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Foram encontradas 50 questões.

446862 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Uma reforma está sendo realizada em uma pista de corridas de Kart com o formato, dimensões de raios e comprimento de retas apresentados na figura a seguir. A pista compreende a região em destaque.

Enunciado 446862-1

Durante o primeiro teste nessa pista, quatro Karts largaram juntos e do mesmo ponto da pista. Cada um deles, em velocidade constante, dá uma volta completa, respectivamente, nos tempos de 14s, 18s, 12s e 21s. Se o tempo total do teste foi de quinze minutos e sabendo que esses Karts mantiveram essas velocidades constantes e não fizerem nenhuma parada, é correto afirmar que a primeira vez que passaram novamente juntos no ponto de largada foi em

 

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446860 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Uma reforma está sendo realizada em uma pista de corridas de Kart com o formato, dimensões de raios e comprimento de retas apresentados na figura a seguir. A pista compreende a região em destaque.

Enunciado 446860-1

A superfície dessa pista será revestida com um material emborrachado para melhorar a aderência dos veículos. Sabendo que esse material é vendido somente em embalagens que permitem revestir uma área de 50 m² e considerando π = 3,14, é correto afirmar que serão compradas do produto, no mínimo,

 

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446850 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Em uma festa, 38% dos convidados são do sexo masculino. Sabendo que, nessa festa, existem 36 convidados do sexo feminino a mais do que o número de convidados do sexo masculino, é correto afirmar que estão presentes

 

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446846 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

O Segredo das Formigas

Otávio Cohen

Olhando do alto, parece uma coisinha inofensiva. Nada de garras assustadoras, chifres ou mandíbulas enormes que outras espécies ostentam. É pequena demais (3mm) e tem uma picada que causa, no máximo, reação alérgica. Mesmo assim, a formiga argentina é uma das pragas urbanas mais graves do planeta. Para entender, pare de olhar do alto.

No século 19, algumas formigas da margem argentina do rio Paraná pegaram carona em navios e desembarcaram em outros portos mundo afora. Bastou para o estrago estar feito. A formiga argentina não é uma boa vizinha. Pelo contrário, é competitiva e predadora em níveis méssicos (de Messi, o Lionel). Chegam, invadem casas, estressam famílias e disputam território com insetos maiores e mais sinistros. Resultado: elas estão em áreas costeiras de todo o mundo.

Em 2000, pesquisadores encontraram uma supercolônia gigante que ocupa todo o sul da Europa, estendendo-se por 6 mil quilômetros, de Portugal à Grécia (o litoral da Argentina, só para lembrar tem 4,7 mil quilômetros). São milhões de ninhos diferentes e bilhões de operárias. “Conheço pelo menos cinco supercolônias, mas provavelmente há outras”, diz Alex Wild, biólogo especializado nas argentinas. O sucesso desses países subterrâneos é a parceria. Enquanto formigueiros comuns travam disputas entre si, os da supercolônia não competem uns com os outros. É a maior unidade cooperativa do mundo. As supercolônias existem também nos Estados Unidos, no Japão e na Austrália. Por isso, é difícil encontrar uma formiga urbana que não seja a argentina, cientificamente conhecida como Limepithema humile, em lugares tão distantes como Chile, Portugal e Califórnia. Lá, aliás, as argentinas dizimaram os lagartos-de-chifre, cuja população caiu pela metade depois que as invasoras fizeram sumir do mapa outras formigas que eles comiam. Essas formigas não passam batido. E são versáteis. “Como conseguem criar formigueiros rapidamente em diversos ambientes, as argentinas se estabelecem facilmente em novos lugares”, diz Wild. E, para piorar, são resistentes aos inseticidas comuns, o que faz delas formigas quase invencíveis. Quase.

