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Foram encontradas 38 questões.

2945965 Ano: 2023
Disciplina: Legislação Federal
Banca: FUNDEP
Orgão: UFSJ
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Assinale a alternativa que não apresenta um aspecto que faz parte da composição do eSocial.
 

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2945961 Ano: 2023
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FUNDEP
Orgão: UFSJ
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De acordo com a Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000, também conhecida como Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF, os titulares de Poderes e órgãos emitirão Relatório de Gestão Fiscal (RGF).

Com relação a esse demonstrativo, assinale a alternativa correta.
 

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2945960 Ano: 2023
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FUNDEP
Orgão: UFSJ
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Sobre o orçamento público, analise as afirmativas a seguir.

I. O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de, entre outras, remissões e anistias.

II. As leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão o plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e os orçamentos anuais.

III. O Poder Executivo publicará, até trinta dias após o encerramento de cada bimestre, relatório resumido da execução orçamentária.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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2945954 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDEP
Orgão: UFSJ
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Um funcionário da secretaria da universidade emitiu uma certidão incorreta, com a assinatura digital da reitoria. Após identificado o erro, iniciou-se uma investigação para descobrir quem havia emitido essa certidão.
No escritório, atuam quatro servidores, que realizaram as seguintes declarações:

• Ênio: eu não emiti essa certidão.
• Laura: Robson que emitiu essa certidão.
• Robson: Amanda emitiu essa certidão.
• Amanda: Robson está mentindo.

Sabendo que apenas um servidor está mentindo, quem emitiu a certidão incorreta?
 

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2945953 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDEP
Orgão: UFSJ
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Uma empresa observou que o tempo médio de treinamento de seus funcionários é inversamente proporcional à taxa de rotatividade deles (proporção de empregados que abandonam o emprego). Em um determinado departamento dessa empresa, seus funcionários recebem, em média, 40 horas de treinamento.

O que aconteceria com a taxa de rotatividade desse departamento se o tempo médio de treinamento de seus empregados aumentasse de 40 para 60 horas?
 

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2945952 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDEP
Orgão: UFSJ
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Em uma biblioteca de São João Del-Rey, existem quatro categorias de livros: literários, biografias, filosóficos e científicos. Os livros “Uma história do tempo”, “Flores”, “Albert” e “Estado humano” são um de cada categoria, dentre as quatro presentes na biblioteca.
Sabe-se que:

• O livro “Uma história do tempo” não é literário.
• Os livros de biografias são de capa dura.
• “Flores” é um livro de capa mole.
• Os livros da categoria biografia são os mais antigos dessa biblioteca.
• A obra “Albert” não é biográfica, nem filosófica.
• “Estado humano” é o livro mais atual desse acervo, recém-publicado.

Com base nessas informações, qual das seguintes afirmações é, necessariamente, verdadeira?
 

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2945951 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDEP
Orgão: UFSJ
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Vania chegou atrasada ao seu escritório de contabilidade e notou que precisava entregar um relatório ao final do expediente, às 18 horas. Passadas 5 horas de sua chegada, ela percebeu que o tempo restante até o final do expediente era igual a metade do tempo decorrido desde a sua chegada ao trabalho.

Com base nessas informações, conclui-se que ela chegou às
 

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2945950 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDEP
Orgão: UFSJ
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Suponha que, em média, um indivíduo de 60 kg metabolize 90 gramas de álcool por hora.
Quanto tempo uma pessoa de 60 kg demorará para metabolizar 15 gramas de álcool, considerando que ela não ingeriu outro alimento alcoólico?
 

