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Queimadas tendem a piorar Covid-19 em áreas de floresta
As queimadas em larga escala na Amazônia e no Pantanal - que atingiram níveis recordes em 2020 - tendem a agravar o quadro da epidemia de COVID-19 nessas regiões, onde vivem populações extremamente vulneráveis e com sistema de saúde precário. O alerta foi feito em nota técnica divulgada nesta quarta-feira, 11, por pesquisadores do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT/Fiocruz).
A nota aponta risco de 30% no aumento da internação por doenças respiratórias de crianças moradoras de áreas próximas a queimadas. A exposição à fumaça pode gerar problemas respiratórios, processos inflamatórios e agravar os casos de COVID-19.
"Além disso", diz a nota, "mesmo que não haja infecção pelo novo coronavírus, as pessoas afetadas pela fumaça podem enfrentar problemas de atendimento e diagnóstico na rede de saúde que já se encontra comprometida com a atenção aos casos graves de covid”.
Fonte: Jornal Estado de Minas. Seção Estadão Conteúdo. 11/11/2020. Disponível em: <Queimadas tendem a piorar COVID-19 em áreas de floresta - Nacional - Estado de Minas>
No que diz respeito ao uso da Norma Culta, na frase “As queimadas em larga escala na Amazônia e no Pantanal - que atingiram níveis recordes em 2020 - tendem a agravar o quadro da epidemia de COVID-19 [...]”:
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Em relação à frase “... Macunaíma correu pela praia e pranteou-se.”, é CORRETO afirmar que:
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Leia o período abaixo e analise as alternativas a seguir:
Para alguns, a obra Macunaíma não tem à ver com a preguiça do povo brasileiro. Para outros, o personagem principal revela a verdadeira síntese do comodismo e o preconceito de que brasileiro não gosta de trabalhar. Por conseguinte, Mário de Andrade determinou que muitos mentirosos fossem às favas.
I. O uso da crase em “à ver” está de acordo com a norma gramatical vigente;
II. Em “a verdadeira”, o artigo “a” deveria estar com a crase porque “verdadeira” é uma palavra feminina;
III. A expressão “às favas” está dentro dos padrões da Norma Culta.
IV. Em “brasileiro não gosta de trabalhar” o verbo gostar é intransitivo.
Está (ão) CORRETA (S):
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Após o jantar, papai começou a contar uma história, e justo sobre a laje do Trovão. [...]
Foi nessa noite que ouvi falar pela primeira vez na “boca da noite”.
Eu nem estava prestando atenção na história que papai contava, mas, quando falou da tal “boca da noite”, tratei logo de acordar todos os meus sentidos que estavam quase dormindo.
Fiquei imaginando como era o corpo da noite... Pois se tem boca, tem que ter cabeça, nariz, orelha, cabelo, braços, pernas, mãos e pés... Será que essas partes são parecidas com as do nosso corpo? Porque, se tem boca, deve haver um corpo! [...]
- Filho, céu é uma coisa, a boca da noite é outra. O que importa é que existem dois mundos: o mundo do dia e o mundo da noite, e o que divide um mundo do outro é a boca da noite. É a boca da noite que ajuda a manter o equilíbrio da vida na Terra e de todos os viventes. Nós trabalhamos durante o dia e, depois da boca da noite, dormimos sossegados dentro dela. [...]
(WAPICHANA, Cristino. A boca da noite. Rio de Janeiro: Zit, 2016, p.71)
Na frase “Eu nem estava prestando atenção na história que papai contava, mas, quando falou da tal “boca da noite”, tratei logo de acordar todos os meus sentidos que estavam quase dormindo.”, do texto, os termos destacados são, respectivamente, classificados como:
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Queimadas no Pantanal em 2020 superaram recorde histórico
Número de focos de queimadas registrados em 2020 superaram o total de três anos anteriores, segundo o Inpe. (Dândara Genelhú em 08h52 - 02/01/2021)
Marcado com cenário de fogo e fumaça, causados pelas queimadas, o Pantanal foi o bioma mais afetado em 2020. O índice de queimadas registrado pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) foi o maior da história.
