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2301120 Ano: 2021
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Uma das vantagens de se usarem cabos de fibra óptica, além de transmissão de dados para longas distâncias, é a possibilidade de passar o cabeamento óptico próximo à fiação elétrica, pois:

 

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2301119 Ano: 2021
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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TEXTO

COMO UM PROVEDOR DESCONHECIDO DERRUBOU

O GOOGLE SEM QUERER POR MEIA HORA

O Google ficou offline para até 5% dos usuários esta semana, e os motivos por trás disso são bem interessantes – a história mostra como funciona a Internet.

Tom Paseka escreve no blog da CloudFare como um provedor de acesso à Internet na Indonésia conseguiu derrubar o Google por acidente durante quase meia hora, de segunda para terça-feira.

Para entender isso, é preciso aprender a estrutura da Internet. Basicamente, como as diferentes redes no mundo se interconectam para virar uma só? Tom explica:

“A Internet é uma coleção de redes, conhecida como “sistemas autônomos” (AS). Cada rede tem um número único para identificá-la, conhecido como ASN (número de sistema autônomo). O ASN da CloudFlare é 13335, e o do Google é 15169.

As redes são ligadas entre si pelo BGP (Border Gateway Protocol). O BGP é a cola da Internet: ele anuncia quais endereços IP pertencem a cada rede, e estabelece as rotas de um AS para outro.

” Quando surge uma falha no BGP, a “cola da Internet”, coisas bizarras acontecem. Por exemplo, a CloudFare está fisicamente próxima aos servidores do Google, então o caminho mais rápido entre os dois é curto. Mas quando Tom tentava acessar o Google, o tráfego era desviado para a Indonésia – a 13.000 km de distância! E, ainda assim, ele não conseguia acessar os serviços do Google, já que o caminho estava errado.

A solução é simples: avisar o erro à Moratel, para eles anunciarem o endereço IP correto. Tom fez isso, e três minutos depois, o problema já estava resolvido: o Google voltava ao ar.

Não é a primeira vez que isso acontece: o Google já foi afetado antes por “vazamento de rota”. Quando o governo do Paquistão tentou censurar um vídeo do YouTube, o provedor nacional acabou vazando endereços IP errados, que se propagaram pelo mundo através de provedores upstream. Isso derrubou o YouTube por duas horas.

É uma história interessante, que mostra como a Internet funciona em um sistema de confiança, e como algo pode dar errado – mesmo para gigantes como o Google – se alguém mentir.

Fonte: https://gizmodo.uol.com.br/como-um-provedor-desconhecido-

derrubou-o-google-sem-querer-por-meia-hora/

O modelo OSI é o modelo de rede de computadores referência da ISO e é dividido em camadas. As três primeiras camadas do modelo OSI são, respectivamente:

 

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2301118 Ano: 2021
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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TEXTO

COMO UM PROVEDOR DESCONHECIDO DERRUBOU

O GOOGLE SEM QUERER POR MEIA HORA

O Google ficou offline para até 5% dos usuários esta semana, e os motivos por trás disso são bem interessantes – a história mostra como funciona a Internet.

Tom Paseka escreve no blog da CloudFare como um provedor de acesso à Internet na Indonésia conseguiu derrubar o Google por acidente durante quase meia hora, de segunda para terça-feira.

Para entender isso, é preciso aprender a estrutura da Internet. Basicamente, como as diferentes redes no mundo se interconectam para virar uma só? Tom explica:

“A Internet é uma coleção de redes, conhecida como “sistemas autônomos” (AS). Cada rede tem um número único para identificá-la, conhecido como ASN (número de sistema autônomo). O ASN da CloudFlare é 13335, e o do Google é 15169.

As redes são ligadas entre si pelo BGP (Border Gateway Protocol). O BGP é a cola da Internet: ele anuncia quais endereços IP pertencem a cada rede, e estabelece as rotas de um AS para outro.

” Quando surge uma falha no BGP, a “cola da Internet”, coisas bizarras acontecem. Por exemplo, a CloudFare está fisicamente próxima aos servidores do Google, então o caminho mais rápido entre os dois é curto. Mas quando Tom tentava acessar o Google, o tráfego era desviado para a Indonésia – a 13.000 km de distância! E, ainda assim, ele não conseguia acessar os serviços do Google, já que o caminho estava errado.

A solução é simples: avisar o erro à Moratel, para eles anunciarem o endereço IP correto. Tom fez isso, e três minutos depois, o problema já estava resolvido: o Google voltava ao ar.

Não é a primeira vez que isso acontece: o Google já foi afetado antes por “vazamento de rota”. Quando o governo do Paquistão tentou censurar um vídeo do YouTube, o provedor nacional acabou vazando endereços IP errados, que se propagaram pelo mundo através de provedores upstream. Isso derrubou o YouTube por duas horas.

