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Foram encontradas 60 questões.

544735 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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“Tem o objetivo de contribuir para a transparência da gestão pública, pois permite um melhor gerenciamento e controle financeiro dos órgãos e entidades do setor público” (MCASP, 5ª. edição), esta definição refere-se:
 

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544656 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Considere as informações a seguir sobre a execução orçamentária de uma entidade da Administração Pública em um determinado período:
Enunciado 544656-1
Julgue as afirmativas a seguir:
I) O resultado da previsão orçamentária é nulo.
II) O resultado da receita orçamentária indica frustração na arrecadação.
III) O resultado da despesa orçamentária no exercício indica economia orçamentária superior a R$ 2.800,00.
IV) O resultado da execução orçamentária apresenta superávit de R$ 3.950,00.
Estão corretas apenas:
 

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Observe atentamente o trecho literário e responda a questão a seguir:
“(...)
E à tarde, quando o sol — condor sangrento —,
No ocidente se aninha sonolento,
Como a abelha na flor...
E a luz da estrela trêmula se irmana
Co’a fogueira noturna da cabana,
Que acendera o pastor,
(...)”
(©Castro Alves Boa Vista, 1867, Espumas Flutuantes, 1870)
Nos versos “Co’a fogueira noturna da cabana,/ Que acendera o pastor” o verbo sublinhado denota uma ação passada anterior a outro fato também passado. A forma verbal corresponde ao:
 

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535984 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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O lançamento para Inscrição do Crédito em Dívida Ativa, no Órgão ou Entidade originária do crédito – contas de controle, é:
 

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533490 Ano: 2014
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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De acordo com a Lei nº 4.320/1964, os créditos adicionais são as autorizações de despesa não computadas ou insuficientemente dotadas na Lei Orçamentária. Os créditos adicionais são classificados de acordo com a finalidade para a qual são abertos e seguem regras específicas. São características dos créditos adicionais especiais e suplementares, respectivamente:
 

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506166 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Em que nível, no Plano de Contas Aplicado aos Setor Público (PCASP), é possível identificar as transações inter e intragovernamentais:
 

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Leia o texto a seguir:
O VERDE DA MODA
Muita gente acha que clorofila faz bem à saúde. Os estudiosos dizem que é bobagem. Todo mundo aprende na escola que a clorofila, aquele pigmento que dá cor verde às plantas, está na base da fotossíntese – o processo pelo qual os vegetais, na presença de luz solar, absorvem o gás carbônico da atmosfera e liberam oxigênio. Fundamental na natureza, a clorofila desde há muito tem o papel de coadjuvante nos produtos de higiene pessoal. É adicionada a pastas de dentes e desodorantes, por causa da sensação de frescor que propicia. De uns tempos para cá, no entanto, os naturebas começaram a divulgar que a substância é capaz de operar verdadeiros milagres também nos corpinhos que não têm caule, folhas e frutos. Ela limparia a corrente sanguínea, fortaleceria o sistema imunológico, revitalizaria o cérebro, diminuiria a depressão, retardaria o envelhecimento, evitaria a ressaca e – pasme – até ajudaria no tratamento de doenças como o câncer e a Aids. Como há quem acredite em tudo (e também quem ganhe dinheiro com tudo), o consumo de clorofila não tardou a virar moda. Ela passou a ser vendida na forma de sucos, sorvetes e cremes e loções para o corpo. A última novidade vem do Havaí. Uma empresa daquele Estado americano lançou o primeiro desodorante em comprimido à base de clorofila. Uma pastilha pela manhã, outra à noite e tchan, tchan, tchan: em no máximo quatro dias, o usuário já sentiria uma mudança incrível. Qual seria ela? “Todos os odores do organismo desaparecem”, diz Eddie Onouye, um dos donos do laboratório que fabrica o tal desodorante. Essa história de clorofila está deixando verdes de raiva os estudiosos mais sérios. Eles afirmam que tudo não passa de mais uma bobagem destinada a enganar quem tem QI de pterodófita. “O consumo de clorofila não serve para nada”, esclarece a professora Ursula Lanfer Marquez, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo. O motivo é simples: as moléculas da substância não são absorvidas pelo organismo. Os defensores do modismo argumentam que, uma vez ingerida, a molécula de clorofila se quebra e libera magnésio, mineral importante para os ossos, dentes, músculos e para a transmissão de impulsos nervosos. “Nem sempre há essa liberação de magnésio e, quando há, as suas quantidades são tão pequenas que não têm nenhum efeito”, explica Ursula. Para ingerir magnésio, basta comer bem. O mineral é encontrado na maioria dos alimentos – laticínios, peixes, carne, frutos do mar, maçã, abacate, banana, feijão, rúcula, batata e agrião, entre outros.
(NEIVA, Paula Beatriz. Revista Veja, edição 1746, 10 abr. 2002, p. 73)
Observe o fragmento do texto: “Todo mundo aprende na escola que a clorofila, aquele pigmento que dá cor verde às plantas, está na base da fotossíntese”. O conectivo destacado introduz:
 

