Foram encontradas 70 questões.
Após a instalação do sistema operacional Windows, alguns dispositivos conectados à placa-mãe do computador não são reconhecidos, cabendo ao profissional a instalação do driver correto para que o dispositivo possa funcionar.
Sabendo disso, assinale, dentre as alternativas a seguir, a que não representa um software que pode auxiliar na busca de drivers em um computador conectado à internet:
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Texto II
Eloquência singular
Mal iniciara seu discurso, o deputado embatucou:
– Senhor presidente: não sou daqueles que...
O verbo ia para o singular ou para o plural? Tudo indicava o plural. No entanto, podia perfeitamente ser o singular.
– Não ou daqueles que...
Não sou daqueles que recusam... No plural soava melhor. Mas era preciso precaver-se contra essas armadilhas da linguagem – que recusa? - ele que tão facilmente caía nelas, e era logo massacrado com um aparte. Não sou daqueles que... Resolveu ganhar tempo.
– … embora perfeitamente cônscio das minhas altas responsabilidades, como representante do povo nesta Casa, não sou...
Daqueles que recusa, evidentemente. Como é que podia ter pensado em plural? […]
– … daqueles que, em momentos de extrema gravidade, como este que o Brasil atravessa....
Safara-se porque nem se lembrava do verbo que pretendia usar:
– Não sou daqueles que...
Daqueles que o quê? Qualquer coisa, contanto que atravessasse de uma vez essa traiçoeira pinguela gramatical em que sua oratória lamentavelmente havia se metido logo de saída. Mas a concordância? Qualquer verbo servia, desde que conjugado corretamente, no singular. Ou no plural:
– Não sou daqueles que, dizia eu – e é bom que se repita sempre, senhor Presidente, para que possamos ser dignos de confiança em nós depositada...
Intercalava orações e mais orações, voltando sempre ao ponto de partida, incapaz de definir por esta ou aquela concordância. Ambas com aparência castiça. Ambas legítimas.
[…] Intercalou mais uma oração e foi em frente com bravura, disposto a tudo, afirmando não ser daqueles que...
– Como?
Acolheu a interrupção com um suspiro de alívio:
– Não ouvi bem o aparte do nobre deputado.
Silêncio. Ninguém dera aparte nenhum.
– Vossa excelência, por obséquio, queira falar mais alto, que não ouvi bem – e apontava, agoniado, um dos deputados mais próximos.
– Eu? Mas eu não disse nada...
[…]
O silêncio continuava. Interessados, os demais deputados se agrupavam em torno do orador, aguardando o desfecho daquela agonia […]
– Que é que você acha? - cochichou um.
– Acho que vai para o singular.
– Pois eu não: para o plural, é lógico.
O orador prosseguia sua luta:
– Como afirmava no começo do meu discurso, senhor Presidente...
Tirou o lenço de bolso e enxugou o suor da testa. Vontade de aproveitar-se do gesto e pedir ajuda ao próprio Presidente da mesa: por favor, apura aí pra mim como é que é, me tira desta...
– Quero comunicar ao nobre orador que o seu tempo se acha esgotado.
[…]
Resolveu arrematar de qualquer maneira. Encheu o peito e desfechou:
– Em suma: não sou daqueles. Tenho dito.
Houve um suspiro de alívio em todo o plenário, as palavras romperam. Muito bem! Muito bem! O orador foi vivamente cumprimentado.
SABINO, Fernando. Crônicas 4. São Paulo: Ática, 2002.
Analise os itens de I a V e assinale a alternativa que traz todas as palavras que perderam o acento, conforme o novo acordo ortográfico.
I. Chapéu, herói, Niterói, destrói, céu.
II. Têm, vêm, displicência, competência, saliência.
III. Crêem, vêem, lêem, enjôo, perdôo.
IV. Geléia, jibóia, idéia,platéia, plebéia.
V. Eloquência, silêncio, concordância, presidência, excelência.
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Texto II
Eloquência singular
Mal iniciara seu discurso, o deputado embatucou:
– Senhor presidente: não sou daqueles que...