É uma história interessante, que mostra como a Internet funciona em um sistema de confiança, e como algo pode dar errado – mesmo para gigantes como o Google – se alguém mentir.

Fonte: https://gizmodo.uol.com.br/como-um-provedor-desconhecido-

derrubou-o-google-sem-querer-por-meia-hora/

Os sistemas autônomos utilizam as Internet Exchange (IX), que são locais onde fazem troca de tráfego entre si. Para isso, eles utilizam VLANs bidirecionais para que somente estes ASs possuam IP nesta rede, isto é, dois IPs. Neste contexto, a menor rede IPv4 possível para atender uma VLAN bidirecional é:

 

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2301117 Ano: 2021
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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COMO UM PROVEDOR DESCONHECIDO DERRUBOU

O GOOGLE SEM QUERER POR MEIA HORA

O Google ficou offline para até 5% dos usuários esta semana, e os motivos por trás disso são bem interessantes – a história mostra como funciona a Internet.

Tom Paseka escreve no blog da CloudFare como um provedor de acesso à Internet na Indonésia conseguiu derrubar o Google por acidente durante quase meia hora, de segunda para terça-feira.

Para entender isso, é preciso aprender a estrutura da Internet. Basicamente, como as diferentes redes no mundo se interconectam para virar uma só? Tom explica:

“A Internet é uma coleção de redes, conhecida como “sistemas autônomos” (AS). Cada rede tem um número único para identificá-la, conhecido como ASN (número de sistema autônomo). O ASN da CloudFlare é 13335, e o do Google é 15169.

As redes são ligadas entre si pelo BGP (Border Gateway Protocol). O BGP é a cola da Internet: ele anuncia quais endereços IP pertencem a cada rede, e estabelece as rotas de um AS para outro.

” Quando surge uma falha no BGP, a “cola da Internet”, coisas bizarras acontecem. Por exemplo, a CloudFare está fisicamente próxima aos servidores do Google, então o caminho mais rápido entre os dois é curto. Mas quando Tom tentava acessar o Google, o tráfego era desviado para a Indonésia – a 13.000 km de distância! E, ainda assim, ele não conseguia acessar os serviços do Google, já que o caminho estava errado.

A solução é simples: avisar o erro à Moratel, para eles anunciarem o endereço IP correto. Tom fez isso, e três minutos depois, o problema já estava resolvido: o Google voltava ao ar.

Não é a primeira vez que isso acontece: o Google já foi afetado antes por “vazamento de rota”. Quando o governo do Paquistão tentou censurar um vídeo do YouTube, o provedor nacional acabou vazando endereços IP errados, que se propagaram pelo mundo através de provedores upstream. Isso derrubou o YouTube por duas horas.

É uma história interessante, que mostra como a Internet funciona em um sistema de confiança, e como algo pode dar errado – mesmo para gigantes como o Google – se alguém mentir.

Fonte: https://gizmodo.uol.com.br/como-um-provedor-desconhecido-

derrubou-o-google-sem-querer-por-meia-hora/

Para atravessar distâncias submarinas são utilizados cabos ópticos compostos por um conjunto de fibras ópticas do tipo monomodo. Uma das características da fibra óptica monomodo é:

 

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2301116 Ano: 2021
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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COMO UM PROVEDOR DESCONHECIDO DERRUBOU

O GOOGLE SEM QUERER POR MEIA HORA

O Google ficou offline para até 5% dos usuários esta semana, e os motivos por trás disso são bem interessantes – a história mostra como funciona a Internet.

Tom Paseka escreve no blog da CloudFare como um provedor de acesso à Internet na Indonésia conseguiu derrubar o Google por acidente durante quase meia hora, de segunda para terça-feira.

Para entender isso, é preciso aprender a estrutura da Internet. Basicamente, como as diferentes redes no mundo se interconectam para virar uma só? Tom explica:

“A Internet é uma coleção de redes, conhecida como “sistemas autônomos” (AS). Cada rede tem um número único para identificá-la, conhecido como ASN (número de sistema autônomo). O ASN da CloudFlare é 13335, e o do Google é 15169.

As redes são ligadas entre si pelo BGP (Border Gateway Protocol). O BGP é a cola da Internet: ele anuncia quais endereços IP pertencem a cada rede, e estabelece as rotas de um AS para outro.

” Quando surge uma falha no BGP, a “cola da Internet”, coisas bizarras acontecem. Por exemplo, a CloudFare está fisicamente próxima aos servidores do Google, então o caminho mais rápido entre os dois é curto. Mas quando Tom tentava acessar o Google, o tráfego era desviado para a Indonésia – a 13.000 km de distância! E, ainda assim, ele não conseguia acessar os serviços do Google, já que o caminho estava errado.

A solução é simples: avisar o erro à Moratel, para eles anunciarem o endereço IP correto. Tom fez isso, e três minutos depois, o problema já estava resolvido: o Google voltava ao ar.

