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Foram encontradas 60 questões.

2236795 Ano: 2014
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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A especificação é a ferramenta que define as características físicas do objeto a ser impresso e vale para todas as etapas, desde o projeto gráfico até à produção do impresso na gráfica. Logo, o Programador Visual, além de criar, deve ternoções de especificação.
Considere a produção de uma brochura promocional com 16 páginas. Além do título do serviço, data do orçamento/validade e tipo de prova, as especificações básicas que deverão seguir com o projeto para orçamento são:
 

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TEXTO 3

Os meios de transportes, e comunicação em massa, as mercadorias, casa, alimento e roupa, a produção irresistível da indústria de diversões e informação trazem atitudes e hábitos prescritos, certas reações intelectuais e emocionais que prendem os consumidores mais ou menos agradavelmente aos produtores e, através destes, ao todo. Os produtos doutrinam e manipulam; promovem uma falsa consciência que é imune à sua falsidade. E, ao ficarem esses produtos benéficos à disposição de maior número de indivíduos e de classes sociais, a doutrinação que eles portam deixa de ser publicidade; torna-se um estilo de vida. É um bom estilo de vida – muito melhor do que antes – e, como um bom estilo de vida, milita contra a transformação qualitativa. Surge, assim, um padrão de pensamento e comportamento unidimensionais no qual as ideias, as aspirações e os objetivos que, por seu conteúdo, transcendem o universo estabelecido da palavra e da ação são repelidos ou reduzidos a termos desse universo. São redefinidos pela racionalidade do sistema dado e de sua extensão quantitativa.
MARCUSE, H. A ideologia da sociedade industrial. Rio de Janeiro: Zahar, 1979. p.32. Adaptado.
Leia o trecho a seguir.
“Os meios de transportes, e comunicação em massa, as mercadorias, casa, alimento e roupa, a produção irresistível da indústria de diversões e informação trazem atitudes e hábitos prescritos, certas reações intelectuais e emocionais que prendem os consumidores mais ou menos agradavelmente aos produtores e, através destes, ao todo.” (texto 3)
Quanto à regência, os verbos destacados são respectivamente:
 

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TEXTO 4
MUSEU DE COISAS VIVAS
As coisas que admiramos nos museus que conhecemos são objetos do desejo de gerações passadas, finismos de gente morta: joias, bijuterias, móveis, ferramentas de escrita. Talvez seja por isso que, quando viajo, vou a lojas, bazares e mercados com o mesmo entusiasmo com que vou aos museus. As mercadorias expostas (e a forma como são expostas) têm sempre muito a dizer a respeito do local, dos seus habitantes e das pessoas que os visitam — exatamente como as alas dos museus nos falam, por exemplo, sobre os etruscos ou os antigos romanos. A diferença, a favor do comércio, é que a gente pode levar para casa o que está exposto.
Exagero, claro. Os museus expõem peças únicas, com a pátina de centenas, quando não milhares de anos. Mas não é preciso pensar muito para notar que a essência das peças é a mesma das coisas que nos seduzem nas lojas. Todas elas, coisas novas e peças antigas, foram feitas obedecendo a uma necessidade ou a um capricho da época.
É curioso notar, também, como praticamente não há família de objetos, por funcionais que sejam, em que não se possa perceber a evolução dos tempos e dos gostos e o desejo de distinção de um bípede em relação a outro. Uma caixa de madeira é tão caixa quanto a sua contraparte de marfim; uma tigela simples serve tão bem ao seu uso quanto uma tigela enfeitada de pedrarias. Mas como o homem de posses vai se diferenciar dos mortais comuns se não caprichar no supérfluo?
Os museus provam que somos consumistas e exibicionistas há milhares de anos, e que distribuição de renda justa é uma utopia recente. O comércio prova que, se somos animais que consomem, somos também animais muito criativos. Quem poderia imaginar os 60 tipos de escovas de dentes que se encontram em qualquer drugstore americana? Ou as infinitas formas e cores que assumem os sapatos, sobretudo femininos?
Às vezes penso que o conteúdo de uma loja, qualquer loja, arrumado por um museólogo, com as devidas etiquetas, poderia ficar divertido.
Nem sempre museus e lojas se entendem bem na minha cabeça. Uma vez fui para o Louvre depois de sair da Printemps só para ver a nova ala egípcia. Fiquei sem ar diante do que estava exposto, nem tanto pela beleza do que via quanto pela consciência do tempo que me separava das pessoas que haviam feito e usado aquelas coisas. Diante de tal abismo metafísico, quase morri de vergonha do creme contra celulite que comprara e que carregava na bolsa: que besteira era aquela diante da poeira dos séculos? [...]
RÓNAI, Cora. O Globo, 04/10/2012.
Assinale a alternativa em que a palavra que foi utilizada com o objetivo de se referir a um termo antecedente nas duas ocorrências sublinhadas.
 

