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Foram encontradas 50 questões.

1746182 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Quanto ao exame do estado mental, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.

( ) A orientação aplicada ao exame psicopatológico inclui apenas a orientação do ambiente e da cronologia do tempo.

( ) Os termos vigília, alerta e atenção definem três estados da mente que influenciam de modo direto a consciência.

( ) As alucinações e as alucinoses são alterações da sensopercepção que ocorrem na ausência de um objeto real.

( ) Existem apenas dois aspectos da memória: a capacidade de fixação e a capacidade de reprodução.

A sequência correta é

 

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1742811 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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É uma demência de curso insidioso, frequentemente precedida por um quadro de comprometimento cognitivo leve, do tipo amnésico. A doença tem progressão lenta e duração variável entre 2 e 18 anos. Caracteriza-se clinicamente por distúrbio progressivo da memória, inicialmente episódica, e de outras funções cognitivas, afetando o funcionamento ocupacional e social. O comprometimento da memória verbal e das funções executivas (planejamento, controle mental, solução de problemas, raciocínio, julgamento e abstração) ocorre logo no início da doença; a desorientação temporal e espacial é frequente. O diagnóstico definitivo depende da comprovação, ao exame anatomopatológico, das placas senis e dos emaranhados neurofibrilares nos tecidos cerebrais de pacientes acometidos.

A demência descrita é

 

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1740453 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia o texto a seguir.

A fotografia inventada dentro de uma época positivista - primeiras décadas do século XIX - criou e referendou sua posição como espelho do real, mimese de um mundo sem nenhuma interferência de um olho pensante, a falsa ideia de um registro documental isento: prova de um discurso oral ou escrito. Contra essa crença, vários pensadores da fotografia tentaram se insurgir e, dentro dessas linhas de pensamento, também a sociologia. Ao tecer textos trazendo a fotografia como protagonista e não apenas como suporte de outras formas de expressão, o sociólogo José de Souza Martins demonstra, em seu mais recente livro, Sociologia da Fotografia e da Imagem, que "o icônico é essencialmente expressão de uma necessidade do imaginário, uma linguagem e um discurso visual".

Na obra, Martins rebate a ideia de que a fotografia "congela" momentos, deixando bem claro que é o contrário: cada imagem narra ou cria uma história. O que o autor defende é o reconhecimento da imagem como documento do imaginário social e não como registro factual de uma realidade social.

Para quem quer estudar ou pensar fotografia - algo fundamental na sociedade contemporânea -, os textos de Martins são fundamentais. Não entregam receitas de leitura ou compreensão da imagem, mas nos instigam a pensar em seu papel como representante da imaginação coletiva de determinado momento social.

Sociologia da Fotografia e da Imagem começa com a discussão da fotografia e vida cotidiana. A fotografia é entendida como uma interpretação de um real que não se deixa simplesmente congelar ou aprisionar, mas que a cada olhada nos permite novas significações, novas possibilidades para entender representações da sociedade, num certo período sócio-histórico.

No livro, para além do cotidiano, existe a temática dos ritos da sociedade, formas que a ajudam a se estruturar, e Martins nos apresenta um belo ensaio sobre as fotografias dos atos de fé no Brasil, trabalho realizado por cinco fotógrafos com olhares diferentes sobre essas questões.

Ao tentar analisar essas imagens, Martins nos dirige para a questão da imaginação fotográfica, dos vários modos de ver, que pertencem à imaginação do fotógrafo, mas também à imaginação de quem decifra imagens. Essa discussão no livro leva a um novo capítulo, onde o sociólogo analisa o trabalho do fotógrafo Sebastião Salgado, mais especificamente seu ensaio Êxodos. E, aqui, surge o embate entre documentação e estética, como se uma fosse excludente da outra, ideia com que Martins não concorda. Claro que existe sempre uma busca, ou melhor, uma narrativa estética ao se criar um discurso, seja ele qual for.