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494095 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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O tipo de documento utilizado no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal - SIAFI com a finalidade de registrar o comprometimento de despesa, bem como os casos em que se faça necessário o reforço ou a anulação desse compromisso é:
 

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Leia o texto a seguir:
O VERDE DA MODA
Muita gente acha que clorofila faz bem à saúde. Os estudiosos dizem que é bobagem. Todo mundo aprende na escola que a clorofila, aquele pigmento que dá cor verde às plantas, está na base da fotossíntese – o processo pelo qual os vegetais, na presença de luz solar, absorvem o gás carbônico da atmosfera e liberam oxigênio. Fundamental na natureza, a clorofila desde há muito tem o papel de coadjuvante nos produtos de higiene pessoal. É adicionada a pastas de dentes e desodorantes, por causa da sensação de frescor que propicia. De uns tempos para cá, no entanto, os naturebas começaram a divulgar que a substância é capaz de operar verdadeiros milagres também nos corpinhos que não têm caule, folhas e frutos. Ela limparia a corrente sanguínea, fortaleceria o sistema imunológico, revitalizaria o cérebro, diminuiria a depressão, retardaria o envelhecimento, evitaria a ressaca e – pasme – até ajudaria no tratamento de doenças como o câncer e a Aids. Como há quem acredite em tudo (e também quem ganhe dinheiro com tudo), o consumo de clorofila não tardou a virar moda. Ela passou a ser vendida na forma de sucos, sorvetes e cremes e loções para o corpo. A última novidade vem do Havaí. Uma empresa daquele Estado americano lançou o primeiro desodorante em comprimido à base de clorofila. Uma pastilha pela manhã, outra à noite e tchan, tchan, tchan: em no máximo quatro dias, o usuário já sentiria uma mudança incrível. Qual seria ela? “Todos os odores do organismo desaparecem”, diz Eddie Onouye, um dos donos do laboratório que fabrica o tal desodorante. Essa história de clorofila está deixando verdes de raiva os estudiosos mais sérios. Eles afirmam que tudo não passa de mais uma bobagem destinada a enganar quem tem QI de pterodófita. “O consumo de clorofila não serve para nada”, esclarece a professora Ursula Lanfer Marquez, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo. O motivo é simples: as moléculas da substância não são absorvidas pelo organismo. Os defensores do modismo argumentam que, uma vez ingerida, a molécula de clorofila se quebra e libera magnésio, mineral importante para os ossos, dentes, músculos e para a transmissão de impulsos nervosos. “Nem sempre há essa liberação de magnésio e, quando há, as suas quantidades são tão pequenas que não têm nenhum efeito”, explica Ursula. Para ingerir magnésio, basta comer bem. O mineral é encontrado na maioria dos alimentos – laticínios, peixes, carne, frutos do mar, maçã, abacate, banana, feijão, rúcula, batata e agrião, entre outros.
(NEIVA, Paula Beatriz. Revista Veja, edição 1746, 10 abr. 2002, p. 73)
“Ela limparia a corrente sanguínea, fortaleceria o sistema imunológico, revitalizaria o cérebro, diminuiria a depressão, retardaria o envelhecimento, evitaria a ressaca e – pasme – até ajudaria no tratamento de doenças como o câncer e a Aids”. Nesta passagem, o autor indica a incerteza frente ao que está sendo expresso. Assinale a alternativa que apresenta o elemento linguístico utilizado para concretizar esse posicionamento:
 

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491412 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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A respeito da tabela de eventos da Administração Pública Federal, pode-se afirmar que:
 

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