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Foram encontradas 40 questões.

710546 Ano: 2014
Disciplina: Veterinária
Banca: UFMT
Orgão: UFT

Em relação à técnica de necropsia para caninos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Retirar o conjunto estômago-fígado-duodeno-pâncreas em um monobloco.

( ) Omento maior e baço são retirados separadamente.

( ) Para a retirada do intestino, é necessário realizar ligaduras no duodeno (porção caudal do pâncreas) e reto.

( ) O estômago deve ser aberto pela sua curvatura menor, facilitando a visualização da mucosa.

Assinale a sequência correta.

 

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Ainda que parcialmente introduzido pelo paternalismo estatal, o trabalho informal é manifestação espúria de flexibilidade, pois apenas degrada a relação entre patrão e empregado. Aceitá-lo como dado da realidade e conformar-se com o ritmo recente da formalização implica admitir a iniquidade de a metade da população ficar relegada à condição de segunda classe.

(Folha de São Paulo, 03/02/2014.)

A construção de sentidos de um texto está associada à relação que se estabelece entre as suas partes. Nesse fragmento, o conectivo ainda que estabelece entre paternalismo estatal e trabalho informal uma relação de

 

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Esse é o hino

De quatro em quatro anos, por ocasião das Copas do Mundo, milhões de pessoas pelo planeta afora têm a oportunidade de entrar em contato com uma das melhores realizações que o Brasil já foi capaz de pôr em pé – o Hino Nacional Brasileiro, tocado e transmitido globalmente antes do começo de cada jogo. É sempre um momento de sucesso garantido junto ao público. O time, no campo, pode ir melhor ou pior, mas o hino não falha nunca. Seus primeiros acordes já deixam claro para a plateia presente aos estádios que ela vai ouvir, nos instantes que se seguem, música de primeira qualidade no gênero; dali para frente as coisas só melhoram. Ao se executar a última nota, todos os que prestaram atenção ao que estavam ouvindo ficam com a impressão de ter recebido um brinde inesperado antes do jogo: em vez da monotonia habitual dos hinos nacionais, em geral áridas arrumações de movimentos marciais que têm como característica mais notável o fato de parecerem todas iguais umas às outras, o que se ouve é uma das melodias mais vibrantes, calorosas e inspiradas que se podem escutar numa cerimônia oficial.

Não há momento sequer de tédio no Hino Nacional; tudo ali é energia, emoção, vigor. Com quase 200 anos de vida, a peça composta por Francisco Manuel da Silva em 1822 mantém intactas até hoje todas as qualidades que fizeram dela uma das composições mais bem-sucedidas na história da música brasileira. Escrita originalmente em homenagem à Independência, e oficializada como Hino Nacional Brasileiro após a proclamação da República, a obra de Francisco Manuel tem um longo histórico de aplausos. Louis Gottschalk, o grande compositor americano do século XIX, que morreu no Brasil em 1869 e tinha entre seus admiradores Chopin, Liszt e Berlioz, considerava-a um dos melhores momentos da criação musical de sua época; em sua homenagem, escreveu a celebrada Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro. [...]

Mas e a letra? Já se falou mal o suficiente da letra do Hino Nacional para que se ganhe alguma coisa insistindo no assunto. Sua linguagem, provavelmente, já era antiquada na época em que foi escrita, 101 anos atrás; é confusa, às vezes absurda, e muito pouca gente consegue decorá-la direito, mesmo porque muita pouca gente entende o que ela está dizendo. Mas isso não afeta a melodia nem embaraça o gênio de Francisco Manuel – que, por sinal, já estava morto quase meio século antes de colocarem palavras em sua música. Além do mais, a letra do Hino Nacional nunca causou prejuízo a ninguém – e, francamente, talvez nem seja pior que a média das letras presentes em hinos de outros países, em geral, obcecados por sangue, morte, canhões, tiranias e outros horrores. O mais prático, portanto, é deixar tudo como está, antes que venha a ideia de adotar uma nova letra através de concurso público. Com certeza, teríamos muita saudade, aí, do lábaro estrelado e dos raios fúlgidos.

(GUZZO, J.R. Veja, edição 2170 – ano 43 – nº 25, 23 de junho de 2010.)

Em relação aos recursos de linguagem utilizados, NÃO é correto afirmar:

 

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Enunciado 670445-1

É INCORRETO afirmar sobre essa charge:

 

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Considere o fragmento abaixo do qual foram retirados elementos da língua.

Lançar uma palavra nos quatro ventos, entendêssemos do que se trata, não quer dizer que vivamos segundo . A ética, por exemplo, nestes dias há de estar contemplando consternada, pobre senhora: não do Olimpo dos deuses, nas esquinas da nossa tresloucada humanidade, abandonamos em troca de comportamentos perversos.

(LUFT, Lya. Em outras palavras. Rio de Janeiro: Record, 2006.)

Assinale a sequência que preenche corretamente as lacunas de modo a tornar esse fragmento coeso e coerente.

