Foram encontradas 50 questões.
O cultivo de soja em terras baixas tem aumentado em área nos últimos anos no Rio Grande do Sul. Consequentemente aumentaram os estudos que testam a adaptabilidade das cultivares de soja a esse ambiente que era tradicionalmente cultivado com arroz irrigado. Nesse sentido, as cultivares indicadas para terras baixas devem apresentar as seguintes características: tipo de crescimento , grupo de maturidade relativa e resistência a .
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
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A Lei nº 8.429, de 2 de junho de 1992, prevê as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional.
A partir dessa lei, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.
( ) Revelar ou permitir que chegue ao conhecimento de terceiro, antes da respectiva divulgação oficial, teor de medida política ou econômica capaz de afetar o preço de mercadoria, bem ou serviço é considerado ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública.
( ) Perceber vantagem econômica, direta ou indireta, para facilitar a alienação, permuta ou locação de bem público ou o fornecimento de serviço por ente estatal por preço inferior ao valor de mercado configura ato de improbidade administrativa que importa em enriquecimento ilícito.
( ) Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício configura ato de improbidade administrativa que causa prejuízo ao erário.
A sequência correta é
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Na região sul do Brasil, várias doenças incidem sobre a cultura do arroz irrigado, prejudicando a produtividade e a qualidade dos grãos colhidos. Entre elas, destaca-se como uma das principais a brusone (Pyricularia oryzae).
Assinale a alternativa que apresenta estratégias de manejo indicadas para o controle da brusone.
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Para minimizar os efeitos negativos no crescimento, no desenvolvimento e na produtividade que o excesso hídrico no solo provoca em lavouras de soja em terras baixas, recomenda-se realizar práticas de manejo visando a mitigar os efeitos desse estresse.
Assinale a alternativa que apresenta as principais práticas de manejo indicadas para reduzir o problema de excesso hídrico na lavoura de soja em terras baixas.
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As práticas de manejo em lavouras de milho em terras baixas devem ser realizadas com o objetivo de maximizar os componentes de produtividade.
Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta a(s) estratégia(s) de manejo adequada(s) para a aplicação de nitrogênio em cobertura em milho.
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A irrigação por alagamento do solo no cultivo de arroz irrigado é fundamental para o sucesso da atividade. Vários são os fatores que interferem no planejamento e manejo da irrigação, que determinam o período e o uso da água. Tais aspectos são considerados nas recomendações técnicas da pesquisa para o cultivo de arroz irrigado no Sul do Brasil (SOSBAI, 2018).
Assim, em sistema de semeadura em solo seco, a recomendação é iniciar a irrigação do arroz, no máximo, três dias da adubação nitrogenada, o que coincide com o(s) estádio(s) . O volume total de água usado na lavoura pode variar de mil m3/ha.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
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Para responder à questão, leia o texto a seguir.
O ódio na internet
Quando usamos a palavra nazista para quem chutou um cachorro em um dia de fúria, que palavra vamos usar para quem comete regularmente crimes hediondos contra a humanidade? Mas a grande questão não é o desgaste semântico e o julgamento sumário. A pergunta mais procedente é: a internet revela a agressividade que está latente em nós ou é ela mesma que propicia um comportamento um tom acima do que já usamos?
Acredito na segunda hipótese, porque somos a primeira geração que massivamente usa a internet. Ainda não temos uma cultura de convívio, uma etiqueta peculiar para esse espaço. Recém-chegados e broncos, ainda escarramos no chão e não sabemos nos comportar. Somos os inventores e as cobaias dessa nova experiência de convívio.
Agregue a isso a ausência física do interlocutor, não há corpos presentes. Quando a distância do outro aumenta, seu olhar não é visível, todas as ovelhas viram lobos e a bravata toma conta. Acrescente ainda o imediatismo, a rapidez da rede que permite fazer sem pensar. Escrever uma carta dispendia tempo, até mandá-la tínhamos refletido melhor. Agora usamos o calor do momento, que é péssimo conselheiro.
As redes sociais são um meio quase de mão única: muita exposição e pouco retorno. Somos narcisistas, mas acima disso somos carentes, queremos é ser notados, admirados. Para tanto, num lugar onde todos falam ao mesmo tempo e ninguém escuta, é natural que falemos aos berros. Tendemos ao exagero, ao insólito, ao bizarro para nos destacar da massa.
