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Considerando a Anatomia Tipográfica, assinale a alternativa em que TODOS os itens são elementos que a constituem.
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Um grid consiste num conjunto específico de relações de alinhamento que funcionam como guias para a distribuição dos elementos em um formato. O grid deve ser uma construção para atender às necessidades formais, estéticas e organizacionais de uma determinada publicação ou peça gráfica. A geração da malha para a diagramação (grid) é, então, uma tarefa com certo grau de complexidade, possuindo função estratégica no projeto da peça gráfica. Existem tipos básicos de grid, e cada qual se destina, em princípio, a resolver determinados tipos de problema:
- Um grid ____________ é usado geralmente para textos corridos contínuos, como teses, relatórios ou livros, onde o aspecto principal na página ou página dupla é o bloco de texto.
- Um grid ____________ pode ser usado para controlar um grande volume de texto ou apresentar diferentes tipos de informação em colunas separadas.
- Grid ____________ é adequado para controlar o tipo de informação mais complexa encontrada em jornais, calendários, gráficos e tabelas. Combina colunas verticais e horizontais, as quais organizam a estrutura em porções menores de espaço.
- Grid ____________ é um grid especial para exigências visuais e informativas de um projeto. Caracteriza-se pela disposição intuitiva dos alinhamentos, posicionados conforme as várias proporções dos elementos.
Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas, de cima para baixo.
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Considerando a norma padrão, assinale a alternativa CORRETA quanto à flexão verbal.
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O software Adobe InDesign CS5 permite trazer imagens para dentro dos projetos gráficos através do recurso de __________ e oferece, como uma das possibilidades de visualização, o modo de tela __________.
Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas da frase acima.
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Um sonho de simplicidade
Então, de repente, no meio dessa desarrumação feroz da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque, por que procurar a voz de mulher na penumbra ou os amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?
Uma vez, entrando numa loja para comprar uma gravata, tive de repente um ataque de pudor, me supreendendo assim, a escolher um pano colorido para amarrar ao pescoço.
A vida bem poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava a água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.
Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo do Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu um fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca — foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.
Seria possível deixar essa eterna inquietação das madrugadas urbanas, inaugurar de repente uma vida de acordar bem cedo? Outro dia vi uma linda mulher, e senti um entusiasmo grande, uma vontade de conhecer mais aquela bela estrangeira: conversamos muito, essa primeira conversa longa em que a gente vai jogando um baralho meio marcado, e anda devagar, como a patrulha que faz um reconhecimento. Mas por que, para que, essa eterna curiosidade, essa fome de outros corpos e outras almas?
Mas para instaurar uma vida mais simples e sábia, então seria preciso ganhar a vida de outro jeito, não assim, nesse comércio de pequenas pilhas de palavras, esse ofício absurdo e vão de dizer coisas, dizer coisas... Seria preciso fazer algo de sólido e de singelo; tirar areia do rio, cortar lenha, lavrar a terra, algo de útil e concreto, que me fatigasse o corpo, mas deixasse a alma sossegada e limpa.
Todo mundo, com certeza, tem de repente um sonho assim. É apenas um instante. O telefone toca. Um momento! Tiramos um lápis do bolso para tomar nota de um nome, um número... Para que tomar nota? Não precisamos tomar nota de nada, precisamos apenas viver — sem nome, sem número, fortes, doces, distraídos, bons, como os bois, as mangueiras e o ribeirão.
BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 1978. p. 262-3.
O Texto associa vários objetos e ações a um ideal de simplicidade.
Assinale a alternativa na qual TODOS os itens estão relacionados ao "sonho de simplicidade" proposto pelo narrador.
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Identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas sobre área editorial.
( ) Lombada é a parte posterior do livro.
( ) Brochura é um tipo de livro revestido com cobertura de papel colada na lombada.
( ) Índice é a enumeração das divisões e seções de um livro.
( ) O modo de cor mais indicado para arquivos de fotos em livros impressos é o padrão RGB.
( ) Os caracteres (tipos) utilizados em diagramação de livros variam em tamanho conforme a unidade de medida pontos (pt).
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Para orçar o trabalho em uma gráfica, em geral, basta enviar os dados necessários para que o valor seja calculado. Para impressos paginados com diferenciação entre capa e miolo, os pedidos de orçamento devem conter especificações técnicas.
Assinale a alternativa em que TODOS os itens correspondem a especificações técnicas.
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Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas da frase abaixo.
Alinhamento refere-se à posição da tipografia em relação à área ou ao bloco de texto no qual está contido. No plano horizontal, os alinhamentos de texto podem ser dispostos: ____________, ____________, ______________, ________________, ____________.
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Identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas com relação às características fundamentais dos tipos de papel.
( ) Couché é um tipo de papel revestido.
( ) Offset é um tipo de papel revestido.
( ) Couché fosco é um tipo de papel não revestido.
( ) Jornal é um tipo de papel não revestido.
( ) Gramatura (g/m²) é o peso em gramas de um metro quadrado de um certo papel.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Recentemente, num programa de entrevistas da emissora americana NBC, Parke Kunkle, um instrutor de astronomia ligado à Sociedade do Planetário de Minnesota, afirmou que os astrólogos deveriam ajustar o calendário dos 12 signos do zodíaco e acrescentar um 13º, Ophiuchus, ou Serpentário. Tudo isso por conta de uma mudança no eixo de rotação da Terra, chamada precessão, que coloca o Sol em uma posição diferente da que estava há ―3 mil anos, quando se começou a estudar astrologia‖. Isso gerou uma torrente de matérias, posts e tweets ridicularizando a astrologia por ter se apegado a algo que foi derrubado há tempos.
Kunkle não deixou claro, no entanto, que os astrônomos e astrólogos sabem disso e calculam a precessão desde a Antiguidade. E ignora o fato de que os signos do zodíaco se referem a segmentos do plano de órbita da Terra, não às constelações de onde vieram seus nomes. Apesar disso, a história se alastrou, e parece que a maioria das pessoas a viu como um bom exemplo de que astrólogos são idiotas.
HIGGIT, Rebekah. Mais cuidado ao criticar os astrólogos? Galileu, n. 236, mar. 2011, p. 86. [excerto]
Considere o período ―Isso gerou uma torrente de matérias, posts e tweets ridicularizando a astrologia por ter se apegado a algo que foi derrubado há tempos‖. Entre as reescrituras desse período apresentadas abaixo, assinale a CORRETA quanto à regência e à escolha do pronome relativo, segundo a norma padrão da língua portuguesa.
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