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Foram encontradas 40 questões.

2429195 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Considerando o uso de iluminação e sua função em programas televisivos, assinale verdadeiro (V) ou falso (F) em cada afirmativa.

( ) A luz principal (key light) é a principal fonte aparente de iluminação direcional que incide sobre uma pessoa ou área.

( ) A luz de fundo (background light) produz iluminação por trás do objeto e emoposição à câmera.

( ) A luz de preenchimento (fill light) fornece iluminação geralmente difusa para reduzir as sombras ou o intervalo de contraste além de reduzir a perda de luminosidade.

( ) A contraluz (back light) é utilizada especificamente para iluminar o fundo ou o estúdio conjunto.

A sequência correta é

 

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2428699 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Considerando os formatos de roteiro na produção de televisão e de cinema, assinale verdadeiro (V) ou falso (F) em cada afirmativa.

( ) A maioria dos roteiristas de documentários prefere o formato de roteiro dramático de uma única coluna, pois inclui as falas detalhadas dos atores na coluna de vídeo.

( ) O roteiro de formato A/V de duas colunas traz as instruções de áudio na parte esquerda da página e as de vídeo, na parte direita.

( ) O roteiro jornalístico deve incluir cada palavra dita pelo âncora do telejornal, além de indicar como e quando outros segmentos visuais devem ser inseridos.

A sequência correta é

 

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2428532 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Na captação de uma cena, podem ser utilizados diferentes planos de enquadramento. Relacione os tipos de enquadramento básicos com a definição adequada.

1. Meio Primeiro Plano

a. Mostra a personagem de corpo inteiro e também uma parte do cenário de fundo.

2. Plano Geral

b.Apenas a face da personagem é enquadrada.

3. Primeiro Plano
(Close-up)

c. Bastante utilizado em entrevistas, há nesse enquadramento, um corte logo abaixo dos ombros da personagem.

4. Plano Médio

d. Nesse plano, há um corte logo abaixo dos cotovelos, sendo a personagem enquadrada na altura do peito.

A relação correta é

 

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2428161 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Assinale a sequência que preenche, corretamente, as lacunas, dando sentido ao texto relacionado com as etapas de construção do roteiro de cinema.

Um roteiro parte sempre de um(a) , um fato, um acontecimento que provoca no escritor a necessidade de relatar. determina a maneira como a história vai ser contada.

 

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2427626 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia o texto a seguir.

Haverá emprego para nós?

A pergunta do título desta coluna não saía da minha cabeça enquanto eu assistia, na semana passada, sentado na plateia, à performance de um computador instalado no palco. Minhas sensações oscilavam entre o medo e o encantamento — e até, devo admitir, certo complexo de inferioridade. Fui ao auditório, com a ilusão de assistir a uma vitória de humanos — ex-alunos de renomadas instituições americanas— contra um computador. Era um teste de conhecimentos gerais, que abrangia de cultura pop a personagens históricos, passando por geografia. A novidade não era o computador guardar tantas informações — cerca de 1 milhão de livros —, mas ele ser capaz de reconhecer as sutilezas da fala humana.

Até que os jovens se saíram bem, mas o computador, criação da IBM, batizado de Watson, é imbatível. Enquanto me encantava com as
possibilidades que aquela descoberta poderia produzir, ajudando prossionais — médicos, por exemplo — a tomar decisões, cava imaginando quantos trabalhadores aquela máquina não iria pôr na rua. Talvez minha sensibilidade estivesse aguçada porque, antes de entrar naquele auditório, eu havia passado a manhã num seminário sobre o futuro do trabalho — e um dos personagens tinha sido oWatson.

Ninguém ali era contrário à inovação. Aqueles indivíduos sabem que, embora sejam cercadas de temor no início, pois provocam abalos nas velhas estruturas, as novas tecnologias logo geram diferentes empregos e prosperidade. Perguntavam-se, porém, se havia algo de novo no ar sobre a rapidez com que as máquinas vêm substituindo os seres humanos. Mesmo que a economia volte a crescer rapidamente, o emprego vai crescer? Isso signica o risco de piorar cada vez mais a distribuição de renda.

Um dos palestrantes era Andrew McAfee, autor de um recém-lançado livro que está chamando a atenção do mundo acadêmico, cujo título é "A Corrida contra a Máquina". Logo ele pede: "Por favor, não me confundam com esses tipos que têm medo de novas tecnologias". Mas os números que ele tem coletado de economias em várias partes do mundo, especialmente nos Estados Unidos, trazem uma preocupação.

