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Analise o caso clínico a seguir, para responder à questão.
Mulher de 40 anos está há cerca de três meses com febre vespertina, dores articulares e anasarca. Sua pressão arterial é normal, apresenta edema em membros inferiores 4+/4+ e lesões de pele.
O envolvimento renal pode ser ocasionado por síndrome , a qual se caracteriza pela presença de . Os níveis de complementos séricos estão .
Marque a alternativa que completa as lacunas.
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Homem de 34 anos inicia com dor intensa e edema no joelho direito, sem trauma. Refere que é o primeiro episódio de dor e que pode ter tido febre, mas não mediu a temperatura. Apresenta história pregressa de cálculo renal. O médico solicita alguns exames e realiza uma punção articular.
Diante desse quadro,
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NÃO é um componente de janela em uma planilha eletrônica:
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Na dentina, a lesão de cárie pode ser dividida em duas camadas, a dentina afetada e a dentina infectada. Assinale a alternativa que apresenta SOMENTE características da dentina afetada.
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Considerando um circuito RLC formado por um resistor, um indutor e um capacitor associados em série, sendo a associação submetida a uma fonte de tensão alternada V (volts), fazem-se as afirmativas:
I - Na frequência de ressonância do circuito RLC em série, ele é puramente resistivo, e a oposição à passagem da corrente é máxima.
II - Para o circuito RLC em série, abaixo da frequência de ressonância, a impedância é capacitiva (XC > XL ), e a corrente está adiantada em relação à tensão aplicada.
III - Pode-se determinar a frequência fo de ressonância do circuito a partir da igualdade XL = XC , obtendo-se, assim, a equação !$ f_o = { \large 1 \over 2\pi \sqrt {X_L ⋅ X_C}} !$.
Está(ão) correta(s)
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A velocidade de trabalho durante a operação de semeadura deve levar em conta
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ASSERÇÃO
No tratamento endodôntico de dentes permanentes com rizogênese incompleta, o curativo expectante deve sempre ser substituído a cada 15 dias até o fechamento apical completo,
PORQUE
RAZÃO
há solubilização e necessidade de manutenção do pH do material presente no curativo expectante.
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Um equipamento ou dispositivo que pode ser apropriadamente utilizado em uma tomada de uso geral (TUG) de uma instalação elétrica em baixa tensão é
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Sobre a dispepsia, pode-se afirmar:
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Para responder à questão, leia o texto a seguir.
A cidade em crise
Carlos Antônio Leite Brandão*
Os espaços físicos urbanos são, por excelência, do domínio público em que se movimenta a cidade e a sociedade. Isso aponta, de imediato, a necessidade de pensar e promover como seu bem maior a coisa pública, a res publica. E aí repousa, justamente, a maior dificuldade: o domínio público tem perdido seu lugar na sociedade urbana contemporânea. A perda da dimensão pública de nossa existência é o maior desafio enfrentado para que se implementem ações destinadas a preservar a cidade enquanto pólis e urbe.
Essa crise foi longamente germinada e é intrínseca à própria formação das sociedades modernas e se traduz na progressiva restrição do espaço público. Diariamente, vemos pessoas reclamarem dos prejuízos causados à qualidade de seu meio ambiente particular, como a inserção de um poste, a derrubada de uma árvore, a falta de segurança no bairro, o excesso de ruído, a poluição ou a mudança no fluxo viário em seus arredores. Tais reclamações são válidas, mas cumpre verificar com que caráter o problema da qualidade de vida comparece nelas: são desconfortos sentidos apenas na medida em que interferem no espaço particular do reclamante.
O cidadão, figura central do movimento da pólis, também está se perdendo e sendo substituído pela figura do contribuinte e do consumidor. É na condição de contribuinte ou consumidor de serviços, por exemplo, que se reivindica a preservação da qualidade de vida, a obtenção da segurança e o afastamento do jogo político de alguns profissionais da economia informal. Se a qualidade de vida só pode ser requerida pelo contribuinte e consumidor, ela não é comum a todos, mas apenas a um grupo de cidadãos cuja voz é mais forte quanto maior a sua riqueza.
A cidade é mais do que um espaço físico, e o problema da qualidade de vida vai além da questão ambiental. A cidade é um espaço ético. Desenvolver essa noção é o propósito preliminar de um modelo ainda a ser implantado que tem como vértice a educação das pessoas para o agir ético dentro de uma sociedade em que a virtude pública constitui o horizonte privilegiado de nossas visadas. Fisicamente, acreditamos morar em cidades; espiritualmente, habitamos não cidades, espaços privados onde estamos, mais do que tudo, “privados” de liberdade.
Liberdade não é prolongar para o público aquilo que fazemos e desejamos na intimidade, mas ter a possibilidade de dar um destino público às nossas ações e desenvolver plenamente as nossas potencialidades na medida em que as dirigimos à comunidade à qual pertencemos. Isso só é possível quando nosso trabalho escolhe destinar-se ao outro, permitindo-nos transcender a finitude de nossa existência particular e de nossa temporalidade mortal.
* Professor de História da Arquitetura da UFMG.
Fonte: Disponível em: <www.ufmg.br/diversa/17/index.php/aglomerados/a-cidade-em-crise>. Acesso em: 21 mar. 2013. (adaptado)
Para assinalar verdadeiro (V) ou falso (F), analise o emprego das palavras e sua relação com a construção da argumentação no texto.
( ) Infere-se uma oposição de sentido entre reclamante e cidadão, sendo, no contexto, entendidos como antônimos.
( ) Fundamenta-se a ideia de a qualidade de vida ser regida pela perspectiva política, e não econômica, a partir do contraste estabelecido entre cidadão e contribuinte ou consumidor de serviços.
( ) Evidencia-se a polissemia da palavra privados ao se reconhecer que, na primeira ocorrência, privados tem o sentido de “não públicos” e, na segunda, o de “ausência de, falta de”.
A sequência correta é
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