Foram encontradas 39 questões.
Leio o texto a seguir e responda a questão.
Texto I
Transporte é apenas parte das soluções para mobilidade urbana
Pensar em soluções para mobilidade urbana não pode se
resumir a criar ou expandir sistemas de transporte, mas sim
integrar um conjunto de ações que passam também pelo uso e
ocupação racional do solo, sobre como as cidades são
ocupadas.
A afirmação é de Paulo Resende, coordenador do núcleo de infraestrutura da Fundação Dom Cabral. Além disso, Resende defende a revisão do papel do setor público como provedor de soluções em mobilidade, a criação de agências metropolitanas com mandato supramunicipal e um arcabouço jurídico e social que garanta a continuidade dos projetos estruturantes.
A afirmação é de Paulo Resende, coordenador do núcleo de infraestrutura da Fundação Dom Cabral. Além disso, Resende defende a revisão do papel do setor público como provedor de soluções em mobilidade, a criação de agências metropolitanas com mandato supramunicipal e um arcabouço jurídico e social que garanta a continuidade dos projetos estruturantes.
Suas recomendações têm como base a constatação de
que hoje as grandes e médias cidades em todo o mundo vivem
uma escolha entre o caos e a prosperidade.
"O gestor público ainda insiste no mito de que a redução
dos congestionamentos é o objetivo de todas as políticas de
mobilidade, mas Los Angeles, por exemplo, tem 400 km diários
de congestionamento", exemplifica.
Para ele, a diferença entre a cidade norte-americana e
São Paulo ou Bangalore, na Índia, é que lá trata-se de uma
opção. "Lá, assim como em outras grandes cidades do mundo,
há alternativas para quem quiser optar por não usar
o transporte individual. No Brasil não há."
Quando se fala em um uso racional do espaço, o principal
efeito sobre uma mobilidade mais eficiente é a redução dos
deslocamentos. Moradias longe dos destinos, sejam eles o
trabalho ou escola, obrigam as pessoas a atravessarem
diariamente grandes distâncias.
Desenvolvimento regional é parte dessa política. É por
isso que o especialista defende também ações de âmbito
metropolitano. "Municipalizar a questão da mobilidade só
transfere o caos para as periferias".
Resende lembra que não são só os mais pobres que
vivem longe do centro. Há um movimento forte da classe alta
para condomínios e cidades da região metropolitana. Nesse
aspecto, criar vias só beneficia o carro.
"Não adianta apenas focar em obras sem transporte de
massa, a integração entre os sistemas e a redução dos
deslocamentos. Respostas urgentes, como mais vias, são de
soluções de engenharia, não de inteligência."
E Resende vai além: para ele, o metrô é onde o rico anda
com o pobre em qualquer grande cidade do mundo, que
também tem processos de suburbanização de várias classes
sociais, mas o Brasil é o único país onde as cidades ainda
insistem na segregação. "Quem é favorecido por esse
sistema", questiona.
Segundo Resende, São Paulo tem 170 km2 de vias e
445 km2 de carros. Simplesmente não cabe. Ainda de acordo
com o especialista, a cidade perde R$ 80 bilhões por ano com
os congestionamentos, já descontados o que é considerado um
congestionamento natural numa cidade como essa.
"A falta de soluções para a mobilidade leva as pessoas ao
carro, o que retroalimenta o caos", conclui.
Fonte: Dimalice Nunes. Diálogos Capitais. Disponível em: <http:// http://www.cartacapital.com.br/dialogos-capitais/transporte-e-apenas-parte-dassolucoes-para-mobilidade-urbana>. Acesso em: 26 jan. 2017. (Texto adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto I
Transporte é apenas parte das soluções para mobilidade urbana
Pensar em soluções para mobilidade urbana não pode se resumir a criar ou expandir sistemas de transporte, mas sim integrar um conjunto de ações que passam também pelo uso e ocupação racional do solo, sobre como as cidades são ocupadas.
A afirmação é de Paulo Resende, coordenador do núcleo de infraestrutura da Fundação Dom Cabral. Além disso, Resende defende a revisão do papel do setor público como provedor de soluções em mobilidade, a criação de agências metropolitanas com mandato supramunicipal e um arcabouço jurídico e social que garanta a continuidade dos projetos estruturantes.
