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Considerando-se os três estágios de produção, pode-se afirmar que, no estágio I, o produto físico médio do fator variável encontra-se em expansão, pois o produto físico marginal está acima dele. No estágio II, o produto físico médio está decrescendo, assim como seu produto físico marginal, e, no estágio III os produtos físicos médio e total estão diminuindo porque o produto físico marginal é
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As bases de informações de gerenciamento utilizadas pelo SNMP são chamadas de
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Na insuficiência renal aguda por necrose tubular (IRA renal) encontra(m)-se mais frequentemente:
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Com relação à Asma moderada, o medicamento que NÃO deve ser usado no tratamento de primeira linha é
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Considere um plano de escolha entre cestas de produtos X e Y. Mantendo-se os preços relativos e nominais constantes e aumentando a renda monetária, a linha de restrição orçamentária se desloca
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Considere que o Reitor da Universidade necessita enviar um documento assinado digitalmente para o Ministro da Educação. Sobre o mecanismo de funcionamento da assinatura digital, podemos afirmar que
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As cores de um país que mudou
Giancarlo Lepiani, de Johanesburgo
Apesar de ser a metrópole mais cosmopolita do continente africano, Johanesburgo ainda exibe com notável clareza as marcas do período em que viveu sob o regime de segregação racial. A topografia urbana desta cidade surgida na corrida do ouro do século XIX oferece constantes surpresas – em questão de minutos, é possível passar de avenidas que poderiam se misturar à paisagem de qualquer cidade americana a favelas tão miseráveis quanto as que se encontram nos países mais pobres do resto da África.
Nos dias que antecedem a abertura da Copa, porém, chama atenção o surgimento de um traço comum entre os diferentes cenários que formam Johanesburgo. A bandeira da África do Sul pós-apartheid está em todas as partes – e isso não se deve só à empolgação com as chances da frágil seleção local no torneio. Como seria de se esperar, as decorações com as cores do país estão espalhadas por todos os caminhos que serão usados pelas delegações e torcedores. Mas elas não se limitam às avenidas que ligam o aeroporto aos grandes hotéis – onde, é claro, foram instaladas pela prefeitura.
As bandeiras estão também nas casas e lojas dos bairros mais variados – dos habitados pelas comunidades indianas e muçulmanas aos distritos dominados por negros ou brancos. O símbolo nacional também enfeita boa parte dos carros, desde as latas-velhas pilotadas por motoristas negros até as SUVs* dos residentes mais ricos da capital de negócios do continente.
Quando se comenta o assunto com algum morador, o que mais se ouve é que o país está ansioso para mostrar o que é capaz de fazer. Uma propaganda de rádio dá uma boa medida da sensação dos sul-africanos nestes dias de contagem regressiva para a abertura: “Disseram que não poderíamos sediar uma Copa; disseram que os estádios não ficariam prontos a tempo; disseram que não daria certo. Estavam errados”.
No último Mundial, na Alemanha, um dos grandes legados do maior evento esportivo do planeta foi justamente o orgulho com que sua população, enfim mais imune aos fantasmas da II Guerra, exibiu as cores do país ao receber visitantes do mundo todo. Numa África do Sul ainda muito distante de apagar os sinais dos tempos de conflito racial, uma possível repetição do fenômeno alemão de 2006 pode valer muito mais que qualquer vitória dos Bafanas** no gramado.
Disponível em: <http://veja.abril.com.br/blog/copa-2010/2010/06/01/>
Acesso em: 04 jun. 2010.
*SUVs: veículos utilitários esportivos (sigla em inglês para Sport Utility Vehicles)
**Bafanas: rapazes (em isiZulu) - como são chamados os jogadores da seleção sul-africana de futebol
Da leitura do primeiro parágrafo, infere-se que Johanesburgo
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Livre do racismo e da discriminação
Maria Nazareth Farani Azevêdo*
Esporte é antônimo de discriminação. Expressão milenar do espírito de equipe e de saudável competição e lealdade entre adversários, o esporte é um tributo à igualdade entre os seres humanos. Associar racismo à prática esportiva é, por isso, especialmente inaceitável e perverso: desvirtua uma das mais valiosas fontes de promoção do entendimento e da paz e, de forma clandestina e rasteira, aproveita-se da grande visibilidade oferecida por eventos esportivos para disseminar o ódio e a intolerância. Lamentáveis episódios recentes de racismo no esporte mostram a gravidade desse fenômeno e a urgente necessidade de que a comunidade internacional reaja de forma inequívoca para exterminá-lo.
A adoção, em 2001, na África do Sul, da Declaração e do Programa de Ação de Durban (ou DDPA) foi marco fundamental na luta contra o racismo e contra todas as formas de discriminação. Oito anos depois, preocupada com a persistência e, em muitos casos, com o aumento de manifestações racistas e discriminatórias em todo o mundo, a comunidade internacional reuniu-se, em Genebra, na Conferência de Revisão de Durban, para avaliar a evolução do problema e apontar novos caminhos. Tanto em 2001 como em 2009, a vinculação entre o esporte e práticas racistas e discriminatórias foi veementemente condenada.
Na qualidade de países-sede de três dos maiores eventos esportivos mundiais no futuro próximo, África do Sul e Brasil compartilham especial responsabilidade no combate ao racismo e à discriminação. Por isso, trabalharam juntos para que, na Conferência de Revisão de Durban, o tema merecesse o destaque que, afinal, lhe foi conferido. Apresentaram, em março, ao Conselho de Direitos Humanos da ONU resolução intitulada "Um mundo de desportos livres do racismo, da discriminação racial, da xenofobia e da intolerância correlata".
Adotada por consenso e com o co-patrocínio de cem países de todas as regiões, trata-se de iniciativa inédita no âmbito do CDH. A resolução conclama os Estados-membros das Nações Unidas a tomarem todas as medidas necessárias para livrar a prática esportiva do racismo e da discriminação. Propõe, entre outras ações, que os países-sede de grandes eventos desportivos aproveitem a visibilidade oferecida por tais acontecimentos para realizarem campanhas de prevenção e criarem códigos de conduta.
A Copa do Mundo da África do Sul, o primeiro evento de tal magnitude no continente africano, oferece oportunidade singular para conscientizar a humanidade sobre a incompatibilidade de práticas atentatórias à dignidade do ser humano com a prática desportiva.
O compromisso com essa causa deve ser objeto de atenção permanente de todos os governos. Ao sediar a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil terá oportunidade de reiterar ao mundo a mensagem de que o esporte é, e só pode ser, sinônimo de respeito, tolerância, compreensão, solidariedade, universalidade, diversidade, inclusão e paz.
Disponível em: <http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2010/04/01/livre-do-racismo
-da-discriminacao-916231694.asp>. Acesso em: 04 jun. 2010.
*Representante do Brasil junto às Nações Unidas em Genebra.
As vírgulas empregadas em “[...] desvirtua uma das mais valiosas fontes de promoção do entendimento e da paz e, de forma clandestina e rasteira, aproveita-se da grande visibilidade oferecida por eventos esportivos para disseminar o ódio e a intolerância”
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