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As técnicas de imuno-histoquímica se baseiam no reconhecimento de antígenos presentes nos tecidos por anticorpos específicos presentes em solução.
Essas reações são evidenciadas com sucesso e úteis na análise microscópica porque tais anticorpos geralmente:
1) são marcados com um fluorocromo, permitindo a visualização das estruturas em microscópio de fluorescência.
2) reconhecem simultaneamente epítopos presentes em distintos antígenos expressos em diferentes células do tecido.
3) podem ser reconhecidos por anticorpos associados a enzimas, cujo substrato produz uma reação colorimétrica.
Está(ão) correta(s), apenas:
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Assinale a alternativa em que a vírgula é opcional.
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A técnica histológica leva a desnaturação de enzimas, macromoléculas responsáveis por catalisar uma série de reações químicas metabólicas celulares. A perda de atividade de uma enzima decorre de alterações na cadeia proteica relacionadas à (ao):
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Uma resma de papel contém 500 folhas e a altura da resma é de 4,7cm. Qual a espessura de uma folha?
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A educação profissional vive um momento decisivo. A procura por esse tipo de ensino atingiu patamares inéditos no Brasil e em Pernambuco. Só que não o suficiente para matar a fome do mercado de trabalho, em especial do voraz setor industrial. Salários altos e emprego certo, por incrível que pareça, se mostram ineficientes para corrigir a atual distorção do nosso sistema educacional. Apesar de cada vez mais jovens estarem buscando aprender uma profissão, pode-se dizer que ainda falta um maior interesse do público-alvo. A dura verdade é que o desejo pelo diploma universitário, uma cultura secular no Brasil, mascara um preconceito enraizado na sociedade: de que ensino profissional é coisa de pobre.
Em 2011, Pernambuco contava com 31.411 alunos matriculados em cursos técnicos, públicos e privados. Mas análise da consultoria Ceplan mostra que somente as demandas até 2014 de dois segmentos econômicos, a construção civil e a indústria metalmecânica, são de 32.500 novos trabalhadores por ano. O equilíbrio está distante. São 9 milhões de estudantes de Ensino Médio no Brasil. Um milhão desses jovens fazem um curso profissional. Aproximadamente 11%. Pernambuco está próximo disso, com 8,8%.
Em países industrializados e mais livres de preconceitos contra o ensino técnico, como Inglaterra e Alemanha, o percentual salta para 30%. Em Pernambuco, pensar num patamar dessa ordem só será possível em 2016, pois é para esse ano que se espera o funcionamento pleno de 60 escolas técnicas estaduais, com capacidade, cada uma, para 1000 alunos. Hoje são 20, sendo que seis ainda não têm prédio próprio.
A história explica a barreira cultural quando o assunto é ensino profissional no Brasil. No final do século XIX, quando foram criados os Liceus de Artes e Ofícios nas principais capitais das então províncias – no Recife, a instituição surgiu em 1880 – o público-alvo eram as crianças órfãs e abandonadas. Anos depois, em 1909, foi a vez das escolas de Aprendizes Artífices, destinadas aos pobres e humildes. “A ideologia era de que os filhos das classes dominadas deveriam ter uma formação básica para atender às necessidades do mercado. O ensino técnico só ganhou valor nas décadas de 1970 e 1980, quando o setor industrial teve impulso no Brasil”, conta a Reitora da IFPE, Cláudia Sansil, lembrando que deveria partir da família o primeiro passo para derrubar o preconceito.
Segundo o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria, Rafael Lucchesi, “o sonho da família brasileira é ter um filho doutor. O que não se percebe é que os jovens são treinados para o vestibular. Desenvolvem um suposto senso crítico de que um operador de máquinas é um profissional adestrado, quando, na verdade, hoje, as carreiras profissionais são as que possuem maior empregabilidade e melhor remuneração”.
Os índices de formação básica e fundamental no País formam outro impedimento no acesso à educação profissional: são vergonhosos 14 milhões de adultos analfabetos, sem contar os analfabetos funcionais. Todos esses cidadãos brasileiros estão desprovidos do conhecimento mínimo necessário para ingressarem numa sala de aula técnica.
Felipe Lima. Jornal do Commercio, 01/04/2012, Economia, p.4. Adaptado.
“Todos esses cidadãos brasileiros estão desprovidos do conhecimento mínimo necessário para ingressarem numa sala de aula técnica.”.
Com essa afirmação, o autor do Texto 1 reconhece que “todos esses cidadãos brasileiros” são:
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A figura abaixo mostra células em diferentes estágios do ciclo celular. A célula indicada com a seta encontra-se em:

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Após o desenvolvimento embrionário, alguns animais vertebrados retêm cartilagem em certas partes do corpo. Sobre o tecido cartilaginoso, é correto afirmar que:
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“A procura [pela educação profissional] atingiu patamares inéditos no Brasil e em Pernambuco”. O prefixo presente no termo destacado também se encontra em:
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O microscópio óptico é um dos equipamentos mais comumente utilizados no laboratório de histologia.
Sobre seu funcionamento, considere o modelo de microscópio abaixo e aponte a alternativa correta:

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Dentre os compostos químicos disponíveis no laboratório de histologia, qual é usualmente utilizado para diafanização ou clarificação do tecido animal?
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