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BRAGA, R. A casa. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2011. p. 359-360. Seleção Saraiva Vira-vira 1.
A substituição da preposição “de" pelo vocábulo por, no fragmento “Pode haver uma janela alta de onde eu veja o céu e o mar"(l. 14), resulta em outro significado para o contexto frasal.
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TEXTO:
Cada pessoa é um universo imenso. A clássica frase “nenhum homem é uma ilha” continua valendo. Ela faz parte de um poema bastante conhecido do britânico John Donne. Mas, de outro lado, se nenhum homem é uma ilha, cada homem e cada mulher é um mundo. Um mundo de ideias, de sonhos, de percepções, de desejos. E por mais que essa ideia pareça romântica, ela não pode ser descartada. Samuel Johnson, escritor britânico do século XVIII, considerava perdido o dia em que não conhecia uma nova pessoa. Porque conhecer uma nova pessoa significa conhecer um dos modos de ser humano, uma das maneiras de viver a história, uma das formas de se organizar a vida.
A outra pessoa me inspira a pensar de outro modo, ela pode contrapor-se a ideias que eu carregue ou afirmar pensamentos que eu adote. Desse ponto de vista, conhecer, mesmo que não signifique aprofundar essa relação, manter uma amizade – dado que amizade é algo muito mais sério – me deixa predisposto a prestar atenção em quem não é como eu, em quem não me repete, em alguém que é de fato outra pessoa. Isso me ajuda a viajar por novos modos de ser humano, a viajar por novos mundos.
Se ninguém é uma ilha, nenhum e nenhuma de nós deixamos de ser um mundo em si e, nesse sentido, para que possamos construir uma realidade mais rica, um dia em que se conhece outra pessoa é um dia que nos enriquece.
CORTELLA, M. S. Conhecer pessoas. Pensar nos faz bem!: 2. família, carreira, convivência e ética. Petrópolis: Vozes; São Paulo: Ferraz & Cortella, 2013. p. 24.
No período “E por mais que essa ideia pareça romântica, ela não pode ser descartada.”(
. 4-5), a
oração destacada constitui uma concessão.
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No período “Estão lá, pulsando, nas veias que correm sob a pele urbana. "(l.11), há a personificação da cidade.
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BRAGA, R. A casa. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2011. p. 359-360. Seleção Saraiva Vira-vira 1.
O“que",em “que não sei desenhar" (l.21),“que não sei fazer versos" (l.22),“que não tenho crença" (l.23) e“que são apenas minhas" (l.24), representa uma forma pronominal que recupera o mesmo referente.
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BRAGA, R. A casa. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2011. p. 359-360. Seleção Saraiva Vira-vira 1.
Os termos “nas casinhas que vira na revista"(l.8)e “a" , em "eu a quero" (l. 11), complementam ações verbais.
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No contexto onde se encontram, os termos “de coisas "(l.9) e “em coisas" (l.10) exercem a mesma função sintática.
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