A afirmação é de Paulo Resende, coordenador do núcleo de infraestrutura da Fundação Dom Cabral. Além disso, Resende defende a revisão do papel do setor público como provedor de soluções em mobilidade, a criação de agências metropolitanas com mandato supramunicipal e um arcabouço jurídico e social que garanta a continuidade dos projetos estruturantes.
Suas recomendações têm como base a constatação de que hoje as grandes e médias cidades em todo o mundo vivem uma escolha entre o caos e a prosperidade.
"O gestor público ainda insiste no mito de que a redução dos congestionamentos é o objetivo de todas as políticas de mobilidade, mas Los Angeles, por exemplo, tem 400 km diários de congestionamento", exemplifica.
Para ele, a diferença entre a cidade norte-americana e São Paulo ou Bangalore, na Índia, é que lá trata-se de uma opção. "Lá, assim como em outras grandes cidades do mundo, há alternativas para quem quiser optar por não usar o transporte individual. No Brasil não há."
Quando se fala em um uso racional do espaço, o principal efeito sobre uma mobilidade mais eficiente é a redução dos deslocamentos. Moradias longe dos destinos, sejam eles o trabalho ou escola, obrigam as pessoas a atravessarem diariamente grandes distâncias.
Desenvolvimento regional é parte dessa política. É por isso que o especialista defende também ações de âmbito metropolitano. "Municipalizar a questão da mobilidade só transfere o caos para as periferias".
Resende lembra que não são só os mais pobres que vivem longe do centro. Há um movimento forte da classe alta para condomínios e cidades da região metropolitana. Nesse aspecto, criar vias só beneficia o carro.
"Não adianta apenas focar em obras sem transporte de massa, a integração entre os sistemas e a redução dos deslocamentos. Respostas urgentes, como mais vias, são de soluções de engenharia, não de inteligência."
E Resende vai além: para ele, o metrô é onde o rico anda com o pobre em qualquer grande cidade do mundo, que também tem processos de suburbanização de várias classes sociais, mas o Brasil é o único país onde as cidades ainda insistem na segregação. "Quem é favorecido por esse sistema", questiona.
Segundo Resende, São Paulo tem 170 km2 de vias e 445 km2 de carros. Simplesmente não cabe. Ainda de acordo com o especialista, a cidade perde R$ 80 bilhões por ano com os congestionamentos, já descontados o que é considerado um congestionamento natural numa cidade como essa.
"A falta de soluções para a mobilidade leva as pessoas ao carro, o que retroalimenta o caos", conclui.
Fonte: Dimalice Nunes. Diálogos Capitais. Disponível em: <http:// http://www.cartacapital.com.br/dialogos-capitais/transporte-e-apenas-parte-dassolucoes-para-mobilidade-urbana>. Acesso em: 26 jan. 2017. (Texto adaptado).
Texto II

Fonte: Disponível em: <http://facebrodi.blogspot.com.br/2012/07/58-bilhoes-paramobilidade-urbana.html>. Acesso em: 27 jan. 2017. (texto adaptado).
I. Os textos I e II destacam uma das soluções possíveis para a mobilidade urbana: o transporte de massa. II. O texto II apresenta o transporte individual como o meio mais eficiente para a mobilidade urbana. III. O texto II dialoga com a afirmação de Resende (Texto I) de que as cidades vivem uma escolha entre o caos e a prosperidade.
Assinale a alternativa CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto I
Transporte é apenas parte das soluções para mobilidade urbana
Pensar em soluções para mobilidade urbana não pode se resumir a criar ou expandir sistemas de transporte, mas sim integrar um conjunto de ações que passam também pelo uso e ocupação racional do solo, sobre como as cidades são ocupadas.
A afirmação é de Paulo Resende, coordenador do núcleo de infraestrutura da Fundação Dom Cabral. Além disso, Resende defende a revisão do papel do setor público como provedor de soluções em mobilidade, a criação de agências metropolitanas com mandato supramunicipal e um arcabouço jurídico e social que garanta a continuidade dos projetos estruturantes.
