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Foram encontradas 545 questões.

2298936 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSCAR
Orgão: UFSCAR
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Em qual das alternativas apresentadas a seguir a concordância nominal e/ou verbal foi feita de acordo com a norma padrão da língua portuguesa?

 

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2298935 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSCAR
Orgão: UFSCAR
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Imagem com texto para a questão.

Enunciado 3538719-1

Observe a frase retirada do texto contido na imagem. Nela, há um erro de pontuação.

“A Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Estudantis (ProACE) em conjunto com a Pró-Reitoria de Extensão (ProEx) da Universidade Federal de São Carlos, torna público que estão abertas as inscrições de...”

As frases das alternativas da questão complementam o texto contido na imagem. Assinale a alternativa em que a pontuação está correta.

 

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2298934 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSCAR
Orgão: UFSCAR
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Imagem com texto para a questão.

Enunciado 3538718-1

Observe o texto e assinale a alternativa que melhor indica sua finalidade:

 

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2298933 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSCAR
Orgão: UFSCAR
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Observe as sentenças a seguir e assinale a alternativa que está de acordo com as regras ortográficas e de acentuação gráfica.

 

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2298932 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSCAR
Orgão: UFSCAR
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Texto para questão.

(Fragmento adaptado do texto de Notícias UFSCar)

UFSCar busca voluntários idosos para estudo da dor crônica

Publicado em 20-02-2018 13:00

Uma pesquisa na UFSCar pretende avaliar a combinação entre a educação em Neurociência da dor e o pilates para a diminuição da dor crônica em pacientes idosos. O estudo "Educação em Neurociência da dor e pilates para idosos com dor lombar crônica: ensaio clínico randomizado controlado" é desenvolvido pela doutoranda E.R., sob orientação de docente do DEnf, e coorientação de professor do DGero. O trabalho é realizado em parceria entre os programas de pós-graduação em Enfermagem (PPGEnf) e em Gerontologia (PPGGero) da Universidade.

A educação em Neurociência da dor consiste, em linhas gerais, em ensinar o paciente a compreender o processo fisiológico da dor e encará-la como um mecanismo de sobrevivência cujo propósito é proteger o corpo, além de implicar em mostrar que a dor está no cérebro e não é apenas uma sensação física.

O objetivo do estudo é analisar o efeito da educação em Neurociência da dor combinada à prática do pilates em comparação com a aplicação somente do pilates em idosos com dor lombar crônica.

Para desenvolver o estudo, estão sendo recrutados voluntários, homens ou mulheres, a partir de 60 anos de idade, que tenham dor lombar há mais de seis meses. Os participantes vão passar por sessões gratuitas de pilates, somadas à terapia complementar, para ajudar no controle da dor, durante oito semanas. Os interessados podem entrar em contato com a pesquisadora até o dia 4 de agosto de 2018 por e-mail ou por telefone.

Fonte: <http://www2.ufscar.br/noticia?codigo=10469>. Acesso em: 10 fev 2018 (fragmento adaptado).

De acordo com o texto, a pesquisadora precisa recrutar sujeitos para que a análise aconteça, a partir de observação. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o perfil do sujeito de pesquisa:

 

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2298931 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSCAR
Orgão: UFSCAR
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Texto para a questão.

(Fragmento do texto do educador Paulo Freire)

