despreocupadamente na
direção de seus interesses, à revelia das normas e
direitos constituídos. A lei é apenas uma figura abstrata
e só tem validade como recurso de autodefesa e
perseguição dos inimigos.
Um agir vândalo: decorrência, em parte, do primeiro
item, o agir vândalo consiste na destruição insensível e
inconseqüente do bem público, dos símbolos de
cidadania, de urbanidade, indo até as formas mais
elementares de interação social.
Um agir cínico: junto com a indiferença, o cinismo é
a marca do fim de século, em que as lutas sociais
perderam a força. O agir inescrupuloso, oportunista, que
ignora e é arrogante diante das responsabilidades,
encontra, no Brasil, um território extenso de
desenvolvimento, particularmente na política, na atitude
das empresas e nas formas de imoralidade
administrativa sistematicamente denunciadas no País.
Em todos os casos, existe consciência de que a
cultura é tolerante diante dos excessos, os arbítrios se
protegem mutuamente, os agentes buscam lucrar com os
desvios e os que não fazem o jogo são perseguidos,
isolados ou punidos.
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Texto 1 - CULTURA DA VIOLÊNCIA
Sob o conceito de “cultura da violência”, alguns
cientistas procuram demonstrar que a violência é uma
coisa normal em nosso país. Para Ciro Marcondes Filho,
pesquisador da USP, nossa violência fundadora seria
caracterizada por traços particulares relativos às
seguintes variáveis da violência do novo século:
Um agir indiferente: por acreditarem que não haverá
punição, indivíduos agem despreocupadamente na
direção de seus interesses, à revelia das normas e
direitos constituídos. A lei é apenas uma figura abstrata
e só tem validade como recurso de autodefesa e
perseguição dos inimigos.
Um agir vândalo: decorrência, em parte, do primeiro
item, o agir vândalo consiste na destruição insensível e
inconseqüente do bem público, dos símbolos de
cidadania, de urbanidade, indo até as formas mais
elementares de interação social.
Um agir cínico: junto com a indiferença, o cinismo é
a marca do fim de século, em que as lutas sociais
perderam a força. O agir inescrupuloso, oportunista, que
ignora e é arrogante diante das responsabilidades,
encontra, no Brasil, um território extenso de
desenvolvimento, particularmente na política, na atitude
das empresas e nas formas de imoralidade
administrativa sistematicamente denunciadas no País.
Em todos os casos, existe consciência de que a
cultura é tolerante diante dos excessos, os arbítrios se
protegem mutuamente, os agentes buscam lucrar com os
desvios e os que não fazem o jogo são perseguidos,
isolados ou punidos.
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Texto 1 - CULTURA DA VIOLÊNCIA
Sob o conceito de “cultura da violência”, alguns
cientistas procuram demonstrar que a violência é uma
coisa normal em nosso país. Para Ciro Marcondes Filho,
pesquisador da USP, nossa violência fundadora seria
caracterizada por traços particulares relativos às
seguintes variáveis da violência do novo século:
Um agir indiferente: por acreditarem que não haverá
punição, indivíduos agem despreocupadamente na
direção de seus interesses, à revelia das normas e
direitos constituídos. A lei é apenas uma figura abstrata
e só tem validade como recurso de autodefesa e
perseguição dos inimigos.
Um agir vândalo: decorrência, em parte, do primeiro
item, o agir vândalo consiste na destruição insensível e
inconseqüente do bem público, dos símbolos de
cidadania, de urbanidade, indo até as formas mais
elementares de interação social.
Um agir cínico: junto com a indiferença, o cinismo é
a marca do fim de século, em que as lutas sociais
perderam a força. O agir inescrupuloso, oportunista, que
ignora e é arrogante diante das responsabilidades,
encontra, no Brasil, um território extenso de
desenvolvimento, particularmente na política, na atitude
das empresas e nas formas de imoralidade
administrativa sistematicamente denunciadas no País.
Em todos os casos, existe consciência de que a
cultura é tolerante diante dos excessos, os arbítrios se
protegem mutuamente, os agentes buscam lucrar com os
desvios e os que não fazem o jogo são perseguidos,
isolados ou punidos.
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Texto 1 - CULTURA DA VIOLÊNCIA
Sob o conceito de “cultura da violência”, alguns
cientistas procuram demonstrar que a violência é uma
coisa normal em nosso país. Para Ciro Marcondes Filho,
pesquisador da USP, nossa violência fundadora seria
caracterizada por traços particulares relativos às
seguintes variáveis da violência do novo século:
Um agir indiferente: por acreditarem que não haverá
punição, indivíduos agem despreocupadamente na
direção de seus interesses, à revelia das normas e
direitos constituídos. A lei é apenas uma figura abstrata
e só tem validade como recurso de autodefesa e
perseguição dos inimigos.
Um agir vândalo: decorrência, em parte, do primeiro
item, o agir vândalo consiste na destruição insensível e
inconseqüente do bem público, dos símbolos de
cidadania, de urbanidade, indo até as formas mais
elementares de interação social.
Um agir cínico: junto com a indiferença, o cinismo é
a marca do fim de século, em que as lutas sociais
perderam a força. O agir inescrupuloso, oportunista, que
ignora e é arrogante diante das responsabilidades,
encontra, no Brasil, um território extenso de
desenvolvimento, particularmente na política, na atitude
das empresas e nas formas de imoralidade
administrativa sistematicamente denunciadas no País.
