Foram encontradas 65 questões.
Dados os conjuntos A = {2, 4, 6, 8, 10}, B = {2, 3, 5, 7, 11} e C = {4, 5, 6, 7, 8}, determine o conjunto (A ∪ B) ∩ C.
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Em uma sala de aula, há 9 meninos e 5 meninas. O professor precisa escolher 4 alunos para formar um grupo, mas com a
condição de que haja pelo menos 2 meninas no grupo. Determine de quantas maneiras diferentes o professor pode formar esse
grupo.
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Um terreno tem a forma de um trapézio retângulo, com bases de 15 metros e 21 metros, e altura de 8 metros. Uma cerca será
construída ao redor do terreno, mas apenas nos lados não paralelos (as laterais). Calcule o comprimento total da cerca necessária.
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- FundamentosOperações Fundamentais
- FundamentosSolução de Problemas
- Álgebra
- Sequências e ProgressõesPA: Progressão Aritmética
Em uma sequência de figuras geométricas, cada figura é composta por um número de triângulos. A primeira figura tem 1
triângulo, a segunda tem 3 triângulos, a terceira tem 6 triângulos, a quarta tem 10 triângulos, e assim por diante. Determine quantos
triângulos estarão na sexta figura da sequência.
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Pedro recebeu seu salário e fez as seguintes transações: primeiro, gastou 25% em impostos. Em seguida, do que restou,
investiu 20% em um fundo. Depois, pagou R$ 600 em contas. Finalmente, do que sobrou, gastou 10% em lazer. Após todas essas
transações, Pedro ficou com R$ 1.620. Determine o valor original do salário de Pedro.
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Texto para a questão.
TECNOFEUDALISMO
No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo”
em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite
anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar
a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar
a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em
terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.
Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a
colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro
imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro
das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que
o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.
Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os
antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel
de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são
clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e
serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que
Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae
sobre o continente invisível? O futuro dirá.
Tales M. de Sá Cavalcante
Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.’
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Texto para a questão.
TECNOFEUDALISMO
No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo”
em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite
anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar
a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar
a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em
terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.
Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a
colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro
imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro
das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que
o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.
Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os
antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel
de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são
clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e
serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que
Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae
sobre o continente invisível? O futuro dirá.
Tales M. de Sá Cavalcante
A relação coesiva, respectivamente, entre o termo 1 e o 2, no período entre aspas, é do tipo
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TECNOFEUDALISMO
No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo”
em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite
anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar
a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar
a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em
terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.
Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a
colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro
imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro
das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que
o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.
Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os
antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel
de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são
clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e
serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que
Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae
sobre o continente invisível? O futuro dirá.
Tales M. de Sá Cavalcante
No contexto em que se insere, a estrutura verbal demarcada indica
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TECNOFEUDALISMO
No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo”
em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite
anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar
a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar
a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em
terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.
Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a
colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro
imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro
das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que
o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.
Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os
antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel
de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são
clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e
serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que
Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae
sobre o continente invisível? O futuro dirá.
Tales M. de Sá Cavalcante
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TECNOFEUDALISMO
No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo”
em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite
anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar
a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar
a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em
terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.
Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a
colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro
imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro
das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que
o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.
Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os
antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel
de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são
clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e
serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que
Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae
sobre o continente invisível? O futuro dirá.
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