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O exame de hemograma e plaquetas deve ser realizado em todos os pacientes com classificação clínica B, C ou D da dengue. Nesses casos, o hemograma tem como finalidade principal avaliar o hematócrito para identificação de hemoconcentração que indica provável
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O paciente que apresenta a Síndrome do Choque da Dengue é classificado como do Grupo D. Nesse caso, ele deve ser encaminhado para acompanhamento em
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Para responder à questão, considere o caso a seguir.
M.A.F.S., sexo feminino, 30 anos de idade, natural de Natal/RN e residente no bairro de Nazaré, procurou a Unidade Básica de Saúde do bairro com história de “febre alta e dor no corpo” há dois dias. A hipertermia relatada não foi aferida. Refere ainda calafrios, mialgia, cefaleia, náuseas, diarreia e febre alta, sendo esses últimos sintomas persistentes nos últimos sete dias. Ao exame físico, não foram constatadas alterações. A sorologia para dengue foi realizada após o 6º dia da febre, o IgM foi positivo, e o IgG foi negativo. A paciente evoluiu com cefaleia intensa, náuseas, prostração e exantema pruriginoso pelo corpo. Apresentou prova do laço positiva e metrorragia abundante. Os exames laboratoriais apresentaram os seguintes resultados: 3.870 de leucócitos, 38.000 de plaquetas, VSH 40, AST 344 e ALT 316.
A dengue é uma doença dinâmica, em que o paciente pode evoluir de uma fase para outra rapidamente. A Síndrome do Choque da Dengue é um dos sinais de agravamento da doença, e seu tratamento não difere daquele dispensado a qualquer paciente chocado. Para isso, é importante identificar, precocemente, os sinais e sintomas dessa síndrome que são, entre outros,
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Para responder à questão, considere o caso a seguir.
M.A.F.S., sexo feminino, 30 anos de idade, natural de Natal/RN e residente no bairro de Nazaré, procurou a Unidade Básica de Saúde do bairro com história de “febre alta e dor no corpo” há dois dias. A hipertermia relatada não foi aferida. Refere ainda calafrios, mialgia, cefaleia, náuseas, diarreia e febre alta, sendo esses últimos sintomas persistentes nos últimos sete dias. Ao exame físico, não foram constatadas alterações. A sorologia para dengue foi realizada após o 6º dia da febre, o IgM foi positivo, e o IgG foi negativo. A paciente evoluiu com cefaleia intensa, náuseas, prostração e exantema pruriginoso pelo corpo. Apresentou prova do laço positiva e metrorragia abundante. Os exames laboratoriais apresentaram os seguintes resultados: 3.870 de leucócitos, 38.000 de plaquetas, VSH 40, AST 344 e ALT 316.
A fase crítica da dengue, normalmente, tem início com o declínio da febre (defervescência), entre o 3° e o 7° dia do início da doença. Os sinais de alarme, quando presentes, decorrem
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M.A.F.S., sexo feminino, 30 anos de idade, natural de Natal/RN e residente no bairro de Nazaré, procurou a Unidade Básica de Saúde do bairro com história de “febre alta e dor no corpo” há dois dias. A hipertermia relatada não foi aferida. Refere ainda calafrios, mialgia, cefaleia, náuseas, diarreia e febre alta, sendo esses últimos sintomas persistentes nos últimos sete dias. Ao exame físico, não foram constatadas alterações. A sorologia para dengue foi realizada após o 6º dia da febre, o IgM foi positivo, e o IgG foi negativo. A paciente evoluiu com cefaleia intensa, náuseas, prostração e exantema pruriginoso pelo corpo. Apresentou prova do laço positiva e metrorragia abundante. Os exames laboratoriais apresentaram os seguintes resultados: 3.870 de leucócitos, 38.000 de plaquetas, VSH 40, AST 344 e ALT 316.
