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Foram encontradas 60 questões.

2691782 Ano: 2023
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFRRJ
Orgão: UFRRJ
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O ingresso extraorçamentário que o agente público deve realizar antes do fim de cada ano é denominado de

 

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2691781 Ano: 2023
Disciplina: Auditoria
Banca: UFRRJ
Orgão: UFRRJ
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São etapas de avaliação de auditoria:

 

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2691780 Ano: 2023
Disciplina: Auditoria
Banca: UFRRJ
Orgão: UFRRJ
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Sobre os Termos do Manual de Orientações Técnicas da Atividade de Auditoria Interna Governamental do Poder Executivo Federal, é correto afirmar que Auditoria Interna Governamental é uma atividade independente e

 

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2691779 Ano: 2023
Disciplina: Auditoria
Banca: UFRRJ
Orgão: UFRRJ
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De acordo com a Instrução Normativa nº 5 de 27/08/2021, o Relatório Anual de Atividades da Auditoria Interna – RAINT deve ser comunicado ao

 

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2691778 Ano: 2023
Disciplina: Auditoria
Banca: UFRRJ
Orgão: UFRRJ
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A respeito da independência e objetividade do auditor interno, assinale a única alternativa que está de acordo com o Manual de Orientações Técnicas da Atividade de Auditoria Interna Governamental do Poder Executivo Federal.

 

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2691744 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UFRRJ
Orgão: UFRRJ
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Leia o texto I e responda às questões de 1 a 12.

TEXTO I

UTILIDADES DEMAIS

Flanando outro dia pela avenida Rio Branco, vi-me sem querer numa galeria formada por camelôs na cidade do Rio de Janeiro. E, como estava ali, caí na tentação de procurar um objeto: uma lanterninha, daquelas micro, de plástico, a pilha. O camelô me mostrou uma pequena peça, que acoplou a seu celular, e produziu um jatinho de luz. Agradeci e respondi que não me servia – “Não uso celular”, expliquei.

O camelô se escandalizou: “Não usa celular???”, perguntou, com vários pontos de interrogação e num volume que o fez ser ouvido por todo mundo em volta. A frase se espalhou pelos demais camelôs e, em segundos, à medida que eu passava pelo corredor humano, podia sentir os dedos apontados para mim e a frase: “Não usa celular!!!”. Para eles, eu devia equivaler a alguém que ainda não tinha aderido ao banho quente ou à luz elétrica. Acho até que um camelô me fotografou, talvez para mostrar a algum amigo incrédulo – como pode haver, em 2017, quem não use celular?

Consciente de ser um anacronismo ambulante, confesso-me esta pessoa e me atrevo a dizer que o celular nunca me fez falta – e continua não fazendo. Para me comunicar, vivo hoje mais ou menos como em 1990, quando o treco ainda não existia e nem se pensava no assunto.

Ninguém deixa de falar comigo por falta de telefone. Se estou em casa, atendo àquele aparelho que hoje chamam, com desprezo, de “fixo”. Se tiver de sair, faço as ligações de que preciso e vou alegremente para a rua. Se eu estiver fora e alguém me telefonar, paciência – se for importante, ligará de novo.

Por que não uso celular? Porque, com suas 1001 utilidades, tipo Bombril, ele é capaz de me escravizar. O único jeito é manter-me à distância – até o dia em que, com ou sem ele, provavelmente ficarei inviável de vez.

CASTRO, Ruy. Folha de São Paulo. Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/ colunas/ruycastro/2017/07/1905766-utilidades-demais.shtml. Acesso em 03/01/2022. Adaptado.

Em “O camelô ME mostrou uma pequena peça” (1°§), o termo em destaque classificase morfossintaticamente como:

 

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2691742 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UFRRJ
Orgão: UFRRJ
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TEXTO I

UTILIDADES DEMAIS

Flanando outro dia pela avenida Rio Branco, vi-me sem querer numa galeria formada por camelôs na cidade do Rio de Janeiro. E, como estava ali, caí na tentação de procurar um objeto: uma lanterninha, daquelas micro, de plástico, a pilha. O camelô me mostrou uma pequena peça, que acoplou a seu celular, e produziu um jatinho de luz. Agradeci e respondi que não me servia – “Não uso celular”, expliquei.

O camelô se escandalizou: “Não usa celular???”, perguntou, com vários pontos de interrogação e num volume que o fez ser ouvido por todo mundo em volta. A frase se espalhou pelos demais camelôs e, em segundos, à medida que eu passava pelo corredor humano, podia sentir os dedos apontados para mim e a frase: “Não usa celular!!!”. Para eles, eu devia equivaler a alguém que ainda não tinha aderido ao banho quente ou à luz elétrica. Acho até que um camelô me fotografou, talvez para mostrar a algum amigo incrédulo – como pode haver, em 2017, quem não use celular?

