Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

3043019 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Para responder à questão 10, considere o parágrafo transcrito abaixo.

Um insensível dentre todos que maltratam a bola para entregá-la ao colega de time na viagem em estrada esburacada. O passe acabou. Os limitados não compreendem o calor dos amantes missivistas. Sem caneta, papel e inspiração.

Na frase em destaque, utiliza-se uma linguagem

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3043018 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Para responder às questões 08 e 09, considere o parágrafo transcrito abaixo.

Didi era de chancelaria, Gerson, de infantaria. Gerson driblava pouco, tocava pouco e abria o campo em leque para os companheiros, ordenando, como o técnico que toda vida foi na prática, tabelas e perfeições como o arremesso canhoto que deixou Jairzinho amaciar no peito antes de fazer o terceiro do 4x1 do Tricampeonato sobre a Itália em 1970.

A sequência linguística em destaque constitui o núcleo de um

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3043017 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Para responder às questões 08 e 09, considere o parágrafo transcrito abaixo.

Didi era de chancelaria, Gerson, de infantaria. Gerson driblava pouco, tocava pouco e abria o campo em leque para os companheiros, ordenando, como o técnico que toda vida foi na prática, tabelas e perfeições como o arremesso canhoto que deixou Jairzinho amaciar no peito antes de fazer o terceiro do 4x1 do Tricampeonato sobre a Itália em 1970.

Em relação aos sinais de pontuação empregados no parágrafo, analise as afirmativas abaixo.

I

A primeira vírgula poderia ser substituída por um ponto e vírgula, mas haveria alteração de sentido.

II

A quinta e a sexta vírgulas poderiam ser substituídas por travessões, sem alteração de sentido.

III

A terceira vírgula é usada para separar termos de funções sintáticas distintas.

IV

A segunda vírgula é usada para sinalizar a elipse de um termo.

Entre as afirmativas, estão corretas

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3043016 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Para responder à questão 07, considere o parágrafo transcrito abaixo.

Didi era mais charmoso. Didi para mim é o protótipo da perfeição. Batia de curva, liderava, decidia campeonatos em toques e enfiadas que pareciam verdadeiros passaportes à glória do gol. Personalidade de rei charmoso.

A repetição do elemento linguístico “Didi” configura

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3043015 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Para responder à questão 06, considere o parágrafo transcrito abaixo.

Os armadores, assim eles eram chamados, sempre foram os preferenciais nas peladas, nas velhas peneiras, que recebiam centenas de garotos mirrados e pobres, reis em seus redutos e reprovados na concorrência com os melhores.

Sem alteração no sentido, o elemento linguístico em destaque pode ser substituído por

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3043014 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Carta de amor


Rubens Lemos Filho


No ludo com os pés, o passe era a carta de amor. A palavra do sentimento fluindo das chuteiras de homens apaixonados e preciosistas. A mensagem amorosa e irrecusável saía primeiro da imaginação do que simplesmente dos arremates, dos chutes banais ou do escapismo da bola por toques toscos e deselegantes.


Com o passe no futebol-arte, havia gol, e as bolas estufando redes proliferavam na proporção de uma cachoeira jorrando infinita. Porque existiam os cerebrais, os superdotados de pensamento e técnica, os poetas de versos em visão de lince.


Os armadores, assim eles eram chamados, sempre foram os preferenciais nas peladas, nas velhas peneiras, que recebiam centenas de garotos mirrados e pobres, reis em seus redutos e reprovados na concorrência com os melhores.


Didi e Gerson simbolizam essa nobreza de maestria. Jogavam sem a necessidade banal da correria burra e dos toques laterais. Suavam pouco, não eram estivadores. Enfiavam, de curva, bolas de 40 a 50 metros deixando os artilheiros prontos para o abate das defesas.


Didi era mais charmoso. Didi para mim é o protótipo da perfeição. Batia de curva, liderava, decidia campeonatos em toques e enfiadas que pareciam verdadeiros passaportes à glória do gol. Personalidade de rei charmoso.


