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Foram encontradas 40 questões.

540942 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Sobre a forma de identificação dos dentes pelo método de dois dígitos, pode-se afirmar que:
I – 11 é o incisivo central superior direito;
II – 33 é o canino inferior esquerdo;
III – 28 é o terceiro molar superior direito;
IV – 34 é o pré-molar inferior direito.
Assinale a alternativa que apresenta as afirmativas corretas.
 

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528152 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
A profissão de Técnico em Prótese Dentária foi criada oficialmente e regulamentada pela Lei Federal nº 6710 de 05/11/1979. Esta lei impõe algumas restrições ao exercício da profissão.
I – Fazer serviço de prótese dentária para terceiros que não sejam habilitados pelo CRO (Conselho Regional de Odontologia);
II – Manter equipamento e instrumental específicos de consultório dentário em seu laboratório ou local de trabalho;
III – Fazer propaganda de seus serviços ao público em geral;
IV – Fazer próteses removíveis para parentes ou amigos de qualquer natureza.
Assinale a alternativa que aponta corretamente tais restrições.
 

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527472 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
A respeito da ceroplastia das próteses removíveis, pode-se afirmar que:
I – reproduzem as formas anatômicas que permitem a adequada estética e função do aparelho protético;
II – exames clínicos e laboratoriais ajudam no resultado funcional e estético;
III – pacientes respiradores bucais e indivíduos com lábio superior curto mostram em excesso a região superior anterior da gengiva;
IV – os jovens têm a linha do sorriso mais baixa, expondo menos o sorriso gengival.
Assinale a alternativa que contém as afirmativas corretas:
 

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Leia o texto a seguir:
O VERDE DA MODA
Muita gente acha que clorofila faz bem à saúde. Os estudiosos dizem que é bobagem. Todo mundo aprende na escola que a clorofila, aquele pigmento que dá cor verde às plantas, está na base da fotossíntese – o processo pelo qual os vegetais, na presença de luz solar, absorvem o gás carbônico da atmosfera e liberam oxigênio. Fundamental na natureza, a clorofila desde há muito tem o papel de coadjuvante nos produtos de higiene pessoal. É adicionada a pastas de dentes e desodorantes, por causa da sensação de frescor que propicia. De uns tempos para cá, no entanto, os naturebas começaram a divulgar que a substância é capaz de operar verdadeiros milagres também nos corpinhos que não têm caule, folhas e frutos. Ela limparia a corrente sanguínea, fortaleceria o sistema imunológico, revitalizaria o cérebro, diminuiria a depressão, retardaria o envelhecimento, evitaria a ressaca e – pasme – até ajudaria no tratamento de doenças como o câncer e a Aids. Como há quem acredite em tudo (e também quem ganhe dinheiro com tudo), o consumo de clorofila não tardou a virar moda. Ela passou a ser vendida na forma de sucos, sorvetes e cremes e loções para o corpo. A última novidade vem do Havaí. Uma empresa daquele Estado americano lançou o primeiro desodorante em comprimido à base de clorofila. Uma pastilha pela manhã, outra à noite e tchan, tchan, tchan: em no máximo quatro dias, o usuário já sentiria uma mudança incrível. Qual seria ela? “Todos os odores do organismo desaparecem”, diz Eddie Onouye, um dos donos do laboratório que fabrica o tal desodorante. Essa história de clorofila está deixando verdes de raiva os estudiosos mais sérios. Eles afirmam que tudo não passa de mais uma bobagem destinada a enganar quem tem QI de pterodófita. “O consumo de clorofila não serve para nada”, esclarece a professora Ursula Lanfer Marquez, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo. O motivo é simples: as moléculas da substância não são absorvidas pelo organismo. Os defensores do modismo argumentam que, uma vez ingerida, a molécula de clorofila se quebra e libera magnésio, mineral importante para os ossos, dentes, músculos e para a transmissão de impulsos nervosos. “Nem sempre há essa liberação de magnésio e, quando há, as suas quantidades são tão pequenas que não têm nenhum efeito”, explica Ursula. Para ingerir magnésio, basta comer bem. O mineral é encontrado na maioria dos alimentos – laticínios, peixes, carne, frutos do mar, maçã, abacate, banana, feijão, rúcula, batata e agrião, entre outros.
(NEIVA, Paula Beatriz. Revista Veja, edição 1746, 10 abr. 2002, p. 73)
Observe o fragmento do texto: “Todo mundo aprende na escola que a clorofila, aquele pigmento que dá cor verde às plantas, está na base da fotossíntese”. O conectivo destacado introduz:
 