Inicialmente me parece interessante reafirmar que sempre vi a alfabetização de adultos como um ato político e um ato de conhecimento, por isso mesmo, como um ato criador. Para mim seria impossível engajar-me num trabalho de memorização mecânica dos ba-be-bi-bo-bu, dos la-le-li-lo-lu. Daí que também não pudesse reduzir a alfabetização ao ensino puro da palavra, das sílabas ou das letras. Ensino em cujo processo o alfabetizador fosse “enchendo” com suas palavras as cabeças supostamente “vazias” dos alfabetizandos. Pelo contrário, enquanto ato de conhecimento e ato criador, o processo da alfabetização tem, no alfabetizando, o seu sujeito. O fato de ele necessitar da ajuda do educador, como ocorre em qualquer relação pedagógica, não significa dever a ajuda do educador anular a sua criatividade e a sua responsabilidade na construção de sua linguagem escrita e na leitura desta linguagem. Na verdade, tanto o alfabetizador quanto o alfabetizando, ao pegarem, por exemplo, um objeto, como laço agora com o que tenho entre os dedos, sentem o objeto, percebem o objeto sentido e são capazes de expressar verbalmente o objeto sentido e percebido. Como eu, o analfabeto é capaz de sentir a caneta, de perceber a caneta e de dizer caneta. Eu porém sou capaz de não apenas sentir a caneta de perceber a caneta de dizer caneta mas também de escrever caneta e consequentemente de ler caneta. A alfabetização é a criação ou a montagem da expressão escrita da expressão oral. Esta montagem não pode ser feita pelo educador para ou sobre o alfabetizando. Aí tem ele um momento de sua tarefa criadora.

(FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Autores Associados/Cortez, 1989, p. 13. Texto adaptado.)

A pontuação da frase do texto em negrito foi retirada propositalmente. Assinale a alternativa em que a pontuação é reinserida de forma adequada aos padrões de pontuação da língua portuguesa:

 

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2298930 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSCAR
Orgão: UFSCAR
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Texto para a questão.

(Fragmento do texto do educador Paulo Freire)

Inicialmente me parece interessante reafirmar que sempre vi a alfabetização de adultos como um ato político e um ato de conhecimento, por isso mesmo, como um ato criador. Para mim seria impossível engajar-me num trabalho de memorização mecânica dos ba-be-bi-bo-bu, dos la-le-li-lo-lu. Daí que também não pudesse reduzir a alfabetização ao ensino puro da palavra, das sílabas ou das letras. Ensino em cujo processo o alfabetizador fosse “enchendo” com suas palavras as cabeças supostamente “vazias” dos alfabetizandos. Pelo contrário, enquanto ato de conhecimento e ato criador, o processo da alfabetização tem, no alfabetizando, o seu sujeito. O fato de ele necessitar da ajuda do educador, como ocorre em qualquer relação pedagógica, não significa dever a ajuda do educador anular a sua criatividade e a sua responsabilidade na construção de sua linguagem escrita e na leitura desta linguagem. Na verdade, tanto o alfabetizador quanto o alfabetizando, ao pegarem, por exemplo, um objeto, como laço agora com o que tenho entre os dedos, sentem o objeto, percebem o objeto sentido e são capazes de expressar verbalmente o objeto sentido e percebido. Como eu, o analfabeto é capaz de sentir a caneta, de perceber a caneta e de dizer caneta. Eu porém sou capaz de não apenas sentir a caneta de perceber a caneta de dizer caneta mas também de escrever caneta e consequentemente de ler caneta. A alfabetização é a criação ou a montagem da expressão escrita da expressão oral. Esta montagem não pode ser feita pelo educador para ou sobre o alfabetizando. Aí tem ele um momento de sua tarefa criadora.

(FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Autores Associados/Cortez, 1989, p. 13. Texto adaptado.)

Assinale a alternativa que apresenta uma inferência correta a respeito do que é dito no texto:

 

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2298929 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSCAR
Orgão: UFSCAR
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Texto para a questão.

(Texto retirado do blog "Quando nada está acontecendo”)

SEXTA-FEIRA, 23 DE SETEMBRO DE 2011

garimpo

Noemi Jaffe

hoje, enquanto esperava o sinal abrir, vi dois pedreiros fabricando aquele tipo de cimento pipocado que se vê em alguns muros da cidade. um deles segurava uma grande peneira na vertical, enquanto o outro catava o cimento de um carrinho e aplicava numa pá, para então salpicá-lo através da peneira, por onde ele passava para se alojar pipocado na parede do muro. e assim eles iam, um segurando a peneira e o outro salpicando, até completar o muro inteiro, que era enorme. um dos pedreiros olhou para mim. ele tinha um brinquinho em cada orelha. eles continuaram trabalhando e fizeram alguma piada, porque ambos riram. era um tipo de garimpagem vertical, em que o ouro não era colhido, mas produzido no momento em que atravessava a peneira. eu quis, um pouco, naquela hora, estar lá.

