Foram encontradas 50 questões.
Em relação ao diagnóstico diferencial entre Depressão Bipolar e Depressão Unipolar, relacione as colunas.
| (1) Depressão | ( ) Idade de início tardia (>25 |
| (2) Depressão | ( ) Apectos atípicos (sinais vegetativos |
| ( ) Depressão pós-parto | |
| ( ) Sazonalidade | |
| ( ) Mulheres mais acometidas |
A sequência correta é
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Em relação ao suicídio, assinale a alternativa correta.
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Para responder a questão, leia o texto a seguir.
A fotografia inventada dentro de uma época positivista - primeiras décadas do século XIX - criou e referendou sua posição como espelho do real, mimese de um mundo sem nenhuma interferência de um olho pensante, a falsa ideia de um registro documental isento: prova de um discurso oral ou escrito. Contra essa crença, vários pensadores da fotografia tentaram se insurgir e, dentro dessas linhas de pensamento, também a sociologia. Ao tecer textos trazendo a fotografia como protagonista e não apenas como suporte de outras formas de expressão, o sociólogo José de Souza Martins demonstra, em seu mais recente livro, Sociologia da Fotografia e da Imagem, que "o icônico é essencialmente expressão de uma necessidade do imaginário, uma linguagem e um discurso visual".
Na obra, Martins rebate a ideia de que a fotografia "congela" momentos, deixando bem claro que é o contrário: cada imagem narra ou cria uma história. O que o autor defende é o reconhecimento da imagem como documento do imaginário social e não como registro factual de uma realidade social.
Para quem quer estudar ou pensar fotografia - algo fundamental na sociedade contemporânea -, os textos de Martins são fundamentais. Não entregam receitas de leitura ou compreensão da imagem, mas nos instigam a pensar em seu papel como representante da imaginação coletiva de determinado momento social.
Sociologia da Fotografia e da Imagem começa com a discussão da fotografia e vida cotidiana. A fotografia é entendida como uma interpretação de um real que não se deixa simplesmente congelar ou aprisionar, mas que a cada olhada nos permite novas significações, novas possibilidades para entender representações da sociedade, num certo período sócio-histórico.
No livro, para além do cotidiano, existe a temática dos ritos da sociedade, formas que a ajudam a se estruturar, e Martins nos apresenta um belo ensaio sobre as fotografias dos atos de fé no Brasil, trabalho realizado por cinco fotógrafos com olhares diferentes sobre essas questões.
Ao tentar analisar essas imagens, Martins nos dirige para a questão da imaginação fotográfica, dos vários modos de ver, que pertencem à imaginação do fotógrafo, mas também à imaginação de quem decifra imagens. Essa discussão no livro leva a um novo capítulo, onde o sociólogo analisa o trabalho do fotógrafo Sebastião Salgado, mais especificamente seu ensaio Êxodos. E, aqui, surge o embate entre documentação e estética, como se uma fosse excludente da outra, ideia com que Martins não concorda. Claro que existe sempre uma
busca, ou melhor, uma narrativa estética ao se criar um discurso, seja ele qual for.
É de destacarmos, por fim, o primoroso ensaio O Impressionismo na Fotografia e a Sociologia da Imagem, em que podemos ver defendida com mais vigor a tese de Martins da necessidade de aprender a ver. E para não ficar somente na teoria, o autor nos apresenta seu próprio ensaio fotográfico sobre o Carandiru durante o processo de desativação do prédio. Um estudioso que tem as duas visões da análise imagética: a teoria e o fazer. "Decifrar o que se esconde por trás do visível ou do fotografável continua sendo um desafio para os
cientistas que se documentam com expressões visuais da realidade social." Na tessitura de seu pensamento - formado, aliás, com muitos estudos sobre história da fotografia e fotógrafos -, Martins nos chama atenção para a necessidade de uma sociologia do conhecimento visual para aprender a ler e interpretar imagens, em especial a fotográfica: "Sociólogos e antropólogos precisam muito mais do que uma foto para compreender o que uma foto contém." E assim é, pois desde muito alguém já nos disse que a fotografia é umtipo especial de conhecimento.
