Foram encontradas 50 questões.
Para verificar se atinge as especificações técnicas previstas na legislação e nas normas técnicas, o microfilme deve passar pelas inspeções visual, técnica e química. Os procedimentos que devem ocorrer na inspeção técnica são:
I - exame dos microfilmes sobre uma mesa de luz, para ver se não foram atacados por fungos.
II - exame do fotograma que contém a imagem do cartão teste de definição com o auxílio de um microscópio com magnificação de 100 vezes ou mais.
III - exame da superfície dos microfilmes com o auxílio de uma lupa para ver se não apresentam manchas provocadas por problemas no processamento.
IV - exame, com um densitômetro, do fotograma que contenha uma folha em branco, para verificar a densidade.
V - exame das microformas com o uso de um aparelho leitor, para verificar se não ocorreram fotogramas desfocados ou tremidos.
Estão corretas
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Arquivos muito grandes para serem armazenados ou enviados via rede devem ser compactados. Marque a alternativa em que TODOS os formatos são com compressão de dados.
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De acordo com o decreto 1.799/96, que regula a microfilmagem no Brasil, "na microfilmagem de documentos, cada série será precedida de imagem de abertura" e "no final de cada série, será reproduzida a imagem de encerramento, imediatamente após o último documento". Dentre os itens obrigatórios em uma imagem de encerramento, NÃO deve constar:
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Relacione as colunas:
1 - memória volátil
2 - memória ROM
3 - memória cache
( ) precisa de energia para armazenar os dados.
( ) aumenta o desempenho do acesso aos dados.
( ) armazena informações permanentes.
A sequência correta é
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Para a microfilmagem de documentos, um dos equipamentos mais utilizados são as microfilmadoras planetárias 16 mm (pequeno porte). Para que se consiga o melhor aproveitamento dos rolos de microfilmes com 100 pés (30,5 m) de comprimento, utilizando grau de redução de 27X (vinte e sete vezes), podem-se inserir, aproximadamente, quantos fotogramas?
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NÃO é um componente de janela em uma planilha eletrônica:
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Para responder à questão, leia o texto a seguir.
A cidade em crise
Carlos Antônio Leite Brandão*
Talvez ela seja a maior invenção da história, o espaço onde é possível conquistar nossa liberdade e humanidade plenas. Contudo, a cidade encontra-se ameaçada e em vias de ser até mesmo desinventada.
Os espaços físicos urbanos são, por excelência, do domínio público em que se movimenta a cidade e a sociedade. Isso aponta, de imediato, a necessidade de pensar e promover como seu bem maior a coisa pública, a res publica. E aí repousa, justamente, a maior dificuldade: o domínio público tem perdido seu lugar na sociedade urbana contemporânea. A perda da dimensão pública de nossa existência é o maior desafio enfrentado para a implantação de ações destinadas a preservar a cidade enquanto pólis e urbe.
O cidadão, figura central do movimento da pólis, também está se perdendo e sendo substituído pela figura do contribuinte e do consumidor.
É na condição de contribuinte ou consumidor de serviços, por exemplo, que se reivindica a preservação da qualidade de vida, a obtenção da segurança e o afastamento do jogo político de alguns profissionais da economia informal. Se a qualidade de vida só pode ser requerida pelo contribuinte e consumidor, ela não é comum a todos, mas apenas a um grupo de cidadãos cuja voz é mais forte quanto maior a sua riqueza.
A cidade é mais do que um espaço físico, e o problema da qualidade de vida vai além da questão ambiental. A cidade é um espaço ético. Desenvolver essa noção é o propósito preliminar de um modelo ainda a ser implantado que tem como vértice a educação das pessoas para o agir ético dentro de uma sociedade em que a virtude pública constitui o horizonte privilegiado de nossas visadas. Fisicamente, acreditamos morar em cidades; espiritualmente, habitamos não cidades, espaços privados onde estamos, mais do que tudo, “privados” de liberdade.
Liberdade não é o prolongamento para o público daquilo que fazemos e desejamos na intimidade, mas a possibilidade de darmos um destino público às nossas ações e desenvolvermos plenamente as nossas potencialidades na medida que as dirigimos à comunidade à qual pertencemos. Isso só é possível quando nosso trabalho escolhe destinar-se ao outro, permitindo-nos transcender a finitude de nossa existência particular e de nossa temporalidade mortal.
