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Segundo a norma de segurança no trabalho que trata sobre a operação de máquinas e equipamentos,é INCORRETO afirmar que:
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No Brasil, há uma grande utilização do formato de papel BB. Assinale a alternativa abaixo que apresenta as dimensões corretas desse formato em milímetros:
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Para atender com qualidade o processo de impressão offset, os papéis devem atender algumas exigências, EXCETO:
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Na execução de um trabalho, identificou-se a impressão de uma imagem “lavada”, com cores muito fracas e baixa saturação. A solução mais indicada para este tipo de ocorrência é:
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Durante a impressão, o cilindro de chapa pressiona a blanqueta que se encontra frouxa, fazendo- a deslizar e provocando as chamadas “estrias de blanqueta”, onde o contato da superfície da blanqueta com a chapa produz uma protuberância. A melhor maneira de solucionar esse problema é:
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Assinale a alternativa que apresenta respectivamente um tipo de papel e um formato de papel.
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Leia a tirinha da Mafalda disposta a seguir e responda à questão.

O vocábulo que melhor define o que expressa a tirinha é:
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Deseja-se confeccionar 30 blocos A5 com 20 folhas cada. A impressão será feita em papéis A3 e a máquina offset em que será impresso o trabalho tem 10 % de perda. Pode-se afirmar que a quantidade de folhas A3 que será necessária para imprimir esse trabalho é:
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O ORGULHO DA IGNORÂNCIA
Entrei no carro da produção e notei que a trava do cinto de segurança estava presa debaixo do assento. O trajeto era curto, minha companheira de cena já estava acomodada no banco de trás e eu achei por bem não criar problema.
Pedi ao motorista, no entanto, que, na volta, liberasse o cinto.
O que me parecia um pedido honesto foi mal recebido pelo condutor. Ele respondeu que um amigo havia morrido queimado porque não tinha conseguido se soltar e, desde então, nunca mais usou o cinto. Calei-me, era uma razão nobre. Mas a camareira, sentada no banco da frente e já afivelada, argumentou que o filho havia saído vivo de uma capotagem porque estava preso ao assento.
A descrença do homem só fez aumentar. Ele sorriu, desdenhoso, disse que nós éramos muito pessimistas e ensinou que, na vida, é preciso pensar positivo. “Não ultrapasso a velocidade, dirijo com cuidado e não há nada no mundo que me faça usar cinto”, respondeu, contrafeito.
Cumprimos o curto percurso em silêncio, constrangidos com as convicções de cada um. Descemos do carro vivas e aliviadas. Prevendo que voltaríamos no mesmo veículo, pedi com gentileza a ele que liberasse as travas na volta.
Acabada a filmagem, a produção designou o mesmo motorista para nos trazer e, por uma questão de princípios, ele não havia atendido ao pedido. O produtor ajudou a levantar o banco, soltamos as travas e voltamos seguras, apesar da revolta muda do comandante. Havíamos ofendido o orgulho que ele nutria da própria ignorância.
Não é um caso isolado. Raros são os táxis que mantêm os cintos em ordem no banco de trás. A maioria encara o dispositivo como frescura.
Quando eu era pequena, meu pai guiava uma Kombi de São Paulo, onde morávamos, até o sítio, em Teresópolis, com a família a bordo. Dava mais de dez horas de viagem, sem cinto. Eu e meu irmão dormíamos no chão sem pensar em tragédia. Éramos incautos e otimistas, como o motorista de agora.
Na época, também se fumava sem pensar nas consequências, tomava-se antibiótico como se fosse homeopatia e regava-se a horta com pesticida. O avô de uma amiga passava ácido nas pedras de sua propriedade em Angra dos Reis porque achava bonito vê-las lisas. Não havia aquecimento global nem crise de recursos energéticos. O homem ainda era senhor absoluto do próprio destino.
Hoje, a consciência extremada nos obriga ao pessimismo.
As campanhas antifumo, as mutações oriundas de pesticidas, o buraco na camada de ozônio, a seca e as superbactérias tiraram muito da confiança pueril de outrora.
O cinto talvez seja das exigências mais simples da nova era. Ele não impõe que o fumante abandone seu vício, que a mãe tenha paciência com a febre do filho, que o agricultor conviva com as pestes da lavoura nem que se feche a torneira na hora de escovar os dentes.
Puxar a fivela, no meu caso, tornou-se uma ação automática, como virar a chave ou ligar os faróis. O que me tira do sério é ter de levantar o banco para puxar a trava cada vez que entro com meus filhos num táxi.
Fernanda Torres (Veja Rio, ano 24, nº 41, de 8 de outubro de 2014.)
“Raros são os táxis que mantêm os cintos em ordem no banco de trás.” Neste trecho, há o emprego da figura de linguagem chamada de:
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No processo de impressão em 4 cores, é importante manter o controle para não haver saturação de carga de tinta no papel e comprometer o impresso. O valor ideal em percentual de cor em quadricromia NÃO deve ultrapassar:
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