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2945948 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: UFSJ
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Em caso inédito, mulher entra na Justiça pelo direito de dar luz a uma criança
Numa situação até então inédita para a Justiça brasileira, uma mulher entrou com uma ação para ter o direito de dar luz à criança que está gestando. A instrutora de artes marciais Selina Caio diz não aguentar mais ser repreendida em ocasiões em que afirma publicamente essa intenção. Em resposta, militâncias em prol da tradição entraram em protesto contra a ação, que condenam com base na legislação em vigor: “Uma mulher deve dar à luz uma criança, e nunca o contrário. Se a sociedade começar a tolerar isso, vamos ferir uma tradição secular”, disse Renan Barbosa, coordenador nacional do Movimento Brasil Correto (MBC).
Apesar de a legislação prever que, nesses casos, a luz seja incondicionalmente objeto indireto e a criança, sempre objeto direto, o que ocorre com frequência na prática – e de forma ilegal – é a mãe tratar a luz como objeto direto, e sua cria como indireto. “Isso fere só a semântica da tradição, e não a sintaxe. Por se tratar de eufemismo que permite interpretação metafórica oposta, como dar luz a uma criança em vez de dar à luz uma criança, talvez o problema maior não esteja na ruptura com a tradição, e sim com a ética: seria moralmente correto dar luz a uma criança em vez de entregar esta à luz? Sintaticamente sabemos que não há incorreção”, disse o jurista Adalberto Kaspary.
Com base nesse entendimento, o advogado de Selina acredita que a Justiça poderia admitir a forma inversa, alternativa e facultativa para que a luz seja objeto direto dessa ação, abrindo um precedente para que outras mulheres possam se beneficiar desse poder de escolha: “Não vejo razão para que se condene qualquer mãe por reger a luz de forma direta. Ora, se ela quer dar a luz a uma criança, por que deveríamos impedi-la baseados em tradições e crenças gramaticais que ela não professa?”, questionou. Se tais regras linguísticas não foram assimiladas pela sociedade, seria melhor que não houvessem sido criadas.
Diante de tantos homens opinando sobre a questão, a futura mãe apontou a total incompetência deles para tratar do assunto: “Eles não têm lugar de fala quando o sujeito da ação verbal é exclusivamente feminino. Ora, quem dá a luz a uma criança, ou dá uma criança à luz, como eles desejam, é só a mulher. Eles nunca deram, nunca darão e nunca saberão o que é dar luz a bebês. Pra eles, é mais grave deixar de assumir uma regência clássica do que deixar de assumir um filho”, disse. “Meu corpo, minhas regras. Gramaticais, nesse caso. Não quero dar minha filha à luz. Quero ela aqui comigo e dar luz a ela”.
O nascimento da filha, Helena Caio, está previsto para a segunda quinzena de junho. A previsão entre os juristas é que o recurso seja negado e que Selina e outras mães Brasil afora continuem com a prática ilegal, dando luz a seus filhos e mandando a tradição às favas.
Disponível em: https://www.gramaticasarcastica.com/post/ em-caso-in%C3%A9dito-mulher-entra-na-justi%C3%A7a-pelodireito-de-dar-luz-a-uma-crian%C3%A7a. Acesso em: 10 jun. 2023 (Fragmento adaptado).
Em relação ao uso da norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.
 

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2945947 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: UFSJ
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Em caso inédito, mulher entra na Justiça pelo direito de dar luz a uma criança
Numa situação até então inédita para a Justiça brasileira, uma mulher entrou com uma ação para ter o direito de dar luz à criança que está gestando. A instrutora de artes marciais Selina Caio diz não aguentar mais ser repreendida em ocasiões em que afirma publicamente essa intenção. Em resposta, militâncias em prol da tradição entraram em protesto contra a ação, que condenam com base na legislação em vigor: “Uma mulher deve dar à luz uma criança, e nunca o contrário. Se a sociedade começar a tolerar isso, vamos ferir uma tradição secular”, disse Renan Barbosa, coordenador nacional do Movimento Brasil Correto (MBC).
Apesar de a legislação prever que, nesses casos, a luz seja incondicionalmente objeto indireto e a criança, sempre objeto direto, o que ocorre com frequência na prática – e de forma ilegal – é a mãe tratar a luz como objeto direto, e sua cria como indireto. “Isso fere só a semântica da tradição, e não a sintaxe. Por se tratar de eufemismo que permite interpretação metafórica oposta, como dar luz a uma criança em vez de dar à luz uma criança, talvez o problema maior não esteja na ruptura com a tradição, e sim com a ética: seria moralmente correto dar luz a uma criança em vez de entregar esta à luz? Sintaticamente sabemos que não há incorreção”, disse o jurista Adalberto Kaspary.
Com base nesse entendimento, o advogado de Selina acredita que a Justiça poderia admitir a forma inversa, alternativa e facultativa para que a luz seja objeto direto dessa ação, abrindo um precedente para que outras mulheres possam se beneficiar desse poder de escolha: “Não vejo razão para que se condene qualquer mãe por reger a luz de forma direta. Ora, se ela quer dar a luz a uma criança, por que deveríamos impedi-la baseados em tradições e crenças gramaticais que ela não professa?”, questionou. Se tais regras linguísticas não foram assimiladas pela sociedade, seria melhor que não houvessem sido criadas.
Diante de tantos homens opinando sobre a questão, a futura mãe apontou a total incompetência deles para tratar do assunto: “Eles não têm lugar de fala quando o sujeito da ação verbal é exclusivamente feminino. Ora, quem dá a luz a uma criança, ou dá uma criança à luz, como eles desejam, é só a mulher. Eles nunca deram, nunca darão e nunca saberão o que é dar luz a bebês. Pra eles, é mais grave deixar de assumir uma regência clássica do que deixar de assumir um filho”, disse. “Meu corpo, minhas regras. Gramaticais, nesse caso. Não quero dar minha filha à luz. Quero ela aqui comigo e dar luz a ela”.
O nascimento da filha, Helena Caio, está previsto para a segunda quinzena de junho. A previsão entre os juristas é que o recurso seja negado e que Selina e outras mães Brasil afora continuem com a prática ilegal, dando luz a seus filhos e mandando a tradição às favas.
Disponível em: https://www.gramaticasarcastica.com/post/ em-caso-in%C3%A9dito-mulher-entra-na-justi%C3%A7a-pelodireito-de-dar-luz-a-uma-crian%C3%A7a. Acesso em: 10 jun. 2023 (Fragmento adaptado).
Ao concluir o texto, o autor afirma que:

“A previsão entre os juristas é que o recurso seja negado e que Selina e outras mães Brasil afora continuem com a prática ilegal, dando luz a seus filhos e mandando a tradição às favas.”

Nessa passagem, o autor se mostra
 

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