Foram encontradas 40 questões.
Caberá à Instituição Federal de Ensino avaliar anualmente a
adequação do quadro de pessoal às suas necessidades,
propondo ao Ministério da Educação, se for o caso, o seu
redimensionamento. Quanto às variáveis que a Instituição
Federal de Ensino deve considerar na adequação do seu
quadro de pessoal, assinale a alternativa INCORRETA.
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No tocante à legislação que trata do Plano de Carreira dos
Cargos Técnico-Administrativos em Educação, no âmbito das
Instituições Federais de Ensino, assinale a alternativa
INCORRETA.
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No que tange à Carreira dos Técnico-Administrativos em
Educação, assinale a alternativa CORRETA.
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Leio o excerto da entrevista com o sociólogo Zygmunt Bauman,
concedida à revista ISTOÉ, e responda a questão.
ISTOÉ – O que caracteriza a “modernidade líquida”?
Zygmunt Bauman – Líquidos mudam de forma muito
rapidamente, sob a menor pressão. Na verdade, são incapazes
de manter a mesma forma por muito tempo. No atual estágio
“líquido” da modernidade, os líquidos são deliberadamente
impedidos de se solidificarem. A temperatura elevada — ou
seja, o impulso de transgredir, de substituir, de acelerar a
circulação de mercadorias rentáveis — não dá ao fluxo uma
oportunidade de abrandar, nem o tempo necessário para
condensar e solidificar-se em formas estáveis, com uma maior
expectativa de vida.
ISTOÉ – As pessoas estão conscientes dessa situação?
Zygmunt Bauman – Acredito que todos estamos cientes disso,
num grau ou outro. Pelo menos, às vezes, quando uma
catástrofe, natural ou provocada pelo homem, torna impossível
ignorar as falhas. Portanto, não é uma questão de “abrir os
olhos”. O verdadeiro problema é: quem é capaz de fazer o que
deve ser feito para evitar o desastre que já podemos prever? O
problema não é a nossa falta de conhecimento, mas a falta de
um agente capaz de fazer o que o conhecimento nos diz ser
necessário fazer, e urgentemente. Por exemplo: estamos todos
conscientes das consequências apocalípticas do aquecimento
do planeta. E todos estamos conscientes de que os recursos
planetários serão incapazes de sustentar a nossa filosofia e
prática de “crescimento econômico infinito” e de crescimento
infinito do consumo. Sabemos que esses recursos estão
rapidamente se aproximando de seu esgotamento. Estamos
conscientes — mas e daí? Há poucos (ou nenhum) sinais de
que, de própria vontade, estamos caminhando para mudar as
formas de vida que estão na origem de todos esses problemas.
ISTOÉ – E o que o senhor chama de “amor líquido”?
Zygmunt Bauman – Amor líquido é um amor “até segundo
aviso”, o amor a partir do padrão dos bens de consumo:
mantenha-os enquanto eles te trouxerem satisfação e os
substitua por outros que prometem ainda mais satisfação. O
amor com um espectro de eliminação imediata e, assim,
também de ansiedade permanente, pairando acima dele. Na
sua forma “líquida”, o amor tenta substituir a qualidade por
quantidade — mas isso nunca pode ser feito, como seus
praticantes mais cedo ou mais tarde acabam percebendo. É
bom lembrar que o amor não é um “objeto encontrado”, mas
um produto de um longo e muitas vezes difícil esforço e de boa
vontade.
Fonte: BAUMAN, Zygmunt. In: Revista ISTOÉ. Disponível em: <https://istoe.com.br/102755_VIVEMOS+TEMPOS+LIQUIDOS+NADA+E+PARA+DURAR+/>. Acesso em: 12 fev. 2018 (fragmento adaptado).
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Leio o excerto da entrevista com o sociólogo Zygmunt Bauman,
concedida à revista ISTOÉ, e responda a questão.
ISTOÉ – O que caracteriza a “modernidade líquida”?
