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O número de microrganismos presentes no tecido a ser operado determinará o potencial de contaminação da cirurgia. Assinale a alternativa correta:
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A modalidade de tratamento oncológico cuja terapia é realizada por meio de agentes que interferem no ciclo reprodutivo das células por efeito citocida ou citostático denomina-se
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Relacione as colunas de acordo com a frequência e as profundidades respiratórias:
1 → Respiração de BIOT
2 → Hiperventilação
3 → Cheyne-Stokes
( ) Ciclo regular em que a frequência e a profundidade da respiração aumentam e então diminuem até que ocorre uma apnéia.
( ) Associada ao esforço, à ansiedade e à acidose metabólica. Chamada de respiração de Kussmaul se associada à cetoacidose diabética ou de origem renal.
( ) Períodos de respiração normal, seguidos por períodos variáveis de apneia.
A sequência correta é
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O Metronidazol é um antimicrobiano que abrange exclusivamente microrganismos anaeróbicos, indicado na profilaxia e no tratamento de infecções causadas por bactérias anaeróbicas. O produto apresenta- se como uma solução injetável endovenosa em frascos de 100 mL. A perfusão deve ser infundida à razão de 5 mL/mim. Qual será o gotejo necessário (em gotas) para administrar o medicamento?
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O Centro de Material e Esterilização é uma unidade funcional destinada ao processamento de produtos para a saúde dos serviços de saúde. Considere as afirmativas:
I → Nos estabelecimentos de assistência à saúde é permitida a esterilização de produtos para a saúde pelo calor seco, por meio de estufas.
II → A esterilização química manual por imersão de produtos para a saúde e instrumental cirúrgico está proibida desde 2009.
III → Na esterilização por gás plasma de peróxido de hidrogêneo, pode-se utilizar como embalagem dos produtos o Tyvec, os conteiners rígidos e o papel grau cirúrgico.
IV → A esterilização por óxido de etileno (ETO) é recomendada para materiais termossensíveis de conformação complexa, com lumens longos, estreitos e fundo cego.
Estão corretas
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A era da impaciência
Assim como os livros expandiram nossa capacidade cerebral, as tecnologias atuais podem gerar o efeito contrário
A vida no século XXI pode não ser maravilhosa como sugerem as propagandas de telefones celulares, graças aos consideráveis impactos sociais provocados pela onipresença das novas tecnologias de comunicação e informação. Dois filmes recentes tratam do tema: Disconnect (2012) e Men, Women & Children (2014). As duas obras adoçam seu olhar crítico com uma visão humanista. O grande tema é a vida contemporânea, marcada pelo consumo de bens e estilos e povoada pelas doenças da sociedade moderna: bullying, identidades roubadas, comunicações mediadas e relações fragilizadas. No centro dos dramas, estão a internet e as mídias sociais.
Se determinados impactos sociais já são notáveis, alguns efeitos econômicos ainda estão sendo descobertos. No dia 17 de fevereiro de 2015, Andrew G. Haldane, economista-chefe do Banco da Inglaterra, realizou uma palestra para estudantes da University of East Anglia. O tema foi crescimento econômico.
Haldane inicia mostrando que o crescimento econômico é uma condição relativamente recente na história da humanidade, começou há menos de 300 anos. Três fases de inovação marcaram essa breve história do crescimento: a Revolução Industrial, no século XVIII, a industrialização em massa, no século XIX, e a revolução da tecnologia da informação, na segunda metade do século XX. Qual a fonte primária do crescimento econômico? Em uma palavra, paciência. Na visão do economista, é a paciência que permite poupar, o que por sua vez financia os investimentos que resultam no crescimento. Combinada com a inovação tecnológica, a paciência move montanhas. Existem também, lembra Haldane, fatores endógenos, a exemplo de educação e habilidades, cultura e cooperação, infraestrutura e instituições. Todos se reforçam mutuamente e funcionam de forma cumulativa. Pobres os países que não conseguem desenvolvê-los.
De onde veio a paciência? Da invenção da impressão por tipos móveis, por Gutenberg, no século XV, que resultou na explosão da produção de livros, sugere Haldane. Os livros levaram a um salto no nível de alfabetização e, em termos neurológicos, “reformataram” nossas mentes, viabilizando raciocínios mais profundos, amplos e complexos. Neste caso, a tecnologia ampliou nossa capacidade mental, que, por sua vez, alavancou a tecnologia, criando um ciclo virtuoso.