Foi em um parque na Carolina do Norte que as argentinas mostraram sua fraqueza. Segundo um estudo da universidade estadual local, a argentina ocupava, em 2008, 99% do parque, enquanto uma espécie chinesa estava em 9%. Três anos depois, as argentinas caíram para 67%. As chinesas começaram a reagir porque resistem mais ao frio. No inverno, ambas entram em um estado parecido com hibernação. Mas a asiática volta à ativa antes, e é mais fácil conquistar território enquanto o inimigo dorme. As implacáveis argentinas podem ter encontrado seu General Inverno e uma possível derrota. Mas as formigas como um todo estão longe de perder no jogo da evolução.

Superinteressante, maio 2013. p. 85.

Na oração “[..] e tem uma picada que causa, no máximo, reação alérgica.”, se o sujeito do verbo em destaque for flexionado no plural, a forma verbal correta será:

 

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446842 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

O Segredo das Formigas

Otávio Cohen

Olhando do alto, parece uma coisinha inofensiva. Nada de garras assustadoras, chifres ou mandíbulas enormes que outras espécies ostentam. É pequena demais (3mm) e tem uma picada que causa, no máximo, reação alérgica. Mesmo assim, a formiga argentina é uma das pragas urbanas mais graves do planeta. Para entender, pare de olhar do alto.

No século 19, algumas formigas da margem argentina do rio Paraná pegaram carona em navios e desembarcaram em outros portos mundo afora. Bastou para o estrago estar feito. A formiga argentina não é uma boa vizinha. Pelo contrário, é competitiva e predadora em níveis méssicos (de Messi, o Lionel). Chegam, invadem casas, estressam famílias e disputam território com insetos maiores e mais sinistros. Resultado: elas estão em áreas costeiras de todo o mundo.

Em 2000, pesquisadores encontraram uma supercolônia gigante que ocupa todo o sul da Europa, estendendo-se por 6 mil quilômetros, de Portugal à Grécia (o litoral da Argentina, só para lembrar tem 4,7 mil quilômetros). São milhões de ninhos diferentes e bilhões de operárias. “Conheço pelo menos cinco supercolônias, mas provavelmente há outras”, diz Alex Wild, biólogo especializado nas argentinas. O sucesso desses países subterrâneos é a parceria. Enquanto formigueiros comuns travam disputas entre si, os da supercolônia não competem uns com os outros. É a maior unidade cooperativa do mundo. As supercolônias existem também nos Estados Unidos, no Japão e na Austrália. Por isso, é difícil encontrar uma formiga urbana que não seja a argentina, cientificamente conhecida como Limepithema humile, em lugares tão distantes como Chile, Portugal e Califórnia. Lá, aliás, as argentinas dizimaram os lagartos-de-chifre, cuja população caiu pela metade depois que as invasoras fizeram sumir do mapa outras formigas que eles comiam. Essas formigas não passam batido. E são versáteis. “Como conseguem criar formigueiros rapidamente em diversos ambientes, as argentinas se estabelecem facilmente em novos lugares”, diz Wild. E, para piorar, são resistentes aos inseticidas comuns, o que faz delas formigas quase invencíveis. Quase.

Foi em um parque na Carolina do Norte que as argentinas mostraram sua fraqueza. Segundo um estudo da universidade estadual local, a argentina ocupava, em 2008, 99% do parque, enquanto uma espécie chinesa estava em 9%. Três anos depois, as argentinas caíram para 67%. As chinesas começaram a reagir porque resistem mais ao frio. No inverno, ambas entram em um estado parecido com hibernação. Mas a asiática volta à ativa antes, e é mais fácil conquistar território enquanto o inimigo dorme. As implacáveis argentinas podem ter encontrado seu General Inverno e uma possível derrota. Mas as formigas como um todo estão longe de perder no jogo da evolução.

Superinteressante, maio 2013. p. 85.

Em cada uma das opções, o período “No século 19, algumas formigas da margem argentina do rio Paraná pegaram carona em navios e desembarcaram em outros portos mundo afora.”, foi reescrito de forma diferente, alterando-se a posição de um de seus termos. De acordo com a pontuação do português escrito padrão, a opção que apresenta a reescrita correta é:

 

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446838 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

O período em que a regência nominal foi empregada corretamente é:

 

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446784 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

A oração “A formiga argentina não é uma boa vizinha” é um período

 

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446778 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

"A formiga argentina não é uma boa vizinha. Pelo contrário, é competitiva e predadora em níveis méssicos [...].”