 

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668875 Ano: 2014
Disciplina: Biologia
Banca: UFMT
Orgão: UFT

Na preparação de material destinado ao estudo do sistema vascular, utilizam-se várias substâncias para o preenchimento dos vasos sanguíneos. Em relação a essas substâncias, numere a coluna de acordo com as informações.

1 - Látex

2 - Acetato de vinilite

3 - Massa de Teichmann

4 - Gelatina

( ) É uma preparação à base de gesso de vidraceiro, corante e óleo de linhaça.

( ) Após injetado no sistema vascular, requer a técnica de dissecção.

( ) É uma substância que, para ser utilizada, requer o aquecimento da peça anatômica.

( ) É a substância utilizada para a obtenção de moldes vasculares em diferentes órgãos.

Marque a sequência correta.

 

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640970 Ano: 2014
Disciplina: Veterinária
Banca: UFMT
Orgão: UFT

Define-se como necropsia a abertura e inspeção sistemática e pormenorizada das cavidades e órgãos de um cadáver. Ao iniciar a necropsia em um canino, como o cadáver deve ser posicionado?

 

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Ainda que parcialmente introduzido pelo paternalismo estatal, o trabalho informal é manifestação espúria de flexibilidade, pois apenas degrada a relação entre patrão e empregado. Aceitá-lo como dado da realidade e conformar-se com o ritmo recente da formalização implica admitir a iniquidade de a metade da população ficar relegada à condição de segunda classe.

(Folha de São Paulo, 03/02/2014.)

A respeito do ponto de vista defendido nesse fragmento, é correto afirmar:

 

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638644 Ano: 2014
Disciplina: Biologia
Banca: UFMT
Orgão: UFT

Em um laboratório de anatomia, as peças anatômicas devem ser mantidas imersas em solução fixadora. Tendo como solução estoque a solução aquosa de formol a 40%, quanto deve ser utilizado de solução estoque e água, respectivamente, para se fazer 1000 mL de solução aquosa de formol a 10%?

 

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Esse é o hino

De quatro em quatro anos, por ocasião das Copas do Mundo, milhões de pessoas pelo planeta afora têm a oportunidade de entrar em contato com uma das melhores realizações que o Brasil já foi capaz de pôr em pé – o Hino Nacional Brasileiro, tocado e transmitido globalmente antes do começo de cada jogo. É sempre um momento de sucesso garantido junto ao público. O time, no campo, pode ir melhor ou pior, mas o hino não falha nunca. Seus primeiros acordes já deixam claro para a plateia presente aos estádios que ela vai ouvir, nos instantes que se seguem, música de primeira qualidade no gênero; dali para frente as coisas só melhoram. Ao se executar a última nota, todos os que prestaram atenção ao que estavam ouvindo ficam com a impressão de ter recebido um brinde inesperado antes do jogo: em vez da monotonia habitual dos hinos nacionais, em geral áridas arrumações de movimentos marciais que têm como característica mais notável o fato de parecerem todas iguais umas às outras, o que se ouve é uma das melodias mais vibrantes, calorosas e inspiradas que se podem escutar numa cerimônia oficial.

Não há momento sequer de tédio no Hino Nacional; tudo ali é energia, emoção, vigor. Com quase 200 anos de vida, a peça composta por Francisco Manuel da Silva em 1822 mantém intactas até hoje todas as qualidades que fizeram dela uma das composições mais bem-sucedidas na história da música brasileira. Escrita originalmente em homenagem à Independência, e oficializada como Hino Nacional Brasileiro após a proclamação da República, a obra de Francisco Manuel tem um longo histórico de aplausos. Louis Gottschalk, o grande compositor americano do século XIX, que morreu no Brasil em 1869 e tinha entre seus admiradores Chopin, Liszt e Berlioz, considerava-a um dos melhores momentos da criação musical de sua época; em sua homenagem, escreveu a celebrada Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro. [...]

Mas e a letra? Já se falou mal o suficiente da letra do Hino Nacional para que se ganhe alguma coisa insistindo no assunto. Sua linguagem, provavelmente, já era antiquada na época em que foi escrita, 101 anos atrás; é confusa, às vezes absurda, e muito pouca gente consegue decorá-la direito, mesmo porque muita pouca gente entende o que ela está dizendo. Mas isso não afeta a melodia nem embaraça o gênio de Francisco Manuel – que, por sinal, já estava morto quase meio século antes de colocarem palavras em sua música. Além do mais, a letra do Hino Nacional nunca causou prejuízo a ninguém – e, francamente, talvez nem seja pior que a média das letras presentes em hinos de outros países, em geral, obcecados por sangue, morte, canhões, tiranias e outros horrores. O mais prático, portanto, é deixar tudo como está, antes que venha a ideia de adotar uma nova letra através de concurso público. Com certeza, teríamos muita saudade, aí, do lábaro estrelado e dos raios fúlgidos.

(GUZZO, J.R. Veja, edição 2170 – ano 43 – nº 25, 23 de junho de 2010.)

Assinale a alternativa em que a alteração da pontuação do fragmento original prejudica o sentido.

 

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