Pergunto-lhe em que o temor dos trabalhadores de hoje é diferente do daqueles ingleses que, na Revolução Industrial, destruíam as máquinas. A resposta: “O problema é que os computadores estão adquirindo cada vez mais rapidamente habilidades que eram essencialmente humanas”. Segundo ele, a tendência deve afetar menos os que estão no topo da pirâmide educacional e os que estão na sua base: empregadas domésticas, garis, passeadores de cachorro, manicures. “Quem está no meio, ou seja, a maioria, vai sofrer.”

As novas invenções — e o tal Watson, com seu complexo sistema de reconhecimento de voz, é uma delas — radicalizam esse movimento e, em certos casos, superam com vantagem os humanos, segundo McAfee. “Quantos empregados você conhece que, além de guardar na memória o conteúdo de 1 milhão de livros, sabem encontrar a resposta certa quando indagados por uma voz?”, pergunta ele. Programas desse tipo estão sendo usados em escritórios de advocacia e vêm pondo na rua muita gente com diploma de ensino superior.

A cada dia, aparecem novidades sobre a capacidade de coletar, armazenar e selecionar dados. Aposta-se até que, com tantos dados gerados pelas redes sociais a cada segundo, seria possível prever o futuro — por exemplo, o que vai ser sucesso na música ou o surgimento de movimentos políticos.

Segundo McAfee, um dos problemas é a velocidade da mudança, o que diculta o treinamento dos trabalhadores para novas demandas. As escolas e faculdades deveriam estar mais próximas do mercado de trabalho e fazer mudanças em seu currículo quase em tempo real. Aí vai estar quem vê um Watson com medo ou encantamento.

Já está em andamento a transformação do Watson num médico, capaz de ajudar no diagnóstico e até na medicação de pacientes. A ideia é que ele seja uma espécie de GPS para os médicos. Afinal, o robô vai ter na memória todos os casos de pacientes com doença semelhante e o tratamento dado a cada um, podendo comparar os resultados. No lado do encantamento, vejo isso como um jeito de ajudar no atendimento de pacientes, especialmente na rede pública. Como o câncer de Lula, graças ao seu tratamento de primeira qualidade, estimulou o debate sobre saúde pública no Brasil, invenções do tipo Watson mostram que, no futuro, será possível agilizar o atendimento e diminuir as filas.

Fonte: Texto de Gilberto Dimenstein postado em 06/11/2011, em http://www.1.folha.uol.com.br (adaptado)

Assinale verdadeira (V) ou falsa (F) em cada afirmativa sobre a construção da coesão no texto.

( ) As expressões um computador instalado no palco e aquela descoberta remetem ao mesmo referente.
( ) O advérbio ali retoma o segmento naquele auditório .
( ) A pergunta formulada no terceiro parágrafo é retomada pelo segmento a tendência.

A sequência correta é

 

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2427061 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia o texto a seguir.

Haverá emprego para nós?

A pergunta do título desta coluna não saía da minha cabeça enquanto eu assistia, na semana passada, sentado na plateia, à performance de um computador instalado no palco. Minhas sensações oscilavam entre o medo e o encantamento — e até, devo admitir, certo complexo de inferioridade. Fui ao auditório, com a ilusão de assistir a uma vitória de humanos — ex-alunos de renomadas instituições americanas— contra um computador. Era um teste de conhecimentos gerais, que abrangia de cultura pop a personagens históricos, passando por geografia. A novidade não era o computador guardar tantas informações — cerca de 1 milhão de livros —, mas ele ser capaz de reconhecer as sutilezas da fala humana.

Até que os jovens se saíram bem, mas o computador, criação da IBM, batizado de Watson, é imbatível. Enquanto me encantava com as
possibilidades que aquela descoberta poderia produzir, ajudando prossionais — médicos, por exemplo — a tomar decisões, cava imaginando quantos trabalhadores aquela máquina não iria pôr na rua. Talvez minha sensibilidade estivesse aguçada porque, antes de entrar naquele auditório, eu havia passado a manhã num seminário sobre o futuro do trabalho — e um dos personagens tinha sido oWatson.

Ninguém ali era contrário à inovação. Aqueles indivíduos sabem que, embora sejam cercadas de temor no início, pois provocam abalos nas velhas estruturas, as novas tecnologias logo geram diferentes empregos e prosperidade. Perguntavam-se, porém, se havia algo de novo no ar sobre a rapidez com que as máquinas vêm substituindo os seres humanos. Mesmo que a economia volte a crescer rapidamente, o emprego vai crescer? Isso signica o risco de piorar cada vez mais a distribuição de renda.

Um dos palestrantes era Andrew McAfee, autor de um recém-lançado livro que está chamando a atenção do mundo acadêmico, cujo título é "A Corrida contra a Máquina". Logo ele pede: "Por favor, não me confundam com esses tipos que têm medo de novas tecnologias". Mas os números que ele tem coletado de economias em várias partes do mundo, especialmente nos Estados Unidos, trazem uma preocupação.

