Foram encontradas 50 questões.
Homem de 61 anos, negro, com antecedentes de HAS, DM2, dislipidemia e infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento de ST há 4 meses, realizou angioplastia com stent farmacológico em terço proximal de artéria descendente anterior, após mais de 24 horas do início da dor, sem outras lesões coronarianas obstrutivas. Evoluiu com quadro de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (FE 32%), atualmente em CF III da NYHA, aderente ao tratamento medicamentoso e às orientações dietéticas. Refere ter apresentado edema bipalpebral e de lábios após utilizar o enalapril, que melhorou após sua suspensão. Realizou exames laboratoriais com NT-proBNP de 2000, sem outras alterações significativas. Está em uso, há 3 meses, de carvedilol 25 mg 12/12h, candesartana 32 mg, 1x ao dia, espironolactona 25 mg, empagliflozina 10 mg, furosemida 40 mg, 1x ao dia, AAS 100 mg e atorvastatina 40 mg. Exame físico sem sinais de congestão sistêmica ou pulmonar, PA 138 x 86 mmHg, FC 60 bpm, sem outras alterações significativas. Realizou o eletrocardiograma abaixo.

Em relação ao tratamento da insuficiência cardíaca, conforme as recomendações da Atualização de Tópicos Emergentes da Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca – 2021, deve-se
Provas
Atleta da seleção brasileira de remo, em treinamento para o campeonato mundial da modalidade, foi submetido a exames cardiológicos. Ecocardiograma demonstrou hipertrofia ventricular esquerda. Um parâmetro que favorece o diagnóstico de coração de atleta é
Provas
A pericardite aguda decorre da inflamação do saco pericárdico e é uma causa importante de dor torácica na unidade de emergência, sendo responsável por aproximadamente 5% das causas de etiologia não isquêmica. O paciente com pericardite aguda que poderá realizar o tratamento e seguimento clínico de forma ambulatorial, com menor risco de complicações, é
Provas
Jogador profissional de futebol, de 25 anos, teve diagnóstico de miocardite há 3 semanas após quadro viral de vias aéreas superiores. Evolui bem, assintomático, com área de realce tardio mesoepicárdico em parede ínfero-lateral na ressonância cardíaca, apresentando fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 51%. O cardiologista consultado, após estudar atentamente as recomendações da Diretriz Brasileira de Miocardites de 2022, orientou que,
Provas
Mulher de 36 anos está em investigação de quadro de cansaço inespecífico e dor torácica atípica. Realizou o eletrocardiograma reproduzido abaixo.

Nesse caso, o diagnóstico eletrocardiográfico é
Provas
Nos últimos anos, os inúmeros avanços tecnológicos na área médica trouxeram benefícios para os pacientes e para os profissionais de saúde. Mesmo com toda a tecnologia, anamnese e exame físico bem feitos continuam a fazer parte da boa prática médica. Em relação a semiologia cardiovascular,
Provas
Mulher de 53 anos, obesa e hipertensa, com diagnóstico de carcinoma ductal invasivo em mama esquerda, HER 2 positivo, iniciou tratamento com trastuzumabe, evoluindo com queda da fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FE) de 61% para 45%, de forma assintomática. De acordo com a Diretriz Brasileira de Cardio-Oncologia-2020, a paciente deverá iniciar tratamento para insuficiência cardíaca (IC), manter acompanhamento com o cardio-oncologista, realizando avaliação seriada com ecocardiogramas, biomarcadores e
Provas
Paciente de 38 anos apresenta quadro de perda ponderal, febre de até 38,2° C, calafrios, queda do estado geral e lesões cutâneas não dolorosas em pés e mãos, com início há duas semanas. Refere ter valvopatia reumática e estar aguardando cirurgia na fila de hospital universitário de referência há mais de um ano. Ao exame: regular estado geral, FC 98 bpm, PA 112 x 70 mmHg, RCR 2T, bulhas normofonéticas com sopro sistólico 3+/6+ e diastólico 2+/6+ em foco aórtico, ausculta pulmonar sem alterações. Realizou a coleta de 3 pares de hemoculturas. Ecocardiograma do caso e lesões de pele reproduzidas abaixo.

Como vistas ao diagnóstico e ao tratamento, esse caso
Provas
Homem de 43 anos procura cardiologista relatando níveis elevados de pressão arterial, identificados durante uma campanha do dia mundial da hipertensão realizada no shopping de sua cidade. Nega queixas cardiovasculares, comorbidades conhecidas, não fuma e faz exercícios físicos regularmente, além de já ter realizado ajustes na dieta após orientação da sua esposa, que é nutricionista. Ao exame físico: PA 150 x 96 mmHg FC 88 bpm, IMC 24,5 kg/m2, auscultas cardíaca e pulmonar normais, ausência de sopro abdominal, pulsos presentes e simétricos. Realizou os seguintes exames: glicemia 101 mg/dL; Hb glicada 5,8 %; colesterol total 200 mg/dL; HDL 40 mg/dL; LDL 110 mg/dL; TG 250 mg/dL; creatinina 0,8 mg/dL; K 3,9 mEq/L; Na 138 mEq/L; ácido úrico 4,5 mg/dL; TSH 2,0 uM/L; EAS normal e eletrocardiograma com sobrecarga ventricular esquerda. De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020, o tratamento da HAS recomendado é iniciar
Provas
Grandes avanços no diagnóstico e no tratamento da Insuficiência Cardíaca (IC) foram observados nos últimos anos, com impactos reais na qualidade de vida e na sobrevida dos pacientes. Nas fases mais avançadas da doença, ainda enfrentam-se altas taxas de mortalidade, hospitalizações e re-hospitalizações, impactando, de forma clara, no prognóstico dos pacientes. Nesse contexto, o Transplante Cardíaco ainda é o tratamento de escolha para a IC estágio D. É uma indicação de transplante cardíaco conforme a 3ª Diretriz Brasileira de Transplante Cardíaco:
Provas
Caderno Container