Fonte: PERSICHETTI, Simonetta. Documento do imaginário social. Jornal O Estado de S. Paulo. Edição de 15/11/08. (Adaptado)
Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/noticias/artes-documento-do-imaginario-social,278319. Acesso em 04/07/2018.
Considere as afirmativas sobre o conteúdo e a organização linguística do texto.
I → Sem prejuízo da coesão e da coerência, a expressão Contra essa crença (ℓ.7) poderia ser reescrita como Contra essa falácia da imparcialidade da fotografia.
II → As ideias de José de Souza Martins vão ao encontro da tese de que a fotografia é um espelho do real, um registro documental isento.
III → Sobre o sociólogo em foco na reportagem, infere-se que a sua tese sobre a necessidade de uma sociologia do conhecimento visual está baseada também em sua experiência pessoal com a fotografia.
Está(ão) correta(s)
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A anorexia nervosa (AN) se caracteriza como um transtorno alimentar no qual ocorre perda de peso autoinfringida na busca por magreza, acompanhada por distorção da imagem corporal e alterações hormonais devido à desnutrição.
Com relação a essa doença, considere as afirmativas a seguir.
I → A prevalência de AN é estimada entre 0,5 a 1% da população, sendo cerca de 50% do sexo feminino.
II → Ocorre maior concordância de casos de AN entre gêmeos homozigóticos em comparação com heterozigóticos.
III → As taxas de recuperação da AN são variáveis, estimando-se recuperação completa em torno de 50% dos pacientes; outros 30% evoluem com alternância entre períodos de melhora e de recidiva da doença, e o restante apresenta um curso grave, com complicações físicas e psicológicas mais sérias, encampando pacientes que se tornam crônicos e refratários.
Está(ão) correta(s)
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Para responder a questão, leia o texto a seguir.
A fotografia inventada dentro de uma época positivista - primeiras décadas do século XIX - criou e referendou sua posição como espelho do real, mimese de um mundo sem nenhuma interferência de um olho pensante, a falsa ideia de um registro documental isento: prova de um discurso oral ou escrito. Contra essa crença, vários pensadores da fotografia tentaram se insurgir e, dentro dessas linhas de pensamento, também a sociologia. Ao tecer textos trazendo a fotografia como protagonista e não apenas como suporte de outras formas de expressão, o sociólogo José de Souza Martins demonstra, em seu mais recente livro, Sociologia da Fotografia e da Imagem, que "o icônico é essencialmente expressão de uma necessidade do imaginário, uma linguagem e um discurso visual".
Na obra, Martins rebate a ideia de que a fotografia "congela" momentos, deixando bem claro que é o contrário: cada imagem narra ou cria uma história. O que o autor defende é o reconhecimento da imagem como documento do imaginário social e não como registro factual de uma realidade social.
Para quem quer estudar ou pensar fotografia - algo fundamental na sociedade contemporânea -, os textos de Martins são fundamentais. Não entregam receitas de leitura ou compreensão da imagem, mas nos instigam a pensar em seu papel como representante da imaginação coletiva de determinado momento social.
Sociologia da Fotografia e da Imagem começa com a discussão da fotografia e vida cotidiana. A fotografia é entendida como uma interpretação de um real que não se deixa simplesmente congelar ou aprisionar, mas que a cada olhada nos permite novas significações, novas possibilidades para entender representações da sociedade, num certo período sócio-histórico.
No livro, para além do cotidiano, existe a temática dos ritos da sociedade, formas que a ajudam a se estruturar, e Martins nos apresenta um belo ensaio sobre as fotografias dos atos de fé no Brasil, trabalho realizado por cinco fotógrafos com olhares diferentes sobre essas questões.