Em todos os casos, existe consciência de que a
cultura é tolerante diante dos excessos, os arbítrios se
protegem mutuamente, os agentes buscam lucrar com os
desvios e os que não fazem o jogo são perseguidos,
isolados ou punidos.
1. Sinais de trânsito podem ter apresentado defeitos em 25 acidentes.
2. Segundo alguns, a ação dos traficantes ficou fora de controle.
3. Xiitas e sunitas não conseguiram chegar a um acordo no Iraque.
4. Equipes chegam a Pequim para tentar controlar o incêndio nas florestas.
5. Seja qual for o próximo presidente, é provável que a economia se mantenha estável.
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- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
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Sob o conceito de “cultura da violência”, alguns
cientistas procuram demonstrar que a violência é uma
coisa normal em nosso país. Para Ciro Marcondes Filho,
pesquisador da USP, nossa violência fundadora seria
caracterizada por traços particulares relativos às
seguintes variáveis da violência do novo século:
Um agir indiferente: por acreditarem que não haverá
punição, indivíduos agem despreocupadamente na
direção de seus interesses, à revelia das normas e
direitos constituídos. A lei é apenas uma figura abstrata
e só tem validade como recurso de autodefesa e
perseguição dos inimigos.
Um agir vândalo: decorrência, em parte, do primeiro
item, o agir vândalo consiste na destruição insensível e
inconseqüente do bem público, dos símbolos de
cidadania, de urbanidade, indo até as formas mais
elementares de interação social.
Um agir cínico: junto com a indiferença, o cinismo é
a marca do fim de século, em que as lutas sociais
perderam a força. O agir inescrupuloso, oportunista, que
ignora e é arrogante diante das responsabilidades,
encontra, no Brasil, um território extenso de
desenvolvimento, particularmente na política, na atitude
das empresas e nas formas de imoralidade
administrativa sistematicamente denunciadas no País.
Em todos os casos, existe consciência de que a
cultura é tolerante diante dos excessos, os arbítrios se
protegem mutuamente, os agentes buscam lucrar com os
desvios e os que não fazem o jogo são perseguidos,
isolados ou punidos.
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Texto 1 - CULTURA DA VIOLÊNCIA
Sob o conceito de “cultura da violência”, alguns
cientistas procuram demonstrar que a violência é uma
coisa normal em nosso país. Para Ciro Marcondes Filho,
pesquisador da USP, nossa violência fundadora seria
caracterizada por traços particulares relativos às
seguintes variáveis da violência do novo século:
Um agir indiferente: por acreditarem que não haverá
punição, indivíduos agem despreocupadamente na
direção de seus interesses, à revelia das normas e
direitos constituídos. A lei é apenas uma figura abstrata
e só tem validade como recurso de autodefesa e
perseguição dos inimigos.
Um agir vândalo: decorrência, em parte, do primeiro
item, o agir vândalo consiste na destruição insensível e
inconseqüente do bem público, dos símbolos de
cidadania, de urbanidade, indo até as formas mais
elementares de interação social.
Um agir cínico: junto com a indiferença, o cinismo é
a marca do fim de século, em que as lutas sociais
perderam a força. O agir inescrupuloso, oportunista, que
ignora e é arrogante diante das responsabilidades,
encontra, no Brasil, um território extenso de
desenvolvimento, particularmente na política, na atitude
das empresas e nas formas de imoralidade
administrativa sistematicamente denunciadas no País.
Em todos os casos, existe consciência de que a
cultura é tolerante diante dos excessos, os arbítrios se
protegem mutuamente, os agentes buscam lucrar com os
desvios e os que não fazem o jogo são perseguidos,
isolados ou punidos.
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Texto 1 - CULTURA DA VIOLÊNCIA
Sob o conceito de “cultura da violência”, alguns
cientistas procuram demonstrar que a violência é uma
coisa normal em nosso país. Para Ciro Marcondes Filho,
pesquisador da USP, nossa violência fundadora seria
caracterizada por traços particulares relativos às
seguintes variáveis da violência do novo século:
Um agir indiferente: por acreditarem que não haverá
punição, indivíduos agem despreocupadamente na
direção de seus interesses, à revelia das normas e
direitos constituídos. A lei é apenas uma figura abstrata
e só tem validade como recurso de autodefesa e
perseguição dos inimigos.
Um agir vândalo: decorrência, em parte, do primeiro
item, o agir vândalo consiste na destruição insensível e
inconseqüente do bem público, dos símbolos de
cidadania, de urbanidade, indo até as formas mais
elementares de interação social.
Um agir cínico: junto com a indiferença, o cinismo é
a marca do fim de século, em que as lutas sociais
perderam a força. O agir inescrupuloso, oportunista, que
ignora e é arrogante diante das responsabilidades,
encontra, no Brasil, um território extenso de
desenvolvimento, particularmente na política, na atitude
das empresas e nas formas de imoralidade
administrativa sistematicamente denunciadas no País.
Em todos os casos, existe consciência de que a
cultura é tolerante diante dos excessos, os arbítrios se
protegem mutuamente, os agentes buscam lucrar com os
desvios e os que não fazem o jogo são perseguidos,
isolados ou punidos.
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