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De acordo com a Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva (ASSOBRAFIR, 2021), até 67% dos pacientes de Covid-19 internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) desenvolvem síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA), e a pronação é utilizada para tratar a SDRA quando a ventilação em posição supina não é suficiente. Em relação aos procedimentos a serem realizados pela equipe de saúde aos pacientes adultos com Covid-19 internados na UTI, durante a fase pré-manobra, manobra e pós-manobra da pronação, considere as afirmativas abaixo.
I | Na fase pós-manobra, é necessário avaliar a resposta do paciente à pronação pela coleta de gasometria arterial 10 minutos após a manobr |
II | Na fase pré-manobra, deve-se preparar coxins para serem utilizados na fase de manobra e pós-manobra |
III | Na fase pré-manobra, deve-se pausar a alimentação enteral para os pacientes com dieta por sonda nasoenteral e abrir sonda 15 minutos antes da pronação |
IV | Na fase de manobra, é necessário realizar o giro, em 3 momentos, ao comando do médico ou do profissional que estiver posicionado na cabeça do paciente. |
Das afirmativas, estão corretas
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Na atenção ao portador de obesidade, a cirurgia bariátrica é um recurso terapêutico ofertado com rigoroso critério pelos serviços de Atenção Hospitalar Especializada. Em relação à cirurgia bariátrica, considere as afirmativas abaixo.
I | A evolução dietética do obeso, no período pós-cirurgia, fase a fase, relaciona-se à sua evolução para adaptação das próteses, iniciando com uma dieta líquida completa, por um período de um mês, com 90 mL, no máximo, por refeição, exigindo o mínimo de mastigação. |
II | Nos jovens entre 12 e 15 anos, poderá ser indicado o tratamento cirúrgico naqueles que apresentarem o escore-z entre +2 e +3 na análise do Índice de Massa Corporal (IMC) por idade, porém o tratamento cirúrgico não deve ser realizado antes da consolidação das epífises de crescimento. |
III | Entre as contraindicações para cirurgia bariátrica, estão a limitação intelectual significativa em pacientes sem suporte familiar adequado e o quadro de transtorno psiquiátrico não controlado, incluindo uso de álcool ou de drogas ilícitas. No entanto, quadros psiquiátricos graves sob controle não são contraindicados obrigatórios à cirurgia. |
IV | No período pré-operatório, é fundamental que o paciente seja orientado sobre o programa a que ele será submetido com a oferta de um plano de restrição calórica moderada, visando ao emagrecimento, cuja adesão pode ser apoiada pelo uso de terapia medicamentosa |
Das afirmativas, estão corretas
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- Clínica MédicaExame físico / Semiologia
- Saúde da Criança e do AdolescenteSaúde da CriançaExame físico da criança
No exame físico do tórax, o enfermeiro realiza a ausculta, que constitui o método semiótico por excelência para o exame dos pulmões. Entre os sons pleuropulmonares, é considerado um som normal
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Para responder à questão 43, considere o excerto a seguir.
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“Os profissionais de saúde envolvidos na aplicação da vacina devem se certificar de que o volume a ser aspirado do frasco multidose é de 0,5 ml por indivíduo, de modo que cada um receba somente a dose exata e necessária. Ademais, todas as doses devem ser utilizadas num prazo de até oito horas após a abertura do frasco multidose, desde que ele seja mantido em condições assépticas e sob temperatura entre +2 °C e +8 °C”. |
Dis ponível em:http://www.saude.ba.gov.br/2021/01/27/anvisa- emite-alerta-sobre- aplicacaodavacina-coronavac/. Acesso em: 07 mar. 2021. [adaptado]
Esse texto se refere a um alerta emitido pela Anvisa que chama a atenção dos profissionais de enfermagem para os cuidados relacionados à administração da vacina CoronaVac, apresentada em frasco multidose de 5 ml. Além disso, o transporte e/ou armazenamento dos imunizantes em temperaturas diferentes das indicadas pelos fabricantes podem, além dos eventos adversos, ocasionar
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Para responder às questões de 26 a 30, considere o excerto a seguir.
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M.A.F.S., sexo feminino, 30 anos de idade, natural de Natal/RN e residente no bairro de Nazaré, procurou a unidade básica de saúde do bairro com história de “febre alta e dor no corpo”, há dois dias. A hipertermia relatada não foi aferida. Refere ainda calafrios, mialgia, cefaleia, náuseas, diarreia e febre alta, sendo esses últimos sintomas persistentes nos últimos sete dias. Ao exame físico, não foram constatadas alterações. A sorologia para dengue foi realizada após o 6º dia da febre, o IgM foi positivo, e o IgG foi negativo. A paciente evoluiu com cefaleia intensa, náuseas, prostração e exantema pruriginoso pelo corpo. Apresentou prova do laço positiva e metrorragia abundante. Os exames laboratoriais apresentaram os seguintes resultados: 3.870 de leucócitos, 38.000 de plaquetas, VSH 40, AST 344 e ALT 316. |
Após a classificação clínica do caso definida pelo resultado da PL e da evolução dos sinais e sintomas, a paciente passa a ter uma nova classificação de risco da dengue. Nesse caso, entre outros cuidados e considerando a Rede de Atenção a Saúde, a paciente deverá ser
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Para responder às questões de 26 a 30, considere o excerto a seguir.