O verbo ia para o singular ou para o plural? Tudo indicava o plural. No entanto, podia perfeitamente ser o singular.
– Não ou daqueles que...
Não sou daqueles que recusam... No plural soava melhor. Mas era preciso precaver-se contra essas armadilhas da linguagem – que recusa? - ele que tão facilmente caía nelas, e era logo massacrado com um aparte. Não sou daqueles que... Resolveu ganhar tempo.
– … embora perfeitamente cônscio das minhas altas responsabilidades, como representante do povo nesta Casa, não sou...
Daqueles que recusa, evidentemente. Como é que podia ter pensado em plural? […]
– … daqueles que, em momentos de extrema gravidade, como este que o Brasil atravessa....
Safara-se porque nem se lembrava do verbo que pretendia usar:
– Não sou daqueles que...
Daqueles que o quê? Qualquer coisa, contanto que atravessasse de uma vez essa traiçoeira pinguela gramatical em que sua oratória lamentavelmente havia se metido logo de saída. Mas a concordância? Qualquer verbo servia, desde que conjugado corretamente, no singular. Ou no plural:
– Não sou daqueles que, dizia eu – e é bom que se repita sempre, senhor Presidente, para que possamos ser dignos de confiança em nós depositada...
Intercalava orações e mais orações, voltando sempre ao ponto de partida, incapaz de definir por esta ou aquela concordância. Ambas com aparência castiça. Ambas legítimas.
[…] Intercalou mais uma oração e foi em frente com bravura, disposto a tudo, afirmando não ser daqueles que...
– Como?
Acolheu a interrupção com um suspiro de alívio:
– Não ouvi bem o aparte do nobre deputado.
Silêncio. Ninguém dera aparte nenhum.
– Vossa excelência, por obséquio, queira falar mais alto, que não ouvi bem – e apontava, agoniado, um dos deputados mais próximos.
– Eu? Mas eu não disse nada...
[…]
O silêncio continuava. Interessados, os demais deputados se agrupavam em torno do orador, aguardando o desfecho daquela agonia […]
– Que é que você acha? - cochichou um.
– Acho que vai para o singular.
– Pois eu não: para o plural, é lógico.
O orador prosseguia sua luta:
– Como afirmava no começo do meu discurso, senhor Presidente...
Tirou o lenço de bolso e enxugou o suor da testa. Vontade de aproveitar-se do gesto e pedir ajuda ao próprio Presidente da mesa: por favor, apura aí pra mim como é que é, me tira desta...
– Quero comunicar ao nobre orador que o seu tempo se acha esgotado.
[…]
Resolveu arrematar de qualquer maneira. Encheu o peito e desfechou:
– Em suma: não sou daqueles. Tenho dito.
Houve um suspiro de alívio em todo o plenário, as palavras romperam. Muito bem! Muito bem! O orador foi vivamente cumprimentado.
SABINO, Fernando. Crônicas 4. São Paulo: Ática, 2002.
Depreende-se do texto que a principal estratégia utilizada pelo político para ganhar tempo e resolver a sua dúvida foi:
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- Fundamentos de Sistemas OperacionaisDiferenças entre Windows e Linux
- LinuxPrivilégios de root no Linux
- WindowsUsuários e Grupos no WindowsPrivilégios de Administrador no Windows
Analise as proposições abaixo.
I. Um arquivo oculto no Windows possui a atribuição -o;
II. Um arquivo oculto no Linux possui a atribuição -h;
III. Um arquivo oculto no Linux pode ser visualizado com o comando ls -a;
IV. Um arquivo oculto no Windows pode ser visualizado como o comando Dir -a;
Marque a alternativa correta.
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Dos componentes listados abaixo, qual não faz parte da estrutura de um Nobreak 1400 VA?
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Texto III
Intolerância e exclusão
A diretora de uma escola me contou um fato interessante. No segundo semestre do ano, muitos pais visitam escolas porque terão de matricular ou transferir o filho no próximo ano. Ela disse que ouviu uma pergunta inédita de vários deles: "Qual o perfil dos pais que matriculam seus filhos aqui?"