Zygmunt Bauman – Líquidos mudam de forma muito
rapidamente, sob a menor pressão. Na verdade, são incapazes
de manter a mesma forma por muito tempo. No atual estágio
“líquido” da modernidade, os líquidos são deliberadamente
impedidos de se solidificarem. A temperatura elevada — ou
seja, o impulso de transgredir, de substituir, de acelerar a
circulação de mercadorias rentáveis — não dá ao fluxo uma
oportunidade de abrandar, nem o tempo necessário para
condensar e solidificar-se em formas estáveis, com uma maior
expectativa de vida.
ISTOÉ – As pessoas estão conscientes dessa situação?
Zygmunt Bauman – Acredito que todos estamos cientes disso,
num grau ou outro. Pelo menos, às vezes, quando uma
catástrofe, natural ou provocada pelo homem, torna impossível
ignorar as falhas. Portanto, não é uma questão de “abrir os
olhos”. O verdadeiro problema é: quem é capaz de fazer o que
deve ser feito para evitar o desastre que já podemos prever? O
problema não é a nossa falta de conhecimento, mas a falta de
um agente capaz de fazer o que o conhecimento nos diz ser
necessário fazer, e urgentemente. Por exemplo: estamos todos
conscientes das consequências apocalípticas do aquecimento
do planeta. E todos estamos conscientes de que os recursos
planetários serão incapazes de sustentar a nossa filosofia e
prática de “crescimento econômico infinito” e de crescimento
infinito do consumo. Sabemos que esses recursos estão
rapidamente se aproximando de seu esgotamento. Estamos
conscientes — mas e daí? Há poucos (ou nenhum) sinais de
que, de própria vontade, estamos caminhando para mudar as
formas de vida que estão na origem de todos esses problemas.
ISTOÉ – E o que o senhor chama de “amor líquido”?
Zygmunt Bauman – Amor líquido é um amor “até segundo
aviso”, o amor a partir do padrão dos bens de consumo:
mantenha-os enquanto eles te trouxerem satisfação e os
substitua por outros que prometem ainda mais satisfação. O
amor com um espectro de eliminação imediata e, assim,
também de ansiedade permanente, pairando acima dele. Na
sua forma “líquida”, o amor tenta substituir a qualidade por
quantidade — mas isso nunca pode ser feito, como seus
praticantes mais cedo ou mais tarde acabam percebendo. É
bom lembrar que o amor não é um “objeto encontrado”, mas
um produto de um longo e muitas vezes difícil esforço e de boa
vontade.
Fonte: BAUMAN, Zygmunt. In: Revista ISTOÉ. Disponível em: <https://istoe.com.br/102755_VIVEMOS+TEMPOS+LIQUIDOS+NADA+E+PARA+DURAR+/>. Acesso em: 12 fev. 2018 (fragmento adaptado).
I. Em: “A temperatura elevada – ou seja, o impulso de transgredir, de substituir, de acelerar a circulação de mercadorias rentáveis – não dá ao fluxo uma oportunidade de abrandar”, o elemento negritado introduz um esclarecimento da ideia anterior. II. Em: “Acredito que todos estamos cientes disso, num grau ou outro. Pelo menos, às vezes, quando uma catástrofe, natural ou provocada pelo homem, torna impossível ignorar as falhas. Portanto, não é uma questão de “abrir os olhos.”, o conectivo negritado marca uma relação temporal entre as ideias. III. Em: “Amor líquido é um amor “até segundo aviso””, o amor a partir do padrão dos bens de consumo: mantenha-os enquanto eles te trouxerem satisfação e os substitua por outros que prometem ainda mais satisfação.”, os elementos negritados retomam, respectivamente, ‘bens de consumo’.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Leio o excerto da entrevista com o sociólogo Zygmunt Bauman,
concedida à revista ISTOÉ, e responda a questão.
ISTOÉ – O que caracteriza a “modernidade líquida”?