Gerson, o Canhota de Ouro, tinha a malícia do peladeiro calculista. Se pudesse pressentir o oponente com má intenção, quebrava-o antes. Assim fez com o peruano De La Torre em 1969 (Brasil 3x2), que veio faminto e saiu com fratura exposta. Gerson deixou o pé esperando a canela do inimigo.


Didi era de chancelaria, Gerson, de infantaria. Gerson driblava pouco, tocava pouco e abria o campo em leque para os companheiros, ordenando, como o técnico que toda vida foi na prática, tabelas e perfeições como o arremesso canhoto que deixou Jairzinho amaciar no peito antes de fazer o terceiro do 4x1 do Tricampeonato sobre a Itália em 1970.


Baniram os mensageiros do futebol. Erram passe de cinco metros. Um marombado lateral do Inter correu 50 metros para passar, com a burocracia profissional de um carteiro, a bola ao adversário, volante do Corinthians.


Um insensível dentre todos que maltratam a bola para entregá-la ao colega de time na viagem em estrada esburacada. O passe acabou. Os limitados não compreendem o calor dos amantes missivistas. Sem caneta, papel e inspiração.


Disponível em: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/carta-de-amor/504128. Acesso em: 3 mar. 2021.

Do primeiro ao sétimo parágrafos, predomina o uso da sequência

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3043013 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Carta de amor


Rubens Lemos Filho


No ludo com os pés, o passe era a carta de amor. A palavra do sentimento fluindo das chuteiras de homens apaixonados e preciosistas. A mensagem amorosa e irrecusável saía primeiro da imaginação do que simplesmente dos arremates, dos chutes banais ou do escapismo da bola por toques toscos e deselegantes.


Com o passe no futebol-arte, havia gol, e as bolas estufando redes proliferavam na proporção de uma cachoeira jorrando infinita. Porque existiam os cerebrais, os superdotados de pensamento e técnica, os poetas de versos em visão de lince.


Os armadores, assim eles eram chamados, sempre foram os preferenciais nas peladas, nas velhas peneiras, que recebiam centenas de garotos mirrados e pobres, reis em seus redutos e reprovados na concorrência com os melhores.


Didi e Gerson simbolizam essa nobreza de maestria. Jogavam sem a necessidade banal da correria burra e dos toques laterais. Suavam pouco, não eram estivadores. Enfiavam, de curva, bolas de 40 a 50 metros deixando os artilheiros prontos para o abate das defesas.


Didi era mais charmoso. Didi para mim é o protótipo da perfeição. Batia de curva, liderava, decidia campeonatos em toques e enfiadas que pareciam verdadeiros passaportes à glória do gol. Personalidade de rei charmoso.


Gerson, o Canhota de Ouro, tinha a malícia do peladeiro calculista. Se pudesse pressentir o oponente com má intenção, quebrava-o antes. Assim fez com o peruano De La Torre em 1969 (Brasil 3x2), que veio faminto e saiu com fratura exposta. Gerson deixou o pé esperando a canela do inimigo.


Didi era de chancelaria, Gerson, de infantaria. Gerson driblava pouco, tocava pouco e abria o campo em leque para os companheiros, ordenando, como o técnico que toda vida foi na prática, tabelas e perfeições como o arremesso canhoto que deixou Jairzinho amaciar no peito antes de fazer o terceiro do 4x1 do Tricampeonato sobre a Itália em 1970.


Baniram os mensageiros do futebol. Erram passe de cinco metros. Um marombado lateral do Inter correu 50 metros para passar, com a burocracia profissional de um carteiro, a bola ao adversário, volante do Corinthians.


Um insensível dentre todos que maltratam a bola para entregá-la ao colega de time na viagem em estrada esburacada. O passe acabou. Os limitados não compreendem o calor dos amantes missivistas. Sem caneta, papel e inspiração.


Disponível em: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/carta-de-amor/504128. Acesso em: 3 mar. 2021.

