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Foram encontradas 64 questões.

Entre os temas ensinados aos jovens brasileiros no ensino básico, estão, por exemplo, a fase inicial da colonização, a resistência dos quilombos à escravidão e a Inconfidência Mineira. Nessas aulas, porém, os alunos ouvem falar pouco ou nada da ativista de ascendência indígena Madalena Caramuru, que viveu no século XVI, da guerreira quilombola Dandara ou da inconfidente Hipólita Jacinta de Melo.
Na literatura, estudam romances de José de Alencar e de outros autores do Romantismo, mas não são informados da existência de Maria Firmina dos Reis, autora de “Úrsula”, um dos primeiros romances de autoria feminina do Brasil, primeiro de autoria negra e primeiro escrito ficcional de cunho abolicionista. Outras, como Anita Garibaldi, são mencionadas, mas quase sempre à sombra de seus companheiros homens.
O apagamento de brasileiras responsáveis por contribuições importantes se repete em diversas áreas de atuação. Em uma tentativa de reparar esse desconhecimento, o livro “Extraordinárias mulheres que revolucionaram o Brasil”, lançado pela Companhia das Letras na última semana de novembro, reúne a trajetória de 44 mulheres, com ilustração inédita de cada uma delas.
[...] Outras obras que têm o propósito de resgatar a biografia de mulheres cuja contribuição histórica é pouco difundida, ou mesmo desconhecida, foram publicadas em vários países. O contexto é a reivindicação de representatividade que tem sido pautada por feministas e profissionais das artes, da ciência, da tecnologia, entre outros campos.
“Extraordinárias Mulheres” é o primeiro dessa onda que se propõe a compilar os dados biográficos e os feitos de mulheres nascidas no Brasil ou “abrasileiradas” – que adotaram o país para viver, como é o caso da arquiteta Lina Bo Bardi e da missionária e ativista Dorothy Stang.
O projeto das jornalistas Duda Porto de Souza e Aryane Cararo é fruto de dois anos de pesquisa – um mergulho na vida de quase 300 mulheres, a partir das quais as autoras chegaram às 44 que estão no livro. Consultaram arquivos de jornais, livros, documentos e realizaram entrevistas.
Apesar da vocação educativa explícita, seu público-alvo transcende uma faixa etária específica, segundo as autoras.
“Espero que seja um passo inicial. Que sirva de inspiração para crianças, jovens e adultos irem atrás de outras brasileiras brilhantes. E que a gente possa contar uma história um pouco mais igualitária, justa, dando nomes e rostos a quem fez o país chegar até aqui”, disse Aryane Cararo.
“Que a gente possa contar a história de Anita, a mulher que enfrentou tropas imperiais no Brasil e lutou pela unificação da Itália. E não a Anita do Garibaldi. De Dandara, a mulher que não queria fechar o quilombo para novos escravos fugitivos, e não a mulher de Zumbi. De Dinalva, que quase ficou invisível na história da luta armada no Brasil na época da ditadura. De Marinalva, que está fazendo história agorinha mesmo”, complementa a autora.
O livro também conta com uma extensa linha do tempo que mostra conquistas de direitos obtidas pelas mulheres do século XVI até o presente, e traz informações que esclarecem como era ser mulher em determinadas épocas.
Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/11/24/O-livro-que-conta-a-história-do-Brasil-pela-trajetória-de-mulheres-extraordinárias. Acesso em 03/05/18. Adaptado.
Observe o cumprimento das normas de regência, no seguinte trecho do Texto:
Outras obras que têm o propósito de resgatar a biografia de mulheres cuja contribuição histórica é pouco difundida [...].
As normas de regência também estão cumpridas em:
 

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1681804 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Paciente do sexo masculino, com 36 anos, etilista crônico, já tentou interromper o consumo de derivados etílicos por três vezes, mas alega que não consegue permanecer em abstinência, afirmando: “eu sinto uma necessidade desesperadora de voltar a beber”. Na sua última tentativa de interromper o etilismo, recebeu prescrição de benzodiazepínicos. O psicofármaco com maior especificidade para diminuição da fissura pelo álcool, apresentada pelo paciente, é:
 

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1680993 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Considere um quadro psiquiátrico com delírios de referência, mudanças corporais e de ciúme. Além disso, estão presentes alucinações auditivas (vozes ameaçadoras, assobios e risos), bem como olfativas. O diagnóstico provável é:
 