É de destacarmos, por fim, o primoroso ensaio O Impressionismo na Fotografia e a Sociologia da Imagem, em que podemos ver defendida com mais vigor a tese de Martins da necessidade de aprender a ver. E para não ficar somente na teoria, o autor nos apresenta seu próprio ensaio fotográfico sobre o Carandiru durante o processo de desativação do prédio. Um estudioso que tem as duas visões da análise imagética: a teoria e o fazer. "Decifrar o que se esconde por trás do visível ou do fotografável continua sendo um desafio para os cientistas que se documentam com expressões visuais da realidade social." Na tessitura de seu pensamento - formado, aliás, com muitos estudos sobre história da fotografia e fotógrafos -, Martins nos chama atenção para a necessidade de uma sociologia do conhecimento visual para aprender a ler e interpretar imagens, em especial a fotográfica: "Sociólogos e antropólogos precisam muito mais do que uma foto para compreender o que uma foto contém." E assim é, pois desde muito alguém já nos disse que a fotografia é umtipo especial de conhecimento.

Fonte: PERSICHETTI, Simonetta. Documento do imaginário social. Jornal O Estado de S. Paulo. Edição de 15/11/08. (Adaptado) Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/noticias/artes-documento-do-imaginario-social,278319. Acesso em 04/07/2018.

Para responder à questão, considere a frase em destaque.

E, aqui, surge o embate entre documentação e estética, como se uma fosse excludente da outra, ideia com que Martins não concorda.

Se o segmento o embate fosse reescrito como as polêmicas, haveria necessidade de

I→colocar o verbo surgir no plural.
II→colocar o substantivo ideia no plural.
III→substituir o pronome que por as quais.

Está(ão) correta(s)

 

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1707913 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia o texto a seguir.

A fotografia inventada dentro de uma época positivista - primeiras décadas do século XIX - criou e referendou sua posição como espelho do real, mimese de um mundo sem nenhuma interferência de um olho pensante, a falsa ideia de um registro documental isento: prova de um discurso oral ou escrito. Contra essa crença, vários pensadores da fotografia tentaram se insurgir e, dentro dessas linhas de pensamento, também a sociologia. Ao tecer textos trazendo a fotografia como protagonista e não apenas como suporte de outras formas de expressão, o sociólogo José de Souza Martins demonstra, em seu mais recente livro, Sociologia da Fotografia e da Imagem, que "o icônico é essencialmente expressão de uma necessidade do imaginário, uma linguagem e um discurso visual".

Na obra, Martins rebate a ideia de que a fotografia "congela" momentos, deixando bem claro que é o contrário: cada imagem narra ou cria uma história. O que o autor defende é o reconhecimento da imagem como documento do imaginário social e não como registro factual de uma realidade social.

Para quem quer estudar ou pensar fotografia - algo fundamental na sociedade contemporânea -, os textos de Martins são fundamentais. Não entregam receitas de leitura ou compreensão da imagem, mas nos instigam a pensar em seu papel como representante da imaginação coletiva de determinado momento socialI).

Sociologia da Fotografia e da Imagem começa com a discussão da fotografia e vida cotidiana. A fotografia é entendida como uma interpretação de um real que não se deixa simplesmente congelar ou aprisionar, mas que a cada olhada nos permite novas significações, novas possibilidades para entender representações da sociedade, num certo período sócio-históricoII).

No livro, para além do cotidiano, existe a temática dos ritos da sociedade, formas que a ajudam a se estruturar, e Martins nos apresenta um belo ensaio sobre as fotografias dos atos de fé no Brasil, trabalho realizado por cinco fotógrafos com olhares diferentes sobre essas questões.

Ao tentar analisar essas imagens, Martins nos dirige para a questão da imaginação fotográfica, dos vários modos de ver, que pertencem à imaginação do fotógrafo, mas também à imaginação de quem decifra imagens. Essa discussão no livro leva a um novo capítulo, onde o sociólogo analisa o trabalho do fotógrafo Sebastião Salgado, mais especificamente seu ensaio Êxodos. E, aqui, surge o embate entre documentação e estética, como se uma fosse excludente da outra, ideia com que Martins não concorda. Claro que existe sempre uma busca, ou melhor, uma narrativa estética ao se criar um discurso, seja ele qual for.