Consciente de ser um anacronismo ambulante, confesso-me esta pessoa e me atrevo a dizer que o celular nunca me fez falta – e continua não fazendo. Para me comunicar, vivo hoje mais ou menos como em 1990, quando o treco ainda não existia e nem se pensava no assunto.

Ninguém deixa de falar comigo por falta de telefone. Se estou em casa, atendo àquele aparelho que hoje chamam, com desprezo, de “fixo”. Se tiver de sair, faço as ligações de que preciso e vou alegremente para a rua. Se eu estiver fora e alguém me telefonar, paciência – se for importante, ligará de novo.

Por que não uso celular? Porque, com suas 1001 utilidades, tipo Bombril, ele é capaz de me escravizar. O único jeito é manter-me à distância – até o dia em que, com ou sem ele, provavelmente ficarei inviável de vez.

CASTRO, Ruy. Folha de São Paulo. Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/ colunas/ruycastro/2017/07/1905766-utilidades-demais.shtml. Acesso em 03/01/2022. Adaptado.

TEXTO II

Enunciado 3397871-1

Disponível em http://www.arionaurocartuns.com.br/2019/05/. Acesso em 03/01/2022.

Com base nos textos I e II, assinale a alternativa correta.

 

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2691741 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UFRRJ
Orgão: UFRRJ
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Leia o texto II e responda às questões de 13 a 15.

TEXTO II

Enunciado 3397869-1

Disponível em http://www.arionaurocartuns.com.br/2019/05/. Acesso em 03/01/2022.

Em “Estou FAZENDO uma pesquisa”, a forma nominal do verbo em destaque é

 

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2691740 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UFRRJ
Orgão: UFRRJ
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Leia o texto II e responda às questões de 13 a 15.

TEXTO II

Enunciado 3397867-1

Disponível em http://www.arionaurocartuns.com.br/2019/05/. Acesso em 03/01/2022.

A tirinha acima exemplifica a linguagem mista, pois

 

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2691739 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UFRRJ
Orgão: UFRRJ
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Leia o texto I e responda às questões de 1 a 12.

TEXTO I

UTILIDADES DEMAIS

Flanando outro dia pela avenida Rio Branco, vi-me sem querer numa galeria formada por camelôs na cidade do Rio de Janeiro. E, como estava ali, caí na tentação de procurar um objeto: uma lanterninha, daquelas micro, de plástico, a pilha. O camelô me mostrou uma pequena peça, que acoplou a seu celular, e produziu um jatinho de luz. Agradeci e respondi que não me servia – “Não uso celular”, expliquei.

O camelô se escandalizou: “Não usa celular???”, perguntou, com vários pontos de interrogação e num volume que o fez ser ouvido por todo mundo em volta. A frase se espalhou pelos demais camelôs e, em segundos, à medida que eu passava pelo corredor humano, podia sentir os dedos apontados para mim e a frase: “Não usa celular!!!”. Para eles, eu devia equivaler a alguém que ainda não tinha aderido ao banho quente ou à luz elétrica. Acho até que um camelô me fotografou, talvez para mostrar a algum amigo incrédulo – como pode haver, em 2017, quem não use celular?

Consciente de ser um anacronismo ambulante, confesso-me esta pessoa e me atrevo a dizer que o celular nunca me fez falta – e continua não fazendo. Para me comunicar, vivo hoje mais ou menos como em 1990, quando o treco ainda não existia e nem se pensava no assunto.

Ninguém deixa de falar comigo por falta de telefone. Se estou em casa, atendo àquele aparelho que hoje chamam, com desprezo, de “fixo”. Se tiver de sair, faço as ligações de que preciso e vou alegremente para a rua. Se eu estiver fora e alguém me telefonar, paciência – se for importante, ligará de novo.

Por que não uso celular? Porque, com suas 1001 utilidades, tipo Bombril, ele é capaz de me escravizar. O único jeito é manter-me à distância – até o dia em que, com ou sem ele, provavelmente ficarei inviável de vez.

CASTRO, Ruy. Folha de São Paulo. Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/ colunas/ruycastro/2017/07/1905766-utilidades-demais.shtml. Acesso em 03/01/2022. Adaptado.

No quarto parágrafo, considerando o contexto do texto, a palavra FIXO está entre aspas, por se tratar de

 

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