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Foram encontradas 280 questões.

1258682 Ano: 2019
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Considere as seguintes afirmações sobre montagem audiovisual.

I - Insert é um plano não fundamental ao entendimento da ação.

II - Jump-cut é um tipo de corte no qual partes da ação são suprimidas, provocando quebras evidentes na continuidade de tempo.

III - Plano sequência é o nome dado à montagem que conecta imagens de duas ou mais cenas distintas entre si.

Está(ão) correta(s)

 

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1258175 Ano: 2019
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Considerando-se a eficácia, ao avaliar uma base de dados bibliográficos, assinale a alternativa que apresenta corretamente o procedimento que o bibliotecário utiliza na medição da velocidade de inclusão de novas publicações no serviço de indexação.

 

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1258114 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Considerando intervenções baseadas em evidências para evitar infecções frequentes relacionadas a cuidados de saúde e outros eventos adversos, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.

( ) Quanto à prevenção de infecção por cateter venoso central, são consideradas medidas eficazes: estimular a lavagem de mãos entre os profissionais de saúde e revisar diariamente a necessidade do cateter, para que sua retirada ocorra assim que possível.

( ) Quanto à prevenção de eventos relacionados ao uso do respirador, não são consideradas medidas eficazes planejar períodos de pausa na sedação, nem revisar diariamente a possibilidade de extubação.

( ) Quanto à prevenção de infecções do trato urinário, é considerada uma medida eficaz colocar cateter vesical somente quando houver necessidade absoluta e não por conveniência do profissional.

( ) Quanto à prevenção de transmissão cruzada de patógenos, é considerada uma medida eficaz a limpeza de mãos com álcool gel para mãos antes e depois de qualquer contato com os pacientes ou seu ambiente.

A sequência correta é

 

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1258105 Ano: 2019
Disciplina: Libras
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

São algumas das atribuições do tradutor e intérprete de Libras no exercício de suas competências:

I - interpretar em Língua Brasileira de Sinais - Língua Portuguesa as atividades didáticopedagógicas e culturais desenvolvidas nas instituições de ensino nos níveis fundamentais, médio e superior, de forma a viabilizar o acesso aos conteúdos curriculares.

II - atuar nos processos seletivos para cursos na instituição de ensino e nos concursos públicos.

III - preparar materiais didático-pedagógicos juntamente com o professor, com a finalidade de ajudar o aluno com o conteúdo.

IV - ensinar a Língua Brasileira de Sinais para os ouvintes, a fim de facilitar a comunicação entre surdos e ouvintes.

Estão corretas

 

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1255013 Ano: 2019
Disciplina: Psicologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Em alguns países, o Construtivismo apareceu nas escolas como uma alternativa ao modelo do Comportamentalismo na Educação. Se o professor comportamentalista vê o estudante como alguém que deve ter seu comportamento modelado por meio de condicionamentos (premiando as tentativas corretas e frustrando as tentativas incorretas dos alunos), o professor construtivista irá valorizar todos os questionamentos dos alunos baseados na curiosidade e no desejo de saber, mesmo aqueles questionamentos que desafiam a visão que o professor tem sobre o problema.

Essa valorização do estudante questionador está em acordo com um conceito fundamental da pedagogia construtivista. Qual é esse conceito?

 

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1254881 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

A volta da letra bonita

Nossas histórias têm caligrafia própria. A forma da letra nos identifica, por isso a treinamos, buscando uma imagem ideal, como quando fazemos caras e bocas no espelho.

Quer escrevamos em garranchos de médico, em estudada letra de professor, em sofridos traços de quem teve pouca escola ou em estilosas maiúsculas de arquiteto, há uma razão de ser na estética, tamanho e cadência do que colocamos no papel.

Não é à toa que existem grafólogos, que sabem ler a linguagem do traço. A assinatura, com a qual emprestamos valor e seriedade a tanta coisa, nos sintetiza.

Aos nove anos, passei a usar o sobrenome do meu padrasto. Era algo que desejava, portanto preparei-me com pompa para a nova assinatura.

Sem determinação consciente, mudei de letra e nunca mais escrevi em cursiva. Imitei o traçado dos cadernos artísticos de uma colega que admirava - aliás, ela virou arquiteta. Sempre quis que meus caóticos e borrados cadernos escolares parecessem algo melhor, mas na ocasião o que importava era sua escrita em maiúsculas.

Em inglês, chamam-nas de "letras capitais", como as cidades mais importantes, como a pena que ceifa uma vida, como um valor investido.

Maiúsculo, dizemos nós, nome superlativo, como esperava do que dali em diante se tornaria o meu.

Se hoje tento escrever em cursiva, volta-me a letra de criança de nove anos, retrato congelado daquela cuja vida abriu um novo parágrafo. Acho que, também sem querer, escolhi que as letras não fossem coladas. Era uma identidade nova, peças soltas que passarei a vida tentando juntar.

O escritor Fabrício Carpinejar também tem uma história de filiação através da letra. Ele era, como eu, um desastre de aluno. Quando informado pela mãe de que no dia seguinte teria de assinar sua primeira carteira de identidade, ficou apavorado.