É de destacarmos, por fim, o primoroso ensaio O Impressionismo na Fotografia e a Sociologia da Imagem, em que podemos ver defendida com mais vigor a tese de Martins da necessidade de aprender a ver. E para não ficar somente na teoria, o autor nos apresenta seu próprio ensaio fotográfico sobre o Carandiru durante o processo de desativação do prédioIII). Um estudioso que tem as duas visões da análise imagética: a teoria e o fazer. "Decifrar o que se esconde por trás do visível ou do fotografável continua sendo um desafio para os cientistas que se documentam com expressões visuais da realidade social." Na tessitura de seu pensamento - formado, aliás, com muitos estudos sobre história da fotografia e fotógrafos -, Martins nos chama atenção para a necessidade de uma sociologia do conhecimento visual para aprender a ler e interpretar imagens, em especial a fotográfica: "Sociólogos e antropólogos precisam muito mais do que uma foto para compreender o que uma foto contém." E assim é, pois desde muito alguém já nos disse que a fotografia é umtipo especial de conhecimento.

Fonte: PERSICHETTI, Simonetta. Documento do imaginário social. Jornal O Estado de S. Paulo. Edição de 15/11/08. (Adaptado) Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/noticias/artes-documento-do-imaginario-social,278319. Acesso em 04/07/2018.

Ao longo do texto, o pronome nos produz o efeito de sentido de inclusão do leitor nas discussões em andamento. Atentando para a relação desse pronome com o verbo que ele acompanha, observa-se que, na maioria das ocorrências, o leitor é representado como beneficiário da ação verbal ou como paciente dela. Tendo essas informações em mente, analise as seguintes ocorrências:

I → [...] mas nos instigam a pensar em seu papel como representante da imaginação coletiva de determinadomomento social.

II → [...] mas que a cada olhada nos permite novas significações, novas possibilidades para entender representações da sociedade, num certo período sócio-histórico.

III → [...] o autor nos apresenta seu próprio ensaio fotográfico sobre o Carandiru durante o processo de desativação do prédio.

O leitor é representado através do pronome nos como beneficiário apenas em

 

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1707739 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Nos cuidados clínicos dos pacientes com Bulimia Nervosa, com vômitos relacionados a este transtorno, deve-se atentar mais comumente para a presença de

 

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1671152 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Acerca dos transtornos relacionados a Cannabis (maconha), considere as afirmativas a seguir.

I → A Cannabis é a droga ilegal mais consumida no mundo e tem potencial para precipitar episódios psicóticos em pessoas vulneráveis.

II → Dentre os sintomas de intoxicação, estão boca seca, ansiedade, alterações de percepção e aumento do apetite.

III→Até omomento, nenhumtratamento farmacológico específico para a abstinência da maconha pode ser recomendado com nível de confiança significativa.

Está(ão) correta(s)

 

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1670347 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Paciente feminina de 44 anos procura atendimento psiquiátrico com queixa de angústia. Refere estar excessivamente preocupada em relação a todas as rotinas do seu cotidiano (principalmente familiar e profissional). Diz que os sintomas agravaram há cerca de 1 ano após término de relacionamento afetivo, mas acredita que sempre foi "nervosa" e relata que "pensa demais nos problemas".

Qual o diagnóstico mais provável para o caso clínico relatado?

 

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1670256 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Do ponto de vista legal, o segredo profissional é a obrigação devida às confidências recebidas pelo médico ou a tudo que vier a perceber ou a deduzir em sua relação com o paciente, cuja revelação possa a este causar dano.

Com relação a esse contexto, considere as afirmativas a seguir:

I → O preceito do sigilo médico não se estende a outros membros da equipe que assistem o paciente.

II→É permitido aomédico elaborar umlaudo sobre as condições de seu paciente, desde que solicitado pelo paciente - o que deverá ficar registrado.

III→Os princípios de sigilomédico ficamsuspensos no caso de solicitação de informações do paciente por parte de juízes.

IV → O médico deverá comunicar casos de danos corporais de origem obscura à autoridade competente, comunicando a identidade de seu paciente, visando a investigação e esclarecimento dos fatos.

Estão corretas

 

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1665450 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Sobre os Transtornos Relacionados ao Álcool e à Abstinência de Álcool, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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1660009 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Acerca da Tricotilomania, considere as afirmativas a seguir.

I→Sua prevalência émaior emmulheres e todas as áreas do corpo podem ser afetadas, mas a mais comum é o escalpo.

II → Encontra-se classificada, segundo o DSM-5, dentro dos Transtornos disruptivos, do controle de impulsos e da conduta.

III → Pode estar associado com diversos Transtornos de Personalidade – particularmente obsessivo- compulsivo e narcisista.

Está(ão) correta(s)

 

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