A afirmação é de Paulo Resende, coordenador do núcleo de infraestrutura da Fundação Dom Cabral. Além disso, Resende defende a revisão do papel do setor público como provedor de soluções em mobilidade, a criação de agências metropolitanas com mandato supramunicipal e um arcabouço jurídico e social que garanta a continuidade dos projetos estruturantes.
Suas recomendações têm como base a constatação de que hoje as grandes e médias cidades em todo o mundo vivem uma escolha entre o caos e a prosperidade.
"O gestor público ainda insiste no mito de que a redução dos congestionamentos é o objetivo de todas as políticas de mobilidade, mas Los Angeles, por exemplo, tem 400 km diários de congestionamento", exemplifica.
Para ele, a diferença entre a cidade norte-americana e São Paulo ou Bangalore, na Índia, é que lá trata-se de uma opção. "Lá, assim como em outras grandes cidades do mundo, há alternativas para quem quiser optar por não usar o transporte individual. No Brasil não há."
Quando se fala em um uso racional do espaço, o principal efeito sobre uma mobilidade mais eficiente é a redução dos deslocamentos. Moradias longe dos destinos, sejam eles o trabalho ou escola, obrigam as pessoas a atravessarem diariamente grandes distâncias.
Desenvolvimento regional é parte dessa política. É por isso que o especialista defende também ações de âmbito metropolitano. "Municipalizar a questão da mobilidade só transfere o caos para as periferias".
Resende lembra que não são só os mais pobres que vivem longe do centro. Há um movimento forte da classe alta para condomínios e cidades da região metropolitana. Nesse aspecto, criar vias só beneficia o carro.
"Não adianta apenas focar em obras sem transporte de massa, a integração entre os sistemas e a redução dos deslocamentos. Respostas urgentes, como mais vias, são de soluções de engenharia, não de inteligência."
E Resende vai além: para ele, o metrô é onde o rico anda com o pobre em qualquer grande cidade do mundo, que também tem processos de suburbanização de várias classes sociais, mas o Brasil é o único país onde as cidades ainda insistem na segregação. "Quem é favorecido por esse sistema", questiona.
Segundo Resende, São Paulo tem 170 km2 de vias e 445 km2 de carros. Simplesmente não cabe. Ainda de acordo com o especialista, a cidade perde R$ 80 bilhões por ano com os congestionamentos, já descontados o que é considerado um congestionamento natural numa cidade como essa.
"A falta de soluções para a mobilidade leva as pessoas ao carro, o que retroalimenta o caos", conclui.
Fonte: Dimalice Nunes. Diálogos Capitais. Disponível em: <http:// http://www.cartacapital.com.br/dialogos-capitais/transporte-e-apenas-parte-dassolucoes-para-mobilidade-urbana>. Acesso em: 26 jan. 2017. (Texto adaptado).
Texto II

Fonte: Disponível em: <http://facebrodi.blogspot.com.br/2012/07/58-bilhoes-paramobilidade-urbana.html>. Acesso em: 27 jan. 2017. (texto adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considerando o estabelecido pela Lei nº 8.112/1990 (Estatuto
do Servidor Público Federal), acerca da prescrição, analise os
itens a seguir.
I. O prazo de prescrição começa a correr da data da ocorrência do fato. II. Os prazos de prescrição previstos na lei penal aplicam-se às infrações disciplinares capituladas também como crime. III. A abertura de sindicância ou a instauração de processo disciplinar interrompe a prescrição, até a decisão final proferida por autoridade competente. IV. Interrompido o curso da prescrição, o prazo recomeça a correr da data do ato que a interrompeu.
Assinale a alternativa CORRETA.
I. O prazo de prescrição começa a correr da data da ocorrência do fato. II. Os prazos de prescrição previstos na lei penal aplicam-se às infrações disciplinares capituladas também como crime. III. A abertura de sindicância ou a instauração de processo disciplinar interrompe a prescrição, até a decisão final proferida por autoridade competente. IV. Interrompido o curso da prescrição, o prazo recomeça a correr da data do ato que a interrompeu.
