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Foram encontradas 40 questões.

1382899 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
Assinale a alternativa CORRETA.
Uma bola de meio quilograma é lançada verticalmente para cima com uma velocidade inicial cujo módulo é igual a 20 m/s. A bola atinge uma altura de 16 m antes de começar a cair. Supondo que as únicas forças que agem sobre a bola são a resistência do ar e o peso da bola, encontre o módulo do trabalho realizado sobre a bola durante a subida pela força de resistência do ar.
 

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Assinale a alternativa CORRETA em relação às normas gramaticais da língua padrão.
 

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1381952 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
Assinale a alternativa CORRETA.
Um carro em movimento a 54 km/h bate no pilar de uma ponte e pára. O “air bag” infla instantaneamente e é comprimido por 50 cm até fazer o motorista parar. Qual o módulo da força, suposta constante, aplicada ao motorista pelo “air bag” durante a colisão?
Considere que o motorista tem 80 kg de massa e que somente a força do “air bag” faz o motorista parar.
 

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1381086 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
O passageiro em um trem, que se desloca com velocidade horizontal constante, deixa cair seu relógio ao debruçar-se na janela do vagão. Desprezando-se a resistência do ar, a trajetória do relógio vista pelo passageiro é uma _____________ e vista por uma pessoa no solo é uma _______________.
A alternativa CORRETA que completa as lacunas, em seqüência, é:
 

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Quem cuidará do primo pobre?
Washington Novaes
Chama a atenção uma informação da secretária de Mudanças Climáticas do Ministério do Meio Ambiente, Thelma Krug, de que ocorrem na Amazônia 59% das emissões brasileiras de gases em conseqüência de mudanças no uso da terra, desmatamentos e queimadas. Isso quer dizer que 41% ocorrem fora daquele bioma. E como quase já não há mais desflorestamentos na mata atlântica (da qual restam menos de 8% em fragmentos da área originária), conclui-se que a maior parte desses 41% ocorre no Cerrado, para o qual o governo federal prometeu ações só para “depois de 2010”.
É grave, porque a situação do Cerrado já é mais do que preocupante. Segundo o Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), o desmatamento nesse bioma é da ordem de 1,1% do território (mais de 2 milhões de km2) ao ano – cerca de 22 mil km2, praticamente o dobro do desmatamento anual na Amazônia. Diz o ISPN que o Cerrado já perdeu a cobertura vegetal em mais de 50% de sua área. E que o avanço dessa perda se deve à agricultura e à pecuária (embora a produção de carvão vegetal para siderurgias de Minas Gerais tenha participação importante – 17,3 mil km2 em matas nativas derrubadas entre 1997 e 2006, de acordo com o Observatório do Agronegócio, 26/11/2007).
Há alguma discrepância entre várias fontes quanto ao porcentual do Cerrado já desmatado (há quem fale em 20% remanescentes). Mas não há dúvida de que apenas 1,4% do território está protegido em unidades de conservação, e em torno de 5,5% se incluídos reservas particulares e outros formatos. Diz a Embrapa Monitoramento por Satélite que restam menos de 5% do Cerrado em fragmentos capazes de sobreviver, com mais de 2 mil hectares contínuos (abaixo disso, cadeias genéticas, reprodutivas etc., não conseguem manter-se).
Embora muita gente considere o Cerrado um bioma “inútil” e “feio”, trata-se de uma perda que não deveria acontecer. Essa “floresta de cabeça para baixo” – como a chamou o escritor goiano Carmo Bernardes (porque a maior parte da biomassa é subterrânea, raízes em busca de água em lençóis profundos) – detém cerca de um terço da rica biodiversidade brasileira. Já são mais de 10 mil espécies de plantas identificadas, das quais 4 mil endêmicas, só encontráveis no Cerrado.
Como se pode assistir passiva e tranqüilamente à perda de um patrimônio como esse? Mas é assim. Já foi contado aqui que, há uns 15 anos, uma presidente do Ibama, perguntada numa audiência pública sobre queimadas no Cerrado, respondeu: “Ainda bem que é no Cerrado. Seria muito pior se fosse na Amazônia”. Ela e muitos outros que não o declaram acham que a expansão da fronteira agropecuária no País deve ocorrer no Cerrado, para poupar a Amazônia. O próprio ministro da Agricultura disse isso recentemente. Sem falar que o PAC prevê para o Cerrado a implantação de mais 20 usinas hidrelétricas e oito termoelétricas, embora estudos acadêmicos digam que não precisamos ampliar a oferta de energia, pois podemos economizar até 30% do atual con-sumo, como já foi comentado neste espaço.
Não bastasse a perda da biodiversidade, o desmatamento no Cerrado pode ter sérias e indesejáveis conseqüências nos fluxos hidrológicos no País. Nascem no Cerrado 14% das águas que correm para as três maiores bacias nacionais (Amazonas, São Francisco, Paraná-Paraguai). E há indícios, que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais avalia, de que esse fluxo está diminuindo – como estaria decrescendo o volume de água armazenado nos lençóis e reservatórios subterrâneos (pode-se recordar aqui um exemplo em outro bioma: os córregos e rios formadores da Represa de Itupararanga, na região de Sorocaba, que em poucos anos perderam cerca de 50% de seus fluxos com o desmatamento; uma das causas está em que a vegetação removida deixou de colaborar na retenção de água no solo das margens).
Mais grave ainda, há mais de duas décadas a Embrapa Cerrados vem dizendo que é possível dobrar a produção agropecuária no Cerrado sem necessidade de desmatar um só hectare. Nada menos que 60% dos 61 milhões de hectares de pastagens no bioma estão degradados ou em processo de degradação. E o necessário rodízio com lavouras nessas áreas permitiria acrescentar 15 milhões de hectares aos 14 milhões hoje cultivados com soja, milho e feijão (há mais 3,5 milhões de hectares com café, seringueiras, eucalipto e frutas, principalmente).
Como lembra Donald Sawyer, do Centro de Desenvolvimento Sustentável, da Universidade de Brasília, “o governo precisa se antecipar e direcionar a expansão da cana-de-açúcar (o maior problema para o Cerrado hoje) para áreas já alteradas, se quiser evitar perdas inadmissíveis para o bioma do Cerrado e impactos indesejáveis sobre os recursos hídricos e o clima”. Porque convém ainda enfatizar que o desmatamento provoca aumentos localizados na temperatura das áreas afetadas, com reflexos também na distribuição espacial e temporal das precipitações (que podem prejudicar a agricultura). E dezenas de usinas de álcool estão sendo dirigidas para Goiás, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.
Também poderia ter efeitos benéficos se se conseguisse tirar do papel, do terreno da ficção, as reservas legais de 20% da área obrigatórias por lei em cada propriedade. Na maior parte das áreas, elas nem sequer existem. São apenas registradas nos órgãos ambientais (que não verificam previamente nem fiscalizam depois), para que possam ser lavradas escrituras de compra e venda.
O Cerrado precisa, com urgência, deixar de ser o “primo pobre” e esquecido dos biomas brasileiros. De ser alternativa para o desmatamento na Amazônia. As perdas no Cerrado são graves, inclusive para o clima. E, afinal, como diz o poeta brasiliense Nicolas Behr, “nem tudo que é torto é errado”, basta ver “as pernas do Garrincha, as árvores do Cerrado”.
(O Estado de S. Paulo, 14 de março de 2008, com adaptações)
A partir da leitura do texto 2, é CORRETO afirmar que:
 

