Foram encontradas 260 questões.
Leia o Texto 4 para responder a questão.
Meu filho, você não merece nada
Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se
tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando
para virar gente grande, percebo que estamos diante da
geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais
despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades,
despreparada porque não sabe lidar com frustrações.
Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da
tecnologia, despreparada porque despreza o esforço.
Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas,
despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da
vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a
acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi
ensinada a criar a partir da dor.
BRUM, Eliane. Revista Época. Disponível em:
<http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca> . Acesso em: 07 out. 2023.
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Leia a tirinha a seguir.

La Vie En Rose por Adão Iturrusgarai. Folha de São Paulo, 30/09/2013. Disponível em:http://adao.blog.uol.com.br/ . Acesso em: 30 out. 2023.
Com base nos aspectos morfossintáticos, visuais e semânticos que constroem a tira,

La Vie En Rose por Adão Iturrusgarai. Folha de São Paulo, 30/09/2013. Disponível em:http://adao.blog.uol.com.br/ . Acesso em: 30 out. 2023.
Com base nos aspectos morfossintáticos, visuais e semânticos que constroem a tira,
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Leia o Texto 3 para responder a questão
Texto 3
As Memórias do cárcere, de Graciliano Ramos, são um
paradigma do que se pode chamar literatura de
testemunho: nem pura ficção, nem pura historiografia. O
fundo histórico é o da ditadura Vargas, mas o testemunho
vive e elabora-se numa zona de fronteira: ao percorrer
essas memórias, somos levados tanto a reconstituir a
fisionomia e os gestos de alguns companheiros de prisão
de Graciliano, entre os quais líderes comunistas, como a
contemplar a metamorfose dessa matéria objetiva em
uma prosa una e única − a palavra do narrador.
BOSI, Alfredo. Literatura e resistência. São Paulo: Companhia das Letras,
2002, p. 222. [Adaptado].
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Leia o Texto 3 para responder a questão
Texto 3
As Memórias do cárcere, de Graciliano Ramos, são um
paradigma do que se pode chamar literatura de
testemunho: nem pura ficção, nem pura historiografia. O
fundo histórico é o da ditadura Vargas, mas o testemunho
vive e elabora-se numa zona de fronteira: ao percorrer
essas memórias, somos levados tanto a reconstituir a
fisionomia e os gestos de alguns companheiros de prisão
de Graciliano, entre os quais líderes comunistas, como a
contemplar a metamorfose dessa matéria objetiva em
uma prosa una e única − a palavra do narrador.
BOSI, Alfredo. Literatura e resistência. São Paulo: Companhia das Letras,
2002, p. 222. [Adaptado].
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Leia a tirinha a seguir.

