Foram encontradas 64 questões.
Sobre a criptografia simétrica e assimétrica, analise as seguintes proposições.
1) Dentro da criptografia assimétrica, cada participante da comunicação possui um par de chaves. Esse par é composto por uma chave pública, que pode ser divulgada a todos, e uma chave privada, que deve ser repassada pelo emissor apenas para o seu destinatário.
2) Uma das vantagens da criptografia simétrica é a confidencialidade do algoritmo, ou seja, detalhes de projeto e implementação dos algoritmos não são divulgados para o público externo, para dificultar a criptoanálise dos mesmos.
3) Uma das vantagens da criptografia assimétrica é a possibilidade de também prover autenticação, ao invés de apenas confidencialidade.
4) Como exemplo de algoritmos simétricos, podem-se citar o DES, o 3DES, o AES e o Blowfish.
Estão corretas, apenas:
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1573608
Ano: 2019
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
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Sobre organização e arquitetura de computadores, analise as seguintes proposições.
1) Por serem externos ao computador, os dispositivos de E/S não podem ser considerados componentes estruturais importantes de um computador.
2) A Unidade de Controle (UC) de uma CPU é responsável pelo controle da operação da CPU. Por conseguinte, ela é responsável pelo controle da operação do próprio computador.
3) A Unidade Lógica e Aritmética (ULA) de uma CPU se responsabiliza pelas funções de processamento de dados do computador, incluindo operações lógicas e aritméticas.
4) A conexão entre a CPU e a memória do computador, por questões de desempenho, não é realizada via barramentos. Barramentos são usados apenas na comunicação entre CPU e periféricos.
Estão corretas, apenas:
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TEXTO 1
A importância de conhecer a nossa história
Para um país como o Brasil, em que a diversidade cultural é imensa, pode parecer estranho quando se fala na história dos nossos antepassados. Ainda mais se pensarmos na forma como ocorreu a formação da nossa sociedade, a partir das influências recebidas dos diferentes ciclos migratórios.
Saber a história de uma nação significa resgatar e preservar a tradição daqueles que contribuíram para que chegássemos ao ponto em que nos encontramos. Trata-se de uma oportunidade única para compreender, inclusive, a nossa própria identidade.
A despeito da visão europeia, que ainda é predominante nos livros didáticos e paradidáticos, há outra corrente que defende que a história da humanidade seja contada com base em outros relatos e visões de mundo.
Nesse sentido, existe uma legislação federal que torna obrigatório o ensino nas escolas da cultura afro-brasileira e indígena. Essa lei, que acaba de completar dez anos, infelizmente ainda é pouco conhecida. Compete a nós, militantes e especialistas da área de educação, colocarmos isso em prática.
Como exemplo, podemos citar o que ocorre em Santo André, na região do ABC paulista. No final de 2013, teve início a capacitação sobre cultura indígena para os professores de Educação Física da rede municipal de ensino. O objetivo é fazer com que o docente passe a utilizar em suas aulas as danças, os jogos cooperativos e as brincadeiras oriundas dessa tradição.
Trazer essa visão de mundo para os alunos é importante para se perceber como a influência desse povo se faz muito presente no nosso dia a dia. Para ficar em um só aspecto, vale mencionar o hábito do banho diário. Sem falar nas centenas de palavras e termos de origem indígena que usamos para nos expressar.
Essa percepção, que por vezes passa despercebida face ao contexto globalizado em que vivemos, é fundamental para mostrar às nossas crianças e jovens a riqueza da cultura e da tradição dos primeiros habitantes do nosso país.
Ao oferecer essa possibilidade aos alunos, estamos contribuindo para resgatar o papel dos índios na formação do Brasil. Serve, ainda, para evitar possíveis percepções preconceituosas em relação a esse povo, que deve ser reverenciado pelas inúmeras contribuições que, hoje, encontram-se naturalmente incorporadas ao nosso cotidiano. Significa também dar à cultura indígena o devido protagonismo que ela tanto merece.
Gilmar Silvério. Disponível em: http://www.gazetadigital.com.br/editorias/opiniao/
a-importancia-de-conhecer-a-nossa-historia/419455.
Acesso em 07/04/2019. Adaptado.
Analise as informações que se apresentam a seguir.
1) Em seu processo de formação, nossa sociedade sofreu influências de culturas diversas.
2) Conhecer bem a nossa história é uma das formas de compreender a nossa identidade.
3) Sempre que a história da humanidade é contada com base em outros relatos e visões de mundo, ela é falseada.
4) Ainda é pouco conhecida a lei que torna obrigatório, nas escolas, o ensino da cultura afro-brasileira e indígena.
Estão de acordo com o Texto:
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Dentre os endereços IP reservados para testes de loopback, destaca-se:
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Destaca-se como endereço IP privativo (ou privado) o número IP:
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TEXTO 1
A importância de conhecer a nossa história
Para um país como o Brasil, em que a diversidade cultural é imensa, pode parecer estranho quando se fala na história dos nossos antepassados. Ainda mais se pensarmos na forma como ocorreu a formação da nossa sociedade, a partir das influências recebidas dos diferentes ciclos migratórios.
Saber a história de uma nação significa resgatar e preservar a tradição daqueles que contribuíram para que chegássemos ao ponto em que nos encontramos. Trata-se de uma oportunidade única para compreender, inclusive, a nossa própria identidade.
A despeito da visão europeia, que ainda é predominante nos livros didáticos e paradidáticos, há outra corrente que defende que a história da humanidade seja contada com base em outros relatos e visões de mundo.
Nesse sentido, existe uma legislação federal que torna obrigatório o ensino nas escolas da cultura afro-brasileira e indígena. Essa lei, que acaba de completar dez anos, infelizmente ainda é pouco conhecida. Compete a nós, militantes e especialistas da área de educação, colocarmos isso em prática.