* Professor de História da Arquitetura da UFMG.
Fonte: Disponível em: <www.ufmg.br/diversa/17/index.php/aglomerados/a-cidade-em-crise>.Acesso em: 21 mar. 2013. (adaptado)
A questão a seguir se refere ao fragmento em negrito, sua organização linguística e sua relação com o restante do texto.
No fragmento, caso cidade fosse para o plural e a concordância fosse observada, seria(m) pluralizada(s), além desse substantivo, obrigatoriamente,
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Para responder à questão, leia o texto a seguir.
A cidade em crise
Carlos Antônio Leite Brandão*
Talvez ela seja a maior invenção da história, o espaço onde é possível conquistar nossa liberdade e humanidade plenas. Contudo, a cidade encontra-se ameaçada e em vias de ser até mesmo desinventada.
Os espaços físicos urbanos são, por excelência, do domínio público em que se movimenta a cidade e a sociedade. Isso aponta, de imediato, a necessidade de pensar e promover como seu bem maior a coisa pública, a res publica. E aí repousa, justamente, a maior dificuldade: o domínio público tem perdido seu lugar na sociedade urbana contemporânea. A perda da dimensão pública de nossa existência é o maior desafio enfrentado para a implantação de ações destinadas a preservar a cidade enquanto pólis e urbe.
O cidadão, figura central do movimento da pólis, também está se perdendo e sendo substituído pela figura do contribuinte e do consumidor.
É na condição de contribuinte ou consumidor de serviços, por exemplo, que se reivindica a preservação da qualidade de vida, a obtenção da segurança e o afastamento do jogo político de alguns profissionais da economia informal. Se a qualidade de vida só pode ser requerida pelo contribuinte e consumidor, ela não é comum a todos, mas apenas a um grupo de cidadãos cuja voz é mais forte quanto maior a sua riqueza.
A cidade é mais do que um espaço físico, e o problema da qualidade de vida vai além da questão ambiental. A cidade é um espaço ético. Desenvolver essa noção é o propósito preliminar de um modelo ainda a ser implantado que tem como vértice a educação das pessoas para o agir ético dentro de uma sociedade em que a virtude pública constitui o horizonte privilegiado de nossas visadas. Fisicamente, acreditamos morar em cidades; espiritualmente, habitamos não cidades, espaços privados onde estamos, mais do que tudo, “privados” de liberdade.
Liberdade não é o prolongamento para o público daquilo que fazemos e desejamos na intimidade, mas a possibilidade de darmos um destino público às nossas ações e desenvolvermos plenamente as nossas potencialidades na medida que as dirigimos à comunidade à qual pertencemos. Isso só é possível quando nosso trabalho escolhe destinar-se ao outro, permitindo-nos transcender a finitude de nossa existência particular e de nossa temporalidade mortal.
* Professor de História da Arquitetura da UFMG.
Fonte: Disponível em: <www.ufmg.br/diversa/17/index.php/aglomerados/a-cidade-em-crise>.Acesso em: 21 mar. 2013. (adaptado)
Para responder à questão a seguir, considere as frases a seguir, inspiradas na parte final do texto.
A - À medida que destinamos nosso trabalho ao outro, transcendemos a finitude de nossa existência particular e de nossa temporalidade mortal.
B - Se destinarmos nosso trabalho ao outro, transcenderemos a finitude de nossa existência particular e de nossa temporalidade mortal.
Analisando as escolhas linguísticas e a organização das orações nos períodos, percebe-se que, tanto em A quanto em B,
I - o que se declara sobre doação do trabalho e transcendência é apresentado como um fato de realização imediata e certa.
II - o uso da primeira pessoa do plural está evidenciado no verbo e no pronome possessivo.
III - o emprego da vírgula está relacionado com o deslocamento da oração subordinada.
Está(ão) correta(s)
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A duplicação das microformas pode ser realizada com a utilização de um duplicador diazo. Atendendo a essa informação, complete as lacunas a seguir.
O filme diazo ser manuseado à luz do dia. A sensibilização ocorre quando o original for transportado em contato com o filme cópia diazo exposto a uma fonte de luz . A imagem se torna visível ao passar por uma .
Assinale a sequência correta.
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Assinale a alternativa que NÃO indica uma técnica de ataque às redes de computadores.
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