Ao tentar analisar essas imagens, Martins nos dirige para a questão da imaginação fotográfica, dos vários modos de ver, que pertencem à imaginação do fotógrafo, mas também à imaginação de quem decifra imagens. Essa discussão no livro leva a um novo capítulo, onde o sociólogo analisa o trabalho do fotógrafo Sebastião Salgado, mais especificamente seu ensaio Êxodos. E, aqui, surge o embate entre documentação e estética, como se uma fosse excludente da outra, ideia com que Martins não concorda. Claro que existe sempre uma busca, ou melhor, uma narrativa estética ao se criar um discurso, seja ele qual for.
É de destacarmos, por fim, o primoroso ensaio O Impressionismo na Fotografia e a Sociologia da Imagem, em que podemos ver defendida com mais vigor a tese de Martins da necessidade de aprender a ver. E para não ficar somente na teoria, o autor nos apresenta seu próprio ensaio fotográfico sobre o Carandiru durante o processo de desativação do prédio. Um estudioso que tem as duas visões da análise imagética: a teoria e o fazer. "Decifrar o que se esconde por trás do visível ou do fotografável continua sendo um desafio para os cientistas que se documentam com expressões visuais da realidade social." Na tessitura de seu pensamento - formado, aliás, com muitos estudos sobre história da fotografia e fotógrafos -, Martins nos chama atenção para a necessidade de uma sociologia do conhecimento visual para aprender a ler e interpretar imagens, em especial a fotográfica: "Sociólogos e antropólogos precisam muito mais do que uma foto para compreender o que uma foto contém." E assim é, pois desde muito alguém já nos disse que a fotografia é umtipo especial de conhecimento.
Fonte: PERSICHETTI, Simonetta. Documento do imaginário social. Jornal O Estado de S. Paulo. Edição de 15/11/08. (Adaptado) Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/noticias/artes-documento-do-imaginario-social,278319. Acesso em 04/07/2018.
Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa sobre sinais de pontuação.
( ) Os parênteses poderiam substituir os travessões empregados e destacados no texto, sem prejuízo da correção gramatical .
( ) A conjunção pois poderia substituir os dois pontos empregados e destacados no texto, sem prejuízo da coesão e da coerência.
( ) Os dois pontos foram explorados no último parágrafo como sinais gráficos para assinalar, respectivamente, uma explicação e a introdução do discurso citado.
A sequência correta é
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Em relação aos antidepressivos, assinale a alternativa correta.
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Em relação aos antipsicóticos, assinale a alternativa INCORRETA.
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Quanto aos Transtornos Neurocognitivos, em relação ao Delirium, é correto afirmar:
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- Transtornos MentaisAnsiedade, Dissociativos e SomatoformesAnsiedade, Fobias e Síndrome do PânicoFobia Social e Específica
Em relação ao Transtorno de Ansiedade Social (Fobia Social), assinale a alternativa INCORRETA.
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Os transtornos de conduta são um grupo diagnóstico que se caracteriza por um padrão persistente de agressividade e comportamentos antissociais. São os quadros psiquiátricos de maior prevalência na infância em todo o mundo. Muitos jovens com transtornos de conduta se tornam adultos antissociais, sendo um grande fardo para a família e a sociedade. Os principais diagnósticos desses grupo são o transtorno de conduta e o transtorno o positivo desafiador.
Associe os diagnósticos na coluna à esquerda com as características correspondentes na coluna à direita.
| (1) Transtorno | ( ) Frequentemente desacata os adultos ou recusa-se ativamente a obedecer a solicitações ou regras. |
| (2) Transtorno | ( ) Apresenta crueldade física com animais. |
| ( ) Mente com frequência para obter bens ou favores ou para esquivar-se de obrigações legais. | |
| ( ) Frequentemente responsabiliza os outros por seus erros ou mau comportamento. | |
| ( ) Faz provocações, ameaças e intimidações frequentes. | |
| ( ) Frequentemente é rancoroso ou vingativo. |
A sequência correta é
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