Zygmunt Bauman – Líquidos mudam de forma muito
rapidamente, sob a menor pressão. Na verdade, são incapazes
de manter a mesma forma por muito tempo. No atual estágio
“líquido” da modernidade, os líquidos são deliberadamente
impedidos de se solidificarem. A temperatura elevada — ou
seja, o impulso de transgredir, de substituir, de acelerar a
circulação de mercadorias rentáveis — não dá ao fluxo uma
oportunidade de abrandar, nem o tempo necessário para
condensar e solidificar-se em formas estáveis, com uma maior
expectativa de vida.
ISTOÉ – As pessoas estão conscientes dessa situação?
Zygmunt Bauman – Acredito que todos estamos cientes disso,
num grau ou outro. Pelo menos, às vezes, quando uma
catástrofe, natural ou provocada pelo homem, torna impossível
ignorar as falhas. Portanto, não é uma questão de “abrir os
olhos”. O verdadeiro problema é: quem é capaz de fazer o que
deve ser feito para evitar o desastre que já podemos prever? O
problema não é a nossa falta de conhecimento, mas a falta de
um agente capaz de fazer o que o conhecimento nos diz ser
necessário fazer, e urgentemente. Por exemplo: estamos todos
conscientes das consequências apocalípticas do aquecimento
do planeta. E todos estamos conscientes de que os recursos
planetários serão incapazes de sustentar a nossa filosofia e
prática de “crescimento econômico infinito” e de crescimento
infinito do consumo. Sabemos que esses recursos estão
rapidamente se aproximando de seu esgotamento. Estamos
conscientes — mas e daí? Há poucos (ou nenhum) sinais de
que, de própria vontade, estamos caminhando para mudar as
formas de vida que estão na origem de todos esses problemas.
ISTOÉ – E o que o senhor chama de “amor líquido”?
Zygmunt Bauman – Amor líquido é um amor “até segundo
aviso”, o amor a partir do padrão dos bens de consumo:
mantenha-os enquanto eles te trouxerem satisfação e os
substitua por outros que prometem ainda mais satisfação. O
amor com um espectro de eliminação imediata e, assim,
também de ansiedade permanente, pairando acima dele. Na
sua forma “líquida”, o amor tenta substituir a qualidade por
quantidade — mas isso nunca pode ser feito, como seus
praticantes mais cedo ou mais tarde acabam percebendo. É
bom lembrar que o amor não é um “objeto encontrado”, mas
um produto de um longo e muitas vezes difícil esforço e de boa
vontade.
Fonte: BAUMAN, Zygmunt. In: Revista ISTOÉ. Disponível em: <https://istoe.com.br/102755_VIVEMOS+TEMPOS+LIQUIDOS+NADA+E+PARA+DURAR+/>. Acesso em: 12 fev. 2018 (fragmento adaptado).
I. Em: “Pelo menos, às vezes, quando uma catástrofe, natural ou provocada pelo homem, torna impossível ignorar as falhas”, a palavra negritada é um elemento coesivo que introduz a ideia de temporalidade. II. Em: “O verdadeiro problema é: quem é capaz de fazer o que deve ser feito para evitar o desastre que já podemos prever?”, os dois pontos são empregados para introduzir um esclarecimento do que foi anunciado anteriormente. III. Em: “É bom lembrar que o amor não é um “objeto encontrado”, mas um produto de um longo e muitas vezes difícil esforço e de boa vontade”, a palavra negritada é um elemento coesivo que introduz oposição de ideias.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Leio o excerto da entrevista com o sociólogo Zygmunt Bauman,
concedida à revista ISTOÉ, e responda a questão.
ISTOÉ – O que caracteriza a “modernidade líquida”?