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Leia o texto a seguir:
O VERDE DA MODA
Muita gente acha que clorofila faz bem à saúde. Os estudiosos dizem que é bobagem. Todo mundo aprende na escola que a clorofila, aquele pigmento que dá cor verde às plantas, está na base da fotossíntese – o processo pelo qual os vegetais, na presença de luz solar, absorvem o gás carbônico da atmosfera e liberam oxigênio. Fundamental na natureza, a clorofila desde há muito tem o papel de coadjuvante nos produtos de higiene pessoal. É adicionada a pastas de dentes e desodorantes, por causa da sensação de frescor que propicia. De uns tempos para cá, no entanto, os naturebas começaram a divulgar que a substância é capaz de operar verdadeiros milagres também nos corpinhos que não têm caule, folhas e frutos. Ela limparia a corrente sanguínea, fortaleceria o sistema imunológico, revitalizaria o cérebro, diminuiria a depressão, retardaria o envelhecimento, evitaria a ressaca e – pasme – até ajudaria no tratamento de doenças como o câncer e a Aids. Como há quem acredite em tudo (e também quem ganhe dinheiro com tudo), o consumo de clorofila não tardou a virar moda. Ela passou a ser vendida na forma de sucos, sorvetes e cremes e loções para o corpo. A última novidade vem do Havaí. Uma empresa daquele Estado americano lançou o primeiro desodorante em comprimido à base de clorofila. Uma pastilha pela manhã, outra à noite e tchan, tchan, tchan: em no máximo quatro dias, o usuário já sentiria uma mudança incrível. Qual seria ela? “Todos os odores do organismo desaparecem”, diz Eddie Onouye, um dos donos do laboratório que fabrica o tal desodorante. Essa história de clorofila está deixando verdes de raiva os estudiosos mais sérios. Eles afirmam que tudo não passa de mais uma bobagem destinada a enganar quem tem QI de pterodófita. “O consumo de clorofila não serve para nada”, esclarece a professora Ursula Lanfer Marquez, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo. O motivo é simples: as moléculas da substância não são absorvidas pelo organismo. Os defensores do modismo argumentam que, uma vez ingerida, a molécula de clorofila se quebra e libera magnésio, mineral importante para os ossos, dentes, músculos e para a transmissão de impulsos nervosos. “Nem sempre há essa liberação de magnésio e, quando há, as suas quantidades são tão pequenas que não têm nenhum efeito”, explica Ursula. Para ingerir magnésio, basta comer bem. O mineral é encontrado na maioria dos alimentos – laticínios, peixes, carne, frutos do mar, maçã, abacate, banana, feijão, rúcula, batata e agrião, entre outros.
(NEIVA, Paula Beatriz. Revista Veja, edição 1746, 10 abr. 2002, p. 73)
“Ela limparia a corrente sanguínea, fortaleceria o sistema imunológico, revitalizaria o cérebro, diminuiria a depressão, retardaria o envelhecimento, evitaria a ressaca e – pasme – até ajudaria no tratamento de doenças como o câncer e a Aids”. Nesta passagem, o autor indica a incerteza frente ao que está sendo expresso. Assinale a alternativa que apresenta o elemento linguístico utilizado para concretizar esse posicionamento:
 

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491483 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Segundo Frank Kaiser (2002), das Próteses Parciais Removíveis a Grampo, os componentes abaixo são elementos constituintes da estrutura metálica:
 

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487127 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Em uma prótese tipo protocolo de Branemark, a barra metálica é o componente mais importante, conferindo resistência a todo o conjunto. Para que falhas neste componente não comprometam a prótese, é imperativo que haja:
I – alteração de cor da resina acrílica quimicamente ativada;
II – dente de estoque com baixa resistência à abrasão;
III – assentamento passivo da barra metálica;
IV – lisura da superfície interna dos copings fundidos na barra.
 