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Entre os temas ensinados aos jovens brasileiros no ensino básico, estão, por exemplo, a fase inicial da colonização, a resistência dos quilombos à escravidão e a Inconfidência Mineira. Nessas aulas, porém, os alunos ouvem falar pouco ou nada da ativista de ascendência indígena Madalena Caramuru, que viveu no século XVI, da guerreira quilombola Dandara ou da inconfidente Hipólita Jacinta de Melo.
Na literatura, estudam romances de José de Alencar e de outros autores do Romantismo, mas não são informados da existência de Maria Firmina dos Reis, autora de “Úrsula”, um dos primeiros romances de autoria feminina do Brasil, primeiro de autoria negra e primeiro escrito ficcional de cunho abolicionista. Outras, como Anita Garibaldi, são mencionadas, mas quase sempre à sombra de seus companheiros homens.
O apagamento de brasileiras responsáveis por contribuições importantes se repete em diversas áreas de atuação. Em uma tentativa de reparar esse desconhecimento, o livro “Extraordinárias mulheres que revolucionaram o Brasil”, lançado pela Companhia das Letras na última semana de novembro, reúne a trajetória de 44 mulheres, com ilustração inédita de cada uma delas.
[...] Outras obras que têm o propósito de resgatar a biografia de mulheres cuja contribuição histórica é pouco difundida, ou mesmo desconhecida, foram publicadas em vários países. O contexto é a reivindicação de representatividade que tem sido pautada por feministas e profissionais das artes, da ciência, da tecnologia, entre outros campos.
“Extraordinárias Mulheres” é o primeiro dessa onda que se propõe a compilar os dados biográficos e os feitos de mulheres nascidas no Brasil ou “abrasileiradas” – que adotaram o país para viver, como é o caso da arquiteta Lina Bo Bardi e da missionária e ativista Dorothy Stang.
O projeto das jornalistas Duda Porto de Souza e Aryane Cararo é fruto de dois anos de pesquisa – um mergulho na vida de quase 300 mulheres, a partir das quais as autoras chegaram às 44 que estão no livro. Consultaram arquivos de jornais, livros, documentos e realizaram entrevistas.
Apesar da vocação educativa explícita, seu público-alvo transcende uma faixa etária específica, segundo as autoras.
“Espero que seja um passo inicial. Que sirva de inspiração para crianças, jovens e adultos irem atrás de outras brasileiras brilhantes. E que a gente possa contar uma história um pouco mais igualitária, justa, dando nomes e rostos a quem fez o país chegar até aqui”, disse Aryane Cararo.
“Que a gente possa contar a história de Anita, a mulher que enfrentou tropas imperiais no Brasil e lutou pela unificação da Itália. E não a Anita do Garibaldi. De Dandara, a mulher que não queria fechar o quilombo para novos escravos fugitivos, e não a mulher de Zumbi. De Dinalva, que quase ficou invisível na história da luta armada no Brasil na época da ditadura. De Marinalva, que está fazendo história agorinha mesmo”, complementa a autora.
O livro também conta com uma extensa linha do tempo que mostra conquistas de direitos obtidas pelas mulheres do século XVI até o presente, e traz informações que esclarecem como era ser mulher em determinadas épocas.
Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/11/24/O-livro-que-conta-a-história-do-Brasil-pela-trajetória-de-mulheres-extraordinárias. Acesso em 03/05/18. Adaptado.
Acerca da proposta temática do Texto, é correto afirmar que ela:
 

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1673933 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Assinale a alternativa incorreta em relação aos transtornos mentais do puerpério.
 

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1673758 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Um dos sintomas que auxilia o médico a diagnosticar depressão maior em um paciente com doença clínica é:
 

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1670701 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Leonardo tem 12 anos. Seu desenvolvimento psicomotor deu-se sem alterações, bem como sua linguagem. Não há informação de antecedentes psiquiátricos familiares, nem houve anormalidades no nascimento. Aos 4 anos, passou a ter dificuldades na escola. Usava sempre os mesmos brinquedos e irritava-se muito se algum coleguinha tentava partilhar. Os assuntos que abordava eram quase sempre os mesmos. Leonardo é reservado e não se adapta às atividades coletivas, como esportes. Interessou-se, recentemente, pelo estudo de morcegos e tem falado nisso diariamente, diversas vezes ao dia. Pede para que se compre sempre a mesma série de revistas. Além de tudo isso, rasga os cadernos escolares e fala muito alto em todos os ambientes. O diagnóstico provável de Leonardo é:
 

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1666058 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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O quadro neurológico mais frequentemente associado à depressão é:
 

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1665441 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Os principais neurotransmissores envolvidos na fisiopatologia do Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) são:
 

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1657175 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Mulher de 22 anos foi levada à emergência por sua mãe. Há dois dias não se levanta da cama, não responde às perguntas ou solicitações. Recusa toda e qualquer alimentação. O exame físico revelou leve desidratação e pseudoflexibilidade cérea. Os exames laboratoriais foram normais e o screening para drogas, negativo. O diagnóstico mais adequado para essa paciente é a síndrome:
 

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