Zygmunt Bauman – Líquidos mudam de forma muito
rapidamente, sob a menor pressão. Na verdade, são incapazes
de manter a mesma forma por muito tempo. No atual estágio
“líquido” da modernidade, os líquidos são deliberadamente
impedidos de se solidificarem. A temperatura elevada — ou
seja, o impulso de transgredir, de substituir, de acelerar a
circulação de mercadorias rentáveis — não dá ao fluxo uma
oportunidade de abrandar, nem o tempo necessário para
condensar e solidificar-se em formas estáveis, com uma maior
expectativa de vida.
ISTOÉ – As pessoas estão conscientes dessa situação?
Zygmunt Bauman – Acredito que todos estamos cientes disso,
num grau ou outro. Pelo menos, às vezes, quando uma
catástrofe, natural ou provocada pelo homem, torna impossível
ignorar as falhas. Portanto, não é uma questão de “abrir os
olhos”. O verdadeiro problema é: quem é capaz de fazer o que
deve ser feito para evitar o desastre que já podemos prever? O
problema não é a nossa falta de conhecimento, mas a falta de
um agente capaz de fazer o que o conhecimento nos diz ser
necessário fazer, e urgentemente. Por exemplo: estamos todos
conscientes das consequências apocalípticas do aquecimento
do planeta. E todos estamos conscientes de que os recursos
planetários serão incapazes de sustentar a nossa filosofia e
prática de “crescimento econômico infinito” e de crescimento
infinito do consumo. Sabemos que esses recursos estão
rapidamente se aproximando de seu esgotamento. Estamos
conscientes — mas e daí? Há poucos (ou nenhum) sinais de
que, de própria vontade, estamos caminhando para mudar as
formas de vida que estão na origem de todos esses problemas.
ISTOÉ – E o que o senhor chama de “amor líquido”?
Zygmunt Bauman – Amor líquido é um amor “até segundo
aviso”, o amor a partir do padrão dos bens de consumo:
mantenha-os enquanto eles te trouxerem satisfação e os
substitua por outros que prometem ainda mais satisfação. O
amor com um espectro de eliminação imediata e, assim,
também de ansiedade permanente, pairando acima dele. Na
sua forma “líquida”, o amor tenta substituir a qualidade por
quantidade — mas isso nunca pode ser feito, como seus
praticantes mais cedo ou mais tarde acabam percebendo. É
bom lembrar que o amor não é um “objeto encontrado”, mas
um produto de um longo e muitas vezes difícil esforço e de boa
vontade.
Fonte: BAUMAN, Zygmunt. In: Revista ISTOÉ. Disponível em: <https://istoe.com.br/102755_VIVEMOS+TEMPOS+LIQUIDOS+NADA+E+PARA+DURAR+/>. Acesso em: 12 fev. 2018 (fragmento adaptado).
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Questão presente nas seguintes provas
Leio o excerto da entrevista com o sociólogo Zygmunt Bauman,
concedida à revista ISTOÉ, e responda a questão.
ISTOÉ – O que caracteriza a “modernidade líquida”?
Zygmunt Bauman – Líquidos mudam de forma muito
rapidamente, sob a menor pressão. Na verdade, são incapazes
de manter a mesma forma por muito tempo. No atual estágio
“líquido” da modernidade, os líquidos são deliberadamente
impedidos de se solidificarem. A temperatura elevada — ou
seja, o impulso de transgredir, de substituir, de acelerar a
circulação de mercadorias rentáveis — não dá ao fluxo uma
oportunidade de abrandar, nem o tempo necessário para
condensar e solidificar-se em formas estáveis, com uma maior
expectativa de vida.
ISTOÉ – As pessoas estão conscientes dessa situação?