Assim, desde 1998, quando começaram a monitorar a situação, não havia sido registrada tamanha destruição por queimadas. Apenas em 2020, foram 22.116 focos de incêndio contabilizados pelo Inpe. O bioma faz parte do território de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.
Além de ser o maior registro histórico de queimadas, esta foi a primeira vez em que o Pantanal registrou mais de 12,5 mil focos de incêndio. Antes, o recorde de queimadas era de 12.536 focos, em 2005. Então, se comparado o mesmo período dos anos com maiores índices de queimadas, o aumento do último ano foi de 76.41%.
Indo mais além, 2020 teve mais focos de incêndio no Pantanal do que os três anos anteriores juntos. Em 2019 foram 10.025 focos, em 2018 foram 1.691 e 2017 registrou 5.773. Com isso, somam 17.489 focos de queimadas.
Pantanal sul-mato-grossense
No MS foram registrados 12.080 focos de queimadas em 2020. De acordo com a CNN, o último número expressivo no Estado aconteceu em 2005, quando houveram 12.904 focos de incêndio.
Então, segundo levantamento do INPE, a semana com mais focos registrados foi de 28 de setembro até 04 de outubro de 2020. Neste período foram contabilizados 1.276 focos de queimadas.
Assim, mais de 40 mil km2 do Pantanal inteiro foram devastados até novembro. Ou seja, cerca de 30% do bioma já foi devastado. O apontamento foi realizado pelo LASA (Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais), da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), e divulgado pela CNN. [...]
Texto reproduzido fielmente conforme publicado em https://www.midiamax.com.br/cotidiano/2021/queimadas-no-pantanal-em-2020-superaram-recorde-historico (acesso em 02/01/2021)
Nas opções abaixo, foram transcritos trechos do texto. Marque aquela que apresenta desvio da Norma Culta da Língua Portuguesa:
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Queimadas no Pantanal em 2020 superaram recorde histórico
Número de focos de queimadas registrados em 2020 superaram o total de três anos anteriores, segundo o Inpe. (Dândara Genelhú em 08h52 - 02/01/2021)
Marcado com cenário de fogo e fumaça, causados pelas queimadas, o Pantanal foi o bioma mais afetado em 2020. O índice de queimadas registrado pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) foi o maior da história.
Assim, desde 1998, quando começaram a monitorar a situação, não havia sido registrada tamanha destruição por queimadas. Apenas em 2020, foram 22.116 focos de incêndio contabilizados pelo Inpe. O bioma faz parte do território de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.
Além de ser o maior registro histórico de queimadas, esta foi a primeira vez em que o Pantanal registrou mais de 12,5 mil focos de incêndio. Antes, o recorde de queimadas era de 12.536 focos, em 2005. Então, se comparado o mesmo período dos anos com maiores índices de queimadas, o aumento do último ano foi de 76.41%.
Indo mais além, 2020 teve mais focos de incêndio no Pantanal do que os três anos anteriores juntos. Em 2019 foram 10.025 focos, em 2018 foram 1.691 e 2017 registrou 5.773. Com isso, somam 17.489 focos de queimadas.
Pantanal sul-mato-grossense
No MS foram registrados 12.080 focos de queimadas em 2020. De acordo com a CNN, o último número expressivo no Estado aconteceu em 2005, quando houveram 12.904 focos de incêndio.
Então, segundo levantamento do INPE, a semana com mais focos registrados foi de 28 de setembro até 04 de outubro de 2020. Neste período foram contabilizados 1.276 focos de queimadas.
Assim, mais de 40 mil km2 do Pantanal inteiro foram devastados até novembro. Ou seja, cerca de 30% do bioma já foi devastado. O apontamento foi realizado pelo LASA (Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais), da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), e divulgado pela CNN. [...]
Texto reproduzido fielmente conforme publicado em https://www.midiamax.com.br/cotidiano/2021/queimadas-no-pantanal-em-2020-superaram-recorde-historico (acesso em 02/01/2021)
No texto, a frase “O bioma faz parte do território de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.” nos traz o conceito de “bioma” (de bios=vida e oma=grupo ou massa). Ao refletir sobre os processos de formação das palavras, observamos outras palavras que também utilizam o prefixo “bio” de origem grega, a exemplo de biólogo ou biografia.
