Foram encontradas 990 questões.
Considere os dados a seguir.
| Evento | Quantidade | Valor em R$ |
| Estoque inicial | 100 | 2.450,00 |
| Compras | 500 | 7.250,00 |
| Estoque final | 50 | 700,00 |
Sabendo-se que o Resultado Bruto é de 3.000,00 e desconsiderando-se os impostos sobre compras e venda, é correto afirmar:
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Em uma área de drenagem com 5.000 m2, ocorreu uma chuva média espacial de 2 mm. Sabendo que o coeficiente de escoamento dessa área é de 0,4, qual será o volume de escoamento superficial gerado por essa chuva?
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Para a segurança de uma caldeira elétrica quanto à pressão interna, utiliza-se o dispositivo
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Considere as afirmativas a seguir, a respeito dos procedimentos a serem realizados quando se constatar que o nível de água de uma caldeira está muito alto.
I → Acionar o injetor a vapor.
II → Reduzir a alimentação de combustível.
III → Cortar a alimentação de água da caldeira.
IV → Testar o visor de nível, certificando-se de que o nível está mesmo elevado.
Estão corretas
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A figura abaixo representa um micrômetro ajustado após realizar uma determinada medição.

Qual é o valor da leitura deste micrômetro?
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Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
Quanto à Resolução Normativa 414/2010 da ANEEL, alterada pela Resolução Normativa 479/2012, considere as afirmações a seguir.
I → A modalidade tarifária convencional é aplicada sem distinção horária; para o grupo A, na forma binômia, e para o grupo B, na forma monômia.
II → A modalidade tarifária branca, aplicável às unidades consumidoras dos grupos A e B, exceto para o subgrupo B4 e para as subclasses de baixa renda do Grupo B1, caracteriza-se por ser segmentada em três postos tarifários: posto tarifário ponta, posto tarifário intermediário e posto tarifário fora de ponta.
III → A alteração da modalidade tarifária deve ser realizada a pedido do consumidor, desde que o pedido seja apresentado em até 3 (três) ciclos completos de faturamento posteriores à revisão tarifária da distribuidora.
IV → A modalidade tarifária horária azul considera uma tarifa para o posto tarifário ponta e outra para o posto tarifário fora de ponta, no caso da demanda de potência (kW). No caso do consumo de energia (MWh) é considerada uma tarifa para o posto tarifário ponta e outra tarifa para o posto tarifário fora de ponta em período úmido e uma tarifa para o posto tarifário ponta e outra para o posto tarifário fora de ponta em período seco.
Está(ão) correta(s)
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Um circuito lógico de comando para acionamento de cargas elétricas usando contatoras é representado pela figura. O circuito é alimentado por uma fonte de tensão automática que possui dois circuitos de saída. Uma saída é alimentada pela rede elétrica principal e a outra saída é alimentada por baterias internas. Na falta de energia da rede principal, a saída com baterias é energizada, sendo desenergizada com o retorno da energia da rede principal.