Zygmunt Bauman – Acredito que todos estamos cientes disso,
num grau ou outro. Pelo menos, às vezes, quando uma
catástrofe, natural ou provocada pelo homem, torna impossível
ignorar as falhas. Portanto, não é uma questão de “abrir os
olhos”. O verdadeiro problema é: quem é capaz de fazer o que
deve ser feito para evitar o desastre que já podemos prever? O
problema não é a nossa falta de conhecimento, mas a falta de
um agente capaz de fazer o que o conhecimento nos diz ser
necessário fazer, e urgentemente. Por exemplo: estamos todos
conscientes das consequências apocalípticas do aquecimento
do planeta. E todos estamos conscientes de que os recursos
planetários serão incapazes de sustentar a nossa filosofia e
prática de “crescimento econômico infinito” e de crescimento
infinito do consumo. Sabemos que esses recursos estão
rapidamente se aproximando de seu esgotamento. Estamos
conscientes — mas e daí? Há poucos (ou nenhum) sinais de
que, de própria vontade, estamos caminhando para mudar as
formas de vida que estão na origem de todos esses problemas.
ISTOÉ – E o que o senhor chama de “amor líquido”?
Zygmunt Bauman – Amor líquido é um amor “até segundo
aviso”, o amor a partir do padrão dos bens de consumo:
mantenha-os enquanto eles te trouxerem satisfação e os
substitua por outros que prometem ainda mais satisfação. O
amor com um espectro de eliminação imediata e, assim,
também de ansiedade permanente, pairando acima dele. Na
sua forma “líquida”, o amor tenta substituir a qualidade por
quantidade — mas isso nunca pode ser feito, como seus
praticantes mais cedo ou mais tarde acabam percebendo. É
bom lembrar que o amor não é um “objeto encontrado”, mas
um produto de um longo e muitas vezes difícil esforço e de boa
vontade.
Fonte: BAUMAN, Zygmunt. In: Revista ISTOÉ. Disponível em: <https://istoe.com.br/102755_VIVEMOS+TEMPOS+LIQUIDOS+NADA+E+PARA+DURAR+/>. Acesso em: 12 fev. 2018 (fragmento adaptado).
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Questão presente nas seguintes provas
Leio o excerto da entrevista com o sociólogo Zygmunt Bauman,
concedida à revista ISTOÉ, e responda a questão.
ISTOÉ – O que caracteriza a “modernidade líquida”?
Zygmunt Bauman – Líquidos mudam de forma muito
rapidamente, sob a menor pressão. Na verdade, são incapazes
de manter a mesma forma por muito tempo. No atual estágio
“líquido” da modernidade, os líquidos são deliberadamente
impedidos de se solidificarem. A temperatura elevada — ou
seja, o impulso de transgredir, de substituir, de acelerar a
circulação de mercadorias rentáveis — não dá ao fluxo uma
oportunidade de abrandar, nem o tempo necessário para
condensar e solidificar-se em formas estáveis, com uma maior
expectativa de vida.
ISTOÉ – As pessoas estão conscientes dessa situação?
Zygmunt Bauman – Acredito que todos estamos cientes disso,
num grau ou outro. Pelo menos, às vezes, quando uma
catástrofe, natural ou provocada pelo homem, torna impossível
ignorar as falhas. Portanto, não é uma questão de “abrir os
olhos”. O verdadeiro problema é: quem é capaz de fazer o que
deve ser feito para evitar o desastre que já podemos prever? O
problema não é a nossa falta de conhecimento, mas a falta de
um agente capaz de fazer o que o conhecimento nos diz ser
necessário fazer, e urgentemente. Por exemplo: estamos todos
conscientes das consequências apocalípticas do aquecimento
do planeta. E todos estamos conscientes de que os recursos
planetários serão incapazes de sustentar a nossa filosofia e
prática de “crescimento econômico infinito” e de crescimento
infinito do consumo. Sabemos que esses recursos estão
rapidamente se aproximando de seu esgotamento. Estamos
conscientes — mas e daí? Há poucos (ou nenhum) sinais de
que, de própria vontade, estamos caminhando para mudar as
formas de vida que estão na origem de todos esses problemas.
ISTOÉ – E o que o senhor chama de “amor líquido”?