E os avanços tecnológicos contemporâneos, terão o mesmo efeito? Haldane receia que não. Assim como os livros expandiram nossa capacidade cerebral, as tecnologias atuais podem gerar o efeito contrário. Maior o acesso a informações, menor nossa capacidade de atenção, e menor nossa capacidade de análise. E nossa paciência sofre com o processo.
Hipnotizados por tablets e smart phones, vivemos em uma sociedade assolada pelo transtorno do déficit de atenção e pela impaciência crônica. Não faltam exemplos: alunos lacrimejam e bocejam depois de 20 minutos de aula; leitores parecem querer textos cada vez mais curtos, fúteis e ilustrados; executivos saltam furiosamente sobre diagnósticos e análises e tomam decisões na velocidade do som; projetos são iniciados e rapidamente esquecidos; reuniões iniciam sem pauta e terminam sem rumo.
Haldane conclui que os ingredientes do crescimento ainda são misteriosos, mas que a história aponta para uma combinação complexa de fatores tecnológicos e sociológicos. É prudente observar que o autor não está sugerindo uma relação direta entre o crescimento das mídias sociais e a estagnação econômica que vem ocorrendo em muitos países. Sua análise é temporalmente mais ampla, profunda e especulativa. Entretanto, há uma preocupação clara com os custos cognitivos da “revolução” da informação, que se somam aos custos sociais tratados nos dois filmes que abriram esta coluna. Não é pouco.
Fonte: Disponível em: <http://www.cartacapital.com.br/revista/840/a-era-da-impaciencia-5039.html>.
Acesso em: 6 de maio de 2016. (Adaptado)
Observe o seguinte fragmento:
Neste caso, a tecnologia ampliou nossa capacidade mental, que, por sua vez, alavancou a tecnologia, criando um ciclo virtuoso.
Na organização das orações no período e do período no texto, as escolhas linguísticas expressam que
I → o fator responsável pela ampliação da capacidade mental alavanca a tecnologia.
II → o raciocínio apresentado não tem caráter generalizante, aplicável a qualquer situação.
III → se desencadeia um processo mental no ser humano a partir de um fator externo.
Está(ão) correta(s)
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A era da impaciência
Assim como os livros expandiram nossa capacidade cerebral, as tecnologias atuais podem gerar o efeito contrário
A vida no século XXI pode não ser maravilhosa como sugerem as propagandas de telefones celulares, graças aos consideráveis impactos sociais provocados pela onipresença das novas tecnologias de comunicação e informação. Dois filmes recentes tratam do tema: Disconnect (2012) e Men, Women & Children (2014). As duas obras adoçam seu olhar crítico com uma visão humanista. O grande tema é a vida contemporânea, marcada pelo consumo de bens e estilos e povoada pelas doenças da sociedade moderna: bullying, identidades roubadas, comunicações mediadas e relações fragilizadas. No centro dos dramas, estão a internet e as mídias sociais.
Se determinados impactos sociais já são notáveis, alguns efeitos econômicos ainda estão sendo descobertos. No dia 17 de fevereiro de 2015, Andrew G. Haldane, economista-chefe do Banco da Inglaterra, realizou uma palestra para estudantes da University of East Anglia. O tema foi crescimento econômico.
Haldane inicia mostrando que o crescimento econômico é uma condição relativamente recente na história da humanidade, começou há menos de 300 anos. Três fases de inovação marcaram essa breve história do crescimento: a Revolução Industrial, no século XVIII, a industrialização em massa, no século XIX, e a revolução da tecnologia da informação, na segunda metade do século XX. Qual a fonte primária do crescimento econômico? Em uma palavra, paciência. Na visão do economista, é a paciência que permite poupar, o que por sua vez financia os investimentos que resultam no crescimento. Combinada com a inovação tecnológica, a paciência move montanhas. Existem também, lembra Haldane, fatores endógenos, a exemplo de educação e habilidades, cultura e cooperação, infraestrutura e instituições. Todos se reforçam mutuamente e funcionam de forma cumulativa. Pobres os países que não conseguem desenvolvê-los.