A Prova do Laço (PL) deve ser utilizada rotineiramente na prática clínica como um dos elementos de triagem na dengue. Por se tratar de um procedimento técnico que exige conhecimento das boas práticas, a prova do laço, considerando a Lei do Exercício Profissional da Enfermagem, pode ser realizada
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M.A.F.S., sexo feminino, 30 anos de idade, natural de Natal/RN e residente no bairro de Nazaré, procurou a Unidade Básica de Saúde do bairro com história de “febre alta e dor no corpo” há dois dias. A hipertermia relatada não foi aferida. Refere ainda calafrios, mialgia, cefaleia, náuseas, diarreia e febre alta, sendo esses últimos sintomas persistentes nos últimos sete dias. Ao exame físico, não foram constatadas alterações. A sorologia para dengue foi realizada após o 6º dia da febre, o IgM foi positivo, e o IgG foi negativo. A paciente evoluiu com cefaleia intensa, náuseas, prostração e exantema pruriginoso pelo corpo. Apresentou prova do laço positiva e metrorragia abundante. Os exames laboratoriais apresentaram os seguintes resultados: 3.870 de leucócitos, 38.000 de plaquetas, VSH 40, AST 344 e ALT 316.
De acordo com o Ministério da Saúde (2017), a prova do laço (PL) deve ser utilizada na prática clínica como um dos elementos de triagem na suspeita de dengue. A PL positiva, apesar de não ser específica, serve para
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M.A.F.S., sexo feminino, 30 anos de idade, natural de Natal/RN e residente no bairro de Nazaré, procurou a Unidade Básica de Saúde do bairro com história de “febre alta e dor no corpo” há dois dias. A hipertermia relatada não foi aferida. Refere ainda calafrios, mialgia, cefaleia, náuseas, diarreia e febre alta, sendo esses últimos sintomas persistentes nos últimos sete dias. Ao exame físico, não foram constatadas alterações. A sorologia para dengue foi realizada após o 6º dia da febre, o IgM foi positivo, e o IgG foi negativo. A paciente evoluiu com cefaleia intensa, náuseas, prostração e exantema pruriginoso pelo corpo. Apresentou prova do laço positiva e metrorragia abundante. Os exames laboratoriais apresentaram os seguintes resultados: 3.870 de leucócitos, 38.000 de plaquetas, VSH 40, AST 344 e ALT 316.
A sorologia para dengue deve ser realizada a partir do 6º dia da febre, pois esse exame baseia-se em
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M.A.F.S., sexo feminino, 30 anos de idade, natural de Natal/RN e residente no bairro de Nazaré, procurou a Unidade Básica de Saúde do bairro com história de “febre alta e dor no corpo” há dois dias. A hipertermia relatada não foi aferida. Refere ainda calafrios, mialgia, cefaleia, náuseas, diarreia e febre alta, sendo esses últimos sintomas persistentes nos últimos sete dias. Ao exame físico, não foram constatadas alterações. A sorologia para dengue foi realizada após o 6º dia da febre, o IgM foi positivo, e o IgG foi negativo. A paciente evoluiu com cefaleia intensa, náuseas, prostração e exantema pruriginoso pelo corpo. Apresentou prova do laço positiva e metrorragia abundante. Os exames laboratoriais apresentaram os seguintes resultados: 3.870 de leucócitos, 38.000 de plaquetas, VSH 40, AST 344 e ALT 316.
Os resultados da sorologia indicam uma provável infecção
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M.A.F.S., sexo feminino, 30 anos de idade, natural de Natal/RN e residente no bairro de Nazaré, procurou a Unidade Básica de Saúde do bairro com história de “febre alta e dor no corpo” há dois dias. A hipertermia relatada não foi aferida. Refere ainda calafrios, mialgia, cefaleia, náuseas, diarreia e febre alta, sendo esses últimos sintomas persistentes nos últimos sete dias. Ao exame físico, não foram constatadas alterações. A sorologia para dengue foi realizada após o 6º dia da febre, o IgM foi positivo, e o IgG foi negativo. A paciente evoluiu com cefaleia intensa, náuseas, prostração e exantema pruriginoso pelo corpo. Apresentou prova do laço positiva e metrorragia abundante. Os exames laboratoriais apresentaram os seguintes resultados: 3.870 de leucócitos, 38.000 de plaquetas, VSH 40, AST 344 e ALT 316.
De acordo com o caso, a paciente apresentou uma evolução da doença caracterizada como dengue
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O técnico em enfermagem que trabalha na sala de parto deve ter conhecimento de todo o processo de reanimação neonatal, porque participa do preparo do material e dos equipamentos bem como do cuidado ao recém-nascido juntamente com os outros profissionais. De acordo com as novas Diretrizes do Suporte Básico e Avançado de Vida da American Hearth Association (2020), os bebês que não respondem à ventilação por pressão positiva (VPP) e às compressões torácicas precisam de acesso vascular para infusão de medicações e soluções, sendo recomendado, nesse caso, a veia
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