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Na novela A morte de Ivan Ilitch, de Leon Tolstoi, o personagem principal padece de uma misteriosa doença que permanece insolúvel, vindo a lhe ocasionar um fim trágico - como o próprio título indica. Diante dos vários profissionais médicos que passam pela sua vida de convalescente, Ivan Ilitch não consegue alívio para o seu sofrimento com nenhum deles. A ajuda veio de quem em princípio era menos qualificado para tal, quando um dos seus criados resolve propiciar-lhe uma posição anatômica, elevação das pernas, que causava alívio imediato às dores de seu amo. Essa novela russa oitocentista ilustra a seguinte noção a ser levada em conta para composição das políticas públicas de saúde mental, proposta por Benedetto Saraceno (In Libertando identidades: da reabilitação psicossocial à cidadania possível. Belo Horizonte / Rio de Janeiro: Te Corá / Instituto Franco Basaglia, 2001):
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Como assinala Claudio Lyra Bastos, "(...) a ideia de que existem certas drogas 'más' que possam levar as pessoas à perdição é tão mágica quanto a de que existem certas drogas 'boas' que possam resolver os problemas humanos" (In Manual do exame psíquico: uma introdução prática à psicopatologia. Rio de Janeiro: Revinter, 2000, p. 53).
Segundo esse autor, os fenômenos da demonização e da apologização das drogas compartilham uma construção imaginária comum, porém, pode-se inferir que ambos apontariam para consequências sociais distintas, respectivamente:
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- Psicologia ClínicaPsicopatologiaCID-10 e DSM
- Psicologia ClínicaPsicopatologiaSemiologia Psiquiátrica e Critérios de Normalidade
Para a psicologia em geral, as nosografias psiquiátricas (DSM e seu correlato, Classificação Internacional de Doenças - CID) servem sobretudo como instrumento de:
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Leia atentamente a citação seguinte, extraída de Isaías Pessotti, e responda as questões 32 e 33:
"(...) o DSM [Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais] não é uma classificação das formas de loucura; é uma classificação extremamente inclusiva das queixas possíveis a que um psiquiatra pode ou deve dar atenção. (...) De certo modo, não é mais a forma do distúrbio que determina se o psiquiatra deve tratá-lo. Mas a possibilidade de o psiquiatra tratá-lo é que define o que é distúrbio mental" (In Os nomes da loucura. São Paulo: Ed. 34, 1999, p. 182; p. 184).
No que tange à citada inversão operada na determinação atual dos distúrbios mentais, Pessotti refere-se ao declínio da:
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Leia atentamente a citação seguinte, extraída de Isaías Pessotti, e responda as questões 32 e 33:
"(...) o DSM [Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais] não é uma classificação das formas de loucura; é uma classificação extremamente inclusiva das queixas possíveis a que um psiquiatra pode ou deve dar atenção. (...) De certo modo, não é mais a forma do distúrbio que determina se o psiquiatra deve tratá-lo. Mas a possibilidade de o psiquiatra tratá-lo é que define o que é distúrbio mental" (In Os nomes da loucura. São Paulo: Ed. 34, 1999, p. 182; p. 184).
Por "loucura", Pessotti refere-se às descrições psicopatológicas clássicas que remetem às:
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De acordo com o caso clínico abaixo, responda as questões 29, 30 e 31:
Marcelo, 34 anos, policial militar da ativa, faz bicos como segurança particular em seus momentos de folga da corporação, procurou um ambulatório de saúde mental devido a ataques de pânico, que vinham o assolando desde o nascimento de seu filho caçula, há pouco mais de seis meses. Ao iniciar seu tratamento psicoterápico com o psicólogo do ambulatório, relatou um encontro anterior com o psiquiatra da polícia militar, que lhe receitara Rivotril sublingual em "caso de necessidade", para o "enfrentamento dos ataques". Havia um mês que Marcelo passara a carregar o medicamento S.O.S. consigo e, desde então, nunca mais teve um ataque de pânico, o que lhe permitiu retomar suas atividades laborativas. Contudo, Marcelo ainda expressa franco temor de voltar a ter os ataques, que ele atribui unicamente a circunstâncias externas a si próprio, apresentando assim significativa restrição em sua vida social.