Assinale a alternativa CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Os periféricos são dispositivos instalados junto ao computador,
cuja função é auxiliar na comunicação homem/máquina. Esses
dispositivos poderão estar no entorno do computador ou dentro
do próprio gabinete. Além dessa função, existe a função de
entrada de dados e saída de dados, cujos principais
dispositivos são, respectivamente:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Tudo que é disponível na Web tem seu próprio endereço,
chamado URL, o qual facilita a navegação. Analise as
seguintes afirmativas sobre os tipos de endereços (URLs) que
podem ser acessados:
I. Endereços que começam com a sigla “http://” realizam a transferência de páginas da internet em formato html sem criptografia. II. Endereços que começam com a sigla “ftp://” realizam a transferência de mensagens eletrônicas em formato html sem criptografia. III. Endereços que começam com a sigla “https://” realizam a transferência de páginas da internet em formato html com criptografia.
Marque a alternativa CORRETA.
I. Endereços que começam com a sigla “http://” realizam a transferência de páginas da internet em formato html sem criptografia. II. Endereços que começam com a sigla “ftp://” realizam a transferência de mensagens eletrônicas em formato html sem criptografia. III. Endereços que começam com a sigla “https://” realizam a transferência de páginas da internet em formato html com criptografia.
Marque a alternativa CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A combinação certa de aplicativos, como firewalls, antivírus,
anti-spam, anti-spyware e anti-pop-up, podem ajudar a proteger
seu computador contra algumas ameaças de segurança,
provenientes da Internet. Correlacione a Coluna 1 dos
aplicativos de acordo com a Coluna 2 que apresenta a função
de cada um deles.
Coluna 1
1. Antivírus
2. Firewall
3. Anti-spyware
4. Anti pop-up
4. Anti pop-up
5. Anti-spam
Coluna 2
( ) É um programa que localiza e remove
informações sobre o usuário, sem o seu
conhecimento e consentimento.
( ) É um programa utilizado para detectar e eliminar o vírus de um arquivo ou programa.
( ) É um programa utilizado para detectar e eliminar o vírus de um arquivo ou programa.
( ) É um programa que evita que usuários
não autorizados consigam acessar o seu
computador e que as informações do seu
computador possam ser copiadas para a
rede sem a sua autorização.
( ) Programa que faz a filtragem das
mensagens recebidas evitando o
recebimento de e-mails não solicitados,
sempre inconvenientes e frequentemente
infectados com vírus, que recebemos
diariamente na nossa caixa de entrada.
( ) Programa que bloqueia as janelas que
abrem no navegador quando se acessa
uma página na web.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Luís, com o Windows 7 instalado em seu computador, possui o
hábito de salvar todos os arquivos que recebe no seu e-mail na
sua área de trabalho, o que torna essa área bastante poluída
visualmente, já que ele não costuma agrupar os arquivos em
pastas. Certo dia, Luís resolveu organizar os arquivos, criando
pastas na área de trabalho. Para criar a pasta desejada na
área de trabalho, Luís clicou em:
Marque a alternativa CORRETA.
Marque a alternativa CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Maria recebeu um e-mail de Ana Luiza, que foi direcionado a
vários destinatários. Após fazer a leitura do e-mail, Maria
resolve enviá-lo a Pedro, seu colega de trabalho. Considerando
que Pedro não estava na lista de destinatários do e-mail
enviado por Ana Luiza, Maria, para executar essa tarefa,
deverá selecionar a opção.
Marque a alternativa CORRETA.
Marque a alternativa CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O teclado é um dos acessórios indispensáveis para qualquer
pessoa que utilize um computador, pois ele fornece uma série
de atalhos para diversas funções. Analise as seguintes
afirmativas sobre os atalhos de teclado do Windows Explorer
do Microsoft Windows 7, versão padrão em português:
I. “Ctrl+A” - Seleciona todo o texto do documento. II. “Ctrl+Y” - Refaz o último comando. III. “Ctrl+Z” - Desfaz o último realizado.
Marque a alternativa CORRETA.
I. “Ctrl+A” - Seleciona todo o texto do documento. II. “Ctrl+Y” - Refaz o último comando. III. “Ctrl+Z” - Desfaz o último realizado.
Marque a alternativa CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container