Como exemplo, podemos citar o que ocorre em Santo André, na região do ABC paulista. No final de 2013, teve início a capacitação sobre cultura indígena para os professores de Educação Física da rede municipal de ensino. O objetivo é fazer com que o docente passe a utilizar em suas aulas as danças, os jogos cooperativos e as brincadeiras oriundas dessa tradição.
Trazer essa visão de mundo para os alunos é importante para se perceber como a influência desse povo se faz muito presente no nosso dia a dia. Para ficar em um só aspecto, vale mencionar o hábito do banho diário. Sem falar nas centenas de palavras e termos de origem indígena que usamos para nos expressar.
Essa percepção, que por vezes passa despercebida face ao contexto globalizado em que vivemos, é fundamental para mostrar às nossas crianças e jovens a riqueza da cultura e da tradição dos primeiros habitantes do nosso país.
Ao oferecer essa possibilidade aos alunos, estamos contribuindo para resgatar o papel dos índios na formação do Brasil. Serve, ainda, para evitar possíveis percepções preconceituosas em relação a esse povo, que deve ser reverenciado pelas inúmeras contribuições que, hoje, encontram-se naturalmente incorporadas ao nosso cotidiano. Significa também dar à cultura indígena o devido protagonismo que ela tanto merece.
Gilmar Silvério. Disponível em: http://www.gazetadigital.com.br/editorias/opiniao/
a-importancia-de-conhecer-a-nossa-historia/419455.
Acesso em 07/04/2019. Adaptado.
Acerca do emprego das vírgulas no Texto 1, analise as afirmações abaixo.
1) No trecho: “A despeito da visão europeia, que ainda é predominante nos livros didáticos e paradidáticos, há outra corrente que defende que a história da humanidade seja contada [...]”, as vírgulas cumprem o papel de isolar um vocativo.
2) No trecho: “Essa lei, que acaba de completar dez anos, infelizmente ainda é pouco conhecida.”, as vírgulas delimitam um segmento explicativo.
3) No trecho: “No final de 2013, teve início a capacitação sobre cultura indígena para os professores de Educação Física da rede municipal de ensino.”, a vírgula separa um termo de valor temporal do restante do enunciado.
4) No trecho: “Essa percepção, que por vezes passa despercebida face ao contexto globalizado em que vivemos, é fundamental para mostrar às nossas crianças e jovens a riqueza da cultura [...].”, as vírgulas separam os vários itens de uma enumeração.
Estão corretas:
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Muitos administradores de Sistemas utilizam o prompt de comando (ou linha de comando) para configuração e manutenção do Active Directory. O comando que permite importar e exportar dados do Active Directory pelo prompt de comando é:
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TEXTO 1
A importância de conhecer a nossa história
Para um país como o Brasil, em que a diversidade cultural é imensa, pode parecer estranho quando se fala na história dos nossos antepassados. Ainda mais se pensarmos na forma como ocorreu a formação da nossa sociedade, a partir das influências recebidas dos diferentes ciclos migratórios.
Saber a história de uma nação significa resgatar e preservar a tradição daqueles que contribuíram para que chegássemos ao ponto em que nos encontramos. Trata-se de uma oportunidade única para compreender, inclusive, a nossa própria identidade.
A despeito da visão europeia, que ainda é predominante nos livros didáticos e paradidáticos, há outra corrente que defende que a história da humanidade seja contada com base em outros relatos e visões de mundo.
Nesse sentido, existe uma legislação federal que torna obrigatório o ensino nas escolas da cultura afro-brasileira e indígena. Essa lei, que acaba de completar dez anos, infelizmente ainda é pouco conhecida. Compete a nós, militantes e especialistas da área de educação, colocarmos isso em prática.
Como exemplo, podemos citar o que ocorre em Santo André, na região do ABC paulista. No final de 2013, teve início a capacitação sobre cultura indígena para os professores de Educação Física da rede municipal de ensino. O objetivo é fazer com que o docente passe a utilizar em suas aulas as danças, os jogos cooperativos e as brincadeiras oriundas dessa tradição.
Trazer essa visão de mundo para os alunos é importante para se perceber como a influência desse povo se faz muito presente no nosso dia a dia. Para ficar em um só aspecto, vale mencionar o hábito do banho diário. Sem falar nas centenas de palavras e termos de origem indígena que usamos para nos expressar.
Essa percepção, que por vezes passa despercebida face ao contexto globalizado em que vivemos, é fundamental para mostrar às nossas crianças e jovens a riqueza da cultura e da tradição dos primeiros habitantes do nosso país.
Ao oferecer essa possibilidade aos alunos, estamos contribuindo para resgatar o papel dos índios na formação do Brasil. Serve, ainda, para evitar possíveis percepções preconceituosas em relação a esse povo, que deve ser reverenciado pelas inúmeras contribuições que, hoje, encontram-se naturalmente incorporadas ao nosso cotidiano. Significa também dar à cultura indígena o devido protagonismo que ela tanto merece.
Gilmar Silvério. Disponível em: http://www.gazetadigital.com.br/editorias/opiniao/
a-importancia-de-conhecer-a-nossa-historia/419455.
Acesso em 07/04/2019. Adaptado.
Na abordagem que faz do tema selecionado, o autor do Texto defende principalmente que:
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Um host origem precisa executar um comando de mensagem icmp echo request para host destino com número IP 150.161.70.3 e que está fora da sua rede. Para que essa comunicação ocorra corretamente, é necessário que a seguinte informação esteja disponível/configurada no host origem:
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No que concerne às licenças e afastamentos, regidos pela Lei nº 8.112/1990, assinale a alternativa correta.
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