Talvez a causa mais importante seja a sensação de irrelevância política dominante. O cidadão médio considera-se impotente perante a realidade. Não se sente representado por ninguém, as grandes discussões são complexas e ele pouco entende. A rede é porosa para o desabafo do seu mal-estar. Acredita que pode fazer política, ainda que minúscula, com suas investidas indignadas contra tudo e todo. O efeito é apenas catártico, uma caricatura de intervenção social. Não passa de ressentimento destilado, mas alivia.
Talvez nosso olhar viciado coloque o termômetro em lugares errados. Por duas razões: o que é bom não dá manchete, e compartilhamos uma ideia difusa de que vivemos um momento de declínio moral e espiritual. Alardeamos que o tempo da utopia acabou, viveríamos a época das distopias. Acalentamos, sem nenhuma base na realidade, a crença de que enquanto civilização estaríamos, como nunca anteriormente, rumando em direção à barbárie. Procuramos indícios do mito da decadência para referendar essa tese e, para isso, nada melhor do que as besteiras ditas sem pensar na internet.
De qualquer forma, se o ministério do bom senso existisse, advertiria: aprecie as redes sociais com moderação.
Fonte: CORSO, Mário. O ódio na internet. Disponível em:
marioedianacorso.com/o_odio_na_internet. Acesso em: 13 jun. 2019.(Adaptado)
Para responder à questão, observe o fragmento em destaque a seguir.
Acalentamos, sem nenhuma base na realidade, a crença de que enquanto civilização estaríamos, como nunca anteriormente, rumando em direção à barbárie.
Ao se deslocarem dois segmentos de sua ordem direta, agregou-se à frase um viés declaradamente argumentativo. Essa estratégia implicou o emprego da vírgula com a seguinte dinâmica:
I - a primeira e a segunda vírgulas destacam um termo colocado entre o verbo e seu sujeito.
II - a terceira e a quarta vírgulas destacam um segmento posicionado entre os dois verbos de uma locução.
III - os pares de vírgulas delimitam, respectivamente, segmentos expressando circunstâncias de modo e de comparação.
Está(ão) correta(s)
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Para responder à questão, leia o texto a seguir.
O ódio na internet
Quando usamos a palavra nazista para quem chutou um cachorro em um dia de fúria, que palavra vamos usar para quem comete regularmente crimes hediondos contra a humanidade? Mas a grande questão não é o desgaste semântico e o julgamento sumário. A pergunta mais procedente é: a internet revela a agressividade que está latente em nós ou é ela mesma que propicia um comportamento um tom acima do que já usamos?
Acredito na segunda hipótese, porque somos a primeira geração que massivamente usa a internet. Ainda não temos uma cultura de convívio, uma etiqueta peculiar para esse espaço. Recém-chegados e broncos, ainda escarramos no chão e não sabemos nos comportar. Somos os inventores e as cobaias dessa nova experiência de convívio.
Agregue a isso a ausência física do interlocutor, não há corpos presentes. Quando a distância do outro aumenta, seu olhar não é visível, todas as ovelhas viram lobos e a bravata toma conta. Acrescente ainda o imediatismo, a rapidez da rede que permite fazer sem pensar. Escrever uma carta dispendia tempo, até mandá-la tínhamos refletido melhor. Agora usamos o calor do momento, que é péssimo conselheiro.
As redes sociais são um meio quase de mão única: muita exposição e pouco retorno. Somos narcisistas, mas acima disso somos carentes, queremos é ser notados, admirados. Para tanto, num lugar onde todos falam ao mesmo tempo e ninguém escuta, é natural que falemos aos berros. Tendemos ao exagero, ao insólito, ao bizarro para nos destacar da massa.
Talvez a causa mais importante seja a sensação de irrelevância política dominante. O cidadão médio considera-se impotente perante a realidade. Não se sente representado por ninguém, as grandes discussões são complexas e ele pouco entende. A rede é porosa para o desabafo do seu mal-estar. Acredita que pode fazer política, ainda que minúscula, com suas investidas indignadas contra tudo e todos. O efeito é apenas catártico, uma caricatura de intervenção social. Não passa de ressentimento destilado, mas alivia.
Talvez nosso olhar viciado coloque o termômetro em lugares errados. Por duas razões: o que é bom não dá manchete, e compartilhamos uma ideia difusa de que vivemos um momento de declínio moral e espiritual. Alardeamos que o tempo da utopia acabou, viveríamos a época das distopias. Acalentamos, sem nenhuma base na realidade, a crença de que enquanto civilização estaríamos, como nunca anteriormente, rumando em direção à barbárie. Procuramos indícios do mito da decadência para referendar essa tese e, para isso, nada melhor do que as besteiras ditas sem pensar na internet.