Analise as opções abaixo e marque a que apresenta um processo de formação de palavras por prefixação com o mesmo significado do prefixo em todas as palavras:
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Texto

(FIOROTTI, Devair; ESBELL, Jaider. Urihy- nossa terra, nossa floresta. São Paulo, Patuá, 2017, p.71)
Em Urihy - nossa terra, nossa floresta, a obra conta sobre um jovem yanomami que, sequestrado por um garimpeiro, foi abandonado por ele tempos depois e buscou o caminho de volta para casa guiado pelos sopros dos espíritos.
A respeito da leitura da obra e da passagem mostrada no texto, marque a afirmativa CORRETA:
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Considerando a Geografia de Roraima a partir de aspectos da sociedade roraimense, é CORRETO afirmar, sobre a população do estado de Roraima, que:
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The World’s Largest Tropical Wetland Has Become an Inferno
By Catrin Einhorn, Maria Magdalena Arréllaga, Blacki Migliozzi and Scott Reinhard
This year, roughly a quarter of the vast Pantanal wetland in Brazil, one of the most biodiverse places on Earth, has burned in wildfires worsened by climate change. What happens to a rich and unique biome when so much is destroyed?
The unprecedented fires in the wetland have attracted less attention than blazes in Australia, the Western United States and the Amazon, its celebrity sibling to the north. But while the Pantanal is not a global household name, tourists in the know flock there because it is home to exceptionally high concentrations of breathtaking wildlife: Jaguars, tapirs, endangered giant otters and bright blue hyacinth macaws. Like a vast tub, the wetland swells with water during the rainy season and empties out during the dry months. Fittingly, this rhythm has a name that evokes a beating heart: the flood pulse.
The wetland, which is larger than Greece and stretches over parts of Brazil, Paraguay and Bolivia, also offers unseen gifts to a vast swath of South America by regulating the water cycle upon which life depends. Its countless swamps, lagoons and tributaries purify water and help prevent floods and droughts. They also store untold amounts of carbon, helping to stabilize the climate.
(…)
Naturally occurring fire plays a role in the Pantanal, in addition to the burning by ranchers. The flames are usually contained by the landscape’s mosaic of water. But this year’s drought sucked these natural barriers dry. The fires are far worse than any since satellite records began.

Note: Cumulative sum of fire detections across the Pantanal Biome. Data as of Oct. 12. Instruments on Terra and Aqua satellites have experienced periodic failures. Source: NASA Terra and Aqua satellite data, based on detections with greater than 95 percent confidence levels.
The fires are also worse than any in the memory of the Guató people, an Indigenous group whose ancestors have lived in the Pantanal for thousands of years.
Guató leaders in an Indigenous territory called Baía dos Guató said the fires spread from the ranches that surround their land, and satellite images confirm that the flames swept in from the outside. When fire started closing in on the home of Sandra Guató Silva, a community leader and healer, she fought to save it with the help of her son, grandson and a boat captain with a hose.
(...)
Now Ms. Guató Silva mourns the loss of nature itself. “It makes me sick,” she said. “The birds don’t sing anymore. I no longer hear the song of the Chaco chachalaca bird. Even the jaguar that once scared me is suffering. That hurts me. I suffer from depression because of this. Now there is a hollow silence. I feel as though our freedom has left us, has been taken from us with the nature that we have always protected.”
Disponível em: https://www.nytimes.com/interactive/2020/10/13/climate/pantanal-brazil-fires.html Acesso em: 12 nov. 2020.
According to the data analyzed and reported by The New York Times agency, “The fires are far worse than any since satellite records began”. By reading the graph, the months when the cumulative sum of fire detections across Pantanal started to increase were:
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Se x e y são números reais positivos, então a expressão
!$ log \sqrt{\large{x^4 + y^3 \over x^3 \sqrt{y}}} !$
é igual a:
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