Foram encontradas 38 questões.
Assinale a alternativa que não apresenta um aspecto
que faz parte da composição do eSocial.
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2945961
Ano: 2023
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FUNDEP
Orgão: UFSJ
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FUNDEP
Orgão: UFSJ
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De acordo com a Lei Complementar nº 101,
de 04 de maio de 2000, também conhecida como
Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF, os titulares
de Poderes e órgãos emitirão Relatório de Gestão
Fiscal (RGF).
Com relação a esse demonstrativo, assinale a alternativa correta.
Com relação a esse demonstrativo, assinale a alternativa correta.
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2945960
Ano: 2023
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FUNDEP
Orgão: UFSJ
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FUNDEP
Orgão: UFSJ
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Sobre o orçamento público, analise as afirmativas
a seguir.
I. O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de, entre outras, remissões e anistias.
II. As leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão o plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e os orçamentos anuais.
III. O Poder Executivo publicará, até trinta dias após o encerramento de cada bimestre, relatório resumido da execução orçamentária.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
I. O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de, entre outras, remissões e anistias.
II. As leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão o plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e os orçamentos anuais.
III. O Poder Executivo publicará, até trinta dias após o encerramento de cada bimestre, relatório resumido da execução orçamentária.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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Um funcionário da secretaria da universidade emitiu uma
certidão incorreta, com a assinatura digital da reitoria.
Após identificado o erro, iniciou-se uma investigação
para descobrir quem havia emitido essa certidão.
No escritório, atuam quatro servidores, que realizaram as seguintes declarações:
• Ênio: eu não emiti essa certidão.
• Laura: Robson que emitiu essa certidão.
• Robson: Amanda emitiu essa certidão.
• Amanda: Robson está mentindo.
Sabendo que apenas um servidor está mentindo, quem emitiu a certidão incorreta?
No escritório, atuam quatro servidores, que realizaram as seguintes declarações:
• Ênio: eu não emiti essa certidão.
• Laura: Robson que emitiu essa certidão.
• Robson: Amanda emitiu essa certidão.
• Amanda: Robson está mentindo.
Sabendo que apenas um servidor está mentindo, quem emitiu a certidão incorreta?
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Uma empresa observou que o tempo médio de
treinamento de seus funcionários é inversamente
proporcional à taxa de rotatividade deles (proporção
de empregados que abandonam o emprego).
Em um determinado departamento dessa empresa,
seus funcionários recebem, em média, 40 horas
de treinamento.
O que aconteceria com a taxa de rotatividade desse departamento se o tempo médio de treinamento de seus empregados aumentasse de 40 para 60 horas?
O que aconteceria com a taxa de rotatividade desse departamento se o tempo médio de treinamento de seus empregados aumentasse de 40 para 60 horas?
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Em uma biblioteca de São João Del-Rey, existem quatro
categorias de livros: literários, biografias, filosóficos e
científicos. Os livros “Uma história do tempo”,
“Flores”, “Albert” e “Estado humano” são um de cada
categoria, dentre as quatro presentes na biblioteca.
Sabe-se que:
• O livro “Uma história do tempo” não é literário.
• Os livros de biografias são de capa dura.
• “Flores” é um livro de capa mole.
• Os livros da categoria biografia são os mais antigos dessa biblioteca.
• A obra “Albert” não é biográfica, nem filosófica.
• “Estado humano” é o livro mais atual desse acervo, recém-publicado.
Com base nessas informações, qual das seguintes afirmações é, necessariamente, verdadeira?
Sabe-se que:
• O livro “Uma história do tempo” não é literário.
• Os livros de biografias são de capa dura.
• “Flores” é um livro de capa mole.
• Os livros da categoria biografia são os mais antigos dessa biblioteca.
• A obra “Albert” não é biográfica, nem filosófica.
• “Estado humano” é o livro mais atual desse acervo, recém-publicado.
Com base nessas informações, qual das seguintes afirmações é, necessariamente, verdadeira?