O psicólogo que conduz a psicoterapia psicanaliticamente orientada de Marcelo deve ficar atento aos seguintes mecanismos psíquicos relatados por ele:
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De acordo com o caso clínico abaixo, responda as questões 29, 30 e 31:
Marcelo, 34 anos, policial militar da ativa, faz bicos como segurança particular em seus momentos de folga da corporação, procurou um ambulatório de saúde mental devido a ataques de pânico, que vinham o assolando desde o nascimento de seu filho caçula, há pouco mais de seis meses. Ao iniciar seu tratamento psicoterápico com o psicólogo do ambulatório, relatou um encontro anterior com o psiquiatra da polícia militar, que lhe receitara Rivotril sublingual em "caso de necessidade", para o "enfrentamento dos ataques". Havia um mês que Marcelo passara a carregar o medicamento S.O.S. consigo e, desde então, nunca mais teve um ataque de pânico, o que lhe permitiu retomar suas atividades laborativas. Contudo, Marcelo ainda expressa franco temor de voltar a ter os ataques, que ele atribui unicamente a circunstâncias externas a si próprio, apresentando assim significativa restrição em sua vida social.
De acordo com os referenciais psicanalíticos, em seu endereçamento ao psicólogo, torna-se indispensável que Marcelo formule um(a) __________, ainda não formulado(a). A expressão que melhor preenche a lacuna da frase anterior é:
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De acordo com o caso clínico abaixo, responda as questões 29, 30 e 31:
Marcelo, 34 anos, policial militar da ativa, faz bicos como segurança particular em seus momentos de folga da corporação, procurou um ambulatório de saúde mental devido a ataques de pânico, que vinham o assolando desde o nascimento de seu filho caçula, há pouco mais de seis meses. Ao iniciar seu tratamento psicoterápico com o psicólogo do ambulatório, relatou um encontro anterior com o psiquiatra da polícia militar, que lhe receitara Rivotril sublingual em "caso de necessidade", para o "enfrentamento dos ataques". Havia um mês que Marcelo passara a carregar o medicamento S.O.S. consigo e, desde então, nunca mais teve um ataque de pânico, o que lhe permitiu retomar suas atividades laborativas. Contudo, Marcelo ainda expressa franco temor de voltar a ter os ataques, que ele atribui unicamente a circunstâncias externas a si próprio, apresentando assim significativa restrição em sua vida social.
Dada sua relação com o psicotrópico, pode-se inferir que o caso de Marcelo seja um exemplo ilustrativo de:
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- Psicologia ClínicaTeorias da PersonalidadeFreud
- Psicologia ClínicaTipos de PsicoterapiaPsicanalítica
Em O seminário, livro 3: as psicoses 1955-56 (Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002), Jacques Lacan faz alusão ao fato de o DELÍRIO não ter saída, não ter cura, não se abrir à dimensão do equívoco, produzindo-se como uma significação que fixa uma relação entre significante e significado. Disso resulta seu caráter de:
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Afirma Marcelo Campos, em Freire e Freud: por uma atitude transitiva na educação sobre drogas: "O mesmo compromisso do psicanalista com o analisando permeia a relação educador/educando: cabe a mesma cautela para não ocorrer esquecimento de que o 'suposto saber' é suposto (...) O objetivo da educação sobre drogas não é prevenir o uso, mas a construção de senso crítico. O produto não é pessoas abstinentes de contato com drogas, mas pessoas com atitudes mais harmônicas e mutuamente responsáveis em relação ao uso ou não de álcool e outras drogas" (In SIQUEIRA, D. (org.) Mal(dito) cidadão: numa sociedade com drogas. São Paulo: King Graf Gráfica e Editora Ltda, 2006, p. 109; p. 115).
Conforme o trecho acima, constituem mecanismos indispensáveis a tal empreendimento educativo sobre drogas:
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