Considere a seguinte operação: durante uma falta de energia da rede principal, aciona-se manualmente o botão pulsante B2 e logo após aciona-se manualmente o botão pulsante B1. A(s) contatora(s) que se manterá( ão) energizada(s) após a operação descrita é (são)
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A célula é a estrutura básica dos seres vivos; nela existem diferentes organelas que desempenham diferentes atividades. A primeira visualização de uma célula foi realizada por
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A guerra dos cem anos
O gaúcho Iberê Camargo atacava suas telas com duas armas: técnica e vigor emocional
Se a modesta história da arte brasileira Scoubesse numa refrega futebolística, o gaúcho Iberê Camargo (1914-1994) teria função bem definida em campo: ser o carrasco da camisa 9. Com pincel na mão, em vez de bola no pé, ele partia para o ataque fulminante às telas. Por vezes, de jeito literal: após concluir as obras gigantes que deram o tom grave da fase final de sua carreira, nas quais figuras informes de olhos vazios fitam o espectador com arrepiante apatia, o pintor raspava a tinta sem dó, em ataques de fúria que podiam culminar na destruição das telas. Sua mulher, Maria, valia-se de uma piada para expor sua contrariedade nessas horas: “Minha vontade era construir um alçapão sob os pés do Iberê, para que, quando ele começasse a destruir o quadro, eu tivesse apenas de puxar uma corda e, pronto, lá se ia ele para baixo!”.
Esqueça o modernismo brejeiro de Tarsila do Amaral ou as bandeirinhas pueris de Alfredo Volpi:II) o Pelé da arte nacional no século XX foi Iberê Camargo. [...] Seus óleos sobre tela, guaches, gravuras e desenhos testemunham como o pintor, entrincheirado em seu ateliê, travou uma guerra monumental contra tudo o que era brandido como regra pelos luminares das artes de seu tempo.
Solitárias eram, quase sempre, tais batalhas. Nascido em Restinga Seca, no Rio Grande do Sul, Camargo começou sua trajetória como um estranho num mundo essencialmente provinciano. Mais tarde, ao se mudar para a então capital do país, o Rio de Janeiro, o viés melancólico de sua obra destoava da irreverência e do colorido ufanista abraçados por boa parte dos medalhões do modernismo (nisso, tinha um único gêmeo espiritual:II) o gravurista Oswaldo Goeldi, que captava cenas de um Rio sorumbático bem distante do lugar-comum da "cidade maravilhosa"). Quando o barco virou para o lado dos concretistas, nos anos 1950, Camargo resistiu de forma heroica a ser levado de roldão por esse modismo de vanguarda. Ignorando os embates enfadonhos dos críticos sobre a suposta oposição entre pintura abstrata e a figuração, ele trafegava de uma a outra conforme lhe dava na telha. A obsessão em pintar os carretéis com que brincava na infância foi inaugurada com o isolamento em seu ateliê carioca, em razão de uma hérnia de disco, em 1956. De repente, porém, os carretéis como que se desfizeram no ar, dando lugar a telas feitas de uma convulsão de cores e pinceladas grossas. [...]
Embora tenha obtido sucesso em vida, seu temperamento irascível o condenaria a ser um eterno outsider. Negando-se a fazer concessões ao gosto mediano, Camargo certa vez censurou um amigo por pintar quadros com motivos florais. “Flor foi um acesso de frescura que Deus teve”, tascou. [...]
Mas voltemos ao principal: as razões que alçam Camargo a um lugar superiorIII) perante seus rivais nativos. Ele tinha uma fé inabalável na excelência técnica. Foi aluno do pintor metafísico Giorgio de Chirico, na Itália, e do reputado André Lothe, na França. E seu nome era trabalho: passava não raro mais de catorze horas por dia em busca da composição perfeita. Nesse ponto, sua obra tem muito a dizer ao Brasil atual. Inimigo do clima de esculhambação geral de que se via cercado, Camargo moveu uma cruzada pela redução de impostos para a compra de boas tintas importadas. Era ácido ao denunciar a “mediocridade do país gigante com cabeça de galinha”. Mas o que torna seu trabalho arrasador e atemporal é aquela centelhaIII) que só os grandes artistas possuemIII). Camargo exprime suas angústias com tal transparênciaIV) que estar diante de suas telas é como levar uma pauladaIV). Como o próprio explicava: “Eu não nasci para enfeitar o mundo. Eu pinto porque a vida dói”.
Fonte: MARTHE, Marcelo. A guerra dos cem anos. Veja, ed. 2372, n. 19, p. 112-115, 7 maio 2014.
Disponível em: <veja.abril.com.br/acervodigital/home.aspx>. Acesso em: set. 2015. (Adaptado)
Considere as seguintes afirmativas a respeito dos recursos linguísticos presentes no texto.
I → No primeiro e no último parágrafos, o emprego de aspas sinaliza a alternância de diferentes vozes que corroboram a ideia de que há uma relação intrínseca entre a personalidade do artista e a excelência da obra.
II → Conforme destacados, os dois-pontos introduzem esclarecimentos a respeito da qualidade do trabalho de Iberê Camargo no cenário da arte brasileira.
III → A expressão “aquela centelha” remete não só àquilo “que só os grandes artistas possuem” , como também às “razões que alçam Camargo a um lugar superior”.
IV → No trecho em destaque, estabelece-se uma relação de causa e efeito, em que “estar diante de suas telas é como levar uma paulada” é a causa e “tal transparência” é o efeito.
Está(ão) correta(s)
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Observe o gráfico.

Fonte: CARVALHO, Ismar de Souza. Paleontologia:
conceitos e métodos. vol. 1. 3. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2010. p. 136. (Adaptado)
O gráfico acima evidencia picos de perda de diversidade (extinções) de invertebrados marinhos ao longodo tempo geológico. Nesses picos, dois eventos se destacam: um pela extinção dos trilobitas e outro pela extinção dos dinossauros não-aviários. Entre quais períodos geológicos ocorreram esses eventos, respectivamente?
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