Qual o intuito desses pais? Pensei que, talvez, eles buscassem identificação, ou seja, procuravam saber se fariam parte do grupo, se as outras famílias seriam parecidas pelo menos em alguns pontos com eles.
Essa tem sido uma característica de nosso tempo: com tanta diversidade, buscamos o parecido, o semelhante, o quase igual para nos juntarmos. Vemos isso pelas vestimentas, pelos modelos de carros e celulares, pelo uso da linguagem de grupos que têm afinidades entre si, seja pela condição econômica, seja pelo bairro ou cidade em que moram, seja pelos locais que frequentam etc. Ora, a escola dos filhos não iria escapar desse modo de se agrupar.
Quando ouvi o relato dessa diretora, lembrei-me de outro fato contado por uma mãe. Sua filha, de 12 anos, tivera de trocar de escola e enfrentava dificuldades para fazer parte do grupo de meninas de sua sala. Sabe como é, leitor: as crianças rejeitam e excluem seus pares com facilidade, já que ainda se relacionam de acordo com seus interesses sempre temporários e por temer a diferença.
Um dia, a filha dessa leitora chegou em casa com alguns pedidos bem diferentes: queria trocar de relógio, cortar o cabelo, comprar pulseiras e, inclusive, trocar os óculos de grau que usava por lentes de contato. Depois de conversar com a filha, a mãe descobriu que ela havia recebido das colegas de classe essas e outras instruções, que vieram, inclusive, por escrito, que ela teria de seguir para ser aceita pelo grupo. Para sorte dessa garota, a sua família não levou a sério o fato e até brincou com ele, de modo que ela teve a chance de não se sentir pressionada pelo evento.
Os dois fatos, e outros que observamos ou vivemos diariamente, me fizeram pensar no filme "A Onda", que relata uma experiência escolar em que um professor de história implanta em sua sala um clima inspirado no nazismo para demonstrar que ainda seria possível isso acontecer. O problema é que ele perde o controle da situação porque os alunos ficam absolutamente fascinados com a disciplina, com a homogeneização e com o sentido de fraternidade que se constrói no grupo. Com isso, os diferentes são excluídos e ignorados. Por sinal, vale a pena assistir ao filme. Ele nos alerta principalmente a respeito do autoritarismo dos grupos em detrimento do pensamento crítico pessoal, dos comportamentos e atitudes diferentes da maioria e, portanto, das liberdades individuais. Já vivemos isso na atualidade, não?
A filha de nossa leitora sentiu isso na pele com apenas 12 anos. A protagonista daquele lamentável evento ocasionado por um vestido curto e vermelho ocorrido em uma universidade também. Hoje, os gordos - e não me refiro à obesidade mórbida -, os que fumam, os que não praticam exercícios físicos e que gostam de comer bem sem se preocupar com calorias e gorduras nem com a saúde perfeita, os que não competem, os chamados "perdedores", são excluídos dos grupos - muitas vezes, de maneira humilhante. A intolerância ganha cada vez mais terreno.
Precisamos pensar se queremos manter esse clima de servidão voluntária ao grupo entre os mais novos ou se vamos intervir para evitá-lo.
Rosely HYPERLINK "http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/"Sayão
O texto nos faz refletir sobre o fato de que:
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João e Pedro são primos. Sabe-se que a razão das suas idades é 3/4. Quantos anos tem cada um, sabendo que a soma de suas idades é 49.
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No que se refere aos Princípios Fundamentais da Universidade Federal de Roraima, conforme prevê seu Estatuto, Resolução nº 026/2003-CUNI, marque a alternativa incorreta:
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No Windows 7, uma função muito útil é o comando Executar. Através dessa função do sistema, diversos programas e pastas podem ser abertos através do nome da aplicação a ser executada. Qual comando, dentre os listados a seguir, tem a mesma função do comando control userpasswords2, utilizado para alterar níveis de acesso às Contas de Usuários?
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Um técnico de informática baixou o pacote:
arquivo-1.03.tar.gz.
Para prosseguir com a instalação no mesmo diretório descompactou o pacote através do comando .
Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do texto.
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