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Foram encontradas 40 questões.

371174 Ano: 2011
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Leia as informações abaixo.
Na contabilidade pública, conforme orientada pelo MCASP, parte II, PCP, deve-se registrar o empenho e a liquidação da despesa. Num exemplo apresenta lançamentos contábeis para o caso de aquisição de um veículo, constando, dentre eles:
Enunciado 371174-1
Assinale a alternativa CORRETA que contém a descrição da quantidade de contas e o pertencimento nos subsistemas contábeis [MCASP, parte IV, PCASP] envolvidos no registro do fato contábil em referência.
 

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Durante o século passado, a doutrina da tábula rasa norteou os trabalhos de boa parte das ciências sociais e humanidades. A psicologia procurou explicar todo pensamento, sentimento e comportamento com alguns mecanismos simples de aprendizado. As ciências sociais procuram explicar todos os costumes e disposições sociais como um produto da socialização das crianças pela cultura circundante: um sistema de palavras, imagens, estereótipos, modelos e contingências de recompensa e punição. Uma longa e crescente lista de conceitos que pareceriam naturais ao modo de pensar humano (emoções, parentesco, os sexos, doença, natureza, o mundo) passou então a ser vista como “inventada” ou “socialmente construída”.
A tábula rasa também serviu de sagrada escritura para crenças políticas e éticas. Segundo a doutrina, toda diferença que vemos entre raças, grupos étnicos, sexos e indivíduos provém não de diferenças em sua constituição inata, mas de diferenças em suas experiências. Mudando as experiências – reformando o modo de criar os filhos, a educação, a mídia e as recompensas sociais – podemos mudar a pessoa. Notas baixas, pobreza e comportamento antissocial podem ser melhorados; de fato, não fazê-lo é uma irresponsabilidade. Toda discriminação com base em características ditas inatas de um sexo ou grupo étnico é absolutamente irracional.
É consternador pensarmos em nós como enobrecidos conjuntos de molas e engrenagens. Máquinas são insensíveis, construídas para ser usadas e descartadas; seres humanos têm sensibilidade, possuem dignidade e direitos e são infinitamente preciosos. Uma máquina tem algum propósito prosaico, como moer grãos ou apontar lápis; um ser humano tem propósitos mais elevados, como amor, devoção, boas obras e criação de conhecimento e beleza. O comportamento das máquinas é determinado pelas leis da física e da química; o comportamento das pessoas é livremente escolhido. Com a escolha vem a liberdade e, portanto, o otimismo quanto às nossas possibilidades para o futuro. Com a escolha vem também a responsabilidade, o que nos permite sustentar que as pessoas têm de responder por suas ações.
O filósofo Rousseau não acreditava exatamente numa tábula rasa, mas acreditava que o comportamento ruim era produto do aprendizado e socialização. As pessoas educadas procuram ser conscientes de seus preconceitos ocultos e avaliá-los com base nos fatos e nas sensibilidades dos outros. Na vida pública, tentamos julgar as pessoas como indivíduos, e não como espécimes de um sexo ou grupo étnico. Tentamos distinguir entre força e direito e assim respeitar culturas que são diferentes da nossa. Ocorreu uma revolução no tratamento da natureza humana pelos cientistas e estudiosos.
Pesquisadores das ciências humanas começaram a dar corpo à hipótese de que a mente evoluiu como uma estrutura universal complexa. A ideia de que a seleção natural dotou os humanos com uma mente universal complexa recebeu apoio de outras áreas. Com tantas capacidades mentais aparecendo em todas as culturas humanas, a mente nas crianças já não parece uma massa informe que a cultura molda. Do mesmo modo, nossa compreensão de nós mesmos e de nossas culturas só pode ser enriquecida pela descoberta de que nossa mente se compõe de intrincados circuitos neurais para pensar, sentir e aprender, ao invés de tábulas rasas, massas informes ou fantasmas inescrutáveis.
PINKER, Steven. Tábula rasa: a negação contemporânea da natureza humana. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. p. 19-31. [adaptado]
Com relação ao excerto do Texto, assinale a alternativa CORRETA.
“Do mesmo modo, nossa compreensão de nós mesmos e de nossas culturas pode ser enriquecida pela descoberta de que nossa mente se compõe de intrincados circuitos neurais para pensar, sentir e aprender, ao invés de tábulas rasas, massas informes ou fantasmas inescrutáveis.”.
 