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M.A.F.S., sexo feminino, 30 anos de idade, natural de Natal/RN e residente no bairro de Nazaré, procurou a unidade básica de saúde do bairro com história de “febre alta e dor no corpo”, há dois dias. A hipertermia relatada não foi aferida. Refere ainda calafrios, mialgia, cefaleia, náuseas, diarreia e febre alta, sendo esses últimos sintomas persistentes nos últimos sete dias. Ao exame físico, não foram constatadas alterações. A sorologia para dengue foi realizada após o 6º dia da febre, o IgM foi positivo, e o IgG foi negativo. A paciente evoluiu com cefaleia intensa, náuseas, prostração e exantema pruriginoso pelo corpo. Apresentou prova do laço positiva e metrorragia abundante. Os exames laboratoriais apresentaram os seguintes resultados: 3.870 de leucócitos, 38.000 de plaquetas, VSH 40, AST 344 e ALT 316. |
Considerando o caso, após o desenvolvimento da PL positiva e da evolução desfavorável dos sinais e sintomas apresentados, a paciente passa a ser, clinicamente, classificada como pertencente ao
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Para responder às questões de 26 a 30, considere o excerto a seguir.
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M.A.F.S., sexo feminino, 30 anos de idade, natural de Natal/RN e residente no bairro de Nazaré, procurou a unidade básica de saúde do bairro com história de “febre alta e dor no corpo”, há dois dias. A hipertermia relatada não foi aferida. Refere ainda calafrios, mialgia, cefaleia, náuseas, diarreia e febre alta, sendo esses últimos sintomas persistentes nos últimos sete dias. Ao exame físico, não foram constatadas alterações. A sorologia para dengue foi realizada após o 6º dia da febre, o IgM foi positivo, e o IgG foi negativo. A paciente evoluiu com cefaleia intensa, náuseas, prostração e exantema pruriginoso pelo corpo. Apresentou prova do laço positiva e metrorragia abundante. Os exames laboratoriais apresentaram os seguintes resultados: 3.870 de leucócitos, 38.000 de plaquetas, VSH 40, AST 344 e ALT 316. |
De acordo com o Ministério da Saúde (2017), a prova do laço (PL) deve ser utilizada na prática clínica como um dos elementos de triagem na suspeita de dengue. A PL positiva, apesar de não ser específica, isoladamente,
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Para responder às questões de 26 a 30, considere o excerto a seguir.
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M.A.F.S., sexo feminino, 30 anos de idade, natural de Natal/RN e residente no bairro de Nazaré, procurou a unidade básica de saúde do bairro com história de “febre alta e dor no corpo”, há dois dias. A hipertermia relatada não foi aferida. Refere ainda calafrios, mialgia, cefaleia, náuseas, diarreia e febre alta, sendo esses últimos sintomas persistentes nos últimos sete dias. Ao exame físico, não foram constatadas alterações. A sorologia para dengue foi realizada após o 6º dia da febre, o IgM foi positivo, e o IgG foi negativo. A paciente evoluiu com cefaleia intensa, náuseas, prostração e exantema pruriginoso pelo corpo. Apresentou prova do laço positiva e metrorragia abundante. Os exames laboratoriais apresentaram os seguintes resultados: 3.870 de leucócitos, 38.000 de plaquetas, VSH 40, AST 344 e ALT 316. |
Na fase inicial da doença ou fase aguda, podem ser feitos alguns exames para auxiliar o diagnóstico da dengue. Além da sorologia para dengue, os exames específicos que podem ser solicitados para confirmação diagnóstica, de acordo com a disponibilidade do serviço de saúde, são
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Para responder às questões de 26 a 30, considere o excerto a seguir.
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M.A.F.S., sexo feminino, 30 anos de idade, natural de Natal/RN e residente no bairro de Nazaré, procurou a unidade básica de saúde do bairro com história de “febre alta e dor no corpo”, há dois dias. A hipertermia relatada não foi aferida. Refere ainda calafrios, mialgia, cefaleia, náuseas, diarreia e febre alta, sendo esses últimos sintomas persistentes nos últimos sete dias. Ao exame físico, não foram constatadas alterações. A sorologia para dengue foi realizada após o 6º dia da febre, o IgM foi positivo, e o IgG foi negativo. A paciente evoluiu com cefaleia intensa, náuseas, prostração e exantema pruriginoso pelo corpo. Apresentou prova do laço positiva e metrorragia abundante. Os exames laboratoriais apresentaram os seguintes resultados: 3.870 de leucócitos, 38.000 de plaquetas, VSH 40, AST 344 e ALT 316. |
De acordo com o caso, a paciente apresentou uma evolução da doença caracterizada como dengue com sinais de alerta/alarme. Esses sinais foram
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Devido ao cenário epidemiológico atual, recomenda-se tratamento imediato com benzilpenicilina benzatina, após apenas um teste reagente para sífilis. No caso da gestante, é preconizado teste rápido de sífilis na primeira consulta de pré-natal. Na ocorrência de resultado reagente, em relação ao tratamento dessa IST,
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