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Durante vários anos do regime militar, a ditadura editou numerosa regulamentação que proibia a realização de concursos públicos. Os vetos integravam a estratégia de modernização conservadora das estruturas do Estado, que atingiu também as universidades. Assim, a redemocratização do país, iniciada com a derrubada do regime, implicava necessariamente, também, a democratização do acesso aos cargos da administração governamental.

Enunciado 487047-1

Fonte: www.youtube.com

Assinale, adiante, a alternativa que apresenta a afirmação correta relativamente a cargo público, conforme inscrito na Lei Federal n° 8.112/1990.

 

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Leia o texto a seguir:
O VERDE DA MODA
Muita gente acha que clorofila faz bem à saúde. Os estudiosos dizem que é bobagem. Todo mundo aprende na escola que a clorofila, aquele pigmento que dá cor verde às plantas, está na base da fotossíntese – o processo pelo qual os vegetais, na presença de luz solar, absorvem o gás carbônico da atmosfera e liberam oxigênio. Fundamental na natureza, a clorofila desde há muito tem o papel de coadjuvante nos produtos de higiene pessoal. É adicionada a pastas de dentes e desodorantes, por causa da sensação de frescor que propicia. De uns tempos para cá, no entanto, os naturebas começaram a divulgar que a substância é capaz de operar verdadeiros milagres também nos corpinhos que não têm caule, folhas e frutos. Ela limparia a corrente sanguínea, fortaleceria o sistema imunológico, revitalizaria o cérebro, diminuiria a depressão, retardaria o envelhecimento, evitaria a ressaca e – pasme – até ajudaria no tratamento de doenças como o câncer e a Aids. Como há quem acredite em tudo (e também quem ganhe dinheiro com tudo), o consumo de clorofila não tardou a virar moda. Ela passou a ser vendida na forma de sucos, sorvetes e cremes e loções para o corpo. A última novidade vem do Havaí. Uma empresa daquele Estado americano lançou o primeiro desodorante em comprimido à base de clorofila. Uma pastilha pela manhã, outra à noite e tchan, tchan, tchan: em no máximo quatro dias, o usuário já sentiria uma mudança incrível. Qual seria ela? “Todos os odores do organismo desaparecem”, diz Eddie Onouye, um dos donos do laboratório que fabrica o tal desodorante. Essa história de clorofila está deixando verdes de raiva os estudiosos mais sérios. Eles afirmam que tudo não passa de mais uma bobagem destinada a enganar quem tem QI de pterodófita. “O consumo de clorofila não serve para nada”, esclarece a professora Ursula Lanfer Marquez, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo. O motivo é simples: as moléculas da substância não são absorvidas pelo organismo. Os defensores do modismo argumentam que, uma vez ingerida, a molécula de clorofila se quebra e libera magnésio, mineral importante para os ossos, dentes, músculos e para a transmissão de impulsos nervosos. “Nem sempre há essa liberação de magnésio e, quando há, as suas quantidades são tão pequenas que não têm nenhum efeito”, explica Ursula. Para ingerir magnésio, basta comer bem. O mineral é encontrado na maioria dos alimentos – laticínios, peixes, carne, frutos do mar, maçã, abacate, banana, feijão, rúcula, batata e agrião, entre outros.
(NEIVA, Paula Beatriz. Revista Veja, edição 1746, 10 abr. 2002, p. 73)
No texto, o autor se refere aos adeptos do uso do suco de clorofila como naturebas. Assinale a alternativa em que a formação sufixal apresenta o mesmo valor semântico da palavra destacada:
 

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480809 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Na confecção de uma prótese total convencional devemos seguir à risca todos os passos relativos à manipulação da resina acrílica, ao entulhamento, à prensagem, à polimerização e à demuflagem, para evitar problemas estruturais relacionados com:
 

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