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Enunciado 370580-1
Fonte: Ministério da Saúde, disponível em www.saude.gov.br. Acesso em maio de 2011.
Observe as frases abaixo, elaboradas de acordo com a campanha veiculada no Texto.
( ) Para que essa conscientização ocorra, espera-se que os brasileiros troquem informações entre eles, principalmente, entre os vizinhos.
( ) Faça parte desse combate e ajude a acabar de vez com essa doença.
( ) O Ministério da Saúde lançou, nessa segunda-feira, a campanha contra a dengue.
( ) Afinal de contas, se cada um fizer a sua parte, a doença não se proliferará.
( ) O objetivo principal é conscientizar a população sobre o perigo dessa doença.
Numere as frases de forma que a sequência obtida constitua um parágrafo coeso e coerente. Em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
 

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367871 Ano: 2011
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Leia o texto abaixo.
Quanto à vigência dos contratos e suas relações com o orçamento público estatal de entidades da administração direta, tem sido, no geral, aceito o entendimento de que a validade dos contratos fica vinculada aos créditos orçamentários, isto é, ao ano civil. Entretanto, na administração pública são comuns algumas exceções.
Assinale a alternativa CORRETA que apresenta uma das exceções de que trata esta questão.
 

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367870 Ano: 2011
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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A Cia. Realengo negocia roupas. Situa-se em um país onde não há inflação e onde não há qualquer espécie de tributação. Ela encerra seus exercícios sociais a cada 31 de dezembro. O lucro líquido de cada exercício recebe uma única destinação: 10% para dividendos, que sempre são pagos no exercício seguinte.
Desde que foi constituída, a Cia. Realengo sempre apurou lucros em todos os seus exercícios sociais. Sabe-se que todas as operações efetuadas até 31/dez./09 foram corretamente registradas e que foram corretamente preparadas as demonstrações contábeis relativas ao exercício de 2009.
No início de 2010, a Cia. Realengo contratou um novo contador, não muito experiente. Ele registrou as operações de 2010 da Cia. Realengo. No final de 2010, o contador apurou um lucro líquido (relativo a 2010). Deste lucro, o contador destinou a parcela para dividendos, registrando a dívida no Passivo.
Finalmente, elaborou as demonstrações contábeis relativas ao exercício social que se encerrou em 31/dez./10 o Balanço Patrimonial de 31/dez./10, a Demonstração do Resultado do Exercício de 2010, e assim por diante.
No início de 2011, o contador lhe mostra o Balanço Patrimonial de 31/dez./10 e a Demonstração do Resultado do Exercício de 2010 da Cia. Realengo, preparados por ele. Os valores globais de tais demonstrações são os seguintes:
Enunciado 367870-1
Você observa que as demonstrações contábeis preparadas pelo contador inexperiente estão em perfeita consonância entre si, inclusive com as relativas ao exercício social que se encerrou em 31/dez./09.
Todavia, examinando cuidadosamente todas as operações realizadas pela Cia. Realengo no decorrer de 2010, você conclui que:
I- o valor do Ativo do Balanço Patrimonial de 31/dez./10 (o apresentado pelo contador) está errado, pois não foram contabilizados $ 37 de depreciação efetivamente ocorrida durante 2010.
II- no valor do Passivo do Balanço Patrimonial de 31/dez./10 (o apresentado pelo contador) não está incluída uma dívida de $ 73 relativa ao aluguel do mês de dez./10, que realmente a Cia. Realengo ficou devendo.
Com base nas informações contidas no enunciado, você deve calcular quais são os corretos valores que o contador deveria ter apresentado, tanto na Demonstração do Resultado do Exercício de 2010 como no Balanço Patrimonial de 31/dez./10 (o publicado).
Assinale a alternativa CORRETA.
De posse dos valores corretos, informe os novos valores do Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido do Balanço Patrimonial de 31/dez./10 da Cia. Realengo.
 