(Fonte:<http://nadaestaacontecendo.blogspot.com.br>. Acesso em: 07/02/2018.)

Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta a respeito do que é dito no texto:

 

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2298928 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSCAR
Orgão: UFSCAR
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Texto para a questão.

(Texto retirado do blog "Quando nada está acontecendo”)

SEXTA-FEIRA, 23 DE SETEMBRO DE 2011

garimpo

Noemi Jaffe

hoje, enquanto esperava o sinal abrir, vi dois pedreiros fabricando aquele tipo de cimento pipocado que se vê em alguns muros da cidade. um deles segurava uma grande peneira na vertical, enquanto o outro catava o cimento de um carrinho e aplicava numa pá, para então salpicá-lo através da peneira, por onde ele passava para se alojar pipocado na parede do muro. e assim eles iam, um segurando a peneira e o outro salpicando, até completar o muro inteiro, que era enorme. um dos pedreiros olhou para mim. ele tinha um brinquinho em cada orelha. eles continuaram trabalhando e fizeram alguma piada, porque ambos riram. era um tipo de garimpagem vertical, em que o ouro não era colhido, mas produzido no momento em que atravessava a peneira. eu quis, um pouco, naquela hora, estar lá.

(Fonte:<http://nadaestaacontecendo.blogspot.com.br>. Acesso em: 07/02/2018.)

Levando em conta as relações de coerência e de coesão, assinale a alternativa que apresenta uma afirmação incorreta a respeito do texto:

 

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2298927 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSCAR
Orgão: UFSCAR
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Texto para a questão.

(Fragmento do artigo científico do linguista José Luiz Fiorin)

LÍNGUA, IDENTIDADE E FRONTEIRA

As reflexões deste texto foram suscitadas pelo filme Língua: vidas em português, de Victor Lopes, que trata da presença da língua portuguesa em diferentes continentes, em contextos culturais muito diversos (Portugal, Moçambique, Índia, Brasil, França, Japão), e, portanto, de sua diferenciação, já que ela foi reinventada centenas de vezes por colonizadores, imigrantes, colonizados, etc. Isso é feito mostrando o cotidiano de personagens anônimas ou ilustres (por exemplo, Mia Couto, José Saramago, Martinho da Vila, João Ubaldo Ribeiro). Diz Mia Couto: “No fundo, não estás a viajar por lugares, mas sim por pessoas.”. Daí o titulo Vidas em português. O foco sobre o qual incide o filme é então a identidade da língua portuguesa, mas também SUA variedade (sotaques e diferenças lexicais, sintáticas, etc.). A cantora Teresa Salgueiro explica: “Falamos a mesma língua, mas ela não é falada da mesma maneira.”. Saramago, diante da diversidade do português, afirma: “Não há uma língua portuguesa, há línguas em português”. O documentário quer mostrar que o português não é uma língua uniforme e estática, assim como não são uniformes e estáticas as sociedades que se valem DELE em seu cotidiano. O que o diretor pretende é reconstruir os caminhos da língua portuguesa, mostrar como ela chegou a cada lugar do mundo em que é falada, como os habitantes de uma região se apropriaram dela e como a reinventaram.

O que importa é a memória armazenada na língua, pois um idioma é a condensação da história de um povo, das influências que ELE sofreu, dos seus desejos, de suas expectativas, de seus preconceitos, do modo de ser sua gente, de sua música, de sua literatura. [...].

Fonte: FIORIN, J. L. Língua, identidades e fronteiras. Revista Diversitas, v. 1, p. 147-164, 2013. (texto adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta a respeito do que é dito no texto:

 

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