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Foram encontradas 60 questões.

TEXTO 2
“APAGAR-ME
Apagar-me
diluir-me
desmanchar-me
até que depois
de mim
de nós
de tudo
não reste mais
que o charme.”
- Paulo Leminski,
É correto afirmar que, nesse seu belo poema, Paulo Leminski pôs no centro de sua estratégia poética o uso intensivo da:
 

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964595 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Marque a opção correta quanto às alterações da experiência subjetiva na esquizofrenia, de acordo com Parnas et cols (2005).
 

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960531 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Dados epidemiológicos locais sobre a ocorrência dos transtornos mentais, medidos com a utilização de um sistema padrão de classificação e acompanhados por medida das necessidades de tratamento entre os casos identificados, são as melhores informações epidemiológicas para basear o planejamento dos serviços e de suas ações de cuidado para uma dada população local. Esses dados, entretanto, estão frequentemente ausentes, pois são avaliações caras e que consomem tempo. Quando isso ocorre, as prevalências dos casos de saúde mental no nível local podem e devem ser estimadas de outras formas. Há, entre estas outras formas de estimar a prevalência, uma hierarquia que deve ser considerada, a fim de se buscar os melhores dados possíveis disponíveis, e assim garantir que os serviços sejam de fato sensíveis às realidades locais. Nesse sentido, quando os dados epidemiológicos com as características acima não estiverem disponíveis, a primeira alternativa é buscar:
 

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959673 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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No que diz respeito ao perfil do usuário de crack no Brasil, considerando achados de estudos nacionais, é possível afirmar que:
 

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959639 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Marque a opção que contém os pressupostos dos sistemas de classificação e diagnóstico atuais, de acordo com Sadler (2005).
 

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TEXTO 1
A IDADE MÉDIA NACIONAL
O Brasil desencaixou. Desencaixou e passou a rodar no fuso paraguaio. Lá, como se sabe, depois de peculiar processo, o presidente Fernando Lugo foi impedido, assumindo o vice-presidente. Também não amputaram a Lugo os direitos políticos. Dizem os golpistas de lá, como os daqui, que o processo de impedimento seguiu os trâmites legais, que não houve atentado à Constituição nem violência física. Aqui, como também se sabe, os golpistas mantiveram os ritos, não promoveram violência (as pancadarias de antes e de depois do golpe não contam, claro) e garantiram direitos políticos à presidente impedida.
Dizia o Carlos Marx que a história só se repete como farsa; bela frase, mas um erro rotundo. A Segunda Guerra Mundial reencenou tragicamente a Primeira, as duas resultando da estúpida competição por mercados entre imperialismos expansionistas. A guerra do Vietnã é a da Coréia, só que com inovação tecnológica: a bomba de napalm, despejada sobre populações civis. O golpe brasileiro de 2016 não reprisa 1964, mas o paraguaio de 2002, em sua mais pura essência política: uma condenação sem provas, os legisladores maculando o mandato que detinham; uma concessão de direitos políticos que não possuíam autoridade constitucional para outorgar. Garantir os direitos políticos de Dilma Rousseff é tanto indício de golpe de Estado quanto cassar seu mandato: o de reescrever a Constituição pela força tirânica de maioria institucional.
O país ingressa em sua Idade Média. Os conservadores dominam as instituições do Executivo, do Legislativo e do Judiciário com base em inegável maioria ocasional. Não é por isso, apenas, que são golpistas, mas pelo uso soberbo do poder. Assim como a Idade Média e o absolutismo só foram unânimes pela repressão, o conservadorismo hegemônico só se sustenta pela asfixia da divergência. Asfixia de que não está ausente a chantagem da vida privada de alguns, como bem a conhecem ilustres membros do Judiciário e do Legislativo, e violência nas ruas, com a brutalidade que for necessária.
Só entregarão o poder por via democrática se, multiplicando fogueiras, não puderem evitá-lo.
Wanderley Guilherme dos Santos.
Cientista Político, Professor aposentado da UFRJ.
Segunda Opinião, 16 de setembro de 2016
http://insightnet.com.br/segundaopiniao/,
No trecho “Dizia o Carlos Marx que a história só se repete como farsa; bela frase, mas um erro rotundo.”, que inicia o segundo parágrafo, a conjunção mas pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
 

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950039 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Kraus (2003) identifica dois modos de pensar o diagnóstico dos transtornos mentais: o diagnóstico fenomenológico-antropológico e o diagnóstico sintomatológico-criteriológico. Nesse contexto, assinale a opção correta.
 

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941993 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Com relação à política de redução de danos, é correto afirmar que:
 

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TORQUATO NETO: LITERATO CANTABILE
Enunciado 936568-1
O poeta piauiense Torquato Neto, morto prematuramente em 1972, foi um dos grandes nomes da contracultura brasileira, nos anos 1960. O texto adiante é parte da primeira estrofe de seu marcante poema
“Literato Cantabile”.
“agora não se fala mais
toda palavra guarda uma cilada
(...)”
Caso quiséssemos estragar ainda mais o belíssimo poema de Torquato Neto, poderíamos, por exemplo, ousar substituir, por um sinônimo ou, pior, por um antônimo, o termo “cilada” – tão eloquente e esteticamente adequado ao poema e ao seu contexto sócio-histórico-cultural. Assinale a única alternativa que apresenta um termo antônimo de “cilada”.
 

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TEXTO 5
Enunciado 934998-1
“A mulher que usa roupas provocativas não pode reclamar se for estuprada.”
A frase, capaz de provocar calafrios, é alvo de concordância de um em cada três brasileiros, segundo pesquisa Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Mesmo entre as mulheres, 30% concordam com esse raciocínio, que culpa a vítima pela violência sexual sofrida.
No Brasil, uma mulher é estuprada a cada 11 minutos, conforme registros oficiais. Estimativas apontam, no entanto, que apenas 10% dessas agressões sexuais são registradas, o que sugere uma cifra oculta de até 500 mil estupros anuais. O levantamento mostrou também que a porcentagem de concordância com a frase é a mesma entre homens e mulheres: 30%.
A percepção de que a mulher que usa “roupas provocativas” é culpada caso sofra um estupro é maior entre pessoas que têm apenas o ensino fundamental (41%), moradores de cidades de até 50 mil habitantes (37%) e pessoas acima dos 60 anos (44%). Essa convicção tem menos apelo entre os que possuem ensino superior (16%) e têm até 34 anos (23%).
Outra frase apresentada aos entrevistados foi “mulheres que se dão ao respeito não são estupradas”, com a qual 37% dos entrevistados concordaram. Nesse caso, o índice foi maior entre os homens (42%) do que entre as mulheres (32%).”
Adaptado de http://noticias.uol.com.br/cotidiano/
ultimas-noticias/2016/09/21/um-em-cada-3-brasileiros-
-concorda-que-mulher-tem-culpa-por-estupro-diz-pesquisa.
htm#comentarios
No Brasil, uma mulher é estuprada a cada 11 minutos, conforme registros oficiais.”
Em relação a esse trecho do TEXTO 5, é correto afirmar que as vírgulas foram empregadas, respectivamente, para:
 

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