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Saúde virou preconceito:
Ser saudável é importante. Mas, por trás desse argumento, muita gente esconde um discurso
preconceituoso que precisa ser combatido.
Sou contra a saúde. Mas como alguém pode ser contra algo tão importante? Permita- -me começar dizendo que se alguém se sentir mal antes, durante ou depois de ler este artigo, deve buscar cuidados médicos. Eu acredito nos germes e em doenças infecciosas. E que as pessoas devem usar capacetes quando andam de bicicleta. No que eu não acredito é que as pessoas possam usar a saúde como um argumento para camuflar seus preconceitos. Pense em uma mãe que alimenta seu recém-nascido com uma mamadeira. A maioria das pessoas olharia para ela e diria: “Leite materno seria melhor para a saúde do bebê”. Mas, no fundo no fundo, já concluiu: “Ela não é uma boa mãe, por isso não amamenta a criança com seu leite”.
Da mesma maneira acontece em situações que já não são tão novas, como os fumantes forçados a se excluir do grupo e ir para áreas isoladas, enquanto os demais olham para eles e pensam que são maus exemplos para os filhos, partindo apenas do fato de fumarem. Classificar opiniões desse tipo de moralismo geraria críticas, mas nomeá-las como uma defesa da “saúde” permite às pessoas fazer uma série de suposições sobre os outros, protegendo-as dos estigmas de preconceituosas e moralistas. No debate recente sobre planos de saúde nos Estados Unidos, a palavra saúde não estava só carregada de julgamentos de valor e hierarquias. Falava tanto de privilégios quanto falava de bem-estar. Saúde, portanto, é também uma posição ideológica.
E lembre-se das revistas de saúde a que você tem acesso. A maioria delas permite-se usar comentários discutíveis em nome dessa tal saúde. A publicação americana Men’s Health, por exemplo, publicou uma matéria que daria instruções para que o homem “desenvolvesse um abdome afiado” para “se destacar” e “levar a vizinha para a cama”. Essa linguagem seria considerada machista, mas novamente o termo “saúde” permitiu que a revista pregasse que certos tipos de corpo são desejáveis, enquanto outros são repugnantes. E que o critério para a escolha amorosa e sexual seria unicamente físico. É extremamente necessário que médicos, formadores de opinião e políticos discutam os contextos equivocados em que a ideia de saúde vem sendo usada. Isso levará a interações sociais mais profundas, produtivas e – por que não? – verdadeiramente mais saudáveis para todos nós.
METZEL, Jonathan M. Saúde virou preconceito. Revista Galileu, n. 236, fev. 2011. [adaptado]
Assinale a alternativa que NÃO ESTÁ CORRETA, de acordo com o Texto.
 

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Durante o século passado, a doutrina da tábula rasa norteou os trabalhos de boa parte das ciências sociais e humanidades. A psicologia procurou explicar todo pensamento, sentimento e comportamento com alguns mecanismos simples de aprendizado. As ciências sociais procuram explicar todos os costumes e disposições sociais como um produto da socialização das crianças pela cultura circundante: um sistema de palavras, imagens, estereótipos, modelos e contingências de recompensa e punição. Uma longa e crescente lista de conceitos que pareceriam naturais ao modo de pensar humano (emoções, parentesco, os sexos, doença, natureza, o mundo) passou então a ser vista como “inventada” ou “socialmente construída”.
A tábula rasa também serviu de sagrada escritura para crenças políticas e éticas. Segundo a doutrina, toda diferença que vemos entre raças, grupos étnicos, sexos e indivíduos provém não de diferenças em sua constituição inata, mas de diferenças em suas experiências. Mudando as experiências – reformando o modo de criar os filhos, a educação, a mídia e as recompensas sociais – podemos mudar a pessoa. Notas baixas, pobreza e comportamento antissocial podem ser melhorados; de fato, não fazê-lo é uma irresponsabilidade. Toda discriminação com base em características ditas inatas de um sexo ou grupo étnico é absolutamente irracional.
É consternador pensarmos em nós como enobrecidos conjuntos de molas e engrenagens. Máquinas são insensíveis, construídas para ser usadas e descartadas; seres humanos têm sensibilidade, possuem dignidade e direitos e são infinitamente preciosos. Uma máquina tem algum propósito prosaico, como moer grãos ou apontar lápis; um ser humano tem propósitos mais elevados, como amor, devoção, boas obras e criação de conhecimento e beleza. O comportamento das máquinas é determinado pelas leis da física e da química; o comportamento das pessoas é livremente escolhido. Com a escolha vem a liberdade e, portanto, o otimismo quanto às nossas possibilidades para o futuro. Com a escolha vem também a responsabilidade, o que nos permite sustentar que as pessoas têm de responder por suas ações.
O filósofo Rousseau não acreditava exatamente numa tábula rasa, mas acreditava que o comportamento ruim era produto do aprendizado e socialização. As pessoas educadas procuram ser conscientes de seus preconceitos ocultos e avaliá-los com base nos fatos e nas sensibilidades dos outros. Na vida pública, tentamos julgar as pessoas como indivíduos, e não como espécimes de um sexo ou grupo étnico. Tentamos distinguir entre força e direito e assim respeitar culturas que são diferentes da nossa. Ocorreu uma revolução no tratamento da natureza humana pelos cientistas e estudiosos.
Pesquisadores das ciências humanas começaram a dar corpo à hipótese de que a mente evoluiu como uma estrutura universal complexa. A ideia de que a seleção natural dotou os humanos com uma mente universal complexa recebeu apoio de outras áreas. Com tantas capacidades mentais aparecendo em todas as culturas humanas, a mente nas crianças já não parece uma massa informe que a cultura molda. Do mesmo modo, nossa compreensão de nós mesmos e de nossas culturas só pode ser enriquecida pela descoberta de que nossa mente se compõe de intrincados circuitos neurais para pensar, sentir e aprender, ao invés de tábulas rasas, massas informes ou fantasmas inescrutáveis.
PINKER, Steven. Tábula rasa: a negação contemporânea da natureza humana. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. p. 19-31. [adaptado]
De acordo com o Texto, é CORRETO afirmar que:
 