Pergunto-lhe em que o temor dos trabalhadores de hoje é diferente do daqueles ingleses que, na Revolução Industrial, destruíam as máquinas. A resposta: “O problema é que os computadores estão adquirindo cada vez mais rapidamente habilidades que eram essencialmente humanas”. Segundo ele, a tendência deve afetar menos os que estão no topo da pirâmide educacional e os que estão na sua base: empregadas domésticas, garis, passeadores de cachorro, manicures. “Quem está no meio, ou seja, a maioria, vai sofrer.”

As novas invenções — e o tal Watson, com seu complexo sistema de reconhecimento de voz, é uma delas — radicalizam esse movimento e, em certos casos, superam com vantagem os humanos, segundo McAfee. “Quantos empregados você conhece que, além de guardar na memória o conteúdo de 1 milhão de livros, sabem encontrar a resposta certa quando indagados por uma voz?”, pergunta ele. Programas desse tipo estão sendo usados em escritórios de advocacia e vêm pondo na rua muita gente com diploma de ensino superior.

A cada dia, aparecem novidades sobre a capacidade de coletar, armazenar e selecionar dados. Aposta-se até que, com tantos dados gerados pelas redes sociais a cada segundo, seria possível prever o futuro — por exemplo, o que vai ser sucesso na música ou o surgimento de movimentos políticos.

Segundo McAfee, um dos problemas é a velocidade da mudança, o que diculta o treinamento dos trabalhadores para novas demandas. As escolas e faculdades deveriam estar mais próximas do mercado de trabalho e fazer mudanças em seu currículo quase em tempo real. Aí vai estar quem vê um Watson com medo ou encantamento.

Já está em andamento a transformação do Watson num médico, capaz de ajudar no diagnóstico e até na medicação de pacientes. A ideia é que ele seja uma espécie de GPS para os médicos. Afinal, o robô vai ter na memória todos os casos de pacientes com doença semelhante e o tratamento dado a cada um, podendo comparar os resultados. No lado do encantamento, vejo isso como um jeito de ajudar no atendimento de pacientes, especialmente na rede pública. Como o câncer de Lula, graças ao seu tratamento de primeira qualidade, estimulou o debate sobre saúde pública no Brasil, invenções do tipo Watson mostram que, no futuro, será possível agilizar o atendimento e diminuir as filas.

Fonte: Texto de Gilberto Dimenstein postado em 06/11/2011, em http://www.1.folha.uol.com.br (adaptado)

A leitura do texto permite concluir que a criação de Watson

I - tem estimulado discussões sobre o número de pessoas que podem ficar sem trabalho.
II - encanta pelo potencial que essas invenções têm para auxiliaremprocessos de tomada de decisões.
III - provocou impacto na mídia brasileira comparável ao provocado pela doença do ex-presidente Lula.

Está(ão) correta(s)

 

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2426585 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Levando em conta o efeito visual produzido pelo elemento da estética, relacione as colunas.

1. Forma

( ) Indica como é a superfície dos objetos e como seria tocá-los.

2. Textura

( ) Demarcado por linhas, formas e massas, criando a ilusão de
profundidade e espaço.

3. Espaço

( ) Distribui elementos de design com ou sem simmetria.

4. Equilíbrio

( ) Estabelece as bordas e os contornos dos objetos no espaço
bidimensional.

5. Ângulo

A sequência correta é

 

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2426294 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Em um sistema de edição não linear, o mapa principal do processo de edição, composto de uma barra deslizante com cabeça de leitura, trilha(s) de vídeo e trilha(s) de áudio, onde são ordenados todos os clipes de áudio e vídeo, é chamado de

 

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2425202 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Relacione o formato jornalístico com o seu conceito.

A. Notícia

1. Pode ser dos tipos factual e feature.

B. Reportagem

2. De caráter espontâneo e de improviso na produção.

C. Entrevista

3. Composta por cabeça, off, boletim, sonoras e pé.

4. Mistura narração em off e apresentação ao vivo.

5. Diálogo no sistema de perguntas e respostas.

A relação correta é

 

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2425193 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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De acordo com as características do sistema de edição linear, assinale verdadeiro (V) ou falso (F) em cada afirmativa.

( ) Durante a edição de um filme, é necessário selecionar tomadas de uma fita de vídeo, copiando-as em uma outra fita.

( ) Para localizar uma tomada específica em uma fita de vídeo, não é preciso percorrer todo o conteúdo gravado nela.

( ) Para iniciar a edição, o material gravado pela câmera deve ser importado em formato digital pelo computador através de um processo denominado captura.

( ) Durante a edição, é necessária a utilização de um controlador de edição para realizar os cortes no vídeo e áudio.

A sequência correta é

 

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