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1376209 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
Identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas relacionadas com capacitores.
( ) A unidade de capacitância no sistema internacional de unidades é o farad (F), que resulta do quociente da divisão do volt (V) pelo coulomb (C).
( ) A capacitância depende da carga distribuída em uma das armaduras do capacitor e da diferença de potencial entre as duas armaduras.
( ) A carga total de um capacitor é sempre nula.
( ) Introduzindo um dielétrico entre as armaduras de um capacitor, aumenta-se o módulo do campo elétrico entre elas.
Assinale a alternativa que apresenta a seqüência CORRETA, de cima para baixo.
 

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1376195 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
Considere um gás que muda de estado trocando energia com sua vizinhança. De acordo com a primeira lei da termodinâmica, é CORRETO afirmar que:
 

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1376134 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
A imagem de um objeto, obtida com uma lente convergente, depende basicamente da posição relativa do objeto e da lente. Quando o objeto está situado na posição A indicada na figura abaixo, é CORRETO afirmar que sua imagem será:
 

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1376001 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
Assinale a alternativa CORRETA.
Uma bola se movimenta horizontalmente para fora da superfície de uma mesa cuja altura é h. Ela atinge o solo a uma distância d da borda da mesa, na horizontal. Das opções abaixo, qual fornece o módulo correto para a velocidade com que a bola deixou a mesa? Nestas expressões, g representa o módulo da aceleração da gravidade no local.
Despreze a resistência do ar.
 

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1374533 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
Uma barra de material condutor com massa de 1 kg é colocada em dois trilhos paralelos separados por uma distância d = 0,6 m, como mostrado na figura. As letras N, L, O e S representam as direções norte, leste, oeste e sul, respectivamente. Sobre os trilhos, faz-se circular uma corrente i com o sentido indicado na figura. A região da barra é submetida a um campo magnético uniforme Enunciado 1374533-1 de módulo 0,1 T entrando no plano da página e perpendicular à barra. O coeficiente de atrito entre a barra e os trilhos é 0,6.
Assinale a alternativa que INDICA o valor da corrente mínima necessária para deslocar a barra e o sentido do movimento resultante da barra, respectivamente.
Admita g = 10 m/s2 dirigido na mesma direção e no mesmo sentido de Enunciado 1374533-2.
Enunciado 1374533-3
 

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