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Hipertensão secundária é aquela com causa identificável e potencialmente reversível para a elevação da pressão arterial (PA), mas, antes de estabelecer esse diagnóstico, devem-se excluir medidas inadequadas da PA, hipertensão do avental branco, tratamento incorreto, não adesão ao tratamento, entre outros fatores. A prevalência de hipertensão secundária é maior nos pacientes com hipertensão refratária. Em relação ao contexto clínico descrito, de acordo com as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial de 2020,
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Paciente está em investigação de dor torácica atípica com teste ergométrico apresentando alterações sugestivas de isquemia miocárdica, próximo ao pico do esforço, com melhora nos primeiros segundos da recuperação. O médico assistente optou por solicitar a cinecoronariografia visualizada abaixo (durante a sístole, figura superior e na diástole, inferior).

Nesse caso, o diagnóstico é
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Diversos ensaios clínicos e metanálises demonstraram que o controle das dislipidemias e, em especial, as reduções mais intensivas da Lipoproteína de Baixa Densidade (LDL-c) têm se associado a importantes benefícios na redução de eventos e mortalidade cardiovasculares. Conforme Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção Da Aterosclerose - 2017,
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A presença do diabetes mellitus (DM) aumenta a incidência de eventos cardiovasculares, mas a população diabética é muito heterogênea, com indivíduos de maior e menor risco cardiovascular. Conforme a Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose - 2017, o paciente diabético sem outras comorbidades e classificado como de alto risco cardiovascular seria
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Mulher de 48 anos apresenta diagnóstico de hipermenorréia devido a miomas uterinos submucosos, sem resposta adequada ao tratamento medicamentoso, com necessidade de reposição frequente de ferro para correção de anemia ferropriva. Em razão disso, a paciente será submetida à histerectomia por videolaparoscopia e comparece à consulta para realização de avaliação cardiológica pré-operatória. Não faz exercícios físicos regulares, mas refere caminhar eventualmente por aproximadamente 20 minutos, sem apresentar sintomas. Tem como comorbidades o DM2 diagnosticado há cinco anos, estando em uso de metformina 1000 mg/dia e dislipidemia controlada, em uso de atorvastatina 40 mg 1x dia. Ao exame físico, apresentou PA 128 x 74 mmHg e FC 88 bpm, sem outras alterações. O eletrocardiograma realizado estava dentro dos limites da normalidade. Os resultados dos exames laboratoriais foram os seguintes: Hb glicada de 6,7%, glicemia 122 mg/dL, Creatinina 0,7 mg/dL, sem outras alterações. O risco de eventos cardiovasculares no perioperatório e as recomendações conforme a 3ª Diretriz de Avaliação Cardiovascular Perioperatória da SBC são, respectivamente,
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Mulher de 25 anos foi selecionada para um emprego e, no exame admissional, foi identificado um desdobramento fixo de segunda bulha. Nega sintomas e não apresenta comorbidades ou uso de medicamentos. Nesse caso, conclui-se que
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Mulher de 74 anos, obesa, com histórico de depressão, doença renal crônica em estágio III A, chegou ao pronto socorro relatando quadro de dor precordial em opressão e dispneia de início há 30 minutos, após intensa discussão com familiares sobre política. Ao exame físico, apresentou: PA =140x74 mmHg; FC = 100 bpm; ritmo cardíaco regular em dois tempos; bulhas normofonéticas sem sopro; murmúrio vesicular presente sem ruídos adventícios, pulsos presentes e simétricos, sem edema. Foi realizada a cinecoronariografia, devido aos sintomas prolongados e às alterações eletrocardiográficas, que mostrou lesão de 30% em DA e irregularidades em CD; não foi realizada a ventriculografia, a troponina elevou-se acima do percentil 99 e fez curva. Devido à janela ecocardiográfica ruim, foi solicitada a ressonância cardíaca abaixo, que mostrou a diástole (à esquerda) e a sístole (à direita). Ausência de alterações no realce tardio.

Sobre esse caso,
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Homem de 81 anos, hipertenso, dislipidêmico, diabético, com histórico de angioplastia da artéria descendente anterior com stent farmacológico há 5 anos, comparece ao consultório do cardiologista com queixa de dispneia progressiva nos últimos 4 meses, atualmente aos moderados esforços. Faz uso de anlodipino 5 mg + perindopril 5 mg, 1x ao dia. Nega angina, palpitações ou síncope. Ao exame: RCR, 2T, sopro sistólico de ejeção em foco aórtico 2+/6+, FC 80 bpm, PA 136x68 mmHg. Pulsos simétricos, com amplitude normal. Ausculta pulmonar sem alterações. Eletrocardiograma com sobrecarga atrial e ventricular esquerda. Foi solicitado ecocardiograma, que evidenciou área valvar aórtica de 0.8 cm2 e área valvar indexada de 0,58 cm²/m², gradiente médio de 33 mmHg, função sistólica preservada (FE 71%), disfunção diastólica, hipertrofia ventricular esquerda e volume ejetado indexado de 32 mL/m². Realizou o escore de cálcio da valva aórtica mostrado abaixo.

Nesse caso, a tomografia de cálcio valvar indica a presença de estenose aórtica importante, baixo fluxo e
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Nas últimas décadas, a Fibrilação Atrial (FA) tornou-se um importante problema de saúde pública. Apresenta repercussão na qualidade de vida, em especial devido a suas consequências clínicas, fenômenos tromboembólicos e alterações cognitivas. Em relação ao uso de anticoagulantes na prevenção de fenômenos tromboembólicos na fibrilação atrial,
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Homem de 49 anos mantém acompanhamento com cardiologista devido a prolapso de valva mitral. Refere realizar caminhadas regulares de aproximadamente 30 minutos, 5 vezes na semana, sem sintomas. Ao exame físico, apresentou: PA = 126x74 mmHg; FC = 68 bpm; ritmo cardíaco regular em dois tempos; bulhas normofonéticas com sopro sistólico 4+/6+ em foco mitral; murmúrio vesicular presente sem ruídos adventícios. Realizou ecocardiograma que demonstrou: FE = 61%, diâmetro diastólico do VE de 59 e sistólico de 42 mm, PSAP de 51 mmHg e insuficiência mitral importante secundária a prolapso de cúspide posterior (P2). Conforme a Atualização das Diretrizes Brasileiras de Valvopatias – 2020, o tratamento mais apropriado, nesse momento, é
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