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2236763 Ano: 2014
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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O termo “prova de contrato” descreve uma prova produzida de acordo com um padrão de cores pré- estabelecido internacionalmente, garantindo que o resultado final do impresso seja quase idêntico à prova apresentada ao cliente.
Sabendo que a “prova de validação” pode ser produzida dentro da empresa em uma impressora laser colorida, podemos afirmar, em relação à “prova de contrato”, que esta:
 

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2236750 Ano: 2014
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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O Setor de Criação planejou um cartaz/folder, em formato aberto A3. Além de cartaz, o produto pode ser utilizado como folder. Foram impressas 5 mil unidades em 2/2 cores, no papel couché 115g. Considerada a perda de papel em 20% (no acerto de máquina), pode-se concluir que o número de folhas utilizadas com o melhor aproveitamento no formato bruto BB foi de:
 

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2236746 Ano: 2014
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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A citação a seguir refere-se ao uso do Photoshop para retoque de imagem. Leia com atenção a descrição da ferramenta de seleção e escolha a opção correta: “Com ela é possível selecionar uma área colorida sem precisar traçar seu contorno. O usuário pode determinar o intervalo de cores que ela deve usar para fechar uma seleção”.
 

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2236742 Ano: 2014
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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A serigrafia, também conhecida como silk -screen, é uma técnica de impressão direta que consiste em fazer passar tinta através de uma tela permeável (matriz) nos pontos que compõem a arte-final e impermeável nos pontos que não fazem parte do desenho. Uma vantagem da serigrafia é produzir impressões sobre inúmeros tipos de materiais: algodão, fibras sintéticas, madeira, metais, plásticos, vidro, cerâmica, placas de circuito impresso, etc. Uma desvantagem da serigrafia é:
 