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Vania chegou atrasada ao seu escritório de contabilidade
e notou que precisava entregar um relatório ao final
do expediente, às 18 horas. Passadas 5 horas de sua
chegada, ela percebeu que o tempo restante até o final
do expediente era igual a metade do tempo decorrido
desde a sua chegada ao trabalho.
Com base nessas informações, conclui-se que ela chegou às
Com base nessas informações, conclui-se que ela chegou às
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Suponha que, em média, um indivíduo de 60 kg
metabolize 90 gramas de álcool por hora.
Quanto tempo uma pessoa de 60 kg demorará para metabolizar 15 gramas de álcool, considerando que ela não ingeriu outro alimento alcoólico?
Quanto tempo uma pessoa de 60 kg demorará para metabolizar 15 gramas de álcool, considerando que ela não ingeriu outro alimento alcoólico?
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- OrtografiaPontuaçãoParênteses
- OrtografiaPontuaçãoVírgula
- MorfologiaVerbos
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Em caso inédito, mulher entra na Justiça pelo
direito de dar luz a uma criança
Numa situação até então inédita para a Justiça
brasileira, uma mulher entrou com uma ação para
ter o direito de dar luz à criança que está gestando. A
instrutora de artes marciais Selina Caio diz não aguentar
mais ser repreendida em ocasiões em que afirma
publicamente essa intenção. Em resposta, militâncias
em prol da tradição entraram em protesto contra a ação,
que condenam com base na legislação em vigor:
“Uma mulher deve dar à luz uma criança, e nunca
o contrário. Se a sociedade começar a tolerar isso,
vamos ferir uma tradição secular”, disse Renan
Barbosa, coordenador nacional do Movimento Brasil
Correto (MBC).
Apesar de a legislação prever que, nesses casos,
a luz seja incondicionalmente objeto indireto e a criança,
sempre objeto direto, o que ocorre com frequência na
prática – e de forma ilegal – é a mãe tratar a luz como
objeto direto, e sua cria como indireto. “Isso fere só a
semântica da tradição, e não a sintaxe. Por se tratar de
eufemismo que permite interpretação metafórica oposta,
como dar luz a uma criança em vez de dar à luz uma
criança, talvez o problema maior não esteja na ruptura
com a tradição, e sim com a ética: seria moralmente
correto dar luz a uma criança em vez de entregar esta
à luz? Sintaticamente sabemos que não há incorreção”,
disse o jurista Adalberto Kaspary.
Com base nesse entendimento, o advogado de Selina
acredita que a Justiça poderia admitir a forma inversa,
alternativa e facultativa para que a luz seja objeto
direto dessa ação, abrindo um precedente para que
outras mulheres possam se beneficiar desse poder de
escolha: “Não vejo razão para que se condene qualquer
mãe por reger a luz de forma direta. Ora, se ela quer
dar a luz a uma criança, por que deveríamos impedi-la
baseados em tradições e crenças gramaticais que ela
não professa?”, questionou. Se tais regras linguísticas
não foram assimiladas pela sociedade, seria melhor que
não houvessem sido criadas.
Diante de tantos homens opinando sobre a questão,
a futura mãe apontou a total incompetência deles para
tratar do assunto: “Eles não têm lugar de fala quando
o sujeito da ação verbal é exclusivamente feminino.
Ora, quem dá a luz a uma criança, ou dá uma criança
à luz, como eles desejam, é só a mulher. Eles nunca
deram, nunca darão e nunca saberão o que é dar luz
a bebês. Pra eles, é mais grave deixar de assumir
uma regência clássica do que deixar de assumir um
filho”, disse. “Meu corpo, minhas regras. Gramaticais,
nesse caso. Não quero dar minha filha à luz. Quero ela
aqui comigo e dar luz a ela”.
O nascimento da filha, Helena Caio, está previsto para a
segunda quinzena de junho. A previsão entre os juristas
é que o recurso seja negado e que Selina e outras mães
Brasil afora continuem com a prática ilegal, dando luz a
seus filhos e mandando a tradição às favas.