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Saúde virou preconceito:
Ser saudável é importante. Mas, por trás desse argumento, muita gente esconde um discurso
preconceituoso que precisa ser combatido.
Sou contra a saúde. Mas como alguém pode ser contra algo tão importante? Permita- -me começar dizendo que se alguém se sentir mal antes, durante ou depois de ler este artigo, deve buscar cuidados médicos. Eu acredito nos germes e em doenças infecciosas. E que as pessoas devem usar capacetes quando andam de bicicleta. No que eu não acredito é que as pessoas possam usar a saúde como um argumento para camuflar seus preconceitos. Pense em uma mãe que alimenta seu recém-nascido com uma mamadeira. A maioria das pessoas olharia para ela e diria: “Leite materno seria melhor para a saúde do bebê”. Mas, no fundo no fundo, já concluiu: “Ela não é uma boa mãe, por isso não amamenta a criança com seu leite”.
Da mesma maneira acontece em situações que já não são tão novas, como os fumantes forçados a se excluir do grupo e ir para áreas isoladas, enquanto os demais olham para eles e pensam que são maus exemplos para os filhos, partindo apenas do fato de fumarem. Classificar opiniões desse tipo de moralismo geraria críticas, mas nomeá-las como uma defesa da “saúde” permite às pessoas fazer uma série de suposições sobre os outros, protegendo-as dos estigmas de preconceituosas e moralistas. No debate recente sobre planos de saúde nos Estados Unidos, a palavra saúde não estava só carregada de julgamentos de valor e hierarquias. Falava tanto de privilégios quanto falava de bem-estar. Saúde, portanto, é também uma posição ideológica.
E lembre-se das revistas de saúde a que você tem acesso. A maioria delas permite-se usar comentários discutíveis em nome dessa tal saúde. A publicação americana Men’s Health, por exemplo, publicou uma matéria que daria instruções para que o homem “desenvolvesse um abdome afiado” para “se destacar” e “levar a vizinha para a cama”. Essa linguagem seria considerada machista, mas novamente o termo “saúde” permitiu que a revista pregasse que certos tipos de corpo são desejáveis, enquanto outros são repugnantes. E que o critério para a escolha amorosa e sexual seria unicamente físico. É extremamente necessário que médicos, formadores de opinião e políticos discutam os contextos equivocados em que a ideia de saúde vem sendo usada. Isso levará a interações sociais mais profundas, produtivas e – por que não? – verdadeiramente mais saudáveis para todos nós.
METZEL, Jonathan M. Saúde virou preconceito. Revista Galileu, n. 236, fev. 2011. [adaptado]
Analise as ocorrências do elemento que nos períodos abaixo.
I. “Mas, por trás desse argumento, muita gente esconde um discurso preconceituoso que precisa ser combatido” (subtítulo) – O pronome relativo “que” sinaliza uma relação de subordinação.
II. “Permita-me começar dizendo que se alguém se sentir mal antes, durante ou depois de ler este artigo, deve buscar cuidados médicos.” – O “que” está coordenando as sentenças.
III. “É extremamente necessário que médicos, formadores de opinião e políticos discutam os contextos equivocados em que a ideia de saúde vem sendo usada” – O “que” destacado faz parte do complemento direto da frase “é extremamente necessário”.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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355668 Ano: 2011
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Leia o texto abaixo.
As propostas orçamentárias, encaminhadas pelo Poder Legislativo ao Poder Executivo, podem tratar da LOA – Lei Orçamentária Anual; da LDO – Lei de Diretrizes Orçamentários, do PPA – Plano Plurianual. Especificamente, para a União, depois de serem analisadas por Comissão Mista (parlamentares do Senado Federal e da Câmara dos Deputados) e cumprir outras formalidades, devem ser votadas e devolvidas ao Poder Executivo até determinada data.
Assinale a alternativa CORRETA que contém a data da devolução da proposta orçamentária do Poder Legislativo para o Poder Executivo.
 

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354256 Ano: 2011
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Leia a informação abaixo.

Para fins de avaliação do estoque, o gestor de compras de uma determinada entidade, sem ter conhecimento dos efeitos na gestão do estoque, superavalia o estoque final dos produtos classificados no almoxarifado.

Desta forma, é CORRETO afirmar que o custo/despesa relativo a este produto:

 

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