O texto faz uso de uma linguagem

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3043012 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Carta de amor


Rubens Lemos Filho


No ludo com os pés, o passe era a carta de amor. A palavra do sentimento fluindo das chuteiras de homens apaixonados e preciosistas. A mensagem amorosa e irrecusável saía primeiro da imaginação do que simplesmente dos arremates, dos chutes banais ou do escapismo da bola por toques toscos e deselegantes.


Com o passe no futebol-arte, havia gol, e as bolas estufando redes proliferavam na proporção de uma cachoeira jorrando infinita. Porque existiam os cerebrais, os superdotados de pensamento e técnica, os poetas de versos em visão de lince.


Os armadores, assim eles eram chamados, sempre foram os preferenciais nas peladas, nas velhas peneiras, que recebiam centenas de garotos mirrados e pobres, reis em seus redutos e reprovados na concorrência com os melhores.


Didi e Gerson simbolizam essa nobreza de maestria. Jogavam sem a necessidade banal da correria burra e dos toques laterais. Suavam pouco, não eram estivadores. Enfiavam, de curva, bolas de 40 a 50 metros deixando os artilheiros prontos para o abate das defesas.


Didi era mais charmoso. Didi para mim é o protótipo da perfeição. Batia de curva, liderava, decidia campeonatos em toques e enfiadas que pareciam verdadeiros passaportes à glória do gol. Personalidade de rei charmoso.


Gerson, o Canhota de Ouro, tinha a malícia do peladeiro calculista. Se pudesse pressentir o oponente com má intenção, quebrava-o antes. Assim fez com o peruano De La Torre em 1969 (Brasil 3x2), que veio faminto e saiu com fratura exposta. Gerson deixou o pé esperando a canela do inimigo.


Didi era de chancelaria, Gerson, de infantaria. Gerson driblava pouco, tocava pouco e abria o campo em leque para os companheiros, ordenando, como o técnico que toda vida foi na prática, tabelas e perfeições como o arremesso canhoto que deixou Jairzinho amaciar no peito antes de fazer o terceiro do 4x1 do Tricampeonato sobre a Itália em 1970.


Baniram os mensageiros do futebol. Erram passe de cinco metros. Um marombado lateral do Inter correu 50 metros para passar, com a burocracia profissional de um carteiro, a bola ao adversário, volante do Corinthians.


Um insensível dentre todos que maltratam a bola para entregá-la ao colega de time na viagem em estrada esburacada. O passe acabou. Os limitados não compreendem o calor dos amantes missivistas. Sem caneta, papel e inspiração.


Disponível em: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/carta-de-amor/504128. Acesso em: 3 mar. 2021.

O texto apresenta uma visão

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3043011 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Carta de amor


Rubens Lemos Filho


No ludo com os pés, o passe era a carta de amor. A palavra do sentimento fluindo das chuteiras de homens apaixonados e preciosistas. A mensagem amorosa e irrecusável saía primeiro da imaginação do que simplesmente dos arremates, dos chutes banais ou do escapismo da bola por toques toscos e deselegantes.


Com o passe no futebol-arte, havia gol, e as bolas estufando redes proliferavam na proporção de uma cachoeira jorrando infinita. Porque existiam os cerebrais, os superdotados de pensamento e técnica, os poetas de versos em visão de lince.


Os armadores, assim eles eram chamados, sempre foram os preferenciais nas peladas, nas velhas peneiras, que recebiam centenas de garotos mirrados e pobres, reis em seus redutos e reprovados na concorrência com os melhores.


Didi e Gerson simbolizam essa nobreza de maestria. Jogavam sem a necessidade banal da correria burra e dos toques laterais. Suavam pouco, não eram estivadores. Enfiavam, de curva, bolas de 40 a 50 metros deixando os artilheiros prontos para o abate das defesas.


Didi era mais charmoso. Didi para mim é o protótipo da perfeição. Batia de curva, liderava, decidia campeonatos em toques e enfiadas que pareciam verdadeiros passaportes à glória do gol. Personalidade de rei charmoso.


