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Foram encontradas 50 questões.

1396979 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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O medicamento que NÃO deve ser administrado inicialmente em pacientes com intoxicação por cocaína é

 

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1395628 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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A principal complicação decorrente da reposição rápida de sódio na hiponatremia é

 

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1393733 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Em relação ao tratamento das dislipidemias, é correto afirmar que:

 

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1393144 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Mulher de 42 anos apresenta há três meses episódios recorrentes de dor abdominal e diarréia mucosanguinolenta. Tem antecedente de dores articulares e já teve episódio de colangite acalculosa. O provável diagnóstico e o exame complementar para confirmá-lo são, respectivamente,

 

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1392477 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Mulher de 35 anos iniciou há 48 horas quadro de dor em região frontal direita, tipo queimação, associada a hiperemia local e aparecimento de lesões eritematovesiculares. Tem intolerância a glicose e iniciou recentemente o uso de fluoxetina devido a quadro depressivo.

O provável diagnóstico é

 

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1392266 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Livre do racismo e da discriminação

Maria Nazareth Farani Azevêdo*

Esporte é antônimo de discriminação. Expressão milenar do espírito de equipe e de saudável competição e lealdade entre adversários, o esporte é um tributo à igualdade entre os seres humanos. Associar racismo à prática esportiva é, por isso, especialmente inaceitável e perverso: desvirtua uma das mais valiosas fontes de promoção do entendimento e da paz e, de forma clandestina e rasteira, aproveita-se da grande visibilidade oferecida por eventos esportivos para disseminar o ódio e a intolerância. Lamentáveis episódios recentes de racismo no esporte mostram a gravidade desse fenômeno e a urgente necessidade de que a comunidade internacional reaja de forma inequívoca para exterminá-lo.

A adoção, em 2001, na África do Sul, da Declaração e do Programa de Ação de Durban (ou DDPA) foi marco fundamental na luta contra o racismo e contra todas as formas de discriminação. Oito anos depois, preocupada com a persistência e, em muitos casos, com o aumento de manifestações racistas e discriminatórias em todo o mundo, a comunidade internacional reuniu-se, em Genebra, na Conferência de Revisão de Durban, para avaliar a evolução do problema e apontar novos caminhos. Tanto em 2001 como em 2009, a vinculação entre o esporte e práticas racistas e discriminatórias foi veementemente condenada.

Na qualidade de países-sede de três dos maiores eventos esportivos mundiais no futuro próximo, África do Sul e Brasil compartilham especial responsabilidade no combate ao racismo e à discriminação. Por isso, trabalharam juntos para que, na Conferência de Revisão de Durban, o tema merecesse o destaque que, afinal, lhe foi conferido. Apresentaram, em março, ao Conselho de Direitos Humanos da ONU resolução intitulada "Um mundo de desportos livres do racismo, da discriminação racial, da xenofobia e da intolerância correlata".

Adotada por consenso e com o co-patrocínio de cem países de todas as regiões, trata-se de iniciativa inédita no âmbito do CDH. A resolução conclama os Estados-membros das Nações Unidas a tomarem todas as medidas necessárias para livrar a prática esportiva do racismo e da discriminação. Propõe, entre outras ações, que os países-sede de grandes eventos desportivos aproveitem a visibilidade oferecida por tais acontecimentos para realizarem campanhas de prevenção e criarem códigos de conduta.

A Copa do Mundo da África do Sul, o primeiro evento de tal magnitude no continente africano, oferece oportunidade singular para conscientizar a humanidade sobre a incompatibilidade de práticas atentatórias à dignidade do ser humano com a prática desportiva.

O compromisso com essa causa deve ser objeto de atenção permanente de todos os governos. Ao sediar a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil terá oportunidade de reiterar ao mundo a mensagem de que o esporte é, e só pode ser, sinônimo de respeito, tolerância, compreensão, solidariedade, universalidade, diversidade, inclusão e paz.

Disponível em: <http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2010/04/01/livre-do-racismo

-da-discriminacao-916231694.asp>. Acesso em: 04 jun. 2010.

*Representante do Brasil junto às Nações Unidas em Genebra.

“Propõe, entre outras ações, que os países-sede de grandes eventos desportivos aproveitem a visibilidade oferecida por tais acontecimentos para realizarem campanhas de prevenção e criarem códigos de conduta”.

A forma verbal “Propõe” apresenta a mesma regência que se observa no verbo destacado em

 

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1392183 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Um paciente é levado ao pronto-socorro por dor no peito iniciada há uma hora. O critério que define alta probabilidade de isquemia coronariana nesse paciente é:

 

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1389734 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Livre do racismo e da discriminação

Maria Nazareth Farani Azevêdo*

Esporte é antônimo de discriminação. Expressão milenar do espírito de equipe e de saudável competição e lealdade entre adversários, o esporte é um tributo à igualdade entre os seres humanos. Associar racismo à prática esportiva é, por isso, especialmente inaceitável e perverso: desvirtua uma das mais valiosas fontes de promoção do entendimento e da paz e, de forma clandestina e rasteira, aproveita-se da grande visibilidade oferecida por eventos esportivos para disseminar o ódio e a intolerância. Lamentáveis episódios recentes de racismo no esporte mostram a gravidade desse fenômeno e a urgente necessidade de que a comunidade internacional reaja de forma inequívoca para exterminá-lo.

A adoção, em 2001, na África do Sul, da Declaração e do Programa de Ação de Durban (ou DDPA) foi marco fundamental na luta contra o racismo e contra todas as formas de discriminação. Oito anos depois, preocupada com a persistência e, em muitos casos, com o aumento de manifestações racistas e discriminatórias em todo o mundo, a comunidade internacional reuniu-se, em Genebra, na Conferência de Revisão de Durban, para avaliar a evolução do problema e apontar novos caminhos. Tanto em 2001 como em 2009, a vinculação entre o esporte e práticas racistas e discriminatórias foi veementemente condenada.

Na qualidade de países-sede de três dos maiores eventos esportivos mundiais no futuro próximo, África do Sul e Brasil compartilham especial responsabilidade no combate ao racismo e à discriminação. Por isso, trabalharam juntos para que, na Conferência de Revisão de Durban, o tema merecesse o destaque que, afinal, lhe foi conferido. Apresentaram, em março, ao Conselho de Direitos Humanos da ONU resolução intitulada "Um mundo de desportos livres do racismo, da discriminação racial, da xenofobia e da intolerância correlata".

Adotada por consenso e com o co-patrocínio de cem países de todas as regiões, trata-se de iniciativa inédita no âmbito do CDH. A resolução conclama os Estados-membros das Nações Unidas a tomarem todas as medidas necessárias para livrar a prática esportiva do racismo e da discriminação. Propõe, entre outras ações, que os países-sede de grandes eventos desportivos aproveitem a visibilidade oferecida por tais acontecimentos para realizarem campanhas de prevenção e criarem códigos de conduta.

A Copa do Mundo da África do Sul, o primeiro evento de tal magnitude no continente africano, oferece oportunidade singular para conscientizar a humanidade sobre a incompatibilidade de práticas atentatórias à dignidade do ser humano com a prática desportiva.

O compromisso com essa causa deve ser objeto de atenção permanente de todos os governos. Ao sediar a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil terá oportunidade de reiterar ao mundo a mensagem de que o esporte é, e só pode ser, sinônimo de respeito, tolerância, compreensão, solidariedade, universalidade, diversidade, inclusão e paz.

Disponível em: <http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2010/04/01/livre-do-racismo

-da-discriminacao-916231694.asp>. Acesso em: 04 jun. 2010.

*Representante do Brasil junto às Nações Unidas em Genebra.

De acordo com o texto, a Copa do Mundo da África do Sul favorece

 

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1386045 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Chega ao pronto-atendimento um homem de 42 anos, com quadro súbito de cefaleia de forte intensidade associada a náuseas durante ato sexual. Ele não tem histórico de cefaleia prévia. Seu exame neurológico é normal. A melhor conduta é

 

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1385949 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Homem de 56 anos, profissional liberal com curso superior completo, iniciou, há cerca de dois anos, quadro de ciúme exagerado da esposa. Há cerca de seis meses, passou a apresentar desinibição do comportamento, com impulsividade e, eventualmente, episódios de agressividade. Deixou de realizar suas atividades. Há um mês, passou a colocar todos os objetos na boca, urinar e evacuar em público. Foi realizada ressonância magnética de crânio, a qual revelou atrofia dos lobos frontais e temporais. Eletroencefalograma revelou desorganização da atividade de base. Foi coletado liquor e realizaram-se exames de hemograma e bioquímica, os quais apresentaram resultados normais.

O provável diagnóstico desse paciente é

 

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