Foram encontradas 60 questões.
Assinale a alternativa que contém o recurso que, em projetos de Identidade Visual, garante a estabilidade de proporções, o posicionamento, a fidelidade do uso da Assinatura Visual (Símbolo+Logotipo), além de proteger a integridade desta na aplicação junto a outras informações.
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O erro a seguir foi observado na prova de impressão de uma página (simples) de revista, produzida a partir de um arquivo, fechado em PDF, gerado pelo Indesign CS6: a região de sangramento da fotografia não apareceu na prova e a imagem termina no limite das marcas de corte da capa.
Assinale a opção que contém todas as etapas necessárias durante o fechamento do arquivo para garantir que tal erro não aconteça.
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Assinale a opção que descreve a ordem de sequência correta da montagem (seguindo da esquerda para a direita) de uma arte-final de capa de livro:
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As fotografias em P&B podem representar um problema nas provas digitais, devido ao fato de a maioria dos sistemas de provas digitais:
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O CTP (Computer to Plate) é hoje a tecnologia padrão no mercado gráfico profissional. Em relação ao processo convencional, o CTP economiza tempo e custos, além de usar menos químicos ou não usar (como os modelos térmicos sem químicos). As imagens impressas por CTP são mais precisas do que aquelas gravadas a partir de fotolito convencional, porque:
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Na impressão CMYK, o preto pode ser usado como referência para o registro das outras três cores. A sigla CMYK representa as cores pigmento Cian, Magenta, Amarelo e Preto (Black). Além de representar as cores pigmento, as letras CMYK também fazem referência à:
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Na Indústria Gráfica, dependendo do produto químico utilizado nas atividades e do tempo de exposição do trabalhador, podem ocorrer sintomas como cefaleia, tontura, irritação ocular, problemas de pele, episódios depressivos e outros relacionados ao sistema nervoso. Para segurança do trabalhador, em cada setor, são utilizados EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual específicos. A seguir são apresentados três grupos de EPI’s:
• Grupo 1: luva, avental de PVC, óculos de segurança;
• Grupo 2: calçado de segurança
• Grupo 3: protetor auditivo, creme protetor para as mãos, óculos de segurança, luvas de PVC, calçado de segurança com biqueira de aço.
Assinale a alternativa que apresenta, pela ordem, o setor de trabalho em que, respectivamente, cada Grupo é utilizado.
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TEXTO 2
A ALMA DO CONSUMO
Todos os dias, em algum nível, o consumo atinge nossa vida, modifica nossas relações, gera e rege sentimentos, engendra fantasias, aciona comportamentos, faz sofrer, faz gozar. Às vezes constrangendo- nos em nossas ações no mundo, humilhando e aprisionando, às vezes ampliando nossa imaginação e nossa capacidade de desejar, consumimos e somos consumidos.
O consumo não pertence a todas as épocas nem a todas as civilizações. Somente há pouco tempo histórico é que falamos e entendemos viver numa sociedade de consumo, onde tudo parece adaptar-se à lógica dessa racionalidade, ou seja, à esfera do lucro e do ganho, à ética e à estética das trocas pagas. É uma singularidade histórica. Tornamo-nos Homo consumericus.
Para uma psicologia arquetípica, há deuses em nosso consumo: Afrodite da sedução e do encantamento pela beleza e pelo prazer, Hermes do comércio e da troca intensa, Cronos do devoramento, Plutão da riqueza e da abundância, Criança Divina da novidade, Dioniso do arrebatamento, Narciso ensimesmado, Herói furioso, Eros apaixonado, Pan, Príapo, Puer, quem mais? Que pessoas arquetípicas estão na alma do consumo?
Ao buscarmos pela alma do consumo, lançamo-nos, sempre mais desconfortavelmente, no jogo entre necessidade e supérfluo, entre frívolo e essencial. Não sabemos ao certo onde termina a necessidade, onde começa o supérfluo, onde estão as fronteiras entre consumo de necessidade e consumo de gosto, consumo consciente e consumo de compulsão.