De onde veio a paciência? Da invenção da impressão por tipos móveis, por Gutenberg, no século XV, que resultou na explosão da produção de livros, sugere Haldane. Os livros levaram a um salto no nível de alfabetização e, em termos neurológicos, “reformataram” nossas mentes, viabilizando raciocínios mais profundos, amplos e complexos. Neste caso, a tecnologia ampliou nossa capacidade mental, que, por sua vez, alavancou a tecnologia, criando um ciclo virtuoso.
E os avanços tecnológicos contemporâneos, terão o mesmo efeito? Haldane receia que não. Assim como os livros expandiram nossa capacidade cerebral, as tecnologias atuais podem gerar o efeito contrário. Maior o acesso a informações, menor nossa capacidade de atenção, e menor nossa capacidade de análise. E nossa paciência sofre com o processo.
Hipnotizados por tablets e smart phones, vivemos em uma sociedade assolada pelo transtorno do déficit de atenção e pela impaciência crônica. Não faltam exemplos: alunos lacrimejam e bocejam depois de 20 minutos de aula; leitores parecem querer textos cada vez mais curtos, fúteis e ilustrados; executivos saltam furiosamente sobre diagnósticos e análises e tomam decisões na velocidade do som; projetos são iniciados e rapidamente esquecidos; reuniões iniciam sem pauta e terminam sem rumo.
Haldane conclui que os ingredientes do crescimento ainda são misteriosos, mas que a história aponta para uma combinação complexa de fatores tecnológicos e sociológicos. É prudente observar que o autor não está sugerindo uma relação direta entre o crescimento das mídias sociais e a estagnação econômica que vem ocorrendo em muitos países. Sua análise é temporalmente mais ampla, profunda e especulativa. Entretanto, há uma preocupação clara com os custos cognitivos da “revolução” da informação, que se somam aos custos sociais tratados nos dois filmes que abriram esta coluna. Não é pouco.
Fonte: Disponível em: <http://www.cartacapital.com.br/revista/840/a-era-da-impaciencia-5039.html>.
Acesso em: 6 de maio de 2016. (Adaptado)
Marque verdadeiro (V) ou falso (F) nas afirmativas sobre escolhas linguísticas evidenciadas na construção do quarto, quinto e sexto parágrafos.
( ) Com o emprego do pronome nossa(s), cria-se o efeito de se deslocar o foco de observação da realidade mais ampla, designada no título como era da impaciência, para o âmbito do contexto brasileiro, mais próximo.
( ) O segmento Maior o acesso a informações, menor nossa capacidade de atenção pode ser reescrito, sem alteração de sentido, como
( ) À medida que o acesso a informações aumenta, nossa capacidade de atenção diminui. Com o verbo viver flexionado na primeira pessoa do plural, cria-se o efeito de as análises e reflexões apresentadas dizerem respeito à realidade tanto do produtor do texto quanto do seu leitor.
A sequência correta é
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Prestar cuidados a usuários portadores de feridas é um desafio enfrentado por toda a equipe multiprofissional de saúde, em especial por aqueles que exercem diariamente a prática da enfermagem. Considere as afirmativas.
I → A Escala de Braden avalia o risco para Úlcera por Pressão. É composta por seis subescalas, classificadas de 1 a 4, sendo as pontuações abaixo de 12 indicativas de alto risco para desenvolver as úlceras.
II → Celulite é o termo utilizado para definir a inflamação aguda, subaguda ou crônica do tecido conjuntivo frouxo e do panículo adiposo que se encontra sob a pele.
III → Na descrição das Úlceras por Pressão, a classificação de suspeita de lesão tissular profunda é caracterizada pela pele íntegra, de coloração púrpura ou castanha, devido ao dano no tecido mole decorrente de lesão e ou cisalhamento.
Está(ão) correta(s)
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Com relação ao processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, assinale a alternativa correta.
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Durante a avaliação de um paciente, a(o) enfermeira(o) identifica que ele é fumante há 50 anos. Apresenta-se emagrecido, debilitado, dispneico, taquicárdico, afebril, com tosse produtiva e pouca expectoração. Na ausculta pulmonar evidencia-se presença de estertores e crepitações. Considerando a situação clínica descrita, o diagnóstico de enfermagem neste caso é:
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