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Foram encontradas 64 questões.

431588 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Para a Administração Científica, a boa organização de uma empresa é condição indispensável para que todo o processo de racionalização do trabalho tenha bons resultados. O ser humano era considerado como um ser que analisava racionalmente as diversas possibilidades de decisão, podendo assim criar e implantar os melhores sistemas. Pouco a pouco, porém, os estudos empreendidos por pesquisadores da Escola das Relações Humanas foram mostrando que o ser humano não é totalmente controlável e previsível e que, portanto, há sempre um certo grau de incerteza na gestão de pessoas. A partir dessa descrição, assinale a alternativa correta.
 

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431585 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Ainda sobre o uso das metáforas no campo da Administração, o pensamento que representa as ações vistas como racionais, por um lado, pode comprovar-se explorador por outro lado. Esse pensamento caracteriza as organizações, que são vistas como:
 

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431533 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Uma sala retangular tem dimensões de 6,0m e 12,6m. A sala será ladrilhada com peças quadradas inteiras e de maior lado possível. Quantas peças serão necessárias?
 

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431531 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Os preços das garrafas dos vinhos A, B e C são, respectivamente, R$ 18,00, R$ 20,00 e R$ 28,00. Faz-se uma mistura composta de 40% de A, 35% de B e 25% de C. Quanto deverá custar a garrafa da mistura? Obs: As garrafas são sempre com capacidade de 750mL.
 

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431530 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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O salário de Ana equivale a 60% do salário de Bete, e o de Carla é 40% do salário de Ana. A soma dos salários das três é 7.360 reais. Qual o salário da que recebe o menor salário?
 

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431528 Ano: 2016
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Juntos, sete amigos colheram cem flores, e cada um deles colheu um número diferente de flores (sendo possível o número ser zero). Considerando essas informações, é correto afirmar que:
 

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431526 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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TEXTO 1

A leitura

Várias vezes, no decorrer do último século, previu-se a morte dos livros e do hábito de ler. O avanço do cinema, da televisão, dos videogames, da internet, tudo isso iria tornar a leitura obsoleta. No Brasil da virada do século XX para o século XXI, o vaticínio até parecia razoável: o sistema de ensino em franco declínio e sua tradição de fracasso na missão de formar leitores, o pouco apreço dado à instrução como valor social fundamental e até dados muito práticos, como a falta e a pobreza de bibliotecas públicas e o alto preço dos exemplares impressos aqui, conspiravam (conspiram, ainda) para que o contingente de brasileiros dados aos livros minguasse de maneira irremediável. Contra todas as perspectivas, porém, vem surgindo uma nova e robusta geração de leitores no país, movida – entre outras iniciativas – por sucessos televisivos, como as séries Harry Potter e Crepúsculo.

Também para os cidadãos mais maduros abriram-se largas portas de entrada à leitura. A autoajuda (e os romances com fortes tintas de autoajuda) é uma delas; os volumes que às vezes caem nas graças do público, como A menina que roubava livros, ou os autores que têm o dom de fisgar o público com suas histórias, são outra. E os títulos dedicados a recuperar a história do Brasil, como 1808, 1822, ou Guia politicamente incorreto da História do Brasil, são uma terceira, e muito acolhedora, dessas portas.

É mais fácil tornar a leitura um hábito, claro, quando ela se inicia na infância. Mas qualquer idade é boa, é favorável para adquirir esse gosto. Basta sentir aquela comichão do prazer, da curiosidade – e então fazer um esforço para não se acomodar a uma zona de conforto, mas seguir adiante e evoluir na leitura.

Bruno Meier. In: Graça Sette et al. Literatura – trilhas e tramas. Excerto adaptado.

Em coerência com as ideias globais expressas no Texto 1, um título adequado a ele poderia ser:
 

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431524 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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TEXTO 1

A leitura

Várias vezes, no decorrer do último século, previu-se a morte dos livros e do hábito de ler. O avanço do cinema, da televisão, dos videogames, da internet, tudo isso iria tornar a leitura obsoleta. No Brasil da virada do século XX para o século XXI, o vaticínio até parecia razoável: o sistema de ensino em franco declínio e sua tradição de fracasso na missão de formar leitores, o pouco apreço dado à instrução como valor social fundamental e até dados muito práticos, como a falta e a pobreza de bibliotecas públicas e o alto preço dos exemplares impressos aqui, conspiravam (conspiram, ainda) para que o contingente de brasileiros dados aos livros minguasse de maneira irremediável. Contra todas as perspectivas, porém, vem surgindo uma nova e robusta geração de leitores no país, movida – entre outras iniciativas – por sucessos televisivos, como as séries Harry Potter e Crepúsculo.

Também para os cidadãos mais maduros abriram-se largas portas de entrada à leitura. A autoajuda (e os romances com fortes tintas de autoajuda) é uma delas; os volumes que às vezes caem nas graças do público, como A menina que roubava livros, ou os autores que têm o dom de fisgar o público com suas histórias, são outra. E os títulos dedicados a recuperar a história do Brasil, como 1808, 1822, ou Guia politicamente incorreto da História do Brasil, são uma terceira, e muito acolhedora, dessas portas.

É mais fácil tornar a leitura um hábito, claro, quando ela se inicia na infância. Mas qualquer idade é boa, é favorável para adquirir esse gosto. Basta sentir aquela comichão do prazer, da curiosidade – e então fazer um esforço para não se acomodar a uma zona de conforto, mas seguir adiante e evoluir na leitura.

Bruno Meier. In: Graça Sette et al. Literatura – trilhas e tramas. Excerto adaptado.

A compreensão do Texto 1, em sua dimensão global, pretende nos levar a admitir que:
 

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431521 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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TEXTO 2

Estamos na sociedade da informação. Somos autênticos informívoros, necessitamos de informação para sobreviver, como necessitamos de alimento, calor ou contato social. Nas ciências da comunicação, considera-se que informação é tudo aquilo que reduz a incerteza de um sistema. Nesse sentido, todos nós nos alimentamos de informação, que nos permite não apenas prever, como também controlar os acontecimentos de nosso meio. Previsão e controle são duas das funções fundamentais da aprendizagem, inclusive nos organismos mais simples.
Na vida social, a informação é ainda mais essencial porque os fenômenos que nos rodeiam são complexos e cambiantes e, portanto, ainda mais incertos do que os que afetam os outros seres vivos. A incerteza é ainda maior na sociedade atual, como consequência da descentração do conhecimento e dos vertiginosos ritmos de mudança em todos os setores da vida.
Um traço característico de nossa cultura da aprendizagem é que, em vez de ter que buscar ativamente a informação com que alimentar nossa ânsia de previsão e controle, estamos sendo abarrotados, superalimentados de informação, na maioria das vezes em formato fast food. Sofremos uma certa obesidade informativa, consequência de uma dieta pouco equilibrada.

Juan Ignácio Pozo. Aprendizes e mestres. Excerto adaptado

Analise o segmento: “Somos autênticos informívoros”. A palavra destacada:

1) é uma palavra derivada; por não constar no dicionário, pode ser considerada um neologismo.

2) fere o sistema ortográfico da língua, pois prescinde do hífen entre seus termos constituintes.

3) evidencia a possibilidade que os usuários de uma língua têm de criar novas palavras.

4) na sua formação, guarda analogia com outras palavras que têm sentidos semelhantes.

5) por ser uma palavra incomum, sem respaldo do dicionário e da gramática, põe em risco a clareza do texto.

Estão corretas:

 

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431519 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Assinale a alternativa que está em conformidade com as normas da concordância verbal que regulam o uso culto da língua portuguesa.
 

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