Disponível em:<https://www.pedrocordier.com/tag/calvin-e-haroldo/>. Acesso em: 30 out. 2023.
Na tira, a construção do efeito de ironia deve-se
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Leia o Texto 2 para responder a questão
Texto 2
A variação linguística é uma realidade que, embora
razoavelmente bem estudada pela sociolinguística, pela
dialetologia e pela linguística histórica, provoca, em geral,
reações sociais muito negativas. O senso comum tem escassa
percepção de que a língua é um fenômeno heterogêneo que
alberga grande variação e está em mudança contínua. Por isso,
costuma folclorizar a variação regional, demoniza a variação
social e tende a interpretar as mudanças como sinais de
deterioração da língua.
O senso comum não se dá bem com a variação linguística e
chega, muitas vezes, a explosões de ira e a gestos de grande
violência simbólica diante de fatos de variação. Boa parte de
uma educação de qualidade tem a ver precisamente com o
ensino de língua – um ensino que garanta o domínio das
práticas socioculturais de leitura, da escrita e da fala nos
espaços públicos.
E esse domínio inclui o das variedades linguísticas
historicamente identificadas como as mais próprias a essas
práticas – isto é, as variedades escritas e faladas que devem
ser identificadas como constitutivas da chamada norma culta.
Isso pressupõe, inclusive, uma ampla discussão sobre o próprio
conceito de norma culta e suas efetivas características no Brasil
contemporâneo.
ZILLES, A. M; FARACO, C. A. Apresentação. In: ZILLES, A. M; FARACO, C.
A. (org.). Pedagogia da variação linguística: língua, diversidade e ensino.
São Paulo: Parábola, 2015. [Adaptado].
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Leia o Texto 2 para responder a questão
Texto 2
A variação linguística é uma realidade que, embora
razoavelmente bem estudada pela sociolinguística, pela
dialetologia e pela linguística histórica, provoca, em geral,
reações sociais muito negativas. O senso comum tem escassa
percepção de que a língua é um fenômeno heterogêneo que
alberga grande variação e está em mudança contínua. Por isso,
costuma folclorizar a variação regional, demoniza a variação
social e tende a interpretar as mudanças como sinais de
deterioração da língua.
O senso comum não se dá bem com a variação linguística e
chega, muitas vezes, a explosões de ira e a gestos de grande
violência simbólica diante de fatos de variação. Boa parte de
uma educação de qualidade tem a ver precisamente com o
ensino de língua – um ensino que garanta o domínio das
práticas socioculturais de leitura, da escrita e da fala nos
espaços públicos.
E esse domínio inclui o das variedades linguísticas
historicamente identificadas como as mais próprias a essas
práticas – isto é, as variedades escritas e faladas que devem
ser identificadas como constitutivas da chamada norma culta.
Isso pressupõe, inclusive, uma ampla discussão sobre o próprio
conceito de norma culta e suas efetivas características no Brasil
contemporâneo.
ZILLES, A. M; FARACO, C. A. Apresentação. In: ZILLES, A. M; FARACO, C.
A. (org.). Pedagogia da variação linguística: língua, diversidade e ensino.
São Paulo: Parábola, 2015. [Adaptado].
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Leia o Texto 1 para responder a questão.
Texto 1
Arroz doce tradicional
Ingredientes
1/2 litro de leite
2 xícaras de arroz branco (já lavado)
3 xícaras de açúcar
canela em pau (uso e quantidade a gosto)
1 lata de leite condensado
Modo de preparo
Cozinhar o arroz no leite, juntamente com a canela. Mexer de
tempos em tempos e, 20 minutos depois, acrescentar o açúcar,
deixar mais 20 minutos e, logo em seguida, acrescentar o leite
condensado e deixar mais 20 minutos. Colocar em uma
travessa, levar à geladeira e servir.
Disponível em: <https://www.facebook.com/receitasdothales>. Acesso em: 05
out. 2023
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Texto 1
Arroz doce tradicional
Ingredientes
1/2 litro de leite
2 xícaras de arroz branco (já lavado)
3 xícaras de açúcar
canela em pau (uso e quantidade a gosto)
1 lata de leite condensado
Modo de preparo
Cozinhar o arroz no leite, juntamente com a canela. Mexer de
tempos em tempos e, 20 minutos depois, acrescentar o açúcar,
deixar mais 20 minutos e, logo em seguida, acrescentar o leite
condensado e deixar mais 20 minutos. Colocar em uma
travessa, levar à geladeira e servir.
Disponível em: <https://www.facebook.com/receitasdothales>. Acesso em: 05
out. 2023
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- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemVícios de Linguagem
Leia o texto a seguir.
A voz foi infiel trocando de traqueia E o dono foi perdendo a voz E o dono foi perdendo a linha – que tinha E foi perdendo a luz e além E disse: Minha voz, se vós não sereis minha Vós não sereis de mais ninguém
BUARQUE, Chico. A voz do dono e o dono da voz. Almanaque. Rio de Janeiro: Marola Edições Musicais, 1981.
Nesse trecho, destaca-se o trabalho com a polissemia a fim de se obterem efeitos semânticos e discursivos. O trecho emprega como elemento de progressão
A voz foi infiel trocando de traqueia E o dono foi perdendo a voz E o dono foi perdendo a linha – que tinha E foi perdendo a luz e além E disse: Minha voz, se vós não sereis minha Vós não sereis de mais ninguém
BUARQUE, Chico. A voz do dono e o dono da voz. Almanaque. Rio de Janeiro: Marola Edições Musicais, 1981.
Nesse trecho, destaca-se o trabalho com a polissemia a fim de se obterem efeitos semânticos e discursivos. O trecho emprega como elemento de progressão
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