Disponível em: https://www.gramaticasarcastica.com/post/
em-caso-in%C3%A9dito-mulher-entra-na-justi%C3%A7a-pelodireito-de-dar-luz-a-uma-crian%C3%A7a.
Acesso em: 10 jun. 2023 (Fragmento adaptado).
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Em caso inédito, mulher entra na Justiça pelo
direito de dar luz a uma criança
Numa situação até então inédita para a Justiça
brasileira, uma mulher entrou com uma ação para
ter o direito de dar luz à criança que está gestando. A
instrutora de artes marciais Selina Caio diz não aguentar
mais ser repreendida em ocasiões em que afirma
publicamente essa intenção. Em resposta, militâncias
em prol da tradição entraram em protesto contra a ação,
que condenam com base na legislação em vigor:
“Uma mulher deve dar à luz uma criança, e nunca
o contrário. Se a sociedade começar a tolerar isso,
vamos ferir uma tradição secular”, disse Renan
Barbosa, coordenador nacional do Movimento Brasil
Correto (MBC).
Apesar de a legislação prever que, nesses casos,
a luz seja incondicionalmente objeto indireto e a criança,
sempre objeto direto, o que ocorre com frequência na
prática – e de forma ilegal – é a mãe tratar a luz como
objeto direto, e sua cria como indireto. “Isso fere só a
semântica da tradição, e não a sintaxe. Por se tratar de
eufemismo que permite interpretação metafórica oposta,
como dar luz a uma criança em vez de dar à luz uma
criança, talvez o problema maior não esteja na ruptura
com a tradição, e sim com a ética: seria moralmente
correto dar luz a uma criança em vez de entregar esta
à luz? Sintaticamente sabemos que não há incorreção”,
disse o jurista Adalberto Kaspary.
Com base nesse entendimento, o advogado de Selina
acredita que a Justiça poderia admitir a forma inversa,
alternativa e facultativa para que a luz seja objeto
direto dessa ação, abrindo um precedente para que
outras mulheres possam se beneficiar desse poder de
escolha: “Não vejo razão para que se condene qualquer
mãe por reger a luz de forma direta. Ora, se ela quer
dar a luz a uma criança, por que deveríamos impedi-la
baseados em tradições e crenças gramaticais que ela
não professa?”, questionou. Se tais regras linguísticas
não foram assimiladas pela sociedade, seria melhor que
não houvessem sido criadas.
Diante de tantos homens opinando sobre a questão,
a futura mãe apontou a total incompetência deles para
tratar do assunto: “Eles não têm lugar de fala quando
o sujeito da ação verbal é exclusivamente feminino.
Ora, quem dá a luz a uma criança, ou dá uma criança
à luz, como eles desejam, é só a mulher. Eles nunca
deram, nunca darão e nunca saberão o que é dar luz
a bebês. Pra eles, é mais grave deixar de assumir
uma regência clássica do que deixar de assumir um
filho”, disse. “Meu corpo, minhas regras. Gramaticais,
nesse caso. Não quero dar minha filha à luz. Quero ela
aqui comigo e dar luz a ela”.
O nascimento da filha, Helena Caio, está previsto para a
segunda quinzena de junho. A previsão entre os juristas
é que o recurso seja negado e que Selina e outras mães
Brasil afora continuem com a prática ilegal, dando luz a
seus filhos e mandando a tradição às favas.
Disponível em: https://www.gramaticasarcastica.com/post/
em-caso-in%C3%A9dito-mulher-entra-na-justi%C3%A7a-pelodireito-de-dar-luz-a-uma-crian%C3%A7a.
Acesso em: 10 jun. 2023 (Fragmento adaptado).
“A previsão entre os juristas é que o recurso seja negado e que Selina e outras mães Brasil afora continuem com a prática ilegal, dando luz a seus filhos e mandando a tradição às favas.”
Nessa passagem, o autor se mostra
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