A era hipermoderna se dá sob o signo do excesso e do extremo, que realiza uma “pulsão neofílica”, um prazer pela novidade que se volta constantemente para o presente. O consumo acontece ao lado de outros fenômenos importantes que marcam e que estão no centro do novo tempo histórico: o espetáculo midiático, a comunicação de massa, a individualização extremada, o hipermercado globalizado, a poderosíssima revolução informática, a internet. O consumo cria seus próprios templos: os shoppingcenters, as novas catedrais das novas e velhas igrejas, e também, a seu modo, a própria rede mundial de computadores.
Consumo: tantos são seus deuses que é preciso evocá-los com cuidado, sem voracidade, para sentirmos sua interioridade, sua alma, sem sermos pegos em sua malha fina.
Consumo de utensílios domésticos, eletrodomésticos, eletroeletrônicos que liquidificam, batem, moem, trituram, misturam, assam, limpam, fervem, fritam, amassam, amolecem, passam e enceram para nós – sem nossas mãos, sem contato manual. Tocam sons, reproduzem imagens, processam informações. Excesso e profusão de automatismos também funcionando para a era da autonomia.
Organizo e escolho as músicas que quero ouvir – a trilha sonora da minha vida – sem surpresas desagradáveis ou diferentes, simplesmente baixando arquivos de áudio da internet e armazenando-os em meu iPod. A telefonia está em minhas mãos, em qualquer lugar, é móvel, e com ela a impressão de contato por trás da fantasia de conectividade. A comunicação está toda em minhas mãos. Minha correspondência, agora por via eletrônica, está em minhas mãos (ou diante de meus olhos) na hora que desejo ou preciso, em qualquer lugar do planeta. E está em minhas mãos principalmente tudo aquilo que posso comprar pronto (ready-to-go): desde a comida – entregue em casa (delivery), ou então ao acesso rápido de uma corrida de carro (drive-through) – até medicamentos, entretenimento, companhia, sexo e roupas prêt-à-porter.
Percebemos a enorme presença da fantasia de autonomia. E esta autonomia está a serviço da felicidade privada.
O nosso tempo é um tempo de escolhas. A “customização” cada vez mais intensa da maioria dos bens e dos serviços de consumo permite que eu diga como quero meu refrigerante, meu carro, meu jeans, meu computador.
A superindividualização também leva à autonomia, ou vice-versa, e impõe processos de escolha cada vez mais intensos e urgentes: “Os gostos não cessam de individualizar-se”.
O senhor dos Portões (Mr. Gates) abriu as janelas (Windows) de um presente que requer, sim, definições (escolhas) cada vez mais “altas”, mais precisas, mais particularizadas, em quase tudo.
A própria identidade torna-se, no mundo hipermoderno, uma escolha que se dá num campo cada vez mais flexível e fluido de possibilidades: tribos, nações, culturas, subculturas, sexualidades, profissões, idades. Personas to-go. Autonomia: nomear-se a si mesmo.
A lógica consumista parece ser a de um hipernarcisismo. Se existem deuses nas nossas doenças, quem são eles no consumismo?
Comecemos pela necessidade: temos necessidade de quê? De quanto? Quando? Não sabemos mais ao certo, é claro. As medidas enlouqueceram. Movemo-nos agora num mar de necessidades: pseudonecessidades, necessidades artificiais, necessidades básicas, necessidades estrategicamente plantadas pelo marketing, necessidades que não sei se tenho, necessidades futuras, até chegar ao desnecessário, o extraordinário que é demais. A necessidade delira.
A compra é a magia do efêmero. É asa, é brasa. É futuro, promessa, desejo de mudar, intensificação, momento de morte. É o fim da produção, quando as coisas são finalmente absorvidas pela psique.
A compra, ao contrário do que se poderia pensar, dissolve o ego em alma, dissolve o ego heróico em sua fantasia de morte. Comprar é o que resta. Comprar é nosso modo de fazer o mundo virar alma.
BARCELLOS, Gustavo. Disponível em:
http://www.diplomatique.org.br/artigo.php?id=291 Acesso em: 04 dez. 2014. Texto adaptado.
A opção em que todas as palavras apresentam o mesmo processo de formação é:
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Tomando o processo de impressão offset como referência, indique o tipo de papel mais adequado à impressão, em quadricromia, do miolo de um Livro de Arte, no qual se deseja maior qualidade na definição das imagens impressas.
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Em tipografia, é correto afirmar que os versaletes:
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