Zygmunt Bauman – Amor líquido é um amor “até segundo
aviso”, o amor a partir do padrão dos bens de consumo:
mantenha-os enquanto eles te trouxerem satisfação e os
substitua por outros que prometem ainda mais satisfação. O
amor com um espectro de eliminação imediata e, assim,
também de ansiedade permanente, pairando acima dele. Na
sua forma “líquida”, o amor tenta substituir a qualidade por
quantidade — mas isso nunca pode ser feito, como seus
praticantes mais cedo ou mais tarde acabam percebendo. É
bom lembrar que o amor não é um “objeto encontrado”, mas
um produto de um longo e muitas vezes difícil esforço e de boa
vontade.
Fonte: BAUMAN, Zygmunt. In: Revista ISTOÉ. Disponível em: <https://istoe.com.br/102755_VIVEMOS+TEMPOS+LIQUIDOS+NADA+E+PARA+DURAR+/>. Acesso em: 12 fev. 2018 (fragmento adaptado).
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
Em conformidade com Regras Deontológicas, para a garantia
da ética profissional do servidor público civil do poder executivo
federal, a legislação dispõe o que segue:
I. a moralidade da Administração Pública não se limita à distinção entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da ideia de que o fim é sempre o bem comum. O equilíbrio entre a legalidade e a finalidade, na conduta do servidor público, é que poderá consolidar a moralidade do ato administrativo. II. a função pública deve ser tida como exercício profissional e, portanto, se integra na vida particular de cada servidor público. Assim, os fatos e atos verificados na conduta do dia a dia em sua vida privada poderão acrescer ou diminuir o seu bom conceito na vida funcional. III. salvo os casos de segurança nacional, investigações policiais ou interesse superior do Estado e da Administração Pública, a serem preservados em processo previamente declarado sigiloso, nos termos da lei, a publicidade de qualquer ato administrativo constitui requisito de eficácia e moralidade, ensejando sua omissão comprometimento ético contra o bem comum, imputável a quem a negar. IV. deixar o servidor público ou qualquer pessoa à espera de solução que compete ao setor em que exerça suas funções, permitindo a formação de longas filas, ou qualquer outra espécie de atraso na prestação do serviço, não caracteriza apenas atitude contra a ética ou ato de desumanidade, mas principalmente grave dano moral aos usuários dos serviços públicos. V. o servidor que trabalha em harmonia com a estrutura organizacional, respeitando seus colegas e cada concidadão, colabora e de todos pode receber colaboração, pois sua atividade pública é a grande oportunidade para o crescimento e o engrandecimento da Nação.
Assinale a alternativa CORRETA.
I. a moralidade da Administração Pública não se limita à distinção entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da ideia de que o fim é sempre o bem comum. O equilíbrio entre a legalidade e a finalidade, na conduta do servidor público, é que poderá consolidar a moralidade do ato administrativo. II. a função pública deve ser tida como exercício profissional e, portanto, se integra na vida particular de cada servidor público. Assim, os fatos e atos verificados na conduta do dia a dia em sua vida privada poderão acrescer ou diminuir o seu bom conceito na vida funcional. III. salvo os casos de segurança nacional, investigações policiais ou interesse superior do Estado e da Administração Pública, a serem preservados em processo previamente declarado sigiloso, nos termos da lei, a publicidade de qualquer ato administrativo constitui requisito de eficácia e moralidade, ensejando sua omissão comprometimento ético contra o bem comum, imputável a quem a negar. IV. deixar o servidor público ou qualquer pessoa à espera de solução que compete ao setor em que exerça suas funções, permitindo a formação de longas filas, ou qualquer outra espécie de atraso na prestação do serviço, não caracteriza apenas atitude contra a ética ou ato de desumanidade, mas principalmente grave dano moral aos usuários dos serviços públicos. V. o servidor que trabalha em harmonia com a estrutura organizacional, respeitando seus colegas e cada concidadão, colabora e de todos pode receber colaboração, pois sua atividade pública é a grande oportunidade para o crescimento e o engrandecimento da Nação.
Assinale a alternativa CORRETA.
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