Gerson, o Canhota de Ouro, tinha a malícia do peladeiro calculista. Se pudesse pressentir o oponente com má intenção, quebrava-o antes. Assim fez com o peruano De La Torre em 1969 (Brasil 3x2), que veio faminto e saiu com fratura exposta. Gerson deixou o pé esperando a canela do inimigo.


Didi era de chancelaria, Gerson, de infantaria. Gerson driblava pouco, tocava pouco e abria o campo em leque para os companheiros, ordenando, como o técnico que toda vida foi na prática, tabelas e perfeições como o arremesso canhoto que deixou Jairzinho amaciar no peito antes de fazer o terceiro do 4x1 do Tricampeonato sobre a Itália em 1970.


Baniram os mensageiros do futebol. Erram passe de cinco metros. Um marombado lateral do Inter correu 50 metros para passar, com a burocracia profissional de um carteiro, a bola ao adversário, volante do Corinthians.


Um insensível dentre todos que maltratam a bola para entregá-la ao colega de time na viagem em estrada esburacada. O passe acabou. Os limitados não compreendem o calor dos amantes missivistas. Sem caneta, papel e inspiração.


Disponível em: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/carta-de-amor/504128. Acesso em: 3 mar. 2021.

Para atingir seu propósito comunicativo, o texto ancora-se, principalmente, em

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3043010 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Carta de amor


Rubens Lemos Filho


No ludo com os pés, o passe era a carta de amor. A palavra do sentimento fluindo das chuteiras de homens apaixonados e preciosistas. A mensagem amorosa e irrecusável saía primeiro da imaginação do que simplesmente dos arremates, dos chutes banais ou do escapismo da bola por toques toscos e deselegantes.


Com o passe no futebol-arte, havia gol, e as bolas estufando redes proliferavam na proporção de uma cachoeira jorrando infinita. Porque existiam os cerebrais, os superdotados de pensamento e técnica, os poetas de versos em visão de lince.


Os armadores, assim eles eram chamados, sempre foram os preferenciais nas peladas, nas velhas peneiras, que recebiam centenas de garotos mirrados e pobres, reis em seus redutos e reprovados na concorrência com os melhores.


Didi e Gerson simbolizam essa nobreza de maestria. Jogavam sem a necessidade banal da correria burra e dos toques laterais. Suavam pouco, não eram estivadores. Enfiavam, de curva, bolas de 40 a 50 metros deixando os artilheiros prontos para o abate das defesas.


Didi era mais charmoso. Didi para mim é o protótipo da perfeição. Batia de curva, liderava, decidia campeonatos em toques e enfiadas que pareciam verdadeiros passaportes à glória do gol. Personalidade de rei charmoso.


Gerson, o Canhota de Ouro, tinha a malícia do peladeiro calculista. Se pudesse pressentir o oponente com má intenção, quebrava-o antes. Assim fez com o peruano De La Torre em 1969 (Brasil 3x2), que veio faminto e saiu com fratura exposta. Gerson deixou o pé esperando a canela do inimigo.


Didi era de chancelaria, Gerson, de infantaria. Gerson driblava pouco, tocava pouco e abria o campo em leque para os companheiros, ordenando, como o técnico que toda vida foi na prática, tabelas e perfeições como o arremesso canhoto que deixou Jairzinho amaciar no peito antes de fazer o terceiro do 4x1 do Tricampeonato sobre a Itália em 1970.


Baniram os mensageiros do futebol. Erram passe de cinco metros. Um marombado lateral do Inter correu 50 metros para passar, com a burocracia profissional de um carteiro, a bola ao adversário, volante do Corinthians.


Um insensível dentre todos que maltratam a bola para entregá-la ao colega de time na viagem em estrada esburacada. O passe acabou. Os limitados não compreendem o calor dos amantes missivistas. Sem caneta, papel e inspiração.


Disponível em: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/carta-de-amor/504128. Acesso em: 3 mar. 2021.

Em sua centralidade, o texto propõe-se a

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas