Foram encontradas 60 questões.
Em relação ao fragmento abaixo, marque (V) verdadeiro ou (F) falso.
Em situações de crise nas mídias sociais, as estratégias de comunicação partem do pressuposto de que
1. ( ) é necessário dispor de um plano de prevenção de crises voltado apenas para a atuação nesses ambientes virtuais.
2. ( ) é necessário se pautar por transparência, agilidade de reposta e sintonia entre as fontes.
3. ( ) as mídias sociais não têm um código de conduta próprio ou necessariamente escrito, planetariamente institucionalizado e que repudie a truculência, a arrogância, o abuso do poder econômico para sufocar vozes dissonantes ou alternativas.
4. ( ) é necessário dar atenção especial ao que acontece nos ambientes virtuais, pois as mídias sociais ocupam papel importante na repercussão das crises empresariais e estão relacionados a outros espaços de discussão.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
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Cultura da violência
Antropólogos afirmam que a nossa espécie dizimou o Neandertal porque éramos naturalmente mais violentos do que nossos concorrentes de até 30.000 anos atrás. Os índios que viviam guerreando, canibalizando e buscando a morte “bonita” antes de conhecerem a civilização parecem confirmar a tese de que a civilização reprime o instinto agressivo do bicho-homem. Entretanto, algumas instituições de primeira linha da civilização descuidam a convivência, promovendo o desprezo pela vida e a indiferença pelo próximo, o que induz à violência.
História, política, economia, esporte e religião prestigiam atitudes pouco civilizadas: a história valoriza a guerra em detrimento da paz (conhecemos mais Napoleão do que Pasteur ou Gandhi); políticas econômicas têm mantido privilégios e ampliado diferenças, propiciando conflito, desilusão e crime; pagamos para ver e até concedemos medalhas olímpicas a homens e mulheres que lutam em ringues ou “octógonos”, no meio de plateias, muitas vezes com resultados fatais (se, ao invés de pancadas, trocassem carinhos, seriam censurados, vistos com desconfiança ou condenados por atentado ao pudor); religiões cristãs cultuam santos guerreiros, virgens e deuses mágicos, atitudes distantes do ideal de autoconhecimento, de paz, de amor e de fraternidade que Cristo pregou. [...]
Frequentemente, civilizados perdem a elegância: no século passado, procurando o assassino no famoso “Crime da Mala”, a polícia parisiense expôs a mala na qual o cadáver foi encontrado. Essa exposição de um mês no Necrotério superou o público de um ano no Museu do Louvre.
Será que nossa civilização envelheceu e caducou? Esse é um fenômeno mundial: cultuamos a violência. Nossas instituições civilizatórias deveriam passar por uma revisão? Romper com paradigmas sem sentido à luz do conhecimento e da comunicação atual? Quem persegue o bem tem chance de alcançá-lo. Quem persegue o mal sempre o alcança. “Perplexidade” é o sentimento comum a pensadores modernos quando examinam o produto da civilização, especialmente quanto à violência. [...]
Kleber Galvêas - In http://www.gazetaonline.com.br/opiniao/artigos/2017/06/
cultura-da-violencia-1014070659.html [Texto adaptado] (Acesso em 29/09/2017)

In https://tirasarmandinho.tumblr.com/post/116815806324/tirinha-original
Armandinho, a criança protagonista da tira acima, realiza, no penúltimo quadro, uma inferência a respeito da violência.
Qual enunciado do texto “Cultura da violência”, de Kleber Galvêas, permite justificar o raciocínio realizado pelo menino?
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A promoção de vendas faz parte do mix promocional de um produto e se faz presente por meio de várias técnicas/atividades. Seu objetivo principal é aumentar a participação de mercado de uma marca e gerar um alto volume de vendas.
Com base nas informações sobre a promoção de vendas, assinale a alternativa INCORRETA.
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Na Comunicação Integrada de Marketing (CIM), a política de preço mínimo é conjugada com verbas promocionais periódicas.
Nesse contexto, a Resposta Eficiente ao Consumidor (ECR) é definida como
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A associação entre uma marca e um site, por meio de patrocínio, com o objetivo de associar conteúdo oferecido na página do patrocinador é conhecido como
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Cultura da violência
Antropólogos afirmam que a nossa espécie dizimou o Neandertal porque éramos naturalmente mais violentos do que nossos concorrentes de até 30.000 anos atrás. Os índios que viviam guerreando, canibalizando e buscando a morte “bonita” antes de conhecerem a civilização parecem confirmar a tese de que a civilização reprime o instinto agressivo do bicho-homem. Entretanto, algumas instituições de primeira linha da civilização descuidam a convivência, promovendo o desprezo pela vida e a indiferença pelo próximo, o que induz à violência.
História, política, economia, esporte e religião prestigiam atitudes pouco civilizadas: a história valoriza a guerra em detrimento da paz (conhecemos mais Napoleão do que Pasteur ou Gandhi); políticas econômicas têm mantido privilégios e ampliado diferenças, propiciando conflito, desilusão e crime; pagamos para ver e até concedemos medalhas olímpicas a homens e mulheres que lutam em ringues ou “octógonos”, no meio de plateias, muitas vezes com resultados fatais (se, ao invés de pancadas, trocassem carinhos, seriam censurados, vistos com desconfiança ou condenados por atentado ao pudor); religiões cristãs cultuam santos guerreiros, virgens e deuses mágicos, atitudes distantes do ideal de autoconhecimento, de paz, de amor e de fraternidade que Cristo pregou. [...]
Frequentemente, civilizados perdem a elegância: no século passado, procurando o assassino no famoso “Crime da Mala”, a polícia parisiense expôs a mala na qual o cadáver foi encontrado. Essa exposição de um mês no Necrotério superou o público de um ano no Museu do Louvre.
Será que nossa civilização envelheceu e caducou? Esse é um fenômeno mundial: cultuamos a violência. Nossas instituições civilizatórias deveriam passar por uma revisão? Romper com paradigmas sem sentido à luz do conhecimento e da comunicação atual? Quem persegue o bem tem chance de alcançá-lo. Quem persegue o mal sempre o alcança. “Perplexidade” é o sentimento comum a pensadores modernos quando examinam o produto da civilização, especialmente quanto à violência. [...]
Kleber Galvêas - In http://www.gazetaonline.com.br/opiniao/artigos/2017/06/
cultura-da-violencia-1014070659.html [Texto adaptado] (Acesso em 29/09/2017)
Assinale a alternativa que constitui um parágrafo de conclusão coerente e adequado ao texto.
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Na redação publicitária, é comum o uso de figuras de linguagem para ampliar a expressividade da mensagem.
Em tal contexto, é possível indicar como exemplos
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Cultura da violência
Antropólogos afirmam que a nossa espécie dizimou o Neandertal porque éramos naturalmente mais violentos do que nossos concorrentes de até 30.000 anos atrás. Os índios que viviam guerreando, canibalizando e buscando a morte “bonita” antes de conhecerem a civilização parecem confirmar a tese de que a civilização reprime o instinto agressivo do bicho-homem. Entretanto, algumas instituições de primeira linha da civilização descuidam a convivência, promovendo o desprezo pela vida e a indiferença pelo próximo, o que induz à violência.
História, política, economia, esporte e religião prestigiam atitudes pouco civilizadas: a história valoriza a guerra em detrimento da paz (conhecemos mais Napoleão do que Pasteur ou Gandhi); políticas econômicas têm mantido privilégios e ampliado diferenças, propiciando conflito, desilusão e crime; pagamos para ver e até concedemos medalhas olímpicas a homens e mulheres que lutam em ringues ou “octógonos”, no meio de plateias, muitas vezes com resultados fatais (se, ao invés de pancadas, trocassem carinhos, seriam censurados, vistos com desconfiança ou condenados por atentado ao pudor); religiões cristãs cultuam santos guerreiros, virgens e deuses mágicos, atitudes distantes do ideal de autoconhecimento, de paz, de amor e de fraternidade que Cristo pregou. [...]
Frequentemente, civilizados perdem a elegância: no século passado, procurando o assassino no famoso “Crime da Mala”, a polícia parisiense expôs a mala na qual o cadáver foi encontrado. Essa exposição de um mês no Necrotério superou o público de um ano no Museu do Louvre.
Será que nossa civilização envelheceu e caducou? Esse é um fenômeno mundial: cultuamos a violência. Nossas instituições civilizatórias deveriam passar por uma revisão? Romper com paradigmas sem sentido à luz do conhecimento e da comunicação atual? Quem persegue o bem tem chance de alcançá-lo. Quem persegue o mal sempre o alcança. “Perplexidade” é o sentimento comum a pensadores modernos quando examinam o produto da civilização, especialmente quanto à violência. [...]
Kleber Galvêas - In http://www.gazetaonline.com.br/opiniao/artigos/2017/06/
cultura-da-violencia-1014070659.html [Texto adaptado] (Acesso em 29/09/2017)
Em: [...] “algumas instituições de primeira linha da civilização descuidam a convivência, promovendo o desprezo pela vida e a indiferença pelo próximo, o que induz à violência”., a proposição em destaque tem por função indicar:
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Assinale a alternativa que especifica a estrutura de uma agência tradicional de publicidade e propaganda.
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Nos objetivos de mídia, são abordados conceitos como continuidade, cobertura e frequência.
Especificamente, em relação ao conceito de continuidade, essa pode ser dividida em
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