O trecho em questão possui

 

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446766 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

“A formiga argentina não é uma boa vizinha. Pelo contrário, é competitiva e predadora em níveis méssicos [...].”

Leia as afirmações a seguir sobre o adjetivo “méssicos”, criado pelo autor.

I Foi formado por sufixação.

II Foi acentuado por ser uma palavra paroxítona terminada em “OS”.

III Faz parte de uma expressão adverbial que intensifica um comportamento da formiga em referência à fama do jogador argentino.

IV Faz parte de uma expressão adverbial que intensifica dois comportamentos da formiga em referência à perícia do jogador argentino em campo.

Estão corretas as afirmações

 

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446762 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

O Segredo das Formigas

Otávio Cohen

Olhando do alto, parece uma coisinha inofensiva. Nada de garras assustadoras, chifres ou mandíbulas enormes que outras espécies ostentam. É pequena demais (3mm) e tem uma picada que causa, no máximo, reação alérgica. Mesmo assim, a formiga argentina é uma das pragas urbanas mais graves do planeta. Para entender, pare de olhar do alto.

No século 19, algumas formigas da margem argentina do rio Paraná pegaram carona em navios e desembarcaram em outros portos mundo afora. Bastou para o estrago estar feito. A formiga argentina não é uma boa vizinha. Pelo contrário, é competitiva e predadora em níveis méssicos (de Messi, o Lionel). Chegam, invadem casas, estressam famílias e disputam território com insetos maiores e mais sinistros. Resultado: elas estão em áreas costeiras de todo o mundo.

Em 2000, pesquisadores encontraram uma supercolônia gigante que ocupa todo o sul da Europa, estendendo-se por 6 mil quilômetros, de Portugal à Grécia (o litoral da Argentina, só para lembrar tem 4,7 mil quilômetros). São milhões de ninhos diferentes e bilhões de operárias. “Conheço pelo menos cinco supercolônias, mas provavelmente há outras”, diz Alex Wild, biólogo especializado nas argentinas. O sucesso desses países subterrâneos é a parceria. Enquanto formigueiros comuns travam disputas entre si, os da supercolônia não competem uns com os outros. É a maior unidade cooperativa do mundo. As supercolônias existem também nos Estados Unidos, no Japão e na Austrália. Por isso, é difícil encontrar uma formiga urbana que não seja a argentina, cientificamente conhecida como Limepithema humile, em lugares tão distantes como Chile, Portugal e Califórnia. Lá, aliás, as argentinas dizimaram os lagartos-de-chifre, cuja população caiu pela metade depois que as invasoras fizeram sumir do mapa outras formigas que eles comiam. Essas formigas não passam batido. E são versáteis. “Como conseguem criar formigueiros rapidamente em diversos ambientes, as argentinas se estabelecem facilmente em novos lugares”, diz Wild. E, para piorar, são resistentes aos inseticidas comuns, o que faz delas formigas quase invencíveis. Quase.

Foi em um parque na Carolina do Norte que as argentinas mostraram sua fraqueza. Segundo um estudo da universidade estadual local, a argentina ocupava, em 2008, 99% do parque, enquanto uma espécie chinesa estava em 9%. Três anos depois, as argentinas caíram para 67%. As chinesas começaram a reagir porque resistem mais ao frio. No inverno, ambas entram em um estado parecido com hibernação. Mas a asiática volta à ativa antes, e é mais fácil conquistar território enquanto o inimigo dorme. As implacáveis argentinas podem ter encontrado seu General Inverno e uma possível derrota. Mas as formigas como um todo estão longe de perder no jogo da evolução.

Superinteressante, maio 2013. p. 85.

No período “O sucesso desses países subterrâneos é a parceria”, presente no terceiro parágrafo do texto, a expressão “desses países subterrâneos” refere-se

 

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