Com urgência, treinou fazendo calcos dos autógrafos do seu já famoso pai. Sua primeira assinatura foi um plágio, uma apropriação, prenúncio da herança artística dos dois pais poetas, que mais adiante reivindicaria para si. "A letra do meu pai me deu colo", ele definiu. No meu caso, foram as maiúsculas que deram colo para meu novo pai.

Quando os teclados tomaram conta da escrita, os presságios para o futuro da capacidade de escrever à mão foram terríveis. Como tantos
apocalipses, este não se confirmou. Entre os mais jovens, virou mania a arte do lettering. Uma caligrafia esmerada, que compõe diários-agendas, nos quais compromissos, confissões e ideias espalham-se graciosamente por páginas que não vexariam um monge escriba. Nas tatuagens que contêm palavras com que nos revestimos para sempre, as formas, os tipos de letras usados fazem toda a diferença.

Chegamos até aqui como civilização escrevendo: documentando contabilidades, leis, memórias e ficções. Não posso afirmar que isso nos tornou boa gente, mas, se temos algum potencial para ser melhores, acredito que o cuidado com a escrita pode ajudar. A letra manuscrita é um ato de amor às palavras, e nesse caso as aparências não enganam.

Vê-la resgatada com tanta graça me enche de otimismo de que as coisas se transformam, mas o essencial talvez não se perca.

Fonte: CORSO, Diana. A volta da letra bonita. Jornal Zero Hora, Porto Alegre, ano 56, 18 fev.
2019. Colunistas, p.31.

O texto A volta da letra bonita desenvolve-se em torno da relação entre letra e identidade, abordada pelo viés do(a)

 

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1254172 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Considerando a abordagem de pacientes com pancreatite aguda, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.

( ) Na fase inicial da pancreatite aguda, que dura de uma a duas semanas, quase todos os pacientes apresentam a Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS).

( ) Nos casos de pancreatite aguda, geralmente é necessária ou recomendada a realização de tomografia nas primeiras 48 horas de internação.

( ) Ao se investigar a presença de complicações, na fase tardia da pancreatite aguda, o sinal radiográfico mais importante é o aparecimento de pancreatite necrosante na tomografia computadorizada de abdome.

( ) A necrose geralmente prolonga a hospitalização e, se infectada, é resolvida com uso de antibioticoterapia, sem necessidade de intervenção cirúrgica, endoscópica ou percutânea.

A sequência correta é

 

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1254171 Ano: 2019
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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De acordo com Nonaka e Takeuchi (1997), a criação de conhecimento nas organizações, na perspectiva da gestão do conhecimento, envolve quatro padrões básicos, criando uma espiral do conhecimento.

O “fazer junto” corresponde ao padrão

 

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1254132 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Qual é o agente etiológico mais comum nas infecções urinárias não complicadas?

 

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1254115 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Quem tem boca vai ao arco

Todos os dias, milhares de estudantes e servidores passam pelo arco do campus sede da UFSM.

No entanto, apesar de ser tão conhecido — e, aparentemente, simples —, poucos sabem que ele esconde uma curiosidade: se duas pessoas pararem embaixo do arco, uma em cada extremidade, e conversarem em tom de voz normal, ambas são capazes de se ouvir mesmo com todo o barulho do trânsito a sua volta.

A explicação matemática do fenômeno é complexa, segundo o professor do Departamento de Estruturas e Construção Civil do Centro de Tecnologia da UFSM, Eric Brandão. No entanto, é possível entender o que acontece por meio do conceito de Whispering Gallery — galeria sussurrante, em português.

Segundo essa teoria, quando os sussurros chegam até uma superfície circular ou semicircular — como a do arco da UFSM —, as ondas sonoras se propagam ao longo do caminho curvado. O ângulo da superfície faz com que a energia sonora seja canalizada até o outro lado. Desta forma, a mensagem chega ao receptor com poucas interferências — apenas com uma potência levemente menor do que quando foi emitida.

Por este motivo, caso a fonte apenas cochiche, é possível que o som da voz não chegue à outra extremidade.

“É como se o tamanho das flechas fosse diminuindo”, pontua Eric, que dá aulas no curso de Engenharia Acústica da UFSM.

A perda de potência ocorre porque a voz — que é uma onda sonora — não sai da boca em uma única direção. “É como se fosse um conjunto de flechas”, explica o professor Eric, que complementa: “No caso da experiência no arco, um tanto da onda sonora emitida pela fonte se perde nos ruídos de fundo, como o barulho dos carros, ou é absorvida pelo material do arco. Chegarão ao outro lado os raios emitidos mais para cima, tangentes à curva”.

Fonte: ARCO. Quem tem boca vai ao arco. Publicado em 27 maio 2019.Disponível em:
https://www.ufsm.br/midias/arco/2019/05/27/quem-tem-boca-vai-ao-arco/. Acesso em 15 jul. 2019.

A explicação da curiosidade referida no texto é realizada com base em

I - experiência pessoal.

II - conhecimento científico.

III - sensações auditivas.

Está(ão) correta(s)

 

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