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TEXTO 2
A ALMA DO CONSUMO
Todos os dias, em algum nível, o consumo atinge nossa vida, modifica nossas relações, gera e rege sentimentos, engendra fantasias, aciona comportamentos, faz sofrer, faz gozar. Às vezes constrangendo- nos em nossas ações no mundo, humilhando e aprisionando, às vezes ampliando nossa imaginação e nossa capacidade de desejar, consumimos e somos consumidos.
O consumo não pertence a todas as épocas nem a todas as civilizações. Somente há pouco tempo histórico é que falamos e entendemos viver numa sociedade de consumo, onde tudo parece adaptar-se à lógica dessa racionalidade, ou seja, à esfera do lucro e do ganho, à ética e à estética das trocas pagas. É uma singularidade histórica. Tornamo-nos Homo consumericus.
Para uma psicologia arquetípica, há deuses em nosso consumo: Afrodite da sedução e do encantamento pela beleza e pelo prazer, Hermes do comércio e da troca intensa, Cronos do devoramento, Plutão da riqueza e da abundância, Criança Divina da novidade, Dioniso do arrebatamento, Narciso ensimesmado, Herói furioso, Eros apaixonado, Pan, Príapo, Puer, quem mais? Que pessoas arquetípicas estão na alma do consumo?
Ao buscarmos pela alma do consumo, lançamo-nos, sempre mais desconfortavelmente, no jogo entre necessidade e supérfluo, entre frívolo e essencial. Não sabemos ao certo onde termina a necessidade, onde começa o supérfluo, onde estão as fronteiras entre consumo de necessidade e consumo de gosto, consumo consciente e consumo de compulsão.
A era hipermoderna se dá sob o signo do excesso e do extremo, que realiza uma “pulsão neofílica”, um prazer pela novidade que se volta constantemente para o presente. O consumo acontece ao lado de outros fenômenos importantes que marcam e que estão no centro do novo tempo histórico: o espetáculo midiático, a comunicação de massa, a individualização extremada, o hipermercado globalizado, a poderosíssima revolução informática, a internet. O consumo cria seus próprios templos: os shoppingcenters, as novas catedrais das novas e velhas igrejas, e também, a seu modo, a própria rede mundial de computadores.
Consumo: tantos são seus deuses que é preciso evocá-los com cuidado, sem voracidade, para sentirmos sua interioridade, sua alma, sem sermos pegos em sua malha fina.
Consumo de utensílios domésticos, eletrodomésticos, eletroeletrônicos que liquidificam, batem, moem, trituram, misturam, assam, limpam, fervem, fritam, amassam, amolecem, passam e enceram para nós – sem nossas mãos, sem contato manual. Tocam sons, reproduzem imagens, processam informações. Excesso e profusão de automatismos também funcionando para a era da autonomia.
Organizo e escolho as músicas que quero ouvir – a trilha sonora da minha vida – sem surpresas desagradáveis ou diferentes, simplesmente baixando arquivos de áudio da internet e armazenando-os em meu iPod. A telefonia está em minhas mãos, em qualquer lugar, é móvel, e com ela a impressão de contato por trás da fantasia de conectividade. A comunicação está toda em minhas mãos. Minha correspondência, agora por via eletrônica, está em minhas mãos (ou diante de meus olhos) na hora que desejo ou preciso, em qualquer lugar do planeta. E está em minhas mãos principalmente tudo aquilo que posso comprar pronto (ready-to-go): desde a comida – entregue em casa (delivery), ou então ao acesso rápido de uma corrida de carro (drive-through) – até medicamentos, entretenimento, companhia, sexo e roupas prêt-à-porter.
Percebemos a enorme presença da fantasia de autonomia. E esta autonomia está a serviço da felicidade privada.
O nosso tempo é um tempo de escolhas. A “customização” cada vez mais intensa da maioria dos bens e dos serviços de consumo permite que eu diga como quero meu refrigerante, meu carro, meu jeans, meu computador.
A superindividualização também leva à autonomia, ou vice-versa, e impõe processos de escolha cada vez mais intensos e urgentes: “Os gostos não cessam de individualizar-se”.
O senhor dos Portões (Mr. Gates) abriu as janelas (Windows) de um presente que requer, sim, definições (escolhas) cada vez mais “altas”, mais precisas, mais particularizadas, em quase tudo.
A própria identidade torna-se, no mundo hipermoderno, uma escolha que se dá num campo cada vez mais flexível e fluido de possibilidades: tribos, nações, culturas, subculturas, sexualidades, profissões, idades. Personas to-go. Autonomia: nomear-se a si mesmo.
A lógica consumista parece ser a de um hipernarcisismo. Se existem deuses nas nossas doenças, quem são eles no consumismo?
Comecemos pela necessidade: temos necessidade de quê? De quanto? Quando? Não sabemos mais ao certo, é claro. As medidas enlouqueceram. Movemo-nos agora num mar de necessidades: pseudonecessidades, necessidades artificiais, necessidades básicas, necessidades estrategicamente plantadas pelo marketing, necessidades que não sei se tenho, necessidades futuras, até chegar ao desnecessário, o extraordinário que é demais. A necessidade delira.
A compra é a magia do efêmero. É asa, é brasa. É futuro, promessa, desejo de mudar, intensificação, momento de morte. É o fim da produção, quando as coisas são finalmente absorvidas pela psique.
A compra, ao contrário do que se poderia pensar, dissolve o ego em alma, dissolve o ego heróico em sua fantasia de morte. Comprar é o que resta. Comprar é nosso modo de fazer o mundo virar alma.
BARCELLOS, Gustavo. Disponível em:
http://www.diplomatique.org.br/artigo.php?id=291 Acesso em: 04 dez. 2014. Texto adaptado.
A expressão sublinhada no trecho exemplifica uma figura de linguagem.
O senhor dos Portões (Mr. Gates) abriu as janelas (Windows) de um presente que requer, sim, definições (escolhas) cada vez mais “altas”, mais precisas, mais particularizadas, em quase tudo”.
Marque a alternativa que nomeia corretamente a figura de linguagem.
 

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2236726 Ano: 2014
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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O envernizamento é um tipo de acabamento gráfico para impressos. É utilizado por várias razões: estética, proteção contra abrasão, desgaste ou umidade, isolamento do cheiro da tinta entre outras. Pode ser brilhante, fosco ou também UV (ultravioleta), entre outros efeitos disponíveis. Quando o verniz UV é aplicado em áreas em que se deseja destacar, por exemplo, textos ou fotos, esse acabamento é conhecido por verniz localizado ou:
 

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2236719 Ano: 2014
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Considere os impressos gráficos numerados de 1 a 5:
1- revista com dois grampos na linha de dobra da lombada.
2- apostila grampeada com dois grampos na parte da frente até o verso (atravessando o miolo).
3- livro com cadernos refilados na lombada, fresados e encadernados.
4- livro com cadernos unidos por fios de algodão ou sintéticos e capa colada.
5- caderno com furos redondos ao longo de uma das bordas da capa e do miolo.
Pelas características dos impressos, pode-se afirmar que, pela ordem, os tipos de encadernação, respectivamente, são:
 

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