De qualquer forma, se o ministério do bom senso existisse, advertiria: aprecie as redes sociais com moderação.
Fonte: CORSO, Mário. O ódio na internet. Disponível em:
marioedianacorso.com/o_odio_na_internet. Acesso em: 13 jun. 2019.(Adaptado)
Se, na pergunta lançada no final do parágrafo inicial, o segmento a internet fosse reescrito como as redes sociais, quantas palavras deveriam ser pluralizadas?
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A análise de variância é um procedimento estatístico que permite avaliar se os fatores considerados produzem mudanças sistemáticas em uma variável de interesse. Há três pressupostos básicos que precisam ser satisfeitos para que o modelo da análise de variância possa ser aplicada em um conjunto de dados experimentais.
Assim, as amostras devem ser aleatórias e e devem ser extraídas de populações , as quais, por sua vez, devem ter variâncias .
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
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Para responder à questão, leia o texto a seguir.
O ódio na internet
Quando usamos a palavra nazista para quem chutou um cachorro em um dia de fúria, que palavra vamos usar para quem comete regularmente crimes hediondos contra a humanidade? Mas a grande questão não é o desgaste semântico e o julgamento sumário. A pergunta mais procedente é: a internet revela a agressividade que está latente em nós ou é ela mesma que propicia um comportamento um tom acima do que já usamos?
Acredito na segunda hipótese, porque somos a primeira geração que massivamente usa a internet. Ainda não temos uma cultura de convívio, uma etiqueta peculiar para esse espaço. Recém-chegados e broncos, ainda escarramos no chão e não sabemos nos comportar. Somos os inventores e as cobaias dessa nova experiência de convívio.
Agregue a isso a ausência física do interlocutor, não há corpos presentes. Quando a distância do outro aumenta, seu olhar não é visível, todas as ovelhas viram lobos e a bravata toma conta. Acrescente ainda o imediatismo, a rapidez da rede que permite fazer sem pensar. Escrever uma carta dispendia tempo, até mandá-la tínhamos refletido melhor. Agora usamos o calor do momento, que é péssimo conselheiro.
As redes sociais são um meio quase de mão única: muita exposição e pouco retorno. Somos narcisistas, mas acima disso somos carentes, queremos é ser notados, admirados. Para tanto, num lugar onde todos falam ao mesmo tempo e ninguém escuta, é natural que falemos aos berros. Tendemos ao exagero, ao insólito, ao bizarro para nos destacar da massa.
Talvez a causa mais importante seja a sensação de irrelevância política dominante. O cidadão médio considera-se impotente perante a realidade. Não se sente representado por ninguém, as grandes discussões são complexas e ele pouco entende. A rede é porosa para o desabafo do seu mal-estar. Acredita que pode fazer política, ainda que minúscula, com suas investidas indignadas contra tudo e todo. O efeito é apenas catártico, uma caricatura de intervenção social. Não passa de ressentimento destilado, mas alivia.
Talvez nosso olhar viciado coloque o termômetro em lugares errados. Por duas razões: o que é bom não dá manchete, e compartilhamos uma ideia difusa de que vivemos um momento de declínio moral e espiritual. Alardeamos que o tempo da utopia acabou, viveríamos a época das distopias. Acalentamos, sem nenhuma base na realidade, a crença de que enquanto civilização estaríamos, como nunca anteriormente, rumando em direção à barbárie. Procuramos indícios do mito da decadência para referendar essa tese e, para isso, nada melhor do que as besteiras ditas sem pensar na internet.
De qualquer forma, se o ministério do bom senso existisse, advertiria: aprecie as redes sociais com moderação.
Fonte: CORSO, Mário. O ódio na internet. Disponível em:
marioedianacorso.com/o_odio_na_internet. Acesso em: 13 jun. 2019.(Adaptado)
Para responder à questão, considere o seguinte fragmento:
[...] num lugar onde todos falam ao mesmo tempo e ninguém escuta, é natural que falemos aos berros. Tendemos ao exagero, ao insólito, ao bizarro para nos destacar da massa.
Observada a norma padrão e a relação de sentido articulada, onde poderia ser substituído, no fragmento acima, por
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