Não é a primeira vez que isso acontece: o Google já foi afetado antes por “vazamento de rota”. Quando o governo do Paquistão tentou censurar um vídeo do YouTube, o provedor nacional acabou vazando endereços IP errados, que se propagaram pelo mundo através de provedores upstream. Isso derrubou o YouTube por duas horas.

É uma história interessante, que mostra como a Internet funciona em um sistema de confiança, e como algo pode dar errado – mesmo para gigantes como o Google – se alguém mentir.

Fonte: https://gizmodo.uol.com.br/como-um-provedor-desconhecido-

derrubou-o-google-sem-querer-por-meia-hora/

O problema apresentado no texto pode ser resolvido pelo protocolo de roteamento, bastando que o Google divida a sua rede em redes menores. Supondo que o problema tenha ocorrido na rede 66.102.0.0/20, pertencente ao Google, assinale, entre as alternativas a seguir, a que apresenta uma rede menor que a do Google e que pode ser usada por ele para resolver o problema.

 

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2301115 Ano: 2021
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFRJ
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COMO UM PROVEDOR DESCONHECIDO DERRUBOU

O GOOGLE SEM QUERER POR MEIA HORA

O Google ficou offline para até 5% dos usuários esta semana, e os motivos por trás disso são bem interessantes – a história mostra como funciona a Internet.

Tom Paseka escreve no blog da CloudFare como um provedor de acesso à Internet na Indonésia conseguiu derrubar o Google por acidente durante quase meia hora, de segunda para terça-feira.

Para entender isso, é preciso aprender a estrutura da Internet. Basicamente, como as diferentes redes no mundo se interconectam para virar uma só? Tom explica:

“A Internet é uma coleção de redes, conhecida como “sistemas autônomos” (AS). Cada rede tem um número único para identificá-la, conhecido como ASN (número de sistema autônomo). O ASN da CloudFlare é 13335, e o do Google é 15169.

As redes são ligadas entre si pelo BGP (Border Gateway Protocol). O BGP é a cola da Internet: ele anuncia quais endereços IP pertencem a cada rede, e estabelece as rotas de um AS para outro.

” Quando surge uma falha no BGP, a “cola da Internet”, coisas bizarras acontecem. Por exemplo, a CloudFare está fisicamente próxima aos servidores do Google, então o caminho mais rápido entre os dois é curto. Mas quando Tom tentava acessar o Google, o tráfego era desviado para a Indonésia – a 13.000 km de distância! E, ainda assim, ele não conseguia acessar os serviços do Google, já que o caminho estava errado.

A solução é simples: avisar o erro à Moratel, para eles anunciarem o endereço IP correto. Tom fez isso, e três minutos depois, o problema já estava resolvido: o Google voltava ao ar.

Não é a primeira vez que isso acontece: o Google já foi afetado antes por “vazamento de rota”. Quando o governo do Paquistão tentou censurar um vídeo do YouTube, o provedor nacional acabou vazando endereços IP errados, que se propagaram pelo mundo através de provedores upstream. Isso derrubou o YouTube por duas horas.

É uma história interessante, que mostra como a Internet funciona em um sistema de confiança, e como algo pode dar errado – mesmo para gigantes como o Google – se alguém mentir.

Fonte: https://gizmodo.uol.com.br/como-um-provedor-desconhecido-

derrubou-o-google-sem-querer-por-meia-hora/

O texto descreve um erro que ocorreu no protocolo de roteamento BGP. Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela que NÃO apresenta um protocolo de roteamento.

 

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2301114 Ano: 2021
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Utilize a figura abaixo para responder à questão.

Enunciado 2301114-1

Segundo a norma que define o cabeamento estruturado, marque a resposta que mostre por até quantos metros um cabo CAT6e pode transportar dados numa banda de 10Gbps.

 

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2301113 Ano: 2021
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Utilize a figura abaixo para responder à questão.

Enunciado 2301113-1

A tecnologia PoE+ (Power over Ethernet) utiliza dois conjuntos de fios do cabo de dados para transmissão de energia elétrica, fazendo com que elementos de rede não precisem de tomada elétrica pra serem ligados. No padrão de cabeamento apresentado na figura, e considerando que o mesmo seja ligado em Fast Ethernet, a corrente elétrica é transmitida através dos cabos:

 

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2301112 Ano: 2021
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Utilize a figura abaixo para responder à questão.

Enunciado 2301112-1

A figura mostra um dos padrões de cabeamento estruturado que está descrito na norma:

 

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2301111 Ano: 2021
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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O Asterisk é um software de telefonia IP muito utilizado devido a sua flexibilidade e gratuidade. As configurações utilizadas por esse software normalmente são gravadas em arquivos de texto dentro da pasta /etc/asterisk. Marque a alternativa que indica corretamente em que arquivo de texto normalmente está configurado o plano de discagem